Salvem a Liturgia!

Salvem a Liturgia! Apostolado litúrgico virtual. www.salvemaliturgia.com
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02/02/2024
31/12/2023

FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA

O Messias quis começar a sua tarefa redentora no seio de uma família simples, normal. O lar onde nasceu foi a primeira realidade humana que Jesus santificou com a sua presença.

Entre José e Maria havia carinho santo, espírito de serviço e compreensão. Assim é a família de Jesus: sagrada, santa, exemplar, modelo de virtudes humanas, disposta a cumprir com exatidão a vontade de Deus. O lar cristão deve ser imitação do de Nazaré: um lugar onde Deus caiba plenamente e possa estar no centro do amor entre todos.

Os lares cristãos, se imitarem o da Sagrada Família de Nazaré, serão “lares luminosos e alegres”, porque cada membro da família se esforçará em primeiro lugar por aprimorar o seu relacionamento pessoal com o Senhor e, com espírito de sacrifício, procurará ao mesmo tempo chegar a uma convivência cada dia mais amável com todos os da casa.

A família é escola de virtudes e o lugar habitual onde devemos encontrar a Deus. “A fé e a esperança têm que manifestar-se na serenidade com que se encaram os problemas, pequenos ou grandes, que surgem em todos os lares, no ânimo alegre com que se persevera no cumprimento do dever. Assim, a caridade inundará tudo e levará a compartilhar as alegrias e os possíveis dissabores, a saber sorrir, esquecendo as preocupações pessoais para atender os outros; a escutar o cônjuge ou os filhos, mostrando-lhes que são queridos e compreendidos de verdade; a depositar um amor grande nos pequenos serviços de que se compõe a convivência diária. Santif**ar o lar, dia a dia; criar, com o carinho, um autêntico ambiente de família: é disso que se trata”.

“A família é um sinal cristológico, porque manifesta a proximidade de Deus, que partilha a vida do ser humano, unindo-se a ele na Encarnação, na Cruz e na Ressurreição”. É tal a força da família que podemos ter sempre esperança. A capacidade de transformação e de cura que o amor tem na família é capaz de superar todas as dificuldades, por muito esmagadoras que pareçam.

As nossas famílias são o lugar escolhido por Deus para nos dar todos os Seus dons: em primeiro lugar, a vida, e com ela, a fé, a vocação, um nome, a educação, o temperamento, a linguagem, um lugar a que pertencemos… Este grande desafio levou São João Paulo II a incluir uma invocação à Rainha da Família na Ladainha do Terço. Desde então, milhões de vozes e de corações têm pedido a Nossa Senhora que proteja as famílias de todo o mundo, para que todas elas possam ser esse berço onde a humanidade continuamente se renova.

Que Cristo Senhor, Rei do Universo, Rei das famílias, esteja presente, como em Caná, em cada lar cristão, para dar luz, alegria, serenidade e fortaleza”.

Trechos da meditação diária de Falar com Deus de Francisco Fernandez Carvajal

27/12/2023

27 de Dezembro - São João Evangelista
São João Evangelista é o Apóstolo João. Ele é um dos doze discípulos de Jesus. João é chamado “Evangelista” porque escreveu o Quarto Evangelho. Além disso, ele escreveu três epístolas e o livro do Apocalipse. Entre os 12 discípulos de Jesus, João era o mais novo. Quando foi chamado por Jesus, deveria ter por volta de vinte anos de idade.

João era solteiro quando foi chamado por Jesus. Na época, vivia com seus pais, Zebedeu e Maria Salomé, em Cafarnaum e Betsaida. Sua profissão era pescador. Trabalhava junto com seu pai e seu irmão Tiago, também discípulo de Jesus e, mais tarde, chamado de Tiago Maior. Provavelmente era sócio de André e Pedro na pesca.

Discípulo de João Batista

Desde cedo, João mostra uma busca de fé em sua vida. Antes de ser discípulo de Jesus, João Evangelista foi discípulo de São João Batista, juntamente com André, irmão de Pedro. Do Batista, eles receberam o batismo de arrependimento e a indicação a respeito de Jesus: “Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo”(João 1, 35-37). A partir desse momento, João Evangelista e André passaram a seguir Jesus.

