Pastor Douglas Stemback

Pastor Douglas Stemback Um pecador salvo pela Graça de Deus!

24/05/2026

A Escritura não ensina que os dons espirituais cessaram após a era apostólica — nenhum texto bíblico afirma isso explicitamente.

O principal argumento cessacionista, baseado em 1 Coríntios 13, falha exegeticamente: “ver face a face” é linguagem escatológica da glorificação futura, não da posse do cânon bíblico. Efésios 4 reforça isso — os dons existem “até que” a Igreja atinja a plenitude de Cristo, o que ainda não ocorreu.

Calvino e os puritanos (Owen, Goodwin) também não eram cessacionistas rígidos — eles rejeitavam revelações que competissem com a Escritura, não a soberania do Espírito de agir extraordinariamente.

Por fim, Paulo nunca ordenou o fim dos dons em Corinto — ele os regulamentou. A posição bíblica equilibrada rejeita tanto o misticismo descontrolado quanto o racionalismo que “apaga o Espírito.”

21/05/2026

Os primeiros cristãos compreendiam que o sofrimento não é um acidente fora da soberania de Deus, mas muitas vezes o instrumento pelo qual o Senhor quebra o orgulho do homem para aproximá-lo de Si. Enquanto os dias de fartura tendem a distrair a alma, a dor frequentemente a desperta para a eternidade. É no vale que o coração aprende a ouvir a voz do Pastor.

O Senhor não despreza os quebrantados. Pelo contrário: Cristo possui uma especial ternura pelos aflitos. Quando a alma está ferida, os ídolos perdem o brilho, a autossuficiência desmorona e o homem percebe que somente Deus pode sustentar o peso da existência. Como dizia a espiritualidade puritana, “as aflições são as ferramentas de Deus para lapidar Seus filhos”.

Há sofrimentos que parecem silêncio divino, mas muitas vezes são convites santos à comunhão mais profunda. Jó conhecia Deus de ouvir falar, mas na dor seus olhos contemplaram a majestade do Senhor. Davi declarou que foi bom ter sido afligido, porque através da aflição aprendeu os estatutos de Deus. A cruz nos ensina que o Senhor não é indiferente à dor humana; Ele mesmo entrou nela.

Por isso, não despreze os dias difíceis. Deus frequentemente aproxima de Seu coração aqueles que o mundo abandonou. O quarto de lágrimas pode se tornar altar. O vale pode se tornar escola. E a dor, embora amarga, pode produzir uma intimidade com Cristo que anos de conforto jamais produziriam.

“O Senhor está perto dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito abatido.” — Salmo 34:18.

18/05/2026

Há uma esperança que o mundo não consegue compreender: a de olhar para a morte sem perder a paz. O cristão não ama o sofrimento, nem busca o martírio por vaidade espiritual, mas sabe que a eternidade em Cristo vale mais do que a própria vida terrena.

As Escrituras nunca esconderam que seguir a Cristo custaria caro. Muitos foram perseguidos, humilhados e mortos por amor ao Evangelho. Contudo, a morte nunca foi o fim para aqueles que pertencem ao Cordeiro. Para o eleito, morrer em Cristo é atravessar a sombra para encontrar a verdadeira Luz.

O mundo pode tirar nossos bens, nossa voz e até nosso fôlego, mas não pode arrancar a promessa eterna firmada no sangue de Jesus. Há um encontro preparado para os santos: o encontro com o Cristo glorificado, onde não haverá mais dor, lágrimas ou perseguição.

O mesmo Cristo que foi crucificado é o Cristo que ressuscitou. E por isso, mesmo diante da morte, o coração regenerado descansa. Porque aquele que morre por amor a Cristo não perde a vida — apenas chega em casa antes dos outros.

“Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho.” — Filipenses 1:21

Pr. Douglas Stemback

15/05/2026

Há uma tragédia silenciosa quando o eleito de Deus tenta viver como profano.
O coração regenerado nunca consegue encontrar descanso verdadeiro no pecado. Pode até sentar-se à mesa dos escarnecedores, rir das mesmas piadas vazias, alimentar os mesmos desejos carnais e caminhar entre os prazeres deste século… mas dentro dele existe uma guerra que o mundo não entende.

