08/07/2025
A colheita começa no coração que semeia
"Enquanto ele semeava, uma parte caiu à beira do caminho, e as aves vieram e a comeram. Outra parte caiu em terreno pedregoso, onde não havia muita terra, e logo brotou, mas quando saiu o sol, secou porque não tinha raiz."
Mateus 13:4-6
Falar do amor de Cristo é fácil quando tudo vai bem. Ele está nos detalhes, nos gestos, nas obras. Mas e quando é preciso viver esse amor enquanto sangramos?
A parábola do semeador mostra sementes que caem em terrenos difíceis. Uma brotou, mas secou por falta de raiz. Isso nos lembra que a raiz é o que sustenta, sem profundidade, não há permanência.
Essa semana li algo que me marcou:
"Às vezes, você vai precisar falar de cura enquanto ainda sangra."
É fácil testemunhar em dias bons. Mas é na dor que a fé se firma, mesmo quando a raiz parece invisível.
Deus está em todos os momentos.
A pergunta é: como temos semeado? E o que esperamos colher?
Nem sempre os lugares onde somos enviados estarão prontos. Mesmo assim, o chamado continua. O Reino cresce a partir do que parece pequeno.
"Embora seja a menor das sementes, cresce e se torna árvore, e as aves fazem ninhos em seus ramos."
Mateus 13:31-32
A boa semente foi lançada por Jesus (Mateus 13:37), mas é o nosso coração que cuida do solo.
É preciso estar cheio de Deus para transbordar e semear com verdade.
"Mas, visto que não tem raiz, permanece pouco tempo. Quando vem a tribulação, logo abandona."
Mateus 13:21
Não seja solo raso, seja profundo, porque aquilo que Deus plantou em você, Ele mesmo fará crescer.