Relação de São João Evangelista com JESUS

O Evangelho chama João de “Discípulo que Jesus amava”. Ele tinha um enorme afeto pelo Senhor e vice-versa. Jesus o chamava de Filho do Trovão por causa de algumas reações intempestivas do jovem, como querer mandar fogo do céu sobre aqueles que rejeitaram Jesus.Mas Jesus o repreendeu e ensinou.Mais tarde, João foi chamado de o “Discípulo Amado”. Numa famosa passagem dos Evangelhos, João,seu irmão, Tiago e a mãe deles, pedem para f**arem ao lado de Jesus em sua glória. Jesus, porém, os repreendeu e deu uma grande lição de humildade.

Coragem

São João foi o discípulo que acompanhou Jesus quando o Mestre foi preso no Monte das Oliveiras e levado até à casa de Caifás.Além disso, João acompanhou Jesus até o momento derradeiro junto à cruz. Aliás, foi neste momento junto à cruz que Jesus entregou a João a guarda de sua mãe, Maria.

Ministério

No começo da Igreja, João esteve sempre ligado a Pedro. Ele foi uma das principais colunas da comunidade cristã de Jerusalém, onde São Tiago era o líder. Após o martírio de Tiago, São João foi para a Ásia Menor. Lá, ele dirigiu a pujante comunidade cristã de Éfeso. Esta comunidade tinha sido fundada pelo apóstolo São Paulo alguns anos antes.

São João e Nossa Senhora

Obedecendo ao pedido de Jesus, São João acolheu Maria e sempre a levou consigo. Os dois moraram em Éfeso durante muitos anos e ali foram os grandes líderes da comunidade. Tanto que a casa de Nossa Senhora em Éfeso transformou-se num local de peregrinação. Ali viveram esses dois grandes pilares da Igreja. Ate hoje a Casa de Nossa Senhora em Éfeso é local de peregrinação.

Perseguição

Por várias vezes São João foi preso. Ele foi perseguido pelo poder romano, sofreu torturas violentas, mas não renegou a fé em Jesus Cristo. Por fim, ele foi exilado, tendo sido enviado para a Ilha de Patmos, que f**a no leste do Mar Egeu. Nesta ilha ele permaneceu até a morte do imperador Domiciano.

Escritos

As obras escritas de São João Evangelista revelam sua extraordinária personalidade. Ele se revela introspectivo nos seus escritos e como discípulo, falava pouco. Quando esteve no exílio em Patmos, São João escreveu o Livro do Apocalipse, palavra grega que quer dizer Revelação. Este é o último livro da Bíblia. São João dirigiu seu discípulo e colaborador, chamado Natan, no maravilhoso trabalho da redação do livro que se chamou “Evangelho Segundo São João”. Isso aconteceu na cidade de Éfeso, por volta do ano 90 D.C.. São João escreveu ainda 3 epístolas dirigidas aos cristãos das comunidades que ele coordenava. Mas seus escritos são para toda a Igreja, de todos os tempos. Por isso, eles fazem parte do Novo Testamento. Tanto o Evangelho quanto.

São João Evangelista, primeiro devoto do Coração de Jesus

João era chamado de “o Discípulo Amado”. Uma grande prova de afeição de Nosso Senhor Jesus Cristo pelo jovem João aconteceu durante a Última Ceia. João estava à direita do Mestre, recostadono peito de Jesus, no Coração de Jesus. Santo Agostinhoafirma: “nesse momento, estando João tão próximo da fonte de luz, ele absorveu dela os mais altos segredos e mistérios que depois derramaria sobre a Igreja”.

Morte de São João Evangelista

Pelos escritos de São João, vê-se que ele se tornou um grande teólogo, um pastor cuidadoso e cheio de amor. São João faleceu de morte natural, no ano 103 d.C., na cidade de Éfeso.Polícrates de Éfeso, bispo, afirmou no ano 190 que o Apóstolo "dormiu" (faleceu de morte natural). A festa de São João Evangelista é celebrada no dia 27 de dezembro.
Fonte: Cruz da Terra Santa

22/12/2023

A caminho... com esperança.

