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18/01/2026

O Metamorfosear do Criador: De Criaturas a Filhos

​Texto Base: "Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo." (2 Coríntios 5:17)

​Introdução
​A Tese: O poder de Deus não é apenas corretivo, é regenerativo. Ele não "conserta" o homem velho; Ele gera um novo homem.
​O Gancho: Muitas vezes o mundo rotula as pessoas como "casos perdidos". Mas hoje veremos três homens que o mundo daria como incuráveis, mas que foram tocados pelo Criador.
​I. Zaqueu: A Transformação dos Valores (Lucas 19:1-10)
​O Perfil: Um homem rico, porém vazio; odiado pelo povo por ser um publicano (cobrador de impostos para Roma). Sua vida era pautada pelo ter.
​O Encontro: Ele subiu na árvore para ver Jesus, mas foi Jesus quem o viu. A transformação começa com o olhar da graça.
​A Mudança: Zaqueu não foi coagido a devolver o dinheiro. O poder de Deus em sua vida substituiu a ganância pela generosidade.
​Aplicação: Quando Deus transforma um homem, o bolso dele é o primeiro a sentir. O que antes era seu ídolo (dinheiro), torna-se ferramenta de serviço.
​II. Saulo de Tarso: A Transformação da Missão (Atos 9:1-22)
​O Perfil: Um religioso fervoroso, culto e influente, que acreditava estar servindo a Deus enquanto perseguia cristãos. Seu problema era o autoengano religioso.
​O Encontro: Uma luz cegante no caminho de Damasco. Deus o derruba do cavalo para que ele possa se levantar como apóstolo.
​A Mudança: O homem que "respirava ameaças" passou a "respirar o Evangelho". Deus não anulou a inteligência e o fervor de Saulo; Ele redirecionou sua paixão.
​Aplicação: Deus não joga fora sua personalidade ou talentos; Ele os santifica para um propósito eterno. De perseguidor a perseguido por amor a Cristo.
​III. Nabucodonozor: A Transformação do Orgulho (Daniel 4)
​O Perfil: O monarca mais poderoso da sua época. O ápice do egocentrismo. Ele olhou para Babilônia e disse: "Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei...?"
​O Encontro: Deus o tirou do trono e o levou ao campo para viver como um animal até que ele reconhecesse quem governa o universo.
​A Mudança: Após o período de humilhação, sua razão voltou. Ele não apenas recuperou o trono, mas passou a louvar ao "Rei do Céu".
​Aplicação: O poder de Deus é capaz de quebrar a soberba mais rígida. A transformação aqui é a passagem da arrogância para a adoração.
​Conclusão e Apelo
​O Ponto Comum: Nos três casos, a mudança não foi por esforço humano, mas por uma intervenção soberana.
​O Convite:
​Você se sente "preso" a bens materiais como Zaqueu?
​Você está lutando contra Deus achando que está certo como Saulo?
​Ou você deixou o orgulho tomar o lugar de Deus no seu coração como Nabucodonozor?
​Fechamento: O mesmo poder que mudou a história destes homens está disponível hoje. Deus não quer apenas melhorar sua vida; Ele quer te dar uma vida nova.
​Dicas para a Entrega:
​Visualização: Se puder usar um projetor, mostre a diferença entre um publicano (coletor), um soldado (perseguidor) e um rei.
​Ênfase: Foque no fato de que Deus usa métodos diferentes para cada um (um jantar para Zaqueu, uma luz para Saulo e o deserto para Nabucodonozor).

Uma esposa muito paciente!!! Um homem vivia sob a influência de maus companheiros, entregue ao vício da embriaguez. Seus...
16/01/2026

Uma esposa muito paciente!!!

Um homem vivia sob a influência de maus companheiros, entregue ao vício da embriaguez.

Seus companheiros não podiam crer que ele tivesse uma boa e paciente esposa; por isso, foram à sua casa certa noite e fizeram uma terrí­vel desordem e muito barulho.

O marido ainda exigiu da esposa que ela preparasse uma refeição para eles. Ela, no seu espírito religioso, o fez, sem se queixar. Os outros, diante de tanta singularidade, perguntaram-lhe:

- Por que a senhora satisfaz todas as vontades de seu impertinente marido?

- Bem - disse ela - os bêbados só têm uma vida; como diz na Bíblia, eles não herdarão o reino de Deus. Por isso procuro fazer a sua vida aqui na terra tão feliz quanto possível.

