Igreja Amor E Fé Das Nações

Igreja Amor E Fé Das Nações http://www.amorefe.org.br/ Também afirmamos o poder da Palavra de Deus para cumprir o seu propósito de salvação. Através dela o Espírito Santo fala ainda hoje.

AMOR E FÉ - Igreja das Nações


A Amor e Fé nasceu no dia 10 de Maio de 1997, a partir da realização de uma célula, que tinha por finalidade encaminhar as pessoas para as igrejas da região. AMOR E FÉ - IGREJA DAS NAÇÕES:
UNÇÃO APOSTÓLICA - Plantando Igrejas nas Nações



MISSÃO DESPERTAR:
UNÇÃO PROFÉTICA - Adornando a Noiva para as Bodas do Cordeiro

1. O PROPÓSITO DE DEUS
Afirmamos a nossa

crença no único Deus eterno, Criador e Senhor do Mundo, Pai, Filho e Espírito Santo, que governa todas as coisas segundo o propósito da sua vontade. Ele tem chamado do mundo um povo para si, enviando-o novamente ao mundo como seus servos e testemunhas, para estender o seu reino, edificar o corpo de Cristo, e também para a glória do seu nome. Confessamos, envergonhados, que muitas vezes negamos o nosso chamado e falhamos em nossa missão, em razão de nos termos conformado ao mundo ou nos termos isolado demasiadamente. Contudo, regozijamo-nos com o fato de que, mesmo transportado em vasos de barro, o evangelho continua sendo um tesouro precioso. À tarefa de tornar esse tesouro conhecido, no poder do Espírito Santo, desejamos dedicar-nos novamente.

2. A AUTORIDADE E O PODER DA BÍBLIA
Afirmamos a inspiração divina, a veracidade e autoridade das Escrituras tanto do Velho como do Novo Testamento, em sua totalidade, como única Palavra de Deus escrita, sem erro em tudo o que ela afirma, e a única regra infalível de fé e prática. A mensagem da Bíblia destina-se a toda a humanidade, pois a revelação de Deus em Cristo e na Escritura é imutável. Ele ilumina as mentes do povo de Deus em toda cultura, de modo a perceberem a sua verdade, de maneira sempre nova, com os próprios olhos, e assim revela a toda a igreja uma porção cada vez maior da multiforme sabedoria de Deus.

3. A UNICIDADE E A UNIVERSALIDADE DE CRISTO
Afirmamos que há um só Salvador e um só evangelho, embora exista uma ampla variedade de maneiras de se realizar a obra de evangelização. Reconhecemos que todos os homens têm algum conhecimento de Deus através da revelação geral de Deus na natureza. Mas negamos que tal conhecimento possa salvar, pois os homens, por sua injustiça, suprimem a verdade. Também rejeitamos, como depreciativo de Cristo e do evangelho, todo e qualquer tipo de sincretismo ou de diálogo cujo pressuposto seja o de que Cristo fala igualmente através de todas as religiões e ideologias. Jesus Cristo, sendo ele próprio o único Deus-homem, que se deu uma só vez em resgate pelos pecadores, é o único mediador entre Deus e o homem. Não existe nenhum outro nome pelo qual importa que sejamos salvos. Todos os homens estão perecendo por causa do pecado, mas Deus ama todos os homens, desejando que nenhum pereça, mas que todos se arrependam. Entretanto, os que rejeitam Cristo repudiam o gozo da salvação e condenam-se à separação eterna de Deus. Proclamar Jesus como \"o Salvador do mundo\" não é afirmar que todos os homens, automaticamente, ou ao final de tudo, serão salvos; e muito menos que todas as religiões ofereçam salvação em Cristo. Trata-se antes de proclamar o amor de Deus por um mundo de pecadores e convidar todos os homens a se entregarem a ele como Salvador e Senhor no sincero compromisso pessoal de arrependimento e fé. Jesus Cristo foi exaltado sobre todo e qualquer nome. Anelamos pelo dia em que todo joelho se dobrará diante dele e toda língua o confessará como Senhor.

4. A NATUREZA DA EVANGELIZAÇÃO
Evangelizar é difundir as boas novas de que Jesus Cristo morreu por nossos pecados e ressuscitou segundo as Escrituras, e de que, como Senhor e Rei, ele agora oferece o perdão dos pecados e o dom libertador do Espírito a todos os que se arrependem e crêem. A nossa presença cristã no mundo é indispensável à evangelização, e o mesmo se dá com aquele tipo de diálogo cujo propósito é ouvir com sensibilidade, a fim de compreender. Mas a evangelização propriamente dita é a proclamação do Cristo bíblico e histórico como Salvador e Senhor, com o intuito de persuadir as pessoas a vir a ele pessoalmente e, assim, se reconciliarem com Deus. Ao fazermos o convite do evangelho, não temos o direito de esconder o custo do discipulado. Jesus ainda convida todos os que queiram segui-lo e negarem-se a si mesmos, tomarem a cruz e identificarem-se com a sua nova comunidade. Os resultados da evangelização incluem a obediência a Cristo, o ingresso em sua igreja e um serviço responsável no mundo.

5. A RESPONSABILIDADE SOCIAL CRISTÃ
Afirmamos que Deus é o Criador e o Juiz de todos os homens. Portanto, devemos partilhar o seu interesse pela justiça e pela conciliação em toda a sociedade humana, e pela libertação dos homens de todo tipo de opressão. Porque a humanidade foi feita à imagem de Deus, toda pessoa, sem distinção de raça, religião, cor, cultura, classe social, s**o ou idade possui uma dignidade intrínseca em razão da qual deve ser respeitada e servida, e não explorada. Aqui também nos arrependemos de nossa negligência e de termos algumas vezes considerado a evangelização e a atividade social mutuamente exclusivas. Embora a reconciliação com o homem não seja reconciliação com Deus, nem a ação social evangelização, nem a libertação política salvação, afirmamos que a evangelização e o envolvimento sócio-político são ambos parte do nosso dever cristão. Pois ambos são necessárias expressões de nossas doutrinas acerca de Deus e do homem, de nosso amor por nosso próximo e de nossa obediência a Jesus Cristo. A mensagem da salvação implica também uma mensagem de juízo sobre toda forma de alienação, de opressão e de discriminação, e não devemos ter medo de denunciar o mal e a injustiça onde quer que existam. Quando as pessoas recebem Cristo, nascem de novo em seu reino e devem procurar não só evidenciar mas também divulgar a retidão do reino em meio a um mundo injusto. A salvação que alegamos possuir deve estar nos transformando na totalidade de nossas responsabilidades pessoais e sociais. A fé sem obras é morta.

6. A IGREJA E A EVANGELIZAÇÃO
Afirmamos que Cristo envia o seu povo redimido ao mundo assim como o Pai o enviou, e que isso requer uma penetração de igual modo profunda e sacrificial. Precisamos deixar os nossos guetos eclesiásticos e penetrar na sociedade não-cristã. Na missão de serviço sacrificial da igreja a evangelização é primordial. A evangelização mundial requer que a igreja inteira leve o evangelho integral ao mundo todo. A igreja ocupa o ponto central do propósito divino para com o mundo, e é o agente que ele promoveu para difundir o evangelho. Mas uma igreja que pregue a Cruz deve, ela própria, ser marcada pela Cruz. Ela torna-se uma pedra de tropeço para a evangelização quando trai o evangelho ou quando lhe falta uma fé viva em Deus, um amor genuíno pelas pessoas, ou uma honestidade escrupulosa em todas as coisas, inclusive em promoção e finanças. A igreja é antes a comunidade do povo de Deus do que uma instituição, e não pode ser identificada com qualquer cultura em particular, nem com qualquer sistema social ou político, nem com ideologias humanas.

7. COOPERAÇÃO NA EVANGELIZAÇÃO
Afirmamos que é propósito de Deus haver na igreja uma unidade visível de pensamento quanto à verdade. A evangelização também nos convoca à unidade, porque o ser um só corpo reforça o nosso testemunho, assim como a nossa desunião enfraquece o nosso evangelho de reconciliação. Reconhecemos, entretanto, que a unidade organizacional pode tomar muitas formas e não ativa necessariamente a evangelização. Contudo, nós, que partilhamos a mesma fé bíblica, devemos estar intimamente unidos na comunhão uns com os outros, nas obras e no testemunho. Confessamos que o nosso testemunho, algumas vezes, tem sido manchado por pecaminoso individualismo e desnecessária duplicação de esforço. Empenhamo-nos por encontrar uma unidade mais profunda na verdade, na adoração, na santidade e na missão. Instamos para que se apresse o desenvolvimento de uma cooperação regional e funcional para maior amplitude da missão da igreja, para o planejamento estratégico, para o encorajamento mútuo, e para o compartilhamento de recursos e de experiências.

8. ESFORÇO CONJUGADO DE IGREJAS NA EVANGELIZAÇÃO
Regozijamo-nos com o alvorecer de uma nova era missionária. O papel dominante das missões ocidentais está desaparecendo rapidamente. Deus está levantando das igrejas mais jovens um grande e novo recurso para a evangelização mundial, demonstrando assim que a responsabilidade de evangelizar pertence a todo o corpo de Cristo. Todas as igrejas, portando, devem perguntar a Deus, e a si próprias, o que deveriam estar fazendo tanto para alcançar suas próprias áreas como para enviar missionários a outras partes do mundo. Deve ser permanente o processo de reavaliação da nossa responsabilidade e atuação missionária. Assim, haverá um crescente esforço conjugado pelas igrejas, o que revelará com maior clareza o caráter universal da igreja de Cristo. Também agradecemos a Deus pela existência de instituições que laboram na tradução da Bíblia, na educação teológica, no uso dos meios de comunicação de massa, na literatura cristã, na evangelização, em missões, no avivamento de igrejas e em outros campos especializados. Elas também devem empenhar-se em constante auto-exame que as levem a uma avaliação correta de sua eficácia como parte da missão da igreja.

9. URGÊNCIA DA TAREFA EVANGELÍSTICA
Mais de dois bilhões e setecentos milhões de pessoas, ou seja, mais de dois terços da humanidade, ainda estão por serem evangelizadas. Causa-nos vergonha ver tanta gente esquecida; continua sendo uma reprimenda para nós e para toda a igreja. Existe agora, entretanto, em muitas partes do mundo, uma receptividade sem precedentes ao Senhor Jesus Cristo. Estamos convencidos de que esta é a ocasião para que as igrejas e as instituições para-eclesiásticas orem com seriedade pela salvação dos não-alcançados e se lancem em novos esforços para realizarem a evangelização mundial. A redução de missionários estrangeiros e de dinheiro num país evangelizado algumas vezes talvez seja necessária para facilitar o crescimento da igreja nacional em autonomia, e para liberar recursos para áreas ainda não evangelizadas. Deve haver um fluxo cada vez mais livre de missionários entre os seis continentes num espírito de abnegação e prontidão em servir. O alvo deve ser o de conseguir por todos os meios possíveis e no menor espaço de tempo, que toda pessoa tenha a oportunidade de ouvir, de compreender e de receber as boas novas. Não podemos esperar atingir esse alvo sem sacrifício. Todos nós estamos chocados com a pobreza de milhões de pessoas, e conturbados pelas injustiças que a provocam. Aqueles dentre nós que vivem em meio à opulência aceitam como obrigação sua desenvolver um estilo de vida simples a fim de contribuir mais generosamente tanto para aliviar os necessitados como para a evangelização deles.

10. EVANGELIZAÇÃO E CULTURA
O desenvolvimento de estratégias para a evangelização mundial requer metodologia nova e criativa. Com a bênção de Deus, o resultado será o surgimento de igrejas profundamente enraizadas em Cristo e estreitamente relacionadas com a cultura local. A cultura deve sempre ser julgada e provada pelas Escrituras. Porque o homem é criatura de Deus, parte de sua cultura é rica em beleza e em bondade; porque ele experimentou a queda, toda a sua cultura está manchada pelo pecado, e parte dela é demoníaca. O evangelho não pressupõe a superioridade de uma cultura sobre a outra, mas avalia todas elas segundo o seu próprio critério de verdade e justiça, e insiste na aceitação de valores morais absolutos, em todas as culturas. As missões, muitas vezes têm exportado, juntamente com o evangelho, uma cultura estranha, e as igrejas, por vezes, têm ficado submissas aos ditames de uma determinada cultura, em vez de às Escrituras. Os evangelistas de Cristo têm de, humildemente, procurar esvaziar-se de tudo, exceto de sua autenticidade pessoal, a fim de se tornarem servos dos outros, e as igrejas têm de procurar transformar e enriquecer a cultura; tudo para a glória de Deus.

11. EDUCAÇÃO E LIDERANÇA
Confessamos que às vezes temos nos empenhado em conseguir o crescimento numérico da igreja em detrimento do espiritual, divorciando a evangelização da edificação dos crentes. Também reconhecemos que algumas de nossas missões têm sido muito remissas em treinar e incentivar líderes nacionais a assumirem suas justas responsabilidades. Contudo, apoiamos integralmente os princípios que regem a formação de uma igreja de fato nacional, e ardentemente desejamos que toda a igreja tenha líderes nacionais que manifestem um estilo cristão de liderança não em termos de domínio, mas de serviço. Reconhecemos que há uma grande necessidade de desenvolver a educação teológica, especialmente para líderes eclesiáticos. Em toda nação e em toda cultura deve haver um eficiente programa de treinamento para pastores e leigos em doutrina, em discipulado, em evangelização, em edificação e em serviço. Este treinamento não deve depender de uma metodologia estereotipada, mas deve se desenvolver a partir de iniciativas locais criativas, de acordo com os padrões bíblicos.

12. CONFLITO ESPIRITUAL
Cremos que estamos empenhados num permanente conflito espiritual com os principados e postestades do mal, que querem destruir a igreja e frustrar sua tarefa de evangelização mundial. Sabemos da necessidade de nos revestirmos da armadura de Deus e combater esta batalha com as armas espirituais da verdade e da oração. Pois percebemos a atividade no nosso inimigo, não somente nas falsas ideologias fora da igreja, mas também dentro dela em falsos evangelhos que torcem as Escrituras e colocam o homem no lugar de Deus. Precisamos tanto de vigilância como de discernimento para salvaguardar o evangelho bíblico. Reconhecemos que nós mesmos não somos imunes ao perigo de capitularmos ao secularismo. Por exemplo, embora tendo à nossa disposição pesquisas bem preparadas, valiosas, sobre o crescimento da igreja, tanto no sentido numérico como espiritual, às vezes não as temos utilizado. Por outro lado, por vezes tem acontecido que, na ânsia de conseguir resultados para o evangelho, temos comprometido a nossa mensagem, temos manipulado os nossos ouvintes com técnicas de pressão, e temos estado excessivamente preocupados com as estatísticas, e até mesmo utilizando-as de forma desonesta. A igreja tem que estar no mundo; o mundo não tem que estar na igreja.

13. LIBERDADE E PERSEGUIÇÃO
É dever de toda nação, dever que foi estabelecido por Deus, assegurar condições de paz, de justiça e de liberdade em que a igreja possa obedecer a Deus, servir a Cristo Senhor e pregar o evangelho sem impedimentos. Portanto, oramos pelos líderes das nações e com eles instamos para que garantam a liberdade de pensamento e de consciência, e a liberdade de praticar e propagar a religião, de acordo com a vontade de Deus, e com o que vem expresso na Declaração Universal do Direitos Humanos. Também expressamos nossa profunda preocupação com todos os que foram injustamente encarcerados, especialmente com nossos irmãos que estão sofrendo por causa do seu testemunho do Senhor Jesus. Prometemos orar e trabalhar pela libertação deles. Ao mesmo tempo, recusamo-nos a ser intimidados por sua situação. Com a ajuda de Deus, nós também procuraremos nos opor a toda injustiça e permanecer fiéis ao evangelho, seja a que custo for. Não nos esqueçamos de que Jesus nos preveniu de que a perseguição é inevitável.

14. O PODER DO ESPÍRITO SANTO
Cremos no poder do Espírito Santo. O pai enviou o seu Espírito para dar testemunho do seu Filho. Sem o testemunho dele o nosso seria em vão. Convicção de pecado, fé em Cristo, novo nascimento cristão, é tudo obra dele. De mais a mais, o Espírito Santo é um Espírito missionário, de maneira que a evangelização deve surgir espontaneamente numa igreja cheia do Espírito. A igreja que não é missionária contradiz a si mesma e debela o Espírito. A evangelização mundial só se tornará realidade quando o Espírito renovar a igreja na verdade, na sabedoria, na fé, na santidade, no amor e no poder. Portanto, instamos com todos os cristãos para que orem pedindo pela visita do soberano Espírito de Deus, a fim de que o seu fruto todo apareça em todo o seu povo, e que todos os seus dons enriqueçam o corpo de Cristo. Só então a igreja inteira se tornará um instrumento adequado em Suas mãos, para que toda a terra ouça a Sua voz.

15. O RETORNO DE CRISTO
Cremos que Jesus Cristo voltará pessoal e visivelmente, em poder e glória, para consumar a salvação e o juízo. Esta promessa de sua vinda é um estímulo ainda maior à evangelização, pois lembramo-nos de que ele disse que o evangelho deve ser primeiramente pregado a todas as nações. Acreditamos que o período que vai desde a ascensão de Cristo até o seu retorno será preenchido com a missão do povo de Deus, que não pode parar esta obra antes do Fim. Também nos lembramos da sua advertência de que falsos cristos e falsos profetas apareceriam como precursores do Anticristo. Portanto, rejeitamos como sendo apenas um sonho da vaidade humana a idéia de que o homem possa algum dia construir uma utopia na terra. A nossa confiança cristã é a de que Deus aperfeiçoará o seu reino, e aguardamos ansiosamente esse dia, e o novo céu e a nova terra em que a justiça habitará e Deus reinará para sempre. Enquanto isso, rededicamo-nos ao serviço de Cristo e dos homens em alegre submissão à sua autoridade sobre a totalidade de nossas vidas. CONCLUSÃO
Portanto, à luz desta nossa fé e resolução, firmamos um pacto solene com Deus, bem como uns com os outros, de orar, planejar e trabalhar juntos pela evangelização de todo o mundo. Instamos com outros para que se juntem a nós. Que Deus nos ajude por sua graça e para a sua glória a sermos fiéis a este Pacto! Amém. Aleluia!

22/03/2026

Especial Jamf
Amor e Fé

Deuteronômio 29:29 NTLH[29] — Há coisas que não sabemos, e elas pertencem ao Senhor, nosso Deus; mas o que ele revelou, ...
21/03/2026

Deuteronômio 29:29 NTLH
[29] — Há coisas que não sabemos, e elas pertencem ao Senhor, nosso Deus; mas o que ele revelou, isto é, a sua Lei, é para nós e para os nossos descendentes, para sempre. Ele fez isso a fim de que obedecêssemos a todas as suas leis.

— Há coisas que não sabemos, e elas pertencem ao SENHOR, nosso Deus; mas o que ele revelou, isto é, a sua Lei, é para nós e para os nossos descendentes, para sempre. Ele fez isso a fim de que obedecês

*FESTA DA PÁSCOA 2026 – A Coroa e os Cravos*Pessoal, está chegando um tempo poderoso que vamos viver juntos! Serão dias ...
21/03/2026

*FESTA DA PÁSCOA 2026 – A Coroa e os Cravos*

Pessoal, está chegando um tempo poderoso que vamos viver juntos! Serão dias de palavra, presença de Deus e transformação. Não fique de fora!

📅 Dias: *03, 04 e 05 de abril*
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17/03/2026
O Poder da RessurreiçãoBase: Romanos 8:11“E, se o Espírito daquele que ressuscitou a Jesus dentre os mortos habita em vó...
17/03/2026

O Poder da Ressurreição

Base: Romanos 8:11

“E, se o Espírito daquele que ressuscitou a Jesus dentre os mortos habita em vós, aquele que ressuscitou a Cristo também vivificará o vosso corpo mortal, pelo seu Espírito que em vós habita.” (Rm 8:11)



1. A Ressurreição Vem Pelo Espírito Santo

A Palavra nos ensina que a vida espiritual e a ressurreição só são possíveis através do Espírito Santo.
• O mesmo Espírito que ressuscitou Jesus habita em nós.
• Sem o Espírito, não há vida espiritual nem ressurreição.

Jesus e o Espírito Santo:
• Gerado pelo Espírito (Lc 1:35)
• Guiado pelo Espírito (Lc 4:1)
• Cheio do Espírito (Lc 4:14)
• Ressuscitado pelo Espírito (Rm 8:11)

Isso revela que toda a vida de Cristo foi dependente do Espírito — e a nossa também deve ser.



2. A Promessa do Poder

“Ficai na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder.” (Lc 24:49)

Jesus orientou os discípulos a esperarem o Espírito Santo, mostrando que:
• Não podemos viver a vida cristã na força humana
• Precisamos de uma vida de busca contínua pelo Espírito



3. A Ressurreição Quebrou o Poder da Morte
• A morte tinha domínio, mas foi vencida por Cristo
• A pedra removida do sepulcro simboliza o fim desse domínio

“Onde está, ó morte, a tua vitória?” (1Co 15:55)

A ressurreição abriu um novo caminho:
um Reino de vida substituindo o reino da morte.



4. O Espírito Traz Vida ao Que Está Morto

“Eu sou a ressurreição e a vida.” (Jo 11:25)

A história de Lázaro (João 11:32–38) revela:
• Jesus se comove diante da morte
• Ele reage espiritualmente ao ambiente de morte
• Ele traz vida onde há impossibilidade

Princípio:
Quem anda no Espírito discerne ambientes de morte.



5. Discernindo Ambientes de Morte

Sinais de atuação da morte:
• Tristeza constante
• Desânimo
• Falta de fé
• Perda de propósito
• Estagnação espiritual

A morte não é apenas física — ela também atua:
• Na mente
• Nas emoções
• Na vida espiritual



6. Chamados Para Transformar Ambientes

“Vós sois a luz do mundo.” (Mt 5:14)

Deus nos chama para:
• Não nos conformarmos com a morte
• Sermos agentes de transformação
• Liberarmos vida onde há morte

Quem tem o Espírito:
• Se incomoda com ambientes de morte
• Ora
• Libera Palavra de vida



7. O Inconformismo de Cristo

Jesus cresceu na Galileia, região desprezada (Mt 4:15-16):

“O povo que estava em trevas viu grande luz.”

Isso revela que:
• Jesus veio para confrontar sistemas de morte
• Ele não se conformava com a morte

Como discípulos:
• Também não devemos nos conformar
• Devemos resistir à influência da morte



8. A Morte Como Reino

A morte atua como:
• Um reino
• Um estado
• Uma influência espiritual

Ela se manifesta através de:
• Doenças
• Opressão espiritual
• Desânimo
• Escravidão (ex: dinheiro, pecado)



9. Permanecer no Espírito é Essencial

“Permanecei em mim…” (Jo 15:4)

Quando não permanecemos:
• A morte começa a agir silenciosamente
• Perdemos sensibilidade espiritual

Permanecer em Deus mantém o fluxo de vida.



10. A Ressurreição Exige Entrega

“Se o grão de trigo não morrer…” (Jo 12:24)

• Não há vida sem entrega
• Não há ressurreição sem morte

Deus pode nos pedir:
• Conforto
• Tempo
• Vontades pessoais

Para que outros vivam.



11. Os Sinais do Reino da Vida

“Estes sinais seguirão aos que crerem…” (Mc 16:17-18)

1) Expulsar demônios
• Autoridade sobre o reino da morte

2) Falar novas línguas
• Edificação espiritual
• Sensibilidade ao Espírito

3) Curar enfermos
• Manifestação da vida sobre a morte



12. O Chamado de Deus

“A quem enviarei?” (Is 6:8)

Deus:
• Nos dá consciência
• Espera atitude

Pergunta central:
Vamos responder ou ignorar?



13. Aplicação Pessoal

Antes de transformar outros, precisamos olhar para dentro:

Perguntas importantes:
• Onde há “morte” na minha vida?
• Que áreas estão estagnadas?
• Onde perdi a fé ou o ânimo?

O Espírito quer:
• Vivificar
• Restaurar
• Ressuscitar essas áreas



Conclusão
• A ressurreição não é apenas um evento — é um estilo de vida
• O Espírito Santo é a fonte dessa vida
• Somos chamados a viver e liberar essa vida diariamente

“O Espírito é o que vivifica…” (Jo 6:63)

Hoje às 18h30 temos um encontro marcado.Não é apenas mais um culto.É um tempo de alinhamento, de resposta e de direção d...
15/03/2026

Hoje às 18h30 temos um encontro marcado.

Não é apenas mais um culto.
É um tempo de alinhamento, de resposta e de direção de Deus.

Há momentos em que o céu chama a terra para um encontro e hoje pode ser o seu dia de ouvir, ser renovado e viver algo novo.

Venha com expectativa.
Deus ainda está falando. 🔥

18h30 | Te esperamos.

Hoje!
14/03/2026

Hoje!

Saída: 31/03Às 21:00 hs Embarque:Rua Consuêlo 123Jardim dos Comerciários Venda Nova Retorno: 03/04 às 23 00 hs Hospedage...
09/03/2026

Saída: 31/03
Às 21:00 hs
Embarque:Rua Consuêlo 123
Jardim dos Comerciários Venda Nova
Retorno: 03/04 às 23 00 hs
Hospedagem com café da manhã e almoço na Pousada Descanso
( 4 quarteirões do Carreiródromo)
960,00
Podendo parcelar no cartão ( opcional )

Whatsapp para reserva de vagas ( restam algumas)
997453629

*Porque devemos ir aos cultos?*Participar dos cultos na igreja é uma prática essencial para a vida cristã, pois fortalec...
09/03/2026

*Porque devemos ir aos cultos?*

Participar dos cultos na igreja é uma prática essencial para a vida cristã, pois fortalece a fé e aproxima o cristão de Deus e da comunidade.

*1. Para adorar a Deus em comunhão*
A adoração coletiva honra a Deus e une os fiéis em um mesmo propósito. A Bíblia mostra que o povo de Deus se reúne para louvar e glorificar Seu nome.
Referência: Salmos 95:6 — _“Vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senhor que nos criou.”_

*2. Para fortalecer a fé através da Palavra*
Nos cultos ouvimos a pregação e o ensino das Escrituras, que edificam nossa fé e orientam nossa vida.
Referência: Romanos 10:17 — _“De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus.”_

*3. Para ter comunhão com outros cristãos*
A convivência com irmãos na fé traz apoio espiritual, encorajamento e crescimento conjunto.
Referência: Hebreus 10:24-25 — _“E consideremo-nos uns aos outros para nos estimularmos ao amor e às boas obras, não deixando a nossa congregação.”_

*4. Para sermos edificados e encorajados*
A igreja é um lugar onde recebemos co***lo, correção e motivação para continuar firmes na caminhada cristã.
Referência: 1 Tessalonicenses 5:11 — _“Por isso exortai-vos uns aos outros e edificai-vos uns aos outros.”_

Assim, participar dos cultos não é apenas um hábito religioso, mas uma necessidade espiritual que fortalece nossa relação com Deus e com a comunidade de fé.

Te esperamos hoje: 18:30hs
*IGREJA APOSTÓLICA AMOR E FÉ*
_Rua Onze, 357 - Nova Pampulha_

Festa da Páscoa!
09/03/2026

Festa da Páscoa!

Endereço

Rua ONZE, 357
Ribeirão Das Neves, MG
33822-055

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