Nos Caminhos de Jesus • Centro Teológico de Umbanda

Nos Caminhos de Jesus • Centro Teológico de Umbanda Fundado em abril de 2017 tem como missão os ensinamentos de Jesus, tendo como mestre o Cristo.

QUANDO ESCOLHER JÁ NÃO SIGNIFICA SER LIVRE?Costumamos dizer que o livre-arbítrio é uma faculdade concedida ao ser humano...
13/08/2026

QUANDO ESCOLHER JÁ NÃO SIGNIFICA SER LIVRE?

Costumamos dizer que o livre-arbítrio é uma faculdade concedida ao ser humano: a capacidade de escolher, decidir e responder pelos caminhos que percorre.

Mas será que toda escolha é, verdadeiramente, nossa?

Vivemos cercados por influências. Algumas são conscientes, outras sutis. Pensamentos, emoções, desejos e impulsos podem sofrer a incidência de outros campos mentais, fazendo com que, pouco a pouco, uma vontade alheia seja confundida com a nossa própria vontade.

Na perspectiva espiritual, isso merece atenção.

Nem toda influência espiritual é, necessariamente, expressão das leis divinas. Existem consciências que, movidas por interesses, ressentimentos ou desejos de domínio, procuram interferir sobre a vida de outros seres, encontrando sintonia em seus campos mentais e emocionais.

E quando essa influência passa a direcionar escolhas para um benefício unilateral, algo importante acontece: o livre-arbítrio continua existindo como faculdade, mas sua manifestação pode estar condicionada, neste instante entramos em um impasse, segundo um dos mentores de nossa casa, que nos fala que quem atenta contra o livre arbítrio é obsessor e se outro, não menos valoroso que nos diz: o livre arbítrio para quem preza pela salvação é condicionado, pensemos!

É aí que precisamos compreender a diferença entre respeitar uma escolha e respeitar a liberdade de escolher.

Na caridade, não estamos aqui para substituir a vontade de ninguém pela nossa. Não devemos impor aquilo que julgamos ser melhor, ainda que nossa intenção seja boa.

Mas também não podemos confundir respeito com omissão.

Quando percebemos que alguém está sofrendo, sendo influenciado ou perdendo a clareza sobre suas próprias escolhas, nossa tarefa é ajudá-lo a recuperar o equilíbrio, a consciência e o discernimento.

Não escolher pelo outro.
Não conduzir sua vontade.
Mas ajudá-lo a voltar a escolher por si.

Talvez o verdadeiro respeito ao livre-arbítrio não seja simplesmente permitir que alguém escolha.

Talvez seja trabalhar para que ninguém escolha por ele.

Porque liberdade não é apenas ter uma escolha.

É reconhecer que ela é verdadeiramente nossa.

Hoje estendemos nossas graças aos pais da humanidade, aqueles que são sinônimos de rogativa de auxílio, amparo e cuidado...
09/08/2026

Hoje estendemos nossas graças aos pais da humanidade, aqueles que são sinônimos de rogativa de auxílio, amparo e cuidado.

A eles, o fruto preservado e confiado. Sabedores de uma bondade e de uma missão, entregam-se de corpo, contribuindo geneticamente para a construção do nosso ser, mas, sobretudo e não menos importante de alma, para também contribuírem na construção do novo ser.

Talvez esta seja a construção mais importante: aquela que lapida valores e oferece todo o necessário para o crescimento em perfeição.

O Evangelho nos fala, em muitas passagens, sobre a missão de ser pai. Mas duas me são especialmente caras para destacar.

A primeira, quando José foi chamado pelo anjo, o enviado para que se cumprisse a missão. Naquele momento, já é apresentada à humanidade aquilo que, em boca miúda, se diz nos dias de hoje: pai é quem cria, orienta e norteia.

A segunda passagem, também de igual importância, é quando Jesus questiona: “O que fizeste àqueles que te confiei?”
Pensemos: pai não está diretamente ligado a gênero, tampouco à contribuição genética. Pai é sinônimo de ninho próspero, segurança e acolhimento.

Desejo aos pais um feliz dia de comunhão com os seus e que, ao final desta jornada existencial, quando forem questionados sobre aqueles que lhes foram confiados, possam responder com serenidade: “Eu os cuidei.”

Mãe Oxum e Pai Oxumaré
01/08/2026

Mãe Oxum e Pai Oxumaré

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A fogueira de Xangô"Porquanto, qualquer que vos der a beber um copo de água em meu nome, porque sois discípulos de Crist...
24/06/2026

A fogueira de Xangô

"Porquanto, qualquer que vos der a beber um copo de água em meu nome, porque sois discípulos de Cristo, em verdade vos digo que não perderá o seu galardão." Marcos 9:41

Tudo é compensação. Pois o movimento natural da vida é a busca pelo equilíbrio, pelo que é justo e reto para seguir. O Machado de Xangô quando é pendido para um lado, justamente, corta para os dois. A Justiça de Pai Xangô não significa intolerância, mas é a justa medida da Lei da Causalidade que difere conforme as ações de cada um.

Carma - Lei divina imutável de causa e efeito, de tal forma que toda ação gera uma reação dentro da Causalidade moral. Tudo que vai, volta com a mesma qualidade e intensidade a quem realizou. Xangô é Deus frente à Causalidade. Benevolência Divina.

Jesus era genuinamente tolerante com seus discípulos quanto às suas descrenças, dúvidas, equívocos e medos, os repreendeu por cada uma delas, mas ensinando que o mais importante era seguir caminhando. Esse era o ato mais importante de ser evocado, seguir o caminho a verdade e a vida.

"Então chegando a Cafarnaum, entrando em casa perguntou-lhes: Que estáveis vós discutindo pelo caminho? Mas eles calaram-se; porque pelo caminho tinham disputado entre si qual era o maior. E ele, assentando-se, chamou os doze, e disse-lhes: Se alguém quiser ser o primeiro, será o derradeiro de todos e o servo de todos." Marcos 9:33-35

"E disse João: Mestre, vimos um que em teu nome expulsava demônios, o qual não nos segue; e nós lho proibimos, porque não nos segue. Jesus, porém, disse: Não lho proibais; porque ninguém há que faça milagre em meu nome e possa logo falar mal de mim.

"Porque quem não é contra nós, é por nós." Marcos 9:38-40

Aquele que pela consciência de Pai Xangô evidência as próprias ações enfermas e se abstém de trazer malefício. Evidenciando a partir daí que toda causa negativa gera efeito negativo. E toda e qualquer causa positiva, mesmo que simples, gera efeito positivo. Pois o mais importante é estar em equilíbrio dentro das suas proporções, do que tentar ser melhor que os outros por recompensa mundana de orgulhos e vaidades. O que importa aos olhos de Cristo, é agir fielmente conforme seu íntimo.

Àquele que der um simples copo d'água, não perderá seu galardão - Misthós - "REcompensa"
Será, RE-compensado frente as suas próprias ações, praticando bem de forma genuína. Transformando assim as ações maléficas que já praticou em ações benéficas, é o fogo de Xangô que queima nossas mazelas, que faz de qualquer substância perecível a pura transformação.

Nos versículos a seguir Jesus adverte que se um deles escandalizar um dos pequeninos que os segue, deve ser atirado ao mar. Escandalizar significa "fazer tropeçar" "fraquejar" , e continua dizendo que se o seu pé te escandalizar, a mão ou um olho, é melhor cortá-los e seguir fiel ao que verdadeiramente se é, do que carregar as mazelas que nos enfraquecem e agir erroneamente a partir delas.

"...Sereis lançado no fogo do inferno. Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga.
Porque cada um será salgado com fogo, e cada sacrifício será salgado com sal. Bom é o sal; mas, se o sal se tornar insípido, com que o temperareis? Tende sal em vós mesmos, e paz uns com os outros." Marcos 9:50

Salve São João ✝️
Salve Pai Xangô🔥

27 de Maio — Dia do CamboneHoje reverenciamos aquele que muitas vezes permanece em silêncio, mas cuja presença sustenta ...
27/05/2026

27 de Maio — Dia do Cambone

Hoje reverenciamos aquele que muitas vezes permanece em silêncio, mas cuja presença sustenta o sagrado.

O cambone é o médium trabalhador que aprende a caminhar entre mundos.

Transita pelos planos mais densos, onde chegam corações aflitos, consciências cansadas pela dor, almas feridas pelo peso da vida e das próprias batalhas invisíveis.

É ele quem acolhe, organiza, ampara, observa e serve.

É ele quem muitas vezes estende a mão antes mesmo da palavra.

Mas também é aquele que se aproxima dos planos mais sutis, onde vibram a sabedoria, a caridade e a luz dos guias espirituais. Ao lado dos mentores e entidades, o cambone torna-se ponte viva entre o Céu e a Terra.

Auxilia o momento sagrado da incorporação, acompanha o trabalho dos guias e testemunha o invisível transformar-se em bênção através das palavras, dos passes, do aconselhamento e do magnetismo espiritual.

O cambone aprende a ouvir além da fala.
Aprende a sentir além da matéria.

Aprende que servir também é uma forma profunda de oração.

Muitas vezes não recebe aplausos.
Muitas vezes é esquecido nos relatos das giras.

Mas a espiritualidade conhece cada passo silencioso daquele que serve com humildade, disciplina e amor.

Ser cambone é desenvolver a paciência do acolhimento, a firmeza da corrente e a sensibilidade de quem compreende que cada atendimento é um encontro sagrado entre destinos, dores e esperanças.

Neste 27 de maio, honramos todos os cambones que sustentam a Umbanda com dedicação e entrega.

Que Pai Oxalá fortaleça suas caminhadas, que os Pretos-Velhos lhes concedam sabedoria, que os Caboclos lhes tragam firmeza e que toda a espiritualidade maior abençoe aqueles que escolheram servir à luz.

✨ Saravá aos cambones.
✨ Saravá aos guardiões silenciosos da caridade. 🤍

Há processos obsessivos que não chegam de forma abrupta. Eles começam como essa trepadeira: silenciosos, discretos, quas...
10/05/2026

Há processos obsessivos que não chegam de forma abrupta.

Eles começam como essa trepadeira: silenciosos, discretos, quase imperceptíveis.

No início, parecem apenas um toque leve sobre o tronco da árvore.

Uma influência pequena, uma ideia repetida, um sentimento alimentado aos poucos e justamente por não parecer ameaça, encontra espaço para permanecer.

Com o tempo, porém, aquilo que apenas se apoiava começa a apertar.

A árvore continua viva, continua de pé, mas já não cresce livremente, seu tronco se deforma para acomodar a força que a envolve.

Assim também acontece nos processos obsessivos espirituais e emocionais: pensamentos negativos constantes, culpas cultivadas, vícios, medos, revoltas e influências densas vão se enrolando em torno da consciência até alterar a maneira como a alma se expressa.

A obsessão raramente destrói de imediato, ela sufoca lentamente.

Primeiro modifica os caminhos do pensamento.

Depois altera os sentimentos.

Mais tarde interfere nas atitudes.

E então a criatura já não percebe onde termina sua própria vontade e onde começa a força que a aprisiona.

O mais profundo dessa imagem é perceber que a árvore hospedeira ainda tenta buscar a luz.

Mesmo deformada, ela permanece viva. Isso revela que nenhum espírito perde totalmente sua essência divina.

Pode estar comprimido pela dor, pelo apego ou pela influência espiritual adoecida, mas a centelha da vida continua existindo dentro dele.

Entretanto, quanto mais tempo a trepadeira permanece, mais difícil se torna separar um do outro sem feridas.

Por isso o tratamento obsessivo exige paciência, disciplina e continuidade.

Não basta cortar superficialmente os galhos aparentes, é necessário retirar, pouco a pouco, tudo aquilo que se enraizou: hábitos destrutivos, pensamentos repetitivos, ambientes adoecidos, vínculos de dependência, culpas alimentadas, e até prazeres sombrios que a própria pessoa passou a aceitar como parte de si.

Muitas vezes, o obsessor encontra entrada exatamente nas regiões internas já fragilizadas da alma.

A trepadeira só sobe porque encontra apoio no tronco.

Assim, a reforma íntima deixa de ser apenas defesa espiritual e passa a ser libertação.

Essa mata fechada da imagem também simboliza a dificuldade de enxergar o processo enquanto se está dentro dele.

Quem observa de fora percebe a deformação com clareza.

Quem vive preso nela, muitas vezes acredita que aquele aperto já faz parte natural da própria existência.

Mas toda árvore ainda pode voltar a respirar quando encontra espaço, luz e cuidado.

E todo espírito, por mais envolvido que esteja em sombras obsessivas, pode reencontrar sua verticalidade quando rompe os ciclos que o apertam, busca auxílio espiritual verdadeiro e permite que a luz alcance novamente aquilo que estava sufocado dentro de si.

📷 Mata Nativa do Santuário Novo Amanhecer • Morada de Pai João

28/04/2026

Em breve UNA - Universidade Novo Amanhecer, comigo: Orumalé e Nós ✨

Marcas visíveis de Cirurgias Espirituais não envasivas | Santuário Novo Amanhecer • Morada de Pai João
28/04/2026

Marcas visíveis de Cirurgias Espirituais não envasivas | Santuário Novo Amanhecer • Morada de Pai João

No Hospital Divina Providência, as cirurgias espirituais são compreendidas como intervenções realizadas no campo energético e perispiritual do indivíduo, atuando de forma sutil, porém profunda, sobre as causas que se manifestam no corpo físico.

Em um dos atendimentos recentes, foi realizada uma extração tumoral na região da mama sem qualquer procedimento invasivo do ponto de vista material, sem cortes, sem instrumentos físicos, sem dor convencional. Ainda assim, o corpo respondeu de maneira evidente ao trabalho realizado. Marcas, alterações na pele e sensações localizadas surgiram como sinais de que houve, de fato, uma intervenção energética organizada e direcionada.

Essas manifestações não são vistas como efeitos colaterais, mas como respostas naturais do organismo diante de uma atuação que ultrapassa o plano físico. O corpo, ao reconhecer o processo, externaliza através da pele e das sensações aquilo que foi mobilizado internamente. É como se houvesse um alinhamento entre o que foi tratado no plano sutil e a necessidade do corpo de ajustar, reorganizar e, muitas vezes, liberar registros.

Importante compreender que esse tipo de cirurgia não substitui o acompanhamento médico convencional, mas atua como um complemento espiritual, voltado à harmonização integral do ser. O foco não está apenas na retirada de um possível tumor energético, mas na reorganização das causas emocionais, espirituais e vibracionais que contribuíram para sua formação.

No ambiente do Santuário, o trabalho é conduzido com responsabilidade, disciplina e respeito às leis espirituais, sempre amparado pela fé, pela caridade e pela intenção sincera de servir.

Cada atendimento é único, e cada manifestação do corpo deve ser acolhida com consciência, sem sensacionalismo, mas também sem negar a profundidade do que foi vivenciado.

As marcas visíveis são, muitas vezes, o testemunho silencioso de um processo invisível aos olhos, mas profundamente sentido por quem o recebe.

Endereço

EStrada Cristal, Colônia São Bento, Cascata, Pelotas/RS
Rio Grande, RS
96140-000

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