Capela São Francisco de Assis - Paróquia Ipsep-

Capela São Francisco de Assis - Paróquia Ipsep- Informações sobre a capela e muito mais

https://youtu.be/TQtVeGdb7fw*39ª Festa de São Francisco de Assis* 1º dia do Tríduo - Celebrante: *Pe. Severino Lourenço ...
27/10/2021

https://youtu.be/TQtVeGdb7fw

*39ª Festa de São Francisco de Assis*

1º dia do Tríduo - Celebrante: *Pe. Severino Lourenço de Aquino*

🙏 ⛪ *A PASCOM – IPSEP LHE CONVIDA A PARTICIPAR DA SANTA MISSA –ÀS 19HS* ⛪ 🙏

PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO APARECIDA – IPSEP
*CELEBRAÇÃO COM A PARTICIPAÇÃO DOS FIÉIS*

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19/10/2021
01/10/2021
Primeira Missa de Padre Neto na nossa capela e comemoração dos 10 anos do diaconato do nosso querido diácono Gerinaldo
22/08/2021

Primeira Missa de Padre Neto na nossa capela e comemoração dos 10 anos do diaconato do nosso querido diácono Gerinaldo

Hoje tem missa em nossa capela!
21/08/2021

Hoje tem missa em nossa capela!

Convido a todos para Santa Missa, sábado 21/08/2021 às 17:00 horas.Lembrando dos protocolos de segurança: é obrigatório ...
21/08/2021

Convido a todos para Santa Missa, sábado 21/08/2021 às 17:00 horas.
Lembrando dos protocolos de segurança:
é obrigatório o uso de máscara, manter o distanciamento, e a higienização das mãos com álcool.
Observação: a participação na santa missa é por ordem de chegada, com lotação máxima de 50 pessoas. A capela estará aberta 1 hora antes da missa para o santo terço.

Seja bem vindo a nossa comunidade!
02/08/2021

Seja bem vindo a nossa comunidade!

28/06/2021

Novo horário das celebrações em nossa capela!

O trono de nosso co-padroeira já está pronto! Queremos convidar a todos para participar da recitação do terço em nossa c...
30/04/2021

O trono de nosso co-padroeira já está pronto!
Queremos convidar a todos para participar da recitação do terço em nossa capela as 19:00, no mês de maio. Lembrando que o uso da máscara é obrigatório. Contamos com a participação de todos. 😍



Segue a programação da semana Santa em nossa Paróquia.
31/03/2021

Segue a programação da semana Santa em nossa Paróquia.

São Sebastião(20 de Janeiro)Nascido  em Narbone, na Gália, recebeu Sebastião educação em  Milão,  terra natal de  sua mã...
20/01/2021

São Sebastião
(20 de Janeiro)

Nascido em Narbone, na Gália, recebeu Sebastião educação em Milão, terra natal de sua mãe. Cristão, nunca se envergonhou de sua religião. Vendo as tribulações sofridas pelas perseguições atrozes que sofriam, alistou-se nas legiões do imperador com a intenção de mitigar os sofrimentos destes cristãos, seus irmãos em Cristo. A figura imponente, bravura e prudência tanto agradaram ao imperador, que o nomeou comandante da guarda imperial. Nesta posição elevada tornou-se o grande benfeitor dos cristãos encarcerados. Tendo entrada franca em todas as prisões, ia visitar as pobres vítimas do rancor e ódio pagão, e com palavras e dádivas consolava e animava os candidatos ao martírio. Dois irmãos, Marco e Marceliano, não se acharam com coragem de afrontar os horrores da tortura e aconselhados pelos pais e parentes, resolveram-se a sacrificar aos deuses. Mal teve ciência disto, Sebastião procurou-os e com sua palavra cheia de fé, reanimou os desfalecidos e vacilantes, levando-os a perseverar na religião e antes sacrificar tudo que negar a fé. Profunda comoção apoderou-se de todos que assistiam a esta cena. Marco e Marceliano cobraram ânimo e prometeram a Sebastião fidelidade na fé até à morte. Uma das pessoas presentes era Zoé, esposa do funcionário imperial Nicostrato. Esta pobre mulher estava muda há seis anos. Impressionada pelo que presenciara, prostrou-se aos pés de Sebastião, procurando por sinais interpretar o que lhe desejava dizer. Sebastião fez o sinal da Cruz sobre ela e imediatamente Zoé recuperou o uso da língua. Ela e o marido converteram-se ao cristianismo. Este exemplo foi imitado pelos pais de Marco e Marceliano, pelo carcereiro Cláudio e mais 16 pessoas. Todos receberam o santo batismo das mãos do sacerdote policarpo, na casa de Nicostrato.

