Iniciou os trabalhos com seis (6) membros, e com o crescimento desse número, a igreja foi forçada a procurar um local mais amplo. Com dois anos de fundação, deixou o seu ministério o Pr. Sebastião Angélico de Souza, assumindo então o seu ministério o Pr. Com a mudança do Pr. Henrique Peno para Campinas, assumiu a igreja o Pr. Dr. Paulo C. Porter. Como o trabalho se desenvolveu bastante, o Pr. Paul
o Porter levou a Igreja a construir o seu próprio Templo, que no dia 13 de Maio de 1927, foi inaugurado. Construído e inaugurado o Templo, o Pr. Paulo Porter como Missionário da Junta de Richimond dos Batistas do Sul dos Estados Unidos, foi designado para um novo trabalho missionário, assumindo, então o ministério da Igreja, o Pr. Luiz de Assis. Em 1933 o Pr. Luiz de Assis mudou-se de Rio Claro, ficando a Igreja, então sob a direção do Pr. Carlos Krauss, como interino. Já em 1935, o Pr. Luiz de Assis retornou ao pastorado da Igreja, mas em 1936 deixa-o, pois é eleito pela Junta Executiva da Convenção do Estado, como Missionário no campo paulistano. De 1936 a 1962 foram seus pastores: Pr. Marciano de Oliveira, Pr. Antônio de Oliveira, Pr. Dr. Salvador Farina Filho, Pr. Fernando Borges Machado, Pr. Carlos Ricardo Strautmann e Pr. Josias Ottoni. No início daquele ano o Pr. João Rodrigues, evangelista da Junta de Missões Estaduais é convidado para assumir o ministério Interino da Igreja. A partir de setembro de 1962, num ato de fé e bravura de todos os seus membros, a Igreja iniciou com arrojo as obras de construção do novo Templo. Primeiramente foi construído o Salão da Mocidade. Em 1963, o Templo em que hoje nos encontramos foi concluído. Em 1965, no dia 17 de julho assumiu o ministério pastoral da Igreja, o Pr. Inácio Pinheiro Nunes. Durante 23 anos o Pr. Inácio esteve à frente da Igreja como seu pastor titular. No ano de 1982 foi consagrado ao ministério da Palavra o Pr. Isaque de Almeida Nunes, sendo então convidado, para assumir a área de Evangelismo da igreja como seu pastor auxiliar. No ano de 1988 o Pr. Inácio aposentou-se, ficando, então, como pastor auxiliar do Pr. Isaque que assumiu a titularidade da igreja. O Pr. Inácio Pinheiro Nunes faleceu no dia 19 de janeiro de 1995, perto de completar 30 anos como pastor em Rio Claro, e 50 anos como Ministro do Evangelho. Nesses últimos treze anos as lutas têm sido constantes, mas, certamente, as bênçãos têm acontecido em maior abundância. Foi nesse período que Deus concedeu à Igreja a bênção de organizar duas filhas, isto é, duas novas igrejas: uma em Santa Gertrudes e outra em Cordeirópolis. Nesse período a igreja deu à denominação mais 5 pastores, todos integrados à obra Batista. Também adquiriu imóvel ao lado do templo que é hoje o edifício de Educação Religiosa, com Classes equipadas para o Departamento Infantil da Igreja. Assim como o salmista Davi gostava de olhar para a história do seu povo e por isso evocava com freqüência em seus salmos: “Diga agora Israel!”. Poderíamos fazer a mesma coisa: “Diga agora Primeira Igreja Batista em Rio Claro!”. Quantos por ti passaram e selaram a salvação em seu templo? Quantos ouviram a mensagem libertadora do Evangelho e ficaram livres? Quantos a rejeitaram? Quantos a ti chegaram desesperados e encontraram as consolações e o alento do Espírito Santo? Quantos em ti foram exortados a uma vida reta e mais justa? Quantos em teus átrios agradeceram as bênçãos recebidas? Quantos choraram e quantos riram? Quantos sonhos foram em ti iniciados? Diga, agora, Primeira Igreja Batista! Quantos momentos difíceis, de turbulência, de tibieza, de pensamentos contrários, de facções e de falta de caridade? Sim, certamente houve momentos áureos e momentos cinzentos, momentos de fraternidade e de rivalidade, mas à semelhança de Israel tu podes dizer: “Muitas vezes me angustiaram, mas não prevaleceram contra mim” (Sl. 57:1). Pela sua história e pelos seus mais de oitenta e cinco anos de existência, podemos agradecer: “Obrigado Senhor pelos que aqui passaram, pelos que aqui estão e pelos que ainda virão; obrigado Senhor pela nossa PRIMEIRA IGREJA BATISTA DE RIO CLARO”.