Envergonhados, os maus companheiros deixaram aquela casa e naquela mesma noite, o esposo viciado, en­tregou-se a Jesus.

"Rogo-vos, pois, eu, o preso do Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados. Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor" (Ef 4.1,2).

03/01/2026

S João 14:27: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize."

​Essa é uma das passagens mais profundas da Bíblia sobre o descanso da alma. No contexto, Jesus estava se despedindo dos seus discípulos antes da crucificação. Eles estavam apavorados, e Ele lhes dá um "presente de despedida" que não é um objeto, mas um estado de espírito.

​Aqui estão os 3 pontos fundamentais para entender essa paz:

​1. A Diferença de Origem ("Não como o mundo a dá")
​A paz que o mundo oferece é circunstancial e externa. Ela depende de tudo estar bem: as contas pagas, o corpo saudável, a ausência de conflitos. É uma paz que "acontece" quando o ambiente ajuda.
Já a paz de Jesus é interna e espiritual. Ela não depende do que acontece fora, mas de quem habita dentro. É a calma de quem confia em algo maior, mesmo quando o mundo ao redor está em caos.

​2. Paz não é Ausência de Problemas
​Um erro comum é achar que a paz de Cristo remove as aflições. O próprio Jesus disse logo depois: "No mundo tereis aflições" (João 16:33).

​A paz d'Ele é a âncora no meio da tempestade, não a remoção da tempestade.
​É a serenidade que Ele mesmo teve diante da cruz. É o "descanso regenerativo" da alma que mencionamos antes: você pode estar cansado fisicamente, mas sua alma está em repouso porque não está mais lutando sozinha.

​3. O Antídoto contra o Medo ("Não se turbe o vosso coração")
​A palavra "turbar" significa agitar, como o barro que sobe quando mexemos no fundo de um lago. Jesus está dizendo: "Não permitam que as circunstâncias agitem o fundo do seu coração".
​Essa paz é uma escolha ativa de confiança.
​Ela serve para combater o medo do futuro e a ansiedade do presente.
​Reflexão para o seu Sábado
​Se o sábado é o seu dia de regeneração, este versículo cai como uma luva. Descansar não é apenas parar de trabalhar; é aceitar esse presente de paz que permite que você pare de se preocupar por um momento. É entender que o mundo não vai parar se você descansar, porque Ele está no controle.

​Como essa ideia de uma "paz que não depende das circunstâncias" ressoa com o momento que você está vivendo hoje?

03/01/2026
20/12/2025

A vida de Jesus é repleta de detalhes que misturam história, cultura e fé. Aqui estão 3 curiosidades fascinantes que nos ajudam a entender melhor quem Ele foi:

​1. Jesus era "Poliglota"
​Embora a Bíblia não use essa palavra, Jesus provavelmente falava três (ou até quatro) línguas:
​Aramaico: Sua língua materna e o idioma do dia a dia na Galileia.

​Hebraico: A língua sagrada das Escrituras. Jesus a usava para ler e debater nas sinagogas.

​Grego: A "língua franca" da época (como o inglês hoje). Jesus pode ter usado o grego para falar com estrangeiros ou até durante seu julgamento com Pôncio Pilatos.

​Latim: É possível que entendesse algumas palavras devido à ocupação romana, embora fosse menos provável que o falasse fluentemente.

​2. A Profissão: Além da Madeira
​Sempre aprendemos que Jesus era carpinteiro, mas a palavra grega original usada nos Evangelhos é Tektōn.

​Naquela época, um tektōn era um artesão ou mestre de obras que trabalhava com madeira, pedra ou ferro.

​Como a região de Nazaré e a vizinha Séforis tinham muitas construções em pedra, muitos historiadores acreditam que Jesus e José trabalhavam mais como "pedreiros" ou construtores civis do que apenas fazendo móveis de madeira.

​3. O "Silêncio" de 18 anos
​Você já reparou que a Bíblia p**a dos 12 aos 30 anos de Jesus?
​Aos 12 anos, Ele aparece no Templo em Jerusalém. Depois disso, a Bíblia só volta a narrar sua vida quando Ele é batizado por João Batista aos 30.
​Esse período é conhecido como os "Anos Ocultos". Durante esse tempo, Jesus viveu de forma simples e anônima em Nazaré, trabalhando e cuidando de sua família. Isso reforça a ideia de que Ele entende perfeitamente a rotina de uma vida comum e o peso do trabalho diário.

​Reflexão: Essas curiosidades mostram que Jesus não era apenas uma figura distante, mas alguém que viveu intensamente a realidade humana de seu tempo.

