Ilé Asè Oyá Igbalè

Ilé Asè Oyá Igbalè O Ilé Asè Oyá Igbalè é uma casa de matriz africana Destinados a Ritos afro Brasileiros.

Oxaguiãn🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊O jovem será velho,O guerreiro trocará a espada pelo cajado,O homem verá seus fios pretos torn...
18/02/2022

Oxaguiãn🕊
🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊🕊

O jovem será velho,
O guerreiro trocará a espada pelo cajado,
O homem verá seus fios pretos tornarem-se brancos,
O príncipe se tornará rei,
O amanhecer entardecerá,
O impulsivo será sábio,
O arredio será manso,
O indeciso será assertivo,
A guerra encontrará a paz.
E quando todos os alvos forem atingidos
Ele olhará para trás e agradecerá por tudo.

Nossas versões passadas são as escadas para a grandeza de nossas versões futuras, e nossas versões futuras serão as vitórias de tudo que lutamos em versões passadas para conseguir.

De Oxalá tomemos o respeito.
De Oxaguian tomemos a força.
Para nós mesmos, sigamos os exemplos:

O hoje e o amanhã, no fundo, convivem lado a lado.

Epà Babá 🕊




18/02/2022

Kaô kabecilê❤️

"Ogum e Oxóssi...No panteão Africano, não existe relação mais estreita do que a destes dois Orixás, irmãos, filhos de Ie...
03/12/2021

"Ogum e Oxóssi...

No panteão Africano, não existe relação mais estreita do que a destes dois Orixás, irmãos, filhos de Iemanjá.

Embora Oxóssi tenha herdado o título de patrono da caça, o primeiro olòde (caçador) foi Ogum, reconhecido como o Orixá da guerra, da agricultura, da caça, da abertura e proteção dos caminhos, do avanço tecnológico, e do provimento do bom caráter humano.
Ogum representa a figura do filho primogênito, de caráter paternal, tendo um modo sério, justo, e por vezes duro e arrebatado. Porém sempre racional, responsável, coerente, incisivo e obstinado.
Oxóssi por sua vez, possui um temperamento mais jovem, mais menino, sendo ele calmo, contemplativo, introvertido e perseverante.

Ainda que tenham temperamentos diferentes entre si, Oxóssi enriqueceu-se aprendendo com esta diferença. E a partir de tudo que lhe foi ensinado por seu irmão mais velho, pôde aperfeiçoar e executar tudo o que aprendeu à sua própria maneira. E com isso, Oxóssi continuamente desenvolver suas técnicas e métodos como sendo interseções entre o aprendizado vindo da educação dada pelo irmão somado ao seu próprio jeito de ser e de executar tudo.
Por isso, toda conquista, todo progresso que Oxóssi traz, inevitavelmente passa sempre por mostrar agradecimento e reverência também a Ogum, como o pioneiro de tudo, através de seu processo de ensino e aprendizagem para com seu irmão mais novo.

Irmãos inseparáveis que são... Mais do que o tutor ou o irmão mais velho de Oxóssi, Ogum é na verdade o Herói, grande ídolo e maior exemplo de seu querido irmão caçula".

Ògún yé! 💙⛓️🛠️
Óké Ọ̀ṣọ́ọ̀sì! 💙🏹
Autoria: .nicolau85

Ser Ekedji não vale nadaEu já ouvi esta frase por mais de uma vez, ser Ekedji não vale nada.Isso é uma grande mentira, n...
19/11/2021

Ser Ekedji não vale nada

Eu já ouvi esta frase por mais de uma vez, ser Ekedji não vale nada.
Isso é uma grande mentira, na verdade eu podia f**ar horas aqui escrevendo o valor da Ekedji no candomblé, mas desta vez quero direcionar uma homenagem as essas mulheres, uma homenagem que não é minha em si mas vem dos nossos grandes Ancestrais, leiam:

Ekedji trabalha.
Ekedji vive para o Orisha.
Muitos dizem que ekedji tem o ori ruim e por isso o santo não vira, isso é um absurdo, na realidade a Ekedji é amada não por um orisha, mas por todos.
Orisha quando escolhe sua Ekedji bate cabeça para ela.

Por seu esforço essas mulheres recebem honrarias vindas dos Reis do Orum.

Ekedji, Eshú lhe deu o a autoridade.
Ekedji, Ogum lhe deu a honra de segurar sua espada.
Ekedji, Oshóci lhe deu a honra de sentar a mesa e comer com toda a dignidade.
Ekedji, Osayn lhe Honra deixando suas folhas em tuas mãos.
Ekedji, Obaluiê lhe honra fazendo com que você sirva seu Olubajé, o banquete do rei vem por tuas mãos.
Ekedji, Nanã lhe ama e somente vocês estarão a frente em seus ashés.
Ekedji, Oshun lhe deu as joias. Vocês se adornam com a permissão de Oshun.
Ekedji, Yemoja a honra lhe fazendo mãe. Por Yemoja vocês serão chamadas Mães criadeiras do ashé.
Ekedji, Ologun Edé lhe honra confiando a ti os seus cuidados.
Ekedji, Shangô lhe honra pois foi tu que preparou o Amalá, bendita é aquela que alimenta o Rei.
Ekedji, Oya se orgulha de ter tantas Ekedjis, é Oya as ama e as protege.
Ekedji, Yá Obá lhe honra e a Exauta, confirmando que a mulher tem força de fazer tudo o que quiser.
Ekedji, Oshumarê lhe honra entregando a ti todas as cores, por isso se traje com zelo em nome deste orishá.
Ekedji, Os Nkisis, Orishas e Voduns lhe rendem homenagens.
Ekedji, acima de tudo Oshalá lhe deu o adjarin (adjá). Por Oshalá e Eshú foram as Ekedjis entregue a chave do Orum.

Será a Ekedji que dançara junto ao Orisha,
Só a Ekedji fala no ouvido no Orisha e ele Responde com Respeito e Gratidão.

EKEDJI, ENTENDA QUE NÃO DEVE SE IMPORTAR QUANDO A TRATAM COM DESPREZO, POIS QUEM ZELA POR VOCÊS NÃO É HOMEM, QUEM ESTÁ A SUA FRENTE SÃO OS ORISHAS, QUE AS AMA A VOCÊS ENTREGAM SUA GRATIDÃO.
MUITOS TERÃO INVEJA E DESPEITO, MAS SEMPRE SE LEMBREM QUE SEU ORISHA LHE ESCOLHEU A DEDO, E PARA SEMPRE SERÁ A ESCOLHIDA.

Os espíritos do Brasil também são fieis as Ekedjis.

Benção a todas às Ekedjis

Okàn Mimo à todos de Axé!*OKÀN MIMO!*Palavra composta de muitos sentidos, possuidora da enormidade de nossos sentimentos...
04/11/2021

Okàn Mimo à todos de Axé!*OKÀN MIMO!*

Palavra composta de muitos sentidos, possuidora da enormidade de nossos sentimentos.
O maior ebó do mundo é o coração, pois quando o coração aceita, ocorre a distribuição da energia e Ori (cabeça) e o Àrá (corpo) se juntam em uma única sintonia despertando a força divina que habita cada ser humano.
Coração puro, coração aberto, limpo e livre da maldade, da cobiça e do negativo.
E é exatamente nesse contexto que começamos a perceber o valor de um abraço.
O ponto mais forte da energia, a ligação do amor, do que faz o sangue pulsar nas veias.
Muito mais que um simples abraço, é a união de dois corações.
Um abraço de um amigo, de um irmão: as bençãos trocadas.
Um abraço de mãe, de pai, de filho: o elo do amor fraterno e eterno.
São tantos tipos de abraço, curtos, longos, mas todos deixam-se tocar pelo coração.
Mas, se o orixá te abraça, nem que por um breve momento, é como se ele afirmasse: "Junto meu amor ao seu".
E neste instante é possível perder o chão, viajar por longos mundos, se emocionar, sorrir e agradecer em um simples momento de acalanto do orixá.
Quem recebe nos braços, abre o coração.
Quem se entrega e se dedica ao orixá, abre o coração.
Quem é de axé, possui Okàn Mimo.
E não importa a roupa, o adereço, o lugar.
Ser de orixá é muito mais sobre fé, resistência, coragem e postura.
Nem tudo pode ser escrito, ensinado, explicado e nem mesmo o maior professor poderá um dia ensinar tudo.
Mas somos livres para sentir e livres para disseminar a energia emanada de nossos ancestrais.

*Só recebe o axé, os de coração puro, limpo e aberto.*

Okàn Mimo à todos de Axé!

POR QUE IYAWÔ USA XAORÔ, CONTRA-EGUM, UMBIGUEIRA E MOCÂ?O xaorô (ṣáorò) é primordialmente usado em honra a Iemanjá, a mã...
04/11/2021

POR QUE IYAWÔ USA XAORÔ, CONTRA-EGUM, UMBIGUEIRA E MOCÂ?

O xaorô (ṣáorò) é primordialmente usado em honra a Iemanjá, a mãe de todas as cabeças, e a Obaluiaê. Um dos símbolos da iniciação, serve para que os
movimentos do iaô sejam seguidos, facilitando a sua localização.
Conta um itã: Que foi Iemanjá quem confeccionou o xaorô e o colocou em Obaluaiê, seu filho adotivo, para poder encontrá-lo e, assim, cuidar de seus ferimentos.
O xaorô, o contra-egum, a umbigueira e o mocã só são utilizados após serem sacralizados com banhos de folhas frescas e outros elementos.
Composto de um ou dois guizos, o xaorô é preso com fios trançados de palha-da-costa no tornozelo do iaô. É colocado na perna esquerda, se o Orixá for masculino, e na perna direita, se o Orixá for feminino.
Em alguns Axés não se coloca o xaorô, usa-se uma pulseira, um idé (ìdẹ), na cor preferida do Orixá da
pessoa, sem distinção do s**o da divindade. Em outras casas, se o Orixá for masculino, usa-se o xaorô no tornozelo esquerdo, e se o Orixá for feminino, é
colocado um idé no tornozelo direito.

O contra-egum (contregum ou íkan) serve para proteger e resguardar o corpo do yawo da aproximação de eguns, das ajés, dos oxôs e dos ajás.
Confeccionado com fios de palha-da-costa trançados, forma um bracelete e é colocado nos dois braços do yawo, quase na altura do ombro. Este artefato também
é usado pelos iniciados e por adeptos em vários outros preceitos e segmentos da religião.

A umbigueira (entrekan) também é feita com fios de palhadacosta trançados e é colocada ao redor da cintura. Simboliza uma proteção para a parte central do corpo humano. Estes e outros objetos têm como objetivo resguardar o corpo inteiro do yawo na sua iniciação e na complementação desta.

O ojá, pano branco usado na
cabeça, traz proteção para o seu orí; o contra-egum, para os membros superiores; a umbigueira, para os órgãos reprodutores e demais órgãos centrais; o
xaorô, para os membros inferiores. Produz-se, assim, uma parede de quatro lados que rechaça todas as negatividades.

O mocã (mokán) é um colar feito com fios de palha-da-costa trançados. Tem a representação circular da ligação do Orum com o Aiê, unindo o yawo com seu Orixá.
Em seu fechamento tem duas pontas em forma de vassourinha, diametralmente opostas entre si, ligando-o com a ancestralidade.
Peça fundamental para todos os iniciados na religião, é usado durante todo o processo de feitura, sem sair do pescoço do iniciado em nenhum momento. A partir daí,
irá acompanhá-lo em todas as suas obrigações, durante o seu período de yawo.

Nos dias atuais é difícil ver um iniciado usando seu mocã, porque muitos acreditam que somente os yawos devem usá-lo!

Existem grandes sacerdotes e sacerdotisas, antigos, de grandes Axés, que ainda usam seus mocãs. Esta é uma
atitude de humildade e de respeito pelo seu Orixá e de amor a um símbolo Sagrado da Religião. O grande valor do mocã é que ele só pode ser usado por
quem é iniciado! O mocã é companheiro da pessoa durante toda a sua existência
no aiê, mas também estará presente, junto com demais objetos, no momento do
Axexê, liturgia que encerra o ciclo religioso do candomblecista !!!

Crédito
Filho do vento

"É proibido perder a fé."Pelo amor que machucou, pelo plano que não vingou, ou pelas vezes em que, calado, abusaram de v...
22/10/2021

"É proibido perder a fé."
Pelo amor que machucou,
pelo plano que não vingou,
ou pelas vezes em que, calado,
abusaram de você
e você não disse nada.

Aprende com Oxaguiã
que para os amores sem cura,
há a nova aventura.
Para os planos sem vida,
há a nova tentativa.
Para os abusos do cotidiano;
o debate justo, franco
corta mais que qualquer lâmina
e não humilha teus inimigos.

A intenção é essa, mesmo,
quem sabe até os transforme em aliados.
Os dias já são difíceis demais
pra caprichos equivocados.

Aprende que: para o que não tiver conserto
tudo novo de novo, sempre.
Para o que causar desassossego,
persevere, vá a luta e não lamente.
E pra começar a mudar seu mundo
faz da cabeça a tua espada
e da paz o teu escudo.

O Olorogun da rotina é garantido,
mas quem tem fé, tem tudo.” 🕊🐚💙⚔️🛡🍚🍶

Texto via: de Oxaguiã

🙌🏻ADIMÚ🙌🏻Comidas rituais são as comidas específ**as de cada Orixá, que para serem preparadas são submetidas a um verdade...
01/10/2021

🙌🏻ADIMÚ🙌🏻

Comidas rituais são as comidas específ**as de cada Orixá, que para serem preparadas são submetidas a um verdadeiro ritual. Esses alimentos depois de prontos são oferecidos aos Orixás acompanhados de rezas e cantigas, durante a festa ou no final, em grande parte são distribuídas para todos os presentes, são chamadas comida de axé pois acredita-se que o Orixá aceitou a oferenda e impregnou de axé as mesmas.

Eis então algumas das principais comidas:

Abará - O abará tem a mesma massa que o acarajé: a única diferença é que o abará é cozido no v***r envolto na folha de bananeira, enquanto o acarajé é frito.

Aberém - é feito de milho moído, macerado em água, salgado e cozido em folhas de bananeira secas, oferecidas a Omulu e Oxumaré.

O Acaçá - é feito com milho branco que f**a de molho em água por um bom tempo, e depois passar no moedor para formar a massa que será cozida em uma panela com água, sem parar de mexer, até f**ar no ponto. Ainda quente, pequenas porções da massa devem ser embrulhadas em folha de bananeira já limpa, passada no fogo e cortada em pedaços de igual tamanho e de forma piramidal.Todos os orixás recebem o acaçá como oferenda, é indispensável e acompanha várias comidas dos Orixás. Tem também o acaçá vermelho feito com fubá de farinha que acompanha a mesa de Ogun, Osain e Osóssi.

Acarajé

Comida principal do ritual do orixá Iansã. Na África, é chamado de àkàrà que signif**a bola de fogo, enquanto jé possui o signif**ado de comer. No Brasil foram reunidas as duas palavras numa só, acara-je, ou seja, “comer bola de fogo”..O acarajé é feito com feijão-fradinho, que deve ser quebrado em um moinho em pedaços grandes e colocado de molho na água para soltar a casca. Após retirar toda a casca, passar novamente no moinho, desta vez deverá f**ar uma massa bem fina. A essa massa acrescenta-se cebola ralada e um pouco de sal. Para fritar, use um tacho com bastante azeite-de-dendê. O azeite deve estar bem quente antes de colocar o primeiro acarajé para fritar.Os primeiros 7 acarajés são oferecidos imediatamente a Exú na rua no portão de Casa. Além de Oyá, Xangô, Obá e Exú aceitam e apreciam o Acarajé.

Ado – é uma Comida ritual feita de milho vermelho torrado e moído em moinho e temperado com azeite de dendê e mel, é oferecido principalmente à Orixá Oxum.

Ajebo ou ajébo - é comida ritual do Orixá Xangô Aira, é feito com seis quiabos cortado em “lasca”, batido com quatro clara de ovos e pode ser regado com gotas de mel de abelha e azeite doce. Há também o Abeoajebó para Oxalá que é batido sem nenhum ingrediente,

Amalá - é comida ritual votiva do Orisá Xangô, Iansã, Ibeji e Obá, é feito com quiabo bem picado, cebola ralada, camarão seco ralado, sal e azeite de dendê. Pode ser feito de várias maneiras para cada Orisá, inclusive no ritual de Ibeji é chamado de Carurú.

Axoxô - é como é conhecida a comida ritual do Orixá Oxóssi no candomblé que consiste em milho vermelho cozido e enfeitado com fatias de coco sem casca.

Deburú – é a comida ritual do Orixá Obaluaiyê/Omolu, é o milho de pipoca estourado em uma panela forrada com areia da praia lavada e seca. Ao final, a pipoca é enfeitado com pedacinhos de coco. Pode-se forrar o alguidá com uma folha de mamona.

Ebô- palavra oriunda do iorubá, consiste num alimento religioso e votivo para os orixás funfun (branco) Oxalá, dentro das religiões afro-brasileiras. É o milho branco bem lavado, cozido sem tempero e sem sal.

Ebôya - pode-se utilizar o milho branco ou fava de iemanjá é uma comida ritual feito com fava cozido refogado com cebola, camarão, azeite de dendê ou azeite doce. Tem também o Dibô, feito com arroz branco cozido temperado com camarão seco, e cebola. Essas comidas são oferecidas para Yemonjá e também para o Orí substituindo o azeite de dendê pelo azeite doce.

Erã peterê - preparado com cubos de carne de boi de preferência 21 tipos de carne, refogada no dendê e cebola, prato que Ogun aprecia muito.

Ekuru - é uma comida ritual. A massa é preparada da mesma forma que a massa do acarajé, feijão fradinho sem casca triturado, envolto em folhas de bananeira como o acaçá e cozido no v***r e sem sal, apreciado por Oxalá.

Farofa Farofa-de-dendê, farofa amarela, farofa vermelha, farofa de azeite ou farofa, farofa de cachaça, de água, farofa de ocvos, etc, vários orixás apreciam a farofa, menos Oxalá.

Furá - são bolas de farinha crua, farinha de milho, farinha de acarajé,etc. Tem também as bolas de Ixú (inhame do norte) muita apreciada por Oxaguiã .

Ipeté - é uma comida especial de Oxun determinando o fim do ciclo de uma obrigação ou das águas, oferecida especialmente ao Orisá Osun. Inhame, azeite de dendê, cebola ralada, gengibre, camarão sêco e sal.

Lelê – milho vermelho, coco ralado, açúcar e leite de coco, muito apreciado por Odé, Oyá.

Omolocum – comida ritual da Orixá Oxum, é feito com feijão fradinho cozido, refogado com cebola ralada, camarão seco, sal, azeite de dendê ou azeite doce.Enfeitado com camarões inteiros e 5 ovos cozidos inteiros sem casca.

Efó – é uma comida ritual e da culinária baiana , pode ser feita com a folha chamada língua de vaca ou com folha de mostarda.

A Comida dos Orixás
Maio 13, 2008
Em "Candomblé"

Bàbá taye
Zander ti Osàlá

A FUNÇÃO DO ERÊ NO CANDOMBLÉ! No Candomblé o Erê é uma energia oriunda do Orixá  ligada ao inconsciente infantil do novi...
28/09/2021

A FUNÇÃO DO ERÊ NO CANDOMBLÉ!

No Candomblé o Erê é uma energia oriunda do Orixá ligada ao inconsciente infantil do noviço, o Erê participa como sendo um elo de incorporação.

É também por meio do Erê que o Orixá se interioriza ao noviço aprendendo as coisas fundamentais do candomblé, como as danças e os ritos e toda a liturgia.

O Erê é o mensageiro do Orixá em qualquer situação, inclusive, podendo substituí-lo momentaneamente em várias circunstâncias, inclusive no xirê.

Em casos raros em que o Orixá foge (desincorporar subitamente) é o Erê que toma a frente, até de forma lúdica, mantendo o yaô em transe para posterior retorno do Orixá.

O Erê também cumpre funções que o zelador determinar dentro da Casa de Santo, podendo lavar, cozinhar, passar e cumprir as multas ou chimbas aplicadas ao filho.

A palavra Erê vem do Yorubá, iré, que signif**a “brincar”. O Erê também recebe oferendas que são as comidas do seu Orixá, e também, simbolicamente, brinquedos infantis, festas, bolos, aí já dentro do sincretismo religioso.

O Erê é responsável pelo cumprimento litúrgico do ronkó independente do yaô estar virado ou não, é o vigia do Orixá.

O Erê também responsável pelo resguardo do yaô defendendo-o contra tudo e em qualquer momento em que estiver fora da Casa de Santo.

O Erê quando muito bem educado e doutrinado, pode ocupar depois de algum tempo, lugar de destaque na Casa de Candomblé podendo dar eventualmente, consultas, indicar ebós, etc.

O Erê estará sempre ligado as determinações do Orixá, pois sem a presença do Orixá não haverá Erê, é condição básica a presença do Orixá para o que o mesmo deixe o Erê chegar, como também para o Erê ir embora, o Orixá também retornará realinhando as energias.

O Erê acompanhará sempre o sentimento do Orixá com os mesmos Ewós, kizilas, ajeuns e indumentária básica.

No dia seguinte a festa da saída do yaô, um novo ritual acontece chamado Panan, que é o reaprendizado do dia dia, quebra de ewós, readaptação a vida social, onde pode haver a participação do Erê, o Erê ganhará um nome que esteja intimamente ligado ao seu Orixá, escolhido por quem o apadrinhou.

Todos os iniciados tem Erê, porém nem todo Orixá deixa o Erê, ainda assim existe um orô para chamar o Erê.

Os Erês podem participar e serem vistos em algumas casas antigas no ritual chamado “Carurú de Ibeji”, onde são homenageados os Orixás gêmeos que regem o nascimento do Orixá no ronkó. Só não podemos confundir Erê de Orixá de personalidade infantil com os Orixás Ibeji.

Devidos créditos;
Candomblé, uma família de Axé!

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Água com açúcar e música boa é para os fracos... os fortes vão até a fonte, na água salgada!para lavar a alma, para puri...
27/09/2021

Água com açúcar e música boa é para os fracos...
os fortes vão até a fonte, na água salgada!
para lavar a alma, para purif**ar os pensamentos, para deixar ir tudo aquilo que não nos pertence, para limpar e abrir caminho para o novo!
Mãe, leva a angústia, leva o peso, leva a maldade, leva toda negatividade e a falta de sabedoria para o fundo do seu mar sagrado!
Todo dia é dia de se libertar,
De espantar o mal,
De lavar a alma,
De recomeçar!
Axé para quem tem fé!
Uma ótima semana a todos! 💙

Autor desconhecido

Xangô é inimigo da mentira, da fofoca, da maledicência e de outras lepras da palavra. Xangô é inimigo das acusações fals...
27/09/2021

Xangô é inimigo da mentira, da fofoca, da maledicência e de outras lepras da palavra. Xangô é inimigo das acusações falsas, da injustiça, da traição e de outras lepras do caráter e do comportamento.
Antes de rezar para Xangô pedindo a punição dos nossos desafetos como se todos eles fossem nossos inimigos ou como se o nosso ódio gratuito, a nossa ignorância e a nossa leviandade pudessem motivar as ações de uma divindade convém aperfeiçoarmos o nosso comportamento, o nosso caráter e as crenças que nós adotamos.
Que Xangô queime a nossa mesquinharia e a nossa imaturidade no fogo, nos revele a verdade, nos endireite, nos torne justos e nobres o suficiente para cultuá-lo.

Texto:
Bàbá King

Endereço

Rio De Janeiro, RJ
23066060

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