Podemos dizer que o homem está vivo enquanto tem esperança, enquanto no seu coração estiver viva a esperança e esta movê-lo a caminhar em busca do que espera alcançar.

Portanto, cada um de nós, especialmente neste Tempo que nos prepara para o Natal, pode perguntar-se:
E eu, o que espero?
Para onde se dirige a minha caminhada? Para onde pende, neste momento da minha vida, o meu coração?

Dentro de poucos dias veremos Jesus reclinado numa manjedoura, o que é uma prova da misericórdia e do amor de Deus. Se Deus se faz homem e me ama, como não procurá-lo? Como perder a esperança de encontrá-lo, se é Ele que me procura? Afastemos todo o possível desalento; as dificuldades exteriores e a nossa miséria pessoal não podem nada diante da alegria do Natal que se aproxima.

Jesus, este que se nos apresenta como uma criança, é a nossa única esperança. Ele é a garantia plena de que alcançaremos os bens prometidos. Olhamos para a gruta de Belém, “em vigilante espera”, e compreendemos que somente com Ele poderemos aproximar-nos confiadamente de Deus Pai.

O Menino nos indica que o principal objeto da esperança cristã não são os bens desta vida, esses que a ferrugem e a traça corroem e os ladrões desenterram e roubam, mas os tesouros da herança incorruptível, e em primeiro lugar a felicidade suprema da posse eterna de Deus.
Trechos de textos de Bento XVI e Francisco Fernandez Carvajal

14/12/2023

14 de Dezembro- São João da Cruz

Até o Carmelo

Vivendo entre 1542 e 1591 na Espanha, sua vida é marcada, por um lado, pela dor infligida-lhe pela dura realidade externa, e por outro pela alegria da descoberta crescente de uma vasta e luminosa realidade interior.

Órfão de pai aos 3 anos, João de Yepes – seu nome civil – prova o esforço da mãe que procura corações benevolentes a garantir-lhe a sobrevivência. Na adolescência pode trabalhar e estudar.

Aos 21 anos faz-se religioso carmelita, mas sofre a angústia de não poder viver ali como queria, e sonha com a austeridade e o silêncio monástico dos cartuxos.

No ano em que se ordena sacerdote, em 1567, encontra-se com Santa Teresa, que o conquista para a sua obra de reforma entre os frades. No ano seguinte, em 1568, torna-se o primeiro carmelita descalço, assume o novo nome de João da Cruz e vive momentos de indescritível felicidade, num casebre perdido da zona rural de Ávila. A partir daqui empenha-se, até o fim da vida, em diversas tarefas entre os carmelitas descalços que veem-se em ligeira expansão.

Sua missão somente é interrompida pela perseguição dos padres da Ordem Carmelitana, que o escolhem como vítima do conflito gerado pelo crescimento dos descalços. Durante 9 meses, entre 1577 e 1578, é encarcerado no convento da cidade de Toledo. No meio de um sofrimento físico e moral somente imaginável por quem passou pela dura realidade da prisão, brotam do seu coração as mais belas poesias místicas já escritas, que revelam a experiência de um Deus que se faz prisioneiro do nosso amor.

Terminado o tempo da prisão, retoma suas atividades, até o ano de 1591, quando, em meio a uma surda perseguição dos seus próprios superiores, alegra-se por ver aproximar-se o almejado momento de poder ver rompida a tênue tela que o separava do seu divino amado.

São João da Cruz deixou-nos escritos de maravilhosa profundidade de vida espiritual. Seus escritos revelam a densidade de vida que ele mesmo viveu, e constitui doutrina insuperável, pela originalidade das considerações, a respeito do itinerário da vida cristã, desde seus primeiros passos às mais altas realizações nesta vida. A forma que envolve o conteúdo dos ensinamentos do místico doutor, é de igual modo, plena de beleza poética, pois somente a poesia é capaz de expressar sentimentos e realidades indizíveis.

Escritor

Quando sobra tempo e sente necessidade torna-se escritor. A maioria dos que entram em contato com os escritos de São João da Cruz, são levados a considerá-lo um escritor profissional, no entanto sua atividade é breve, 8 anos, de 1578 a 1586…É no sofrimento e na marginalização mais dura que nasce o Frei João, poeta e escritor… Além das cartas, de pensamentos e ditos e outros escritos menores, São João da Cruz deixou-nos quatro grandes escritos que interrelacionam-se e onde desenvolve o dinamismo que toda pessoa humana é chamada a percorrer em sua relação com Deus. Tais obras são: Subida do Monte Carmelo, Noite escura, Cântico espiritual e Chama viva de Amor. As duas primeiras obras acentuam a purif**ação como passagem e caminho que concretiza a união, purif**ação que envolve atitudes que têm por protagonismo ora a pessoa que responde à graça, ora Deus mesmo que, aos passos da pessoa, toma o processo em suas mãos. As outras obras, ainda que tocando a realidade da purif**ação, centram sua atenção na vivacidade do amor que tudo pervade e nas consequências positivas da união com Deus, ideal último para o qual todos nós fomos criados.

Místico

Não há dúvida de que São João da Cruz é um dos maiores místicos de todos os tempo…Ele foi alguém que não só teve uma experiência forte da presença de Deus, mas também ajudou outros a iniciar o caminho da aventura da fé…Ao longo de seus escritos, encontramos conselhos, avisos, que evitam ao ‘principiante’ perder tempo precioso na busca de Deus.(p.21).

O centro de tudo para nosso santo é sem dúvida o amor: força propulsora do processo, objeto de purif**ação que consiste em concentrar toda a sua força para Deus, fim e ideal do caminho. A união com Deus é união de amor com aquele que é amor. Ordenado para Deus, nosso amor recupera sua veemência, sua característica de força e movimento, afinal o amor é forte como a morte e sua medida é ser sem medida. Tão infinito como Deus é o amor, e, do mesmo modo como ele nos amou, à loucura, quando o amamos, somos levados a cometer por ele loucuras de amor. “Com ânsias de amores inflamada”, diz um trecho de uma sua poesia, é assim que a alma caminha em seu caminho com Deus e para Deus. Amando assim, este santo carmelita tornou-se, sem dúvida, um louco, louco de paixão por Deus, e nenhum de nós que dele se aproxima e por ele deixa-se guiar, pode deixar de almejar a mesma loucura, de um mesmo amor.

A Bíblia

São João da Cruz conhecia a Bíblia, amava-a de coração e sabia se movimentar com facilidade pelo mundo bíblico. Mais que um erudito é um apaixonado pela palavra de Deus.

Teólogo

Normalmente podemos correr o risco de colocar em oposição a teologia e a mística. É um erro que deve ser evitado. João da Cruz é um teólogo e um grande teólogo…Possui uma visão sistemática e completa da história da salvação.

Falecimento

Faleceu no Convento de Ubeda, Espanha, no dia 14 de dezembro de 1591, tendo somente quarenta e nove anos. A reforma da Ordem Carmelita Descalça proposta por ele, por fim, tornou-se realidade. Pouco tempo após sua morte, São João da Cruz passou a ser venerado e seguido pelos seus confrades. Em 1952 foi aclamado como o Padroeiro dos Poetas da Espanha.

Doutor da Igreja

O espírito de sacrifício, o fugir das glórias humanas, a busca da humildade, a oração profunda e o conhecimento da Palavra de Deus renderam a São João da Cruz vários escritos de grande profundidade teológica e sabedoria divina. Dentre eles, destacam-se os livros Cântico Espiritual, Subida do Carmelo e Noite Escura. Por isso, ele foi aclamado Doutor da Igreja, equiparado a Santa Tereza de Ávila, também Doutora. Deixou uma grande obra escrita, que é lida, estudada e seguida até hoje por religiosos e leigos.

04/12/2023
22/02/2023
22/02/2023

Muitas pessoas não sabem que cada dia do tempo da Quaresma, no qual os católicos nos preparamos para viver a Semana Santa e para celebrar a Páscoa, é uma oportunidade para lucrar uma indulgência plenária.

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Rua Aroazes, 730
Rio De Janeiro, RJ
22775060

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