30/05/2026
O crescimento evangélico no Brasil não pode ser explicado apenas como mudança religiosa.
Ele também revela transformações sociais, econômicas e culturais profundas.
Nas periferias, em muitos casos, a igreja ofereceu aquilo que faltava em outros espaços: pertencimento, disciplina, rede de apoio, incentivo ao trabalho, reconstrução familiar e esperança de futuro.
Isso não significa ignorar os problemas. Existem críticas necessárias à mercantilização da fé, aos abusos da teologia da prosperidade, ao uso político da religião e à falta de transparência em algumas instituições.
Mas reduzir o crescimento evangélico apenas a manipulação é não compreender o Brasil real.
No meu livro Evangélicos, Trabalho e Economia, eu aprofundo essa relação entre fé, família, trabalho, periferias e mobilidade social no Brasil contemporâneo.
Se você quer entender esse fenômeno com mais profundidade, me chama no Direct.