Ilé Asé Palácio de Ayrá

Ilé Asé Palácio de Ayrá Compromisso com a ancestralidade

Bom dia
01/10/2024

Bom dia

26/09/2022

Yemọja e o Ritual Orí:

Quando Òlódùmàré criou a Terra, ele dividiu vários de seus poderes entre os Órísás e deu a cada um um domínio próprio.

Muitos dos poderes que foram dados aos Òrìsàs pertenciam às forças da natureza, mas outros pertenciam a aspectos mais específicos da vida humana na Terra.

Quando foi a vez de Yemọja receber seu poder, Òlódùmàré deu a ela o poder e o conhecimento sobre todas as tarefas domésticas na residência de Òrìṣànlá, bem como a educação de seus filhos.

Yemọja trabalhava dia e noite, sempre reclamando por ter recebido parcela de poder menos favorável, "acho injusto que os outros Órísás recebam sacrifícios e sejam constantemente elogiados por seus atributos e tudo o que consigo é trabalho e mais trabalho".

Com o passar do tempo, as queixas de Yemọja ficaram mais intensas e atormentaram tanto a cabeça de Òrìṣànlá que, eventualmente, ele adoeceu.

Então, Yemọja percebeu que ela era a causa da doença de Òrìṣànlá, então, ela decidiu cuidar dele de volta à saúde.

Ela saiu e reuniu vários elementos naturais: Água de nascente,
Nozes de cola,
Óleos vegetais,
Folhas de Ifá,
Pombos brancos e
Deliciosas frutas doces.

Quando ela voltou para a morada de Òrìṣànlá, ela começou a tratar sua cabeça, usando esses elementos naturais e em apenas alguns dias, Òrìṣànlá estava completamente curado.

Agradecido pelo que Yemọja fez para salvar sua vida, Òrìṣànlá falou com Òlódùmàré:

"Grande Òlódùmàré, vim lhe pedir um favor."

Òlódùmàré disse:

"O que posso fazer por você?"

Òrìṣànlá disse:

"Eu gostaria que você desse a Yemọja o poder de cuidar de todas as cabeças."

Òlódùmàré disse:

"Por que você está me perguntando isso agora?"

Òrìṣànlá disse:

"Porque eu aprendi recentemente que ela é muito boa em fazer isso.

Ela salvou minha vida cuidando bem da minha cabeça."

Òlódùmàré entendeu o pedido de Òrìṣànlá e concedeu a Yemọja poder sobre as cabeças do homem.

Desde então, ela começou a receber sacrifícios e elogios.

Ela é chamada para presidir a preparação do ritual orí da confecção da cabeça.

Yemoja
Yeye atorise
Yemoja, o reparador de cabeças
Eu te imploro para vir consertar minha cabeça

24/09/2022

CELEBRANDO A PROSPERIDADE

ÀBÁMODÁ conhecida como folha da fortuna é a única que pode eventualmente substituir ÒDÚNDÚN (folha da Costa) nos rituais sagrados.
Esta folha está associada à prosperidade justamente pelo surgimento de muitos brotos nas bordas das folhas.
Então, macere algumas folhas da fortuna (Àbámodá), acrescente 7 gotas de alfazema e 3 pitadas de açúcar.
Você pode tanto tomar o banho como lavar o estabelecimento de fora para dentro!
Repita sempre que achar necessário!
Esta folha é encontrada em qualquer jardim, praça pública e pode até ser plantada na residência, pois ela é de fácil reprodução!
Que os orixás nunca permitam que falte o alimento na vida de todos!

23/09/2022

Ossaim é orixá masculino de origem nagô, Iorubá que, como Odé Oxóssi habita a floresta.

É bastante cultuado no Brasil, recebendo diversos nomes como Ossânin, Ossonhe, Ossãe e Ossanha, uma das formas mais pop**ares.

Orixá das ervas, no Candomblé Jeje é chamado de Agué, é o Vodun da caça e das florestas e conhece os segredos das folhas.

No Candomblé Bantu é chamado de Katendê, Senhor das insabas, folhas.

É um orixá cujos filhos são raros, bem menos numerosos do que Ogum, Xangô ou Oxum.

