11/11/2024
Confira alguns momentos do que foi feito neste domingo, aonde tivemos a presença do pastor Brando no clamor da concordância.
“9 E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros:
10 Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano.
11 O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano.
12 Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo.
13 O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!
14 Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado”
Lucas 18:9-14
Como você se vê?
Em Lucas 18:14, encontramos uma poderosa lição sobre a visão que temos de nós mesmos e como isso impacta nossa relação com Deus. O fariseu, seguro de suas obras, olhava para o céu com orgulho, acreditando que merecia os favores Divinos. Já o publicano, ciente de suas falhas, não tinha coragem nem de levantar os olhos, clamando por misericórdia.
Como você se vê? A forma como nos percebemos pode determinar a profundidade da nossa oração.
O fariseu não sentia necessidade de perdão, enquanto o publicano, em sua humildade, buscava com fervor a redenção.
A oração mascarada do religioso o afastou ainda mais do coração de Deus, enquanto a sinceridade do publicano o trouxe para mais perto do Altíssimo.
Hoje, convido você a refletir: abrace sua vulnerabilidade, reconheça suas fraquezas e busque a misericórdia divina. A verdadeira transformação começa quando olhamos para dentro e aceitamos quem somos.