26/05/2026
Tudo o que vivemos até aqui, toda a construção interior, toda a busca por sermos morada de Deus, precisa nos dar ouvidos atentos e um coração sensível.
Não basta ser formado; é preciso perceber onde a presença de Deus precisa chegar. Nossas cidades clamam, muitas vezes em silêncio. O aumento do sofrimento interior, o vazio que leva tantos ao desespero, as feridas profundas nas famílias, a solidão que marca tantas vidas. Há um grito que nem sempre é ouvido, mas que existe.
Diante disso, o nosso clamor não pode ser apenas uma frase repetida. Quando proclamamos “minha cidade, eu te quero santa”, estamos assumindo uma responsabilidade espiritual. Esse clamor precisa tornar-se vida. Assim como Maria, somos chamados a levantar-nos e ir ao encontro.