É orixá da cor verde, do contato mais íntimo com a natureza. As áreas consagradas a Ossain não são os jardins cultuados de maneira tradicional, mas sim os recantos, onde só os sacerdotes podem entrar, nos quais as plantas crescem de maneira selvagem, quase sem controle.

Orixá de grande significação, pois todos os rituais importantes utilizam o sangue-escuro que vem dos vegetais, seja em forma de amassis, infusões ou para uso de bebida ritualística.

Ewe o !!!

22/09/2022

Diz uma itã que Ekiti era uma das cidades mais prósperas de toda velha África, sendo sua rainha Oxum, porém a deusa era cheia de caprichos e isso gerava insatisfação por parte das outras tribos, então três guerreiros, Ogun Já, Jagun e Ajagunã decidiram tomar a cidade de Ekiti, contudo Oxum era orientada por Ya mi Oxorongá, e o grande passáro avisou a que três guerreiros de branco iriam tomar lhe a coroa, no mesmo instante Oxum usou seus poderes de sedução e conseguiu de Orumilá uma receita mágica feita com 8 ibis (caracóis), onde ela deveria prepara um pó mágico e sopra sobre as terras de Ekiti. Quando os irmãos chegaram a cidade foram bem recebidos, porém orientados que não ultrapassasse os portões do castelo de Oxum, só que isso apenas aguçou a curiosidade de Jagun que não respeitou a remendação e ao cruzar os portões Oxum soprou o pó mágico que varreu Jagun para Daomé, Ogun Já para Ilê Ifé e Ajagunã para Elegibó, separando os guerreiros. Jagun volta mais tarde a Ekiti e toma Ewá como sua esposa, fazendo uma aliança entre Ekiti e

21/09/2022

OXUMARÊ E O HOMEM DA CABANA

Diz a lenda que Oxumare quando criança descobriu, pelos rumores da aldeia em que morava com sua mãe Nanã, que tinha um irmão mais velho. Questionou Nanã a respeito desse irmão e o motivo dele não morar com eles dois; e Nanã disse que ele era ainda muito novo quando esse irmão nasceu e que ela ficou com medo por não saber como cuidar dele, ele nascera muito doente. Oxumare cresceu querendo muito conhecer esse irmão, mas ninguém dizia onde ele morava.

Oxumare em sua adolescência gostava de andar pelas matas, e nessas andanças descobriu uma cabana perto do mar. Ele curioso se aproximou e percebeu que dentro dela havia um homem, o lugar era escuro e ao chegar na porta o homem começou a conversar com ele. A conversa foi muito amigável e Oxumare começou a ir ali todos os dias. Ele ficava sempre na porta da cabana e nunca conseguia ver o homem com quem falava, mas ficava satisfeito, aquele homem o fazia refletir muito sobre a vida, e sobre as coisas do mundo.

Certa vez Nanã passara muito mal, e ninguém na aldeia sabia do que ela sofria, até que Oxumare decidiu levá-la até o homem que conhecera na cabana perto do mar. Chegaram lá e o homem pediu para que entrassem, Nanã muito fraca estava desacordada. O homem usou dendê, milho, e carne de porco, evocou alguns cantos e em questão de minutos Nanã acordou.

Acordada, começou a chorar... Oxumarê muito preocupado perguntou o motivo dela estar chorando, e ela disse: "Esse homem que me curou é seu irmão, ele se chama Xapanã".

Oxumare ficou assustado por achar que seu irmão fosse muito doente, porém ali em sua frente o homem parecia muito forte e saudável. Xapanã lhe disse que foi sua mãe adotiva quem o curou, Iemanjá. Ela o adotou, curou suas feridas e ele descobriu o dom da cura.

Nanã pediu-lhe desculpas por tê-lo abandonado, mas ele disse que não precisava de desculpas, pois ele aprendeu com Iemanjá a perdoar a todos...

Depois de restabelecida, os dois irmãos levaram-na para a aldeia e contaram a descoberta de Xapanã a todos. Ficaram muito felizes, fizeram festas durante dias para comemorar volta daquele que hoje chamamos de O "Curador Ferido".