19/12/2025

. A Brevidade da Vida (O "Sopro")
​O Salmo 90 é a oração de Moisés sobre a transitoriedade do tempo. Ele diz:
​"Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio." (Salmo 90:12)
​Contar os dias não significa apenas ver o calendário passar, mas dar valor a cada um deles. Na perspectiva bíblica, a vida é comparada a um "v***r" ou à "erva do campo" que floresce de manhã e murcha à tarde. Para um pai, isso é um lembrete de que a infância de uma filha é uma estação curta, e não um estado permanente.
​2. O Valor do "Agora" (Kairós vs. Chronos)
​Existem duas palavras gregas para o tempo na Bíblia: Chronos (o tempo do relógio, das tarefas) e Kairós (o tempo da oportunidade, o momento oportuno).
​Muitas vezes, os pais estão presos no Chronos (trabalho, contas, compromissos) e perdem o Kairós (o olhar da filha, a conversa no jantar, o momento de ensinar um valor). Eclesiastes 3 diz que:
​"Para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu."
​Há um tempo de ser criança e um tempo de ser adulta. Se o pai não se desconecta do mundo para se conectar com a filha, ele vive o tempo cronológico, mas perde o tempo espiritual e emocional.
​3. A Herança e o Ensino (Deuteronômio 6)
​A Bíblia dá uma instrução prática sobre como não deixar o tempo passar em vão na criação dos filhos:
​"Grave as minhas palavras no coração... Repita-as a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar." (Deuteronômio 6:6-7)
​O texto sugere que a relação pai e filha acontece no ordinário. O pai que "não vê a filha crescer" muitas vezes é aquele que está esperando por um "grande momento" (uma viagem, um aniversário), enquanto a vida acontece no caminho, no deitar e no levantar.
​Reflexão Final
​O tempo não para para que possamos admirar o crescimento dos filhos; ele nos obriga a crescer com eles. A pressa do mundo moderno tenta roubar o papel do pai, transformando-o apenas em um provedor de coisas, quando a filha precisa de um provedor de presença.
​A infância dela é um empréstimo de Deus, e o tempo é a moeda que usamos para investir nesse relacionamento. Como diz o ditado inspirado na sabedoria cristã: "Os dias são longos, mas os anos são curtos.

Olá! seja bem vindo ao programa Viva Saudável. Transforme sua Vida com dicas práticas!🕣 Iniciamos às 19h30Qual a importâ...
04/12/2025

Olá! seja bem vindo ao programa Viva Saudável. Transforme sua Vida com dicas práticas!

🕣 Iniciamos às 19h30
Qual a importância dos minerais.
🎙️ Dr. Márcio Adriano
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MEDITAÇÃO DIÁRIA JACÓ E O ANJO - O erro de Jacó em receber as bênçãos de seu irmão Esaú pela fraude voltou-lhe vivamente...
28/11/2025

MEDITAÇÃO DIÁRIA

JACÓ E O ANJO - O erro de Jacó em receber as bênçãos de seu irmão Esaú pela fraude voltou-lhe vivamente ao espírito e ele temia que Deus permitisse a Esaú tirar-lhe a vida. Em sua angústia clamou a Deus toda a noite. Foi-me mostrado um anjo como estando na presença de Jacó, apresentando diante dele o seu engano, no seu verdadeiro caráter. Quando o anjo tencionou deixá-lo, Jacó agarrou-se a ele, não o deixando partir. Fez súplicas com lágrimas. Clamou que se tinha arrependido profundamente de seus pecados e enganos contra seu irmão, os quais tinham sido o meio de sua separação da casa de seus pais por vinte anos. Aventurou-se a alegar as promessas de Deus e os sinais de Seu favor a ele de tempos a tempos, quando ausente da casa de seus pais.

*Por Ellen G. White


Toda a noite Jacó lutou com o anjo, suplicando sua bênção. O anjo parecia resistir a sua oração, trazendo continuamente a sua lembrança os seus pecados, ao mesmo tempo em que se esforçava para ausentar-se dele. Jacó estava determinado a reter o anjo, não pela força física, mas pelo poder da fé viva. Em sua angústia Jacó referiu-se ao arrependimento de sua alma, e à profunda humilhação que tinha sentido por seus erros. O anjo considerou sua oração com aparente indiferença, fazendo contínuos esforços para libertar-se do domínio de Jacó. Ele poderia ter exercido seu poder sobrenatural e libertar-se, mas preferiu não fazer isto.

