03/03/2026
É no excesso de fermento que a massa transborda e depois murcha. Da mesma forma, é no excesso de alimento que temos má-digestão, obesidade e doenças, enquanto a falta excessiva de alimentos leva à fraqueza, anemia, desânimo, raquitismo e anorexia.
Buscar alegria excessivamente pode nos levar às lágrimas.
O consumo excessivo de álcool pode resultar na perda de consciência, impedindo-nos de governar nossas próprias vidas.
O uso excessivo de dr**as nos torna escravos delas, ofuscando tudo o mais.
A promiscuidade e luxúria é querer o prazer sexual em excesso.
O ódio, o egoísmo, o orgulho e ganância vem do excesso de falta de amor. Com amor se exerce perdão, tolerância, paciência, simplicidade e humildade.
Somente o verdadeiro amor não conhece excessos, pois é pacífico, humilde e não busca seus interesses.
No entanto, se não amarmos com a alma, não compreenderemos o verdadeiro significado do amor, e ele poderá se transformar em ciúmes, posse, controle e medo de perder.
A única maneira de controlar os excessos é reconhecer sua existência espiritual, que a vida é contínua, que colhemos os frutos das árvores que plantamos e, usar o do bem que já se possui, para combater a origem dos males que desenvolvemos em nossos arbítrios.
Como ensina Jesus: “O mal não é o que entra pela boca, mas o que sai do coração”. Todo excesso indica um desequilíbrio, sugerindo que algo está errado.
Então , o coração, órgão de manifestação dos sentimentos da alma, perde sua finalidade espiritual, tornando-se um órgão de anseios e medos, perturbando seu estado mental.
Todo desajuste pede ajuste. Está na lei divina e dela ninguém escapa.
Sem consciência de que somos seres espirituais em uma experiência no corpo físico, de que somos espíritos em evolução, nos perdemos do caminho da luz, da paz e do amor deixado por Jesus. Assim, vamos vivendo daquilo que achamos que somos, sem conexão com nossa essência espiritual, ou seja, vivemos pela matéria.
Os anos passam,
As doenças na mente e no corpo se instalam.
A oportunidade da reencarnação com propósito evolutivo perde o seu sentido com os excessos que a vida ilusória da matéria pôde oferecer, e depois se vai, até que outra oportunidade venha, talvez em condições mais difíceis.
Busque o seu equilíbrio agora! Não deixe isso para séculos depois.
Padre Bento e Irmão José, 02/03/26