Oxumare agradece até hoje a Olorum por ter podido conhecer seu irmão mais velho. Agradece por esse Senhor da cura ser seu grande conselheiro, e por ter aprendido com ele o valor do perdão e do amor.

Oxumare é o Orixá da transformação, e foi ele o elo entre o reencontro de Nanã e Xapanã. Foi ele o responsável por desvendar e transformar essa linda história.

20/09/2022

A LENDA DE OGUM MEGÊ!

"Ogum Megê é o Chefe da Quarta Falange da Sexta Linha (Ogum), dentro da Umbanda tradicional. Ele trabalha bem próximo à Yansã e faz a ronda da parte externa da Calunga Pequena.

Diziam nossos avós na Umbanda tradicional, que a a Falange de Ogum Megê está aliada ao Povo Megê, uma corrente espiritual composta por aguerridos combatentes. Com o tempo, como já mencionamos, a magia dos povos na Umbanda foi se perdendo.

O Povo Megê é um dos menos conhecidos hoje em dia. Este Ogum é o Guardião dos Cemitérios e o mais valente aliado nas lutas e demandas.

Essa qualidade de Ogum de Umbanda, é muito invocada para resolver casos de feitiçaria e outros trabalhos mais pesados, principalmente os que envolvem a Calunga Pequena, ou cemitério.

Essa entidade anda geralmente nas encruzilhadas e estradas que dão aceso ao Campo Santo, e sua força se une com a de Omulú, o grande Guardião das Almas e de sua morada.

Grande guerreiro, sempre está atento para o que se passa dentro dos cemitérios, sendo importante que antes de fazermos qualquer obrigação neste local, levemos presente para ele.

Ogum Megê, assim como os demais Oguns, é um protetor fiel, e sempre que por ele chamamos, encontramos pronto atendimento às nossas súplicas.

Com seu cavalo, este Ogum ronda os cemitérios sempre e nada podemos fazer sem sua devida autorização. Era comum os umbandistas mais antigos, levarem para ele, cerveja, velas ou outros tipos de oferenda para que ele autorizasse aos e Exús daquele lugar, que viessem atender à um chamado, sempre que deles precisassem.

Usa as cores verde, vermelha e preto ou verde, vermelho e branco assim como a grade maioria dos Oguns de Umbanda, fuma cigarro ou charuto e quando incorporado, bebe de forma moderada a sua cerveja branca ou cachaça.

Ao invocarmos algum Exú de cemitério para nos ajudar em alguma situação, o Sr. Ogum Megê, vem imediatamente até as proximidades do portão e pergunta a que lugar vai aquele Exú, e se ele não foi devidamente homenageado, pode impedir que aquele Exú venha trabalhar, e essa é a causa de alguns trabalhos de cemitério não renderem resultados satisfatórios.

Dentro da Quimbanda, assim como os demais Oguns, Megê se encarrega de supervisionar os trabalhos que são realizados e se por ventura algo de muito errado for feito, ele imediatamente comunicará às Esferas Superiores e se dará assim, o início da cobrança daquele ato, primeiramente para o Exú e posteriormente, para a pessoa que solicitou o trabalho.

Recebe velas brancas, vermelhas, verde ou verde, vermelho e preta. E sempre ao redor dos cemitérios, também costuma receber cerveja branca e algumas pessoas costumam colocar farofa para o mesmo."