Mas, quando viu que não prevaleceria contra Jacó, para convencê-lo de seu poder sobrenatural, tocou-lhe a coxa, que ficou imediatamente deslocada. Mas, Jacó não abandonou seu fervoroso esforço por causa da dor física. Seu objetivo era obter uma bênção, e a dor do corpo não era suficiente para desviar-lhe a mente deste objetivo. Sua determinação era mais forte nos momentos finais do conflito, do que no início. Sua fé tornou-se mais intensa e perseverou até o último momento, até o nascer do dia. Não deixaria ir o anjo antes que o abençoasse. “Disse este: Deixa-me ir, pois já rompeu o dia. Respondeu Jacó: Não te deixarei ir, se me não abençoares.” O anjo então perguntou: “Como te chamas? Ele respondeu: Jacó. Então disse: Já não te chamarás Jacó, e, sim, Israel: pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste.”

FÉ PREVALECENTE

A perseverante fé de Jacó prevaleceu. Ele segurou firme o anjo até obter a bênção que desejava, e a certeza do perdão de seus pecados. Seu nome foi então mudado de Jacó, o enganador, para Israel, que significa príncipe de Deus. “Tornou Jacó: Dize, rogo-te, como te chamas? Respondeu ele: Por que perguntas pelo meu nome? E o abençoou ali. Àquele lugar chamou Jacó Peniel, pois disse: Vi a Deus face a face, e a minha vida foi salva.” Foi Cristo que esteve com Jacó durante a noite, com quem ele porfiou, e a quem ele perseverantemente reteve até que o abençoasse.

O Senhor ouviu as súplicas de Jacó, e mudou os propósitos do coração de Esaú. Ele não sancionou nenhuma conduta errada seguida por Jacó. A vida deste tinha sido de dúvida, perplexidade e remorso por causa do seu pecado, antes de sua fervorosa luta com o anjo e da evidência que ele obteve de que Deus lhe tinha perdoado os pecados.

“Lutou com o anjo, e prevaleceu; chorou, e lhe pediu mercê; em Betel achou a Deus e ali falou Deus conosco. O Senhor, o Deus dos Exércitos, o Senhor é o Seu nome.” Oséias 12:4, 5.

Esaú estava marchando contra Jacó com um exército, com o propósito de assassinar seu irmão. Mas, enquanto Jacó estava lutando com o anjo nessa noite, outro anjo foi enviado para mudar o coração de Esaú enquanto ele dormia. Em sonho ele viu Jacó exilado da casa de seu pai por vinte anos, porque temia por sua vida. Notou-lhe o sofrimento por achar a mãe morta. Viu em sonho a humildade de Jacó e anjos de Deus ao redor dele. Sonhou que quando se encontraram não tinha em mente fazer-lhe mal. Quando Esaú despertou relatou o sonho aos seus quatrocentos homens e ordenou que eles não fizessem mal a Jacó, pois o Deus de seu pai estava com ele. E quando eles encontrassem Jacó, nenhum deles deveria fazer-lhe mal.

“Levantando Jacó os olhos viu que Esaú se aproximava, e com ele quatrocentos homens. ... E ele mesmo, adiantando-se, prostrou-se à terra sete vezes, até aproximar-se de seu irmão. Então Esaú correu-lhe ao encontro e o abraçou; arrojou-se-lhe ao pescoço, e o beijou; e choraram.” Jacó rogou a Esaú que aceitasse uma oferta de paz, que Esaú recusou, mas Jacó insistiu: “Peço-te, pois, recebe o meu presente, que eu te trouxe; porque Deus tem sido generoso para comigo, e tenho fartura. E instou com ele, até que o aceitou.”

UMA LIÇÃO OBJETIVA

Jacó e Esaú representam duas classes: Jacó, os justos, e Esaú, os ímpios. A angústia de Jacó quando ele compreendeu que Esaú estava marchando contra ele com quatrocentos homens, representa a angústia dos justos ante o decreto que os condena à morte, exatamente antes da vinda do Senhor. Com os ímpios unidos contra eles, serão tomados de angústia, pois como Jacó, não podem ver escape para sua vida. O anjo colocou-se diante de Jacó, e este o segurou e reteve e lutou com ele durante toda a noite. Assim também farão os justos no seu tempo de provação e angústia, lutando em oração com Deus, como Jacó lutou com o anjo. Jacó em sua aflição orou toda a noite por livramento das mãos de seu irmão. Os justos em sua angústia mental haverão de clamar a Deus dia e noite por livramento das mãos dos ímpios que os rodeiam.

