31/10/2025
Nos últimos dias, temos visto manifestações de diversos líderes, religiosos ou não, sobre a ação das polícias do Rio de Janeiro no Complexo da Penha.
Esta casa, na figura de seu dirigente, entende que todos, sem exceção, estamos sujeitos às consequências dos nossos atos, sejam eles louváveis ou reprováveis sob algum ponto de vista.
A pessoa que pratica um crime sabe bem o que pode lhe acontecer. Assim como autoridades que optam por determinada estratégia no combate ao crime devem ter consciência dos seus objetivos e alinhar ação e resultado; temos visto ocorrências como estas há pelo menos 3 décadas, e os resultados são limitados, inclusive com mortes de policiais. E cá entre nós, não adianta palavra bonita de político e pétala de rosa caindo em cima de caixão. Isto não melhora a dor da perda de ninguém.
Com isso, independente de orientação política, é preciso deixar a raiva de fora desse debate. As paixões, nesse debate, só vão servir aos interesses eleitoreiros de A ou B. Matar por matar só vai enxugar gelo e criar espantalhos políticos.
Poderia estar aqui criando inúmeras explicações e falando de várias consequências espirituais para o ocorrido. Mas se quisermos ter compromisso com a sociedade, é preciso abraçar a técnica, com mais eficiência e menos sangue.