20/09/2022

Jagun

O Nascimento dos 3 Guerreiros Brancos Contam os itans (lendas), que os 3 Guerreiros Brancos, Já, Jagun e Ajagunan, foram gerados do sêmem de Oxalufã dentro do casco do Igbin (caramujo), considerados portanto filhos de Oxalufã. Portanto a Ligação dos 3 irmãos é muito grande nos enredos de santo. Todas as pessoas que são iniciadas para esses Orixás, tem que saber o quanto é importante arrumar todo o seu complexo de Orixás Funfun (Brancos) (pois estes Orisás, não existem sem um conjunto), são ligados entre si, á Yemanjá e principalmente a Oxalufã e Ayrá, pois em uma determinada época os 3 irmãos Guerreiros: Já, Jagun e Ajagunan entram novamente no casco do Igbin (deixando a vida de seus filhos parada, estagnada por um periodo) e só quem reaquece a vida da pessoa tirando-a da estagnação é Ayrá. E os filhos destes Orisás podem sempre que puderem estar arriando uma comida a Ayrá para que ele mantenha sua vida sempre próspera e fluindo. Jagun teve ligaçao com as terras de Mahí sim ele foi para terras de Sapatá,Bessen e Nanã,pois conta se um itan que Jagun,Já e Ajagunan eram grande guerreiros e nao perdia uma batalha,um belo dia eles foram guerria contra umas das cidades de Osun (Osogbo)Osun detentora dos poderes de Íyá Mí,ela foi avisada pelas Agés que os 3 guerreorrao iriam invadir suas terras,Osun muito esperta foi até Ifá,ele mandou ela fazer uma oferenda a Osalá com 8 igbís e o casco dos igbís ela fizece um pó(Atin)e soprace nas entradas da cidade.Assim ela fez,logo + tarde os tres guerreiros chegarao quando se deparou com as entradas das cidades ele ficarao cegos e tontos por horas..Nisso eles se perderao um do outro ai que aconteceu de Jagun chegar as terras de Sapatá(Obaluaye)..Jagun la encontrou Ossayn,que lhe fez varias infusoes de folhas para curar Jagun da ceguerira e do mal estar...Com issu Jagun passou a ter grande ligaçao com Ossayn a ponto de Ossayn da lhe o segredo da cura pelas ervas..La tambem Jagun conheceu Yewá que foi a mulher que ele se apaixonou e ainda teve um filho..Então Jagun por anos e anos viveu em na terras dos Vodus,junto com a familia unjí..Com issu ele adquiriu muitos abitos iguais e passou a comer certas comidas que eles comiao.Mas memsmo assim Jagun sempre se vestiu de branco e nunca tampou seu rosto de palha como Obalwayê..(conta tambem um itan)Que depois de anos,la na cidade de Ekití Olooke o grande senhor da montanha e rei de Ektií e pai de Osun,sentia falta de sua filha na cidade onde ela nasceu.. Osun,estava na cidade de Osogbo,então Olooke por ser muito amigo inseparavel de Obatalá,pediu a ele que enviace seu filho Osagyan para buscar Osun..Assim fez Osagyan foi buscar Osun a força,Osun nao queria vir e ele nao consiguiu traze-la de volta,pois Osun amava a cidade de Osogbo onde ela comandava sózinha tudo aquilo..Voltou Osagyan para Obatalá sem Osun..Osagyan com medo da reaçao de Olooke pediu a Obatala que nao deixace ele fazer nada contra ele.Olooke entaou lembrou do outro guerreiro de Osalá que se chamava Jagun e que ele muito confiava.Olooke ao saber que Jagun tinha sofrido um golpe por feitiço de Osun,ele imediatamente mandou chamar Jagun..Jagun entao voltou a terra de Ekití onde ele nasceu,foi perante a Oké e lhe pediu prdão por anos sumido de suas terras Olooke pediu que ele fosse buscar Osun,Jagun retrucou dizendo que ela tinha o poder das Íyas e que ele nao consiguiria,Olooke como ele que tinha outorgado a Iyas seus poderes de Agé,falou Ómo Jagun vá que nada te acontecera..Assim fez Jagun foi chegou e trouxe Osun..Olooke por estar tão feliz em ver sua filha de volta deu o titulo a Jagun de Jagun-Efan,que seria guerreiro de Osun ..Ele muito grato a Jagun deu lhe o privilegio de ser uns principes de Efan e dividir o reinado do Ekiti com Osun,para que Osun sempre lembra-se dele...Bom com issu Jagun volto a terra de Efan,mas Jagun nao esquecera as terras do Dgege onde tinha filho,mulher e amigos..Ai demostra o prq o Efan acabou tendo ligaçao com as terras dos vodus e prq hj em dia e no antigo terreiro do Oloroke cultuava Iroko,Omolu,Bessen,nana e outros vodus..Aqui nesses Itan explica oprq Jagun foi visto como um Vodu e como um caminho de Oluaye..Sendo que Jagun tem seu culto nos Iorubas nas terras de Ekiti e na africa ainda tem sua cidade chamada Jagun,só procura no mapa da africa..Entao para deixar claro Jagun ou Jagun é um Orisá e nao um vodu,ele tem seu culto em Ektití onde nasceu,mais tambem nas terras de Mehí,Savalu,Ifé,Save e Elegibo..Jagun foi um Orisá que muito andou recebeu muitos titulos e em cada cidade foi visto como um tal Orisá..lembrando que a palavra Jagun pode se referi a Ogun,Obalwaye e outro guerreiros + Jagun Funfun só existe um..Que é Baba Jagun nosso grande pai e rei irmãos de Já e Ajagunan...Jagun é um Orisá de Efan que teve ligaçao com as terras do Mahí,mas ele é um Orisá funfun e não é um vodu.Por muito tempo o culto a Jagun foi assimilado ao Omolu,sendo que no Asé Efón esta se resgatando seu culto,com cantigas,rezas própias e preceitos altamente diferente de Omolu..