Jacó confessou sua indignidade: “Não sou digno do mínimo de todas as misericórdias e de toda a verdade, que Tu tens mostrado a Teu servo.” Os justos em sua angústia terão um profundo senso de sua indignidade e com muitas lágrimas reconhecerão sua completa indignidade e, como Jacó, pleitearão as promessas de Deus por meio de Cristo, feitas para tais dependentes, desamparados e arrependidos pecadores.

Jacó agarrou firmemente o anjo em sua aflição e não o deixou ir. Ao suplicar com lágrimas, o anjo relembrou-lhe os erros passados e esforçou-se para escapar de Jacó, para testá-lo e prová-lo. Assim os justos, no dia da sua angústia, serão testados, provados e experimentados, para manifestar sua firmeza de fé, sua perseverança e inabalável confiança no poder de Deus para livrá-los.

Jacó não recuou. Sabia que Deus era misericordioso, e apelou para Sua misericórdia. Referiu-se a sua passada tristeza por causa de seus erros, o arrependimento deles, e insistiu em sua petição por livramento das mãos de Esaú. Dessa forma, sua importunação continuou toda a noite. Ao relembrar seus erros passados foi levado quase ao desespero. Mas sabia que devia ter a ajuda de Deus, ou perecer. Segurou o anjo e insistiu em sua petição com agônicos e ferventes clamores, até que prevaleceu.

Assim será com os justos. Ao reverem os fatos de sua vida passada, sua esperança quase submergirá. Mas ao compreenderem que este é um caso de vida ou morte fervorosamente clamarão a Deus, apelando em consideração a sua tristeza passada, e humildemente arrependidos de seus muitos pecados, farão referência a Sua promessa: “Ou que homens se apoderem da Minha força, e façam paz comigo; sim, que façam paz comigo.” Isaías 27:5. Assim serão suas fervorosas preces oferecidas a Deus dia e noite. Deus não teria ouvido a oração de Jacó e misericordiosamente salvo sua vida se ele não tivesse previamente se arrependido de seus erros em obter a bênção pela fraude.

Os justos, como Jacó, manifestarão fé inflexível e fervorosa determinação, que não será desmentida. Haverão de sentir sua indignidade, mas não terão pecados ocultos a revelar. Se tivessem pecados, inconfessados e sem arrependimento, a aparecerem então diante deles, enquanto torturados pelo temor e angústia, com vivo senso de toda a sua indignidade, seriam esmagados. O desespero secionaria sua fervente fé, e não teriam confiança para pleitear tão fervorosamente com Deus por livramento, e seus preciosos momentos seriam gastos em confessar pecados ocultos e em deplorar sua desesperante condição.

O tempo de graça é o período concedido a todos para o preparo para o dia de Deus. Se alguém negligenciar a preparação e não levar a sério as fiéis advertências dadas, ficará sem escusas. A luta fervorosa, perseverante, de Jacó com o anjo deve ser um exemplo para os cristãos: Jacó prevaleceu porque foi perseverante e determinado.

Todos os que desejarem a bênção de Deus, como Jacó, e se apegarem às promessas, como ele o fez, e forem tão fervorosos e perseverantes como ele foi, terão o mesmo êxito que ele teve. Há tão pouco exercício da verdadeira fé e tão pouco peso de verdade em muitos professos crentes porque eles são indolentes nas coisas espirituais. Não estão dispostos a se esforçar, negar a si mesmos, angustiar-se diante de Deus, orar longa e fervorosamente pelas bênçãos, por conseguinte não as obtêm. Essa fé pela qual viverão através do tempo de tribulação deve ser diariamente exercitada agora. Aqueles que não fizerem vigoroso esforço agora para exercer perseverante fé, estarão inteiramente despreparados para exercer a fé que os capacitará a estar em pé no dia da provação (Foto: Ilustração/Divulgação).

*Ellen G. White é considerada como a autora Americana mais traduzida, tendo sido as suas publicações traduzidas para mais de 160 línguas. Escreveu mais de 100.000 páginas numa vasta variedade de tópicos práticos e espirituais. Guiada pelo Espírito Santo, exaltou Jesus e guiou-se pelas Escrituras como base da fé.

NOTA: Este artigo é baseado em Gênesis 32:24-33; 11.

Endereço

Rio De Janeiro, SP
21350020

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