03/12/2025
Santidade não é apenas um tema, mas um chamado que atravessa tudo o que somos. Hebreus 12 nos lembra que Deus, como Pai, nos corrige não para nos punir, mas para nos formar. Ele nos chama a uma vida separada não para cumprirmos uma regra, mas para vivermos um relacionamento, porque filhos se parecem com o Pai.
Santidade não é só oração, jejum ou leitura, embora tudo isso seja essencial. Santidade é obediência. É renúncia. É entregar o controle, abrir mão do próprio eu, deixar-se moldar pelo Oleiro. É caminhar no mundo sem pertencer a ele, vivendo princípios que nos aproximam do céu enquanto seguimos a corrida que nos foi proposta.
A santidade é a ferramenta que nos dá acesso à presença de Deus. Menos santidade, mais distância. Mais santidade, mais proximidade, sensibilidade, toque, direção. Não basta levantar as mãos; é preciso obedecer. Não basta consagrar; é preciso separar. Às vezes falta apenas uma resposta, um perdão, um ajuste de rota para que a presença volte a fluir com liberdade.
E o Pai nos chamou de volta ao essencial: “Use a ferramenta que Eu te dei. Se separe, se afastando do que não vem de Mim. Entregue, obedeça. Me deixe moldar você. Pois quanto mais separado você estiver, mais claramente vai Me sentir.”
Que o Pai encontre em nós mulheres que aceitam o chamado à santidade, não por obrigação, mas porque reconhecem que esse é o caminho para experimentar Sua boa, agradável e perfeita vontade. Que haja entrega, verdade e profundidade, escolhendo viver o que Ele preparou como o melhor para nós.