19/09/2022

Ọdẹ Ibùalámọ é um òrìṣà caçador, importante liderança dos povos do entorno do rio erinlẹ̀, caçador, guerreiro, artesão, médico e agricultor, organizou as defesas dos povos de Ilobu, e os ensinou a guerrear.
Conta um ìtàn que Ibùalámọ afundou a terra perto de Ilobu e se tornou rio. As pessoas recorrem a Ibùalámọ para assuntos de justiça, saúde e sucesso.
Em seus rituais, vemos a representação do líder que se desdobra em várias funções para atender a sua comunidade - caçador e agricultor, guerreiro, liderança e defensor - proporciona fartura e, sendo médico (herbalista), é também o sacerdote e autoridade nos assuntos espirituais.
Ibùalámọ gosta de caça, raízes, água fresca e da argila do fundo dos rios.

Olómi o, ọdẹ

17/09/2022

DIVERSOS BANHOS:

BANHO CALMANTE

1 colher de chá de açucar
1 punhado de camomila
1 punhado de erva doce
2 litros de água
ferver tudo 5 mim deixar esfriar jogar pescoço pra baixo.

ANSIEDADE:

1 punhado de malva
1 punhado de erva doce
1 colher de mel
ferver tudo 5 mim esfriar jogar do pescoço pra baixo.

DEPRESSÃO:

1 punhado de malva
1 punhado de alecrim
1 colher sal grosso grande
2 litros de água
ferver as ervas apos esfriar colocar sal jogar pescoço pra baixo

ANGÚSTIA :

1 punhado de carqueja
3 galinhos de alecrim
1 colher de mel
2 litros de água
ferver tudo 5 mim jogar do pescoço pra baixo.

PARA PERDOAR :

3 folhas de amora
3 folhas de hortelã
3 de alecrim
2 litros de água
ferver tudo esfriar jogar pescoço pra baixo

SEM CORAGEM PRA LUTAR :

1 espada de são jorge cortada em três
1 galinho de guine
1 galinho de alecrim
2 litros de água
ferver tudo 5 mim esfriar jogar pescoço pra baixo

SÍNDROME DO PÂNICO:

1 punhado de malva
1 punhado de erva doce
3 galinhos de alecrim
2 litros de água
ferver tudo 3 mim esfriar jogar pescoço pra baixo.

16/09/2022

OXALÁ É PROIBIDO DE COMER SAL!

Oxalá foi consultar Ifá, para saber como melhor tocar a vida.
Os adivinhos recomendaram que fizesse ebó, que oferecesse
aos deuses, uma cabaça de sal e um pano branco.
Assim Oxalá não passaria por transtornos e não sofreria
desonras e outras ofensas morais na Terra.
Dando de ombros ao conselho, Oxalá foi dormir sem cumprir o recomendado. De noite, Esú entrou na casa de Oxalá...
Ele trazia uma cabaça cheia de sal e a amarrou nas costas de Oxalá. Na manhã seguinte, Oxalá despertou corcunda.
Desde então tornou-se protetor dos corcundas, dos albinos e
toda sorte de aleijados.
Mas foi para sempre, proibido de comer

15/09/2022

Havia numa aldeia do Kétú uma família considerada estranha pelos demais aldeões, por sempre se manterem isolados dos demais.
Certa feita, o Alakétú ordenou que fizessem uma incursão a citada familía e os trouxessem diante do Rei !