O homem natural mergulha no pecado e chama isso de liberdade.
O eleito mergulha no pecado e encontra miséria.

Porque a graça o marcou.
E quem foi alcançado por Cristo pode até fugir por um tempo, mas jamais conseguirá fazer morada longe do Pai sem sentir o peso da disciplina divina.

Como dizia a tradição puritana: o pecado no crente é um usurpador, não um rei legítimo.

Há lágrimas escondidas atrás da aparência forte. Há culpa abafada por distrações. Há noites em que a alma percebe que trocou a comunhão com Deus pelas migalhas de um mundo condenado. O eleito que vive como profano carrega dentro de si a lembrança da casa do Pai, mesmo enquanto tenta se perder entre os porcos.

Mas a esperança do Evangelho é que Cristo não abandona os Seus.

A mesma mão que fere em disciplina é a mão que cura em misericórdia. O Bom Pastor não perde Suas ovelhas entre os espinhos deste século. Ele constrange, quebranta, humilha e restaura. Porque o amor soberano de Deus não depende da estabilidade do homem, mas da fidelidade eterna de Cristo.

Pedro caiu.
Jonas fugiu.
Davi se corrompeu.
Mas a graça os perseguiu até trazê-los de volta.

E talvez hoje exista alguém vivendo como estrangeiro da própria fé, tentando sobreviver longe da presença de Deus. A boa notícia é que Cristo ainda recebe filhos pródigos cobertos de lama.

A cruz continua sendo maior que a queda.
E a graça continua sendo mais profunda que a vergonha.

“Porque o Senhor corrige o que ama.” — Hebreus 12:6

“E o que vem a mim, de maneira nenhuma o lançarei fora.” — João 6:37

Pr Douglas Stemback

14/05/2026

Há pessoas que não ouvirão seus alertas porque já decidiram interpretar tudo pela lente do próprio coração. A teologia puritana compreendia que o homem natural não enxerga a verdade como ela é, mas como deseja que ela seja. Por isso, os profetas foram rejeitados, Cristo foi mal interpretado e até Paulo foi acusado enquanto pregava a verdade.

Não importa o quanto você explique suas intenções, alguns continuarão lendo sua vida pela ótica das próprias feridas, orgulho ou interesses. O problema nem sempre está na clareza da mensagem, mas na disposição do coração em recebê-la.

Cristo era santo, perfeito e irrepreensível — ainda assim foi chamado de enganador. Isso revela uma verdade dolorosa: a pureza da sua consciência não garante a pureza da interpretação alheia.

O puritano entendia que viver diante de Deus é mais importante do que viver tentando controlar a narrativa dos homens. Quem anda em integridade deve aprender a descansar na soberania divina, mesmo quando for mal compreendido.

“Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade.” — 2 Coríntios 13:8

Pr. Douglas Stemback

09/05/2026

Você não foi chamado para perpetuar a violência que feriu sua história.
Em Cristo, ciclos podem ser quebrados.

A Bíblia mostra que o pecado atravessa gerações quando corações permanecem sem arrependimento, mas também revela que a graça de Deus é poderosa para iniciar um novo legado.
Quem foi ferido tende a ferir. Quem foi humilhado tende a humilhar. Mas o Evangelho interrompe essa corrente.

Jesus não respondeu ao abuso com abuso.
Não venceu o mal com mais violência.
Ele venceu o mal na cruz.

“Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.” — Romanos 12:21

Quebrar ciclos não é fingir que a dor não existiu.
É decidir que ela não governará mais seu futuro.

Pais violentos não precisam gerar filhos violentos.
Ambientes abusivos não precisam definir destinos eternos.
Em Cristo, existe redenção, transformação e um novo começo.

O Reino de Deus começa quando alguém decide parar de transmitir a dor e começa a transmitir graça.

Família Cura VidaCristã TeologiaReformada

08/05/2026

Muitos carregam “Jericós” dentro de si: fortalezas invisíveis erguidas por anos de medo, culpa, rejeição, orgulho ou incredulidade. São vozes limitantes que sussurram: “Você não vai mudar”, “Deus não pode usar alguém como você”, “Seu passado definiu seu futuro”.

Mas o entendimento bíblico nos lembra que o maior cárcere do homem não é externo, mas o coração caído que insiste em duvidar da suficiência de Deus. As muralhas de Jericó não caíram pela força humana, mas pela obediência humilde diante da Palavra do Senhor (Josué 6). Israel apenas marchou; quem derrubou as muralhas foi Deus.

Assim também acontece na alma regenerada. As fortalezas interiores não caem pela autoconfiança, mas pela mortificação do pecado, pela fé perseverante e pela dependência absoluta da graça. Cada passo de obediência é uma volta ao redor da muralha. Cada oração sincera é uma trombeta espiritual anunciando que Deus ainda guerreia por Seu povo.

Aquilo que parece intransponível aos olhos humanos já treme diante da soberania de Deus. Porque toda muralha que o Senhor não edificou, cedo ou tarde, cairá diante da Sua presença.

07/05/2026

A igreja não foi chamada para disputar espaço no púlpito, mas para ocupar as ruas com o amor e a verdade de Cristo.

Enquanto muitos brigam por oportunidades diante dos homens, há uma multidão chorando longe dos templos, esperando alguém que leve pão, abraço, esperança e evangelho. Há famílias destruídas, jovens perdidos, enfermos esquecidos e almas caminhando para a eternidade sem conhecer a graça de Deus.

O Reino nunca avançou por vaidade ministerial, mas por servos dispostos a lavar pés, carregar cruzes e sair das quatro paredes.

Os obreiros da igreja primitiva não perguntavam:
“Quem vai pregar no culto?”
Eles perguntavam:
“Quem ainda não ouviu falar de Jesus?”

A missão integral nos lembra que o Evangelho toca o homem por inteiro: alma, corpo, dignidade e esperança. Não basta cantar sobre amor dentro do templo enquanto ignoramos os feridos do lado de fora. A fé genuína sempre desce do altar para a rua.

Há igrejas cheias de agendas, mas vazias de compaixão.
Há obreiros desejando posição, quando Deus procura disposição.

O verdadeiro avivamento começa quando a igreja troca a competição pela compaixão, o estrelismo pelo serviço e a plataforma pela missão.

Precisamos de menos disputa por microfone e mais joelhos dobrados.
Menos busca por reconhecimento e mais lágrimas pelas almas.
Menos vaidade ministerial e mais paixão por vidas.

As ruas ainda clamam.
Os esquecidos ainda esperam.
E Cristo continua dizendo:

“Levantem os olhos e vejam os campos, pois já estão brancos para a ceifa.” — João 4:35

Que Deus desperte uma geração de obreiros que prefiram ganhar vidas a ganhar visibilidade.
Que a igreja volte a sentir o cheiro das ruas, das casas simples, dos hospitais, das praças e das lágrimas humanas.
Porque o Evangelho nunca foi apenas para ser pregado nos cultos.
Ele foi dado para transformar o mundo.

Pr Douglas Stemback

07/05/2026

Não permita mais que a falsa bondade dos homens compre a sua consciência. A graça cristã não exige que você se torne escravo da manipulação de quem usa a ajuda como corrente. Há mãos que oferecem pão, mas desejam domínio; há palavras suaves que escondem intenções orgulhosas.

O homem piedoso aprende a discernir: gratidão não é servidão. Cristo nos chamou para servir em amor, não para viver debaixo do jugo emocional daqueles que confundem auxílio com controle. Quem anda diante de Deus não vende sua paz por favores humanos.

“Porque fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens.” — 1 Coríntios 7:23

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Pastor Douglas Stemback posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Local De Adoração

Envie uma mensagem para Pastor Douglas Stemback:

Compartilhar