A conversão destas pessoas em circunstâncias tão extraordinárias, chamou a atenção do prefeito de Roma, Cromâncio. Sofrendo horrivelmente de Reumatismo e sabendo que o pai de Marco e Marceliano pelo Batismo tinha ficado curado do mesmo mal, manifestou o desejo de conhecer a religião cristã. Sebastião deu-lhe as instruções necessárias, batizou-o com seu filho Tibúrcio e curou-o da doença. Tão grato ficou Cromâncio, que pôs em liberdade os cristãos encarcerados seus escravos, e renunciou ao cargo de prefeito. Retirando-se da cidade para sua casa de campo, deu agasalho aos cristãos, acossados pela perseguição.

Esta recrudesceu de uma maneira assustadora. O Santo Papa Caio chegou a aconselhar os cristãos e o próprio São Sebastião para se retirar da cidade, mas São Sebastião preferiu ficar em Roma, mesmo que isso culminasse em seu martírio. Muito tempo não levou e Deocleciano soube, por uns cristãos apóstatas, que Sebastião era cristão e grandes serviços prestava aos encarcerados. Chamou-o à sua presença e repreendeu-o, tentando incansavelmente convencê-lo a abandonar a religião de Cristo. Todas as argumentações e tentativas de Dioclesiano esbarraram de encontro à vontade inflexível do militar. Sem mais delongas, deu ordem aos soldados que amarrassem o chefe a uma árvore e o asseteassem, tendo a ordem sido cumprida imediatamente. Os soldados despiram-no, ataram-no a uma árvore e atiraram-lhe setas em tanta quantidade quanto acharam necessárias para matar um homem e deixaram a vítima neste mísero estado, supondo-o morto.

Alta noite chegou-se Irene, mulher do mártir Castulo, ao lugar da execução para tirar o corpo de Sebastião e dar-lhe sepultura. Com grande admiração, encontrou-o com vida, levando-o para casa e tratando com todo o desvelo.

Restabelecido, o herói procurou o imperador e, sem pedir audiência, apresentou-se-lhe, acusando-o de grande injustiça, por condenar inocentes, como eram os cristãos, a sofrer e a morrer. Dioclesiano, a princípio, não sabia o que pensar e dizer, pois tinha por certo que Sebastião não existia mais entre os vivos. Perguntando-lhe quem era, disse-lhe: "Sou Sebastião, e o fato de eu estar vivo, devias concluir que é poderoso o Deus, a quem adoro, e que não fazes bem em perseguir-lhe os servos. Enfurecido, Dioclesiano ordenou aos soldados que o matassem com paus e bolas de chumbo na presença do povo. Os algozes cumpriram a ordem e , para subtrair o cadáver à veneração dos cristãos, atiraram-no à cloaca máxima. Uma piedosa mulher, Santa Luciana, porém, achou-o e tirou-o da imundície e sepultou-o aos pés de São Pedro e São Paulo, isto em 287. Posteriormente, em 680, as relíquias foram transportadas solenemente para uma Basílica, construída por Constantino. Naquela ocasião grassava uma peste em Roma, que vitimou muita gente. A terrível epidemia desapareceu na hora daquela transladação, e esta é a razão porque os cristãos veneram em São Sebastião o grande padroeiro contra a peste. Em outras ocasiões se verificou o mesmo fato; assim no ano de 1575 em Milão, e em 1599 em Lisboa, ficando estas duas cidades livres da peste pela intercessão do glorioso mártir São Sebastião.

Reflexões:

São Sebastião vivia no meio de pagãos. Soldados e oficiais do exército romano eram sua companhia quotidiana. Inabalável na fé, não se deixava influir pelas opiniões, sarcasmos, críticas e calúnias daqueles que não eram cristãos.

