28/08/2024
A mordomia Cristã
“Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam”. Isto posto, tudo que você tem, você é apenas administrador (mordomo), não dono no sentindo estrito da palavra. Assim, toda a primazia é de Cristo. “... ou não sabeis ...que não sois de vos mesmos?” (1 Co 6.19). Isso abrange nossa vida, nosso tempo, nossos talentos, nossas finanças e nossos bens. Nas finanças, a mordomia cristã envolve os dízimos e as ofertas. Para o crente, entregar os dízimos significa entregar à tesouraria da igreja a importância equivalente à décima parte de toda a sua renda. O dízimo é devido a Deus. É débito. Quem não entrega os dízimos está biblicamente roubando ao Senhor (Ml 3.8).
O dízimo, como porcentagem fixa determinado por Deus, é uma das maneiras dEle expressar seus direitos, domínio e senhorio sobre tudo o que temos e de prover recursos para a Sua obra.
A entrega do dízimo por parte do crente é o reconhecimento desse direito a Deus.
O primeiro crente a entregar seus dízimos foi Abraão, antes da Lei (cf Gn 3.8 com Hb 7.1-9).
No tocante as ofertas não há total estipulado, mas a Palavra de Deus esclarece que deve ser conforme o que cada um tem (2 Co 8.12). Por outro lado, “se és rico, lembra-te que diante de Deus, terás de responder duas perguntas: 1) como adquiriste tua riqueza?; 2) como aplicaste a tua riqueza, isto é, o que fizeste dela?”. Há muitas pessoas na igreja, até obreiros (as) que vivem de forma íntegra com Deus espiritualmente, mas financeiramente não!”. Veja, na Bíblia, que se o dízimo não for regularmente entregue na casa do tesouro, na igreja que o crente congrega, Deus requer com juros (Lv 27.30,31). Por outro lado, ricas bênçãos são prometidas aos crentes de “mão aberta” que entregam os seus dízimos e contribuem com suas ofertas para a manutenção e promoção da obra de Deus.
Alguns textos para leitura: Ml 3.8-10; Lv 27.30; 2 Co capítulos 8 e 9; 1 Cr 29.5) – Mordomia do “T”: tempo, talento e tesouro
A mordomia Cristã
“Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam”. Isto posto, tudo que você tem, você é apenas administrador (mordomo), não dono no sentindo estrito da palavra. Assim, toda a primazia é de Cristo. “... ou não sabeis ...que não sois de vos mesmos?” (1 Co 6.19). Isso abrange nossa vida, nosso tempo, nossos talentos, nossas finanças e nossos bens. Nas finanças, a mordomia cristã envolve os dízimos e as ofertas. Para o crente, entregar os dízimos significa entregar à tesouraria da igreja a importância equivalente à décima parte de toda a sua renda. O dízimo é devido a Deus. É débito. Quem não entrega os dízimos está biblicamente roubando ao Senhor (Ml 3.8).
O dízimo, como porcentagem fixa determinado por Deus, é uma das maneiras dEle expressar seus direitos, domínio e senhorio sobre tudo o que temos e de prover recursos para a Sua obra.
A entrega do dízimo por parte do crente é o reconhecimento desse direito a Deus.
O primeiro crente a entregar seus dízimos foi Abraão, antes da Lei (cf Gn 3.8 com Hb 7.1-9).
No tocante as ofertas não há total estipulado, mas a Palavra de Deus esclarece que deve ser conforme o que cada um tem (2 Co 8.12). Por outro lado, “se és rico, lembra-te que diante de Deus, terás de responder duas perguntas: 1) como adquiriste tua riqueza?; 2) como aplicaste a tua riqueza, isto é, o que fizeste dela?”. Há muitas pessoas na igreja, até obreiros (as) que vivem de forma íntegra com Deus espiritualmente, mas financeiramente não!”. Veja, na Bíblia, que se o dízimo não for regularmente entregue na casa do tesouro, na igreja que o crente congrega, Deus requer com juros (Lv 27.30,31). Por outro lado, ricas bênçãos são prometidas aos crentes de “mão aberta” que entregam os seus dízimos e contribuem com suas ofertas para a manutenção e promoção da obra de Deus.
Alguns textos para leitura: Ml 3.8-10; Lv 27.30; 2 Co capítulos 8 e 9; 1 Cr 29.5) – Mordomia do “T”: tempo, talento e tesouro