No dia seguinte, ainda pela madrugada, os guardiões de Alakétú prosseguiu com a missão ora determinada.

Ao chegarem na casa da Familia, o Patriarca da mesma encontrava-se de saída para a caça, costume do Povo do Ketu, saírem ainda pela madrugada para melhor localizarem suas presas ainda sonolentas...

Os guardiões do Alakétú então informa ao Pai daquela Familia o que os levou aquela incursão, e procedendo tal como foram designados, levaram toda a familia em procissão para o Palácio do Alakètú, mas o que intrigava aos Guardiões era um cesto grande que a esposa do Caçador levava consigo de forma amedrontada!

Em um certo trecho da estrada que parecia infinita, a esposa do Caçador dirigiu-se ao seu esposo e comunica-lhe que algo não estava bem com o que havia no cesto, o que de pronto fez com que o Caçador solicitasse aos Guardiões que parassem num córrego próximo daquela estrada, o que de pronto foi atendido.

Todos acomodaram-se, e a Iyá do Caçador de forma ligeira apressou-se para o córrego, neste momento a Iyá tropeça e o cesto vira-se ao chão, para surpresa de todos um moleque robusto e com olhos esbugalhados salta de dentro do sinistro cesto, todo emaranhado de folhas de panacéia, gigoga e osibatá !

Os Guardiães por acharem estranho demais aquela situação ordena que todos voltem a fila e pegam o moleque robusto e joga sobre a cela do cavalo, num ímpeto e ligeiro ato, o moleque pôs-se a cavalgar para a surpresa dos guardiães que desconhecia a origem do jovem meninote !
Os pais foram aprisionados e levados até o Rei!

Lá chegando toda a façanha fora explicada ao Alakétu, que exigiu explicações plausíveis a familia, que então pôs-se a relatar minuciosamente a todos os presentes a origem daquele jovem menino!

Por ocasião da submersão da Floresta Africana, aquele jovem menino foi deixado para trás e Iyá N'ilá Esposa de Odé Agana que encontravam-se em uma copa avistou o moleque assustado, e como tudo a volta estava sendo tragado pela terra Agana p**a e socorre o meninote e o deposita num cesto e o mesmo ficou sendo criado por ela até aquela data, e por se saber que não se deveria criar filhos que não eram seus era proibição e lei daquela aldeia, Iyá N'ilá pôs a esconder o meninote até aquela data!

O menino achando que havia sido covarde em fugir e deixar a familia a deriva nas mãos daquelas autoridades e por receio do que poderia acontecer a eles resolveu adentrar a cavalgada o Palácio do rei e ao frear deixou o Rei estupefato pela destreza e maestria com que cavalgava!

Naquele momento o Rei reconheceu o filho perdido por ocasião da submersão, e então nomeou Odé Agana o Guardião dos altos da Cidade do ketu, que é o mesmo Odé Arò que encontramos nos Ogués das casas de Candomblé pendurados no alto, e dito o Oxosse que não põe os pés no chão, e a sua esposa moraria no outro Ogué em qualquer outra parte da casa !
E o menino foi louvado o verdadeiro nome que ele proprio desconhecia "Odé Ogberunjá!!", que daquele dia em diante não se habituava mais ficar as vistas dos outros, e é por este motivo ser o único Oxosse que mora em panela fechada de barro, diferentemente dos demais !
Tocou-se um longo agueré em homenagem a familia Arò e todos se confraternizaram!

Opaoká Ogberunjá
Opaoká Ogberunjá
Opaoká Ogberunjá oké
Opaoká Ogbarunjá l'onà

Endereço

Rua Angelo Dos Reis, 207
Rio De Janeiro, RJ
20531-010

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