O mundo moderno tem sinais característicos do paganismo. Difícil é, para um católico, que pela posição social deve estar em contato contínuo com pagãos modernos, conservar-se firme na fé e nos bons costumes. Muitos transigem, não enfrentando força suficiente para sufocar as tentações, ou mesmo para enfrentar opiniões e ataques contra a religião. Preferem curvar-se, intimidados por convenções de cunho social ou de relações humanas. Peçamos a Deus que nos conceda a coragem e o caráter de São Sebastião para que, pela fé, tenhamos a graça de defendê-la com veemência, sem deixar qualquer rastro de vergonha ou respeito humano.

Nossa Senhora das Graças(27 de Novembro)O ano de 1830 ficou marcado pela manifestação da Imaculada Virgem Maria que, do ...
28/11/2020

Nossa Senhora das Graças
(27 de Novembro)

O ano de 1830 ficou marcado pela manifestação da Imaculada Virgem Maria que, do Céu veio trazer-nos o seu retrato da Medalha bendita, à qual por causa dos seus prodígios e milagres, o povo cristão deu o título de Milagrosa.

Mão é a Medalha Milagrosa como muitas que se tem inventado para representar os títulos e invocações de Maria Santíssima, medalhas dignas de respeito e veneração pelo que representam, mas que não tem origem mais do que o gosto do artista que as fabricou, ou o fervor do Santo que as divulgou.

Não assim a Medalha Milagrosa; ela é um rico presente que Maria Imaculada quis oferecer ao mundo no século XIX, como penhor dos seus carinhos e bênçãos maternais, como instrumento de milagres e como meio, de preparação para a definição dogmática de 1854.

Foi na comunidade das Filhas da Caridade, fundada por São Vicente de Paulo, que a Santíssima Virgem escolheu a confidente dos seus desígnios, para recompensar de certo a devoção que o Santo sempre teve à Imaculada Conceição de Nossa Senhora, e que deixou por herança aos seus filhos e filhas espirituais.

Chamava-se ela Catarina Labouré. Nasceu a 2 de maio de 1806, na Côte d'Or, em França, e aos 20 anos de idade tomou o hábito das Filhas da Caridade. Noviça ainda,muito humilde, inocente e unida com Deus, era ternamente devota à Santíssima Virgem, a quem escolhera por Mãe desde que em pequenina ficara órfã, ardia em contínuos desejos de a ver e instava com o seu Anjo da Guarda para que lhe alcançasse este favor. Não foi baldada a sua esperança; entre outras, foi bem célebre a aparição de 18 para 19 de julho de 1830, em que Nossa Senhora a chamou à Capela, e com a irmã se dignou conversar por algumas horas, anunciando-lhe o que em breve aconteceria, enchendo-a de carinhos e consolações.

Mas a mais importante das aparições foi a do dia 27 de novembro de 1830, sábado antes do primeiro domingo do Advento. Neste dia, estando a venerável irmã na oração da tarde, nessa Capela da Comunidade, rua du Bac, Paris, a Rainha do Céu se lhe mostrou, primeiro, junto do arco cruzeiro, do lado da epístola, onde hoje está o altar " Virgo Potens", e depois por detrás do Sacrário, no altar-mor. "A Virgem Santíssima, diz a irmã, estava de pé sobre um globo, vestida de branco, com o feitio que se diz à Virgem, isto é, subido e com mangas justas; véu branco a cobrir-lhe a cabeça, manto azul prateado que lhe descia até aos pés; o cabelo em tranças, seguro por uma fita debruada de pequena renda, sobre ele pousava, o rosto bem descoberto de uma formosura indescritível. As mãos, elevadas até à cinta, sustentavam outro globo, figura do mundo, rematado por uma cruzinha de ouro; a Senhora toda rodeada de tal esplendor que era impossível fixá-la; o rosto iluminou-se-lhe de radiante claridade no momento em que com os olhos levantados para o céu, oferecia ao Senhor esse globo".

"De repente os dedos cobriram-se de anéis e pedrarias preciosas de extraordinária beleza, de onde se desprendiam raios luminosos para todos os lados, envolvendo a Senhora em tal esplendor que já se lhe não via a túnica nem os pés. As pedras preciosas eram maiores umas, menores outras e proporcionais eram também os raios luminosos".

