Arquidiocese de Olinda e Recife

Arquidiocese de Olinda e Recife A Arquidiocese de Olinda e Recife foi criada em 5 de dezembro de 1910 e é formada por 19 municípios.
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A Arquidiocese de Olinda e Recife é formada por 150 paróquias localizadas em 19 municípios da Região Metropolitana do Recife e da Zona da Mata, além do Arquipélago de Fernando de Noronha.

O Espírito Santo faz a Igreja de Olinda e Recife crescer. 🔥🔥🔥Fotos:
25/05/2026

O Espírito Santo faz a Igreja de Olinda e Recife crescer. 🔥🔥🔥
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Os fiéis da Arquidiocese de Olinda e Recife ouviram o convite do arcebispo: cerca de 10 mil pessoas participaram da Sole...
25/05/2026

Os fiéis da Arquidiocese de Olinda e Recife ouviram o convite do arcebispo: cerca de 10 mil pessoas participaram da Solenidade de Pentecostes no Geraldão. Viva a Igreja de Jesus Cristo!
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Somos mais de 56k! Obrigado por nos acompanhar como discípulos missionários de Jesus Cristo ⛪🔥
25/05/2026

Somos mais de 56k! Obrigado por nos acompanhar como discípulos missionários de Jesus Cristo ⛪🔥

25/05/2026

Neste domingo, dom Paulo Jackson, arcebispo de Olinda e Recife, celebrou Pentecostes no Ginásio de Esportes Geraldão, com arquibancadas lotadas de fiéis.

25/05/2026

Neste domingo, dom Paulo Jackson, arcebispo de Olinda e Recife, celebrou Pentecostes no Ginásio de Esportes Geraldão, com arquibancadas lotadas de fiéis. Veja a matéria produzida para a rede Vida de Televisão.

No 135º aniversário da “Rerum novarum”, o Pontífice reflete, em sua primeira encíclica, “Magnifica humanitas”, sobre a D...
25/05/2026

No 135º aniversário da “Rerum novarum”, o Pontífice reflete, em sua primeira encíclica, “Magnifica humanitas”, sobre a Doutrina Social da Igreja na era da inteligência artificial. O apelo para preservar “uma magnífica humanidade habitada por Deus”, promovendo a verdade, a dignidade do trabalho, a justiça social e a paz. Na era digital, é preciso desarmar a IA e superar a teoria da “guerra justa”, relançando o diálogo e o multilateralismo
Isabella Piro – Vatican News
“A magnífica humanidade criada por Deus encontra-se hoje diante de uma escolha decisiva: erguer uma nova torre de Babel ou construir a cidade onde Deus e a humanidade habitam juntos”. O incipit da primeira encíclica de Leão XIV – Magnifica humanitas, “sobre a salvaguarda da pessoa humana na era da inteligência artificial” – resume suas razões fundamentais e seu objetivo. Publicada hoje, segunda-feira, 25 de maio, foi assinada pelo Pontífice no último dia 15 de maio, no 135º aniversário da promulgação da Rerum novarum de Leão XIII. E de seu predecessor, o Papa Prevost recolheu a herança, escrevendo uma encíclica social que aborda um dos principais desafios da época contemporânea: a inteligência artificial. Dividida em cinco capítulos, Magnifica humanitas parte de um pressuposto: a tecnologia não é uma “força antagônica em relação à pessoa” (4), nem “um mal em si mesma” (9). No entanto, ela “não é neutra, pois assume o rosto daqueles que a concebem, a financiam, a regulam e a utilizam”. Daí, o apelo do Pontífice para “construir o bem” e “permanecer humanos”, seguindo a lógica da corresponsabilidade corajosa e da comunhão.
Ao concluir a carta, o Pontífice convida os fiéis a viver as novas tecnologias à luz do Evangelho, seguindo “um itinerário de vida cristã sóbrio e exigente”. Para que, mesmo na era da IA, todos possam testemunhar “a beleza de uma magnífica humanidade habitada por Deus”.
Confira a no link 👇
Fonte: Vatican News

25/05/2026

A primeira encíclica do Papa Leão XIV é intitulada “Magnifica humanitas” (Humanidade Magnífica).

A memória da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, recorda-nos que a maternidade divina de Maria se estende, por d...
25/05/2026

A memória da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, recorda-nos que a maternidade divina de Maria se estende, por desejo de Jesus, à maternidade humana, ou seja, à própria Igreja, mediante um ato de consagração. Em 2018, o Papa Francisco introduziu a celebração desta memória na segunda-feira, após a solenidade de Pentecostes, dia em que a Igreja nasceu. Este título dado a Maria não é novo. Em 1980, São João Paulo II convidou os fiéis a venerar Maria como Mãe da Igreja. Antes dele, em 21 de novembro de 1964, São Paulo VI, na conclusão da terceira sessão do Concílio Vaticano II, declarou que a Virgem é “Mãe da Igreja”. Mais tarde, em 1975, a Santa Sé propôs a celebração de uma Missa votiva em honra da Mãe da Igreja, mas, não entrou no calendário litúrgico. Além dessas datas, não podemos esquecer quanto o título de Maria, Mãe da Igreja, esteve presente na sensibilidade de Santo Agostinho e São Leão Magno; de Bento XV e Leão XIII, até nossos dias, quando, em 11 de fevereiro de 2018, por ocasião do 160º aniversário da primeira aparição da Virgem em Lourdes, o Papa Francisco tornou obrigatória a memória da Virgem Maria, Mãe da Igreja.
Fonte: Vaticannews

Solenidade de Pentecostes 🔥 no Geraldão na tarde deste domingo (24).
25/05/2026

Solenidade de Pentecostes 🔥 no Geraldão na tarde deste domingo (24).

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