"O que então experimentei e aprendi naquele momento é impossível explicar".

"Como estivesse ocupada em contemplá-la, a Virgem Santíssima baixou para mim os olhos, e uma voz interIor me disse no íntimo do coração: ' Este globo que vês representa o mundo inteiro e em especial a França e cada pessoa em particular'. Aqui não sei exprimir o que descobri de beleza e brilho nos raios tão resplandecentes. A Santíssima Virgem acrescentou: 'Eis o símbolo das graças que derramo sobre as pessoas que mas pedem'."

"Desapareceu então o globo que tinha nas mãos; e como se estas não pudessem com o peso das graças, os braços se abaixaram e se abriram na atitude graciosa reproduzida na Medalha".

"Formou-se então em torno da Virgem, um quadro um pouco oval onde em letras de ouro se liam estas palavras: 'Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós'. Fez-se ouvir então uma voz que me dizia: 'Manda cunhar uma Medalha por este modelo; as pessoas que a trouxerem indulgenciada, receberão grandes graças, mormente se a trouxerem ao pescoço; hão de ser abundantes as graças para as pessoas que a trouxerem com confiança' ."

No mesmo instante o quadro pareceu voltar-se e a irmã viu no reverso a letra "M" encimada por uma cruz, tendo um traço na base e por baixo do monograma de Maria os dois corações de Jesus e de Maria, o primeiro cercado por uma coroa de espinhos, o segundo atravessado por uma espada; e segundo tradução oral comunicada pela vidente, uma coroa de doze estrelas a cercar o monograma de Maria e os corações. Também a mesma irmã disse depois, que a Santíssima Virgem Maria calcava aos pés uma serpente de cor esverdeada com pinturas amarelas.

Passaram-se dois anos sem que os superiores eclesiásticos decidissem o que havia de Fazer-se; até que, depois do inquérito canônico, se cunhou a Medalha por ordem e com aprovação do Arcebispo de Paris, Monsenhor Quélen. Para logo, começou a espalhar-se com muita rapidez a devoção pelo mundo inteiro, acompanhada sempre de prodígios e milagres extraordinários, reanimando a fé quase extinta em muitos corações, produzindo notável restauração dos bons costumes e da virtude, sarando os corpos e convertendo as almas. Entre outros prodígios é célebre a conversão do judeu Afonso Ratisbonne, acontecida depois da visão que ele teve na Igreja de Santo Andrea delle Frate, em Roma, em que a Santíssima Virgem lhe apareceu como se representa na Medalha Milagrosa.

O primeiro a aprovar e abençoar a Medalha foi o Papa Gregório XVI, confiando-se à proteção dela e conservando-a junto de seu crucifixo. Pio IX,, seu sucessor, o Pontíficie da Imaculada, gostava de a dar como prenda particular da sua benevolência pontífica. Não admira que, com tão alta proteção e à vista de tantos prodígios, se propagasse rapidamente. Só no espaço de quatro anos, de 1832 a 1836, a firma Vechette, incumbida de a cunhar, produziu dois milhões delas em ouro e prata e dezoito milhões em cobre.

Graças a esta difusão prodigiosa, foi-se radicando mais e melhor no povo cristão a crença na Imaculada Conceição de Maria e a devoção para com tão excelsa Senhora; assim se preparou essa apoteose sublime da definição dogmática de 1854, que a Virgem Santíssima veio como que confirmar e agradecer em Lourdes em 1858, coroando assim a aparição de 1830.

Em outras aparições subseqüentes a Santíssima Virgem falou a Catarina de Labouré da fundação de uma Associação das Filhas de Maria que depois o Papa Pio IX aprovou a 20 de junho de 1847, enriquecendo-a com as indulgências da Prima-primária. Espalhou-se pelo mundo inteiro e conta hoje com mais de 150.000 associadas. Leão XIII a 23 de junho de 1894 instituiu a Festa da Medalha Milagrosa; a 2 de Março de 1897 encarregou o Cardeal Richard, Arcebispo de Paris, de coroar em seu nome a estátua da Imaculada Virgem Milagrosa que está no altar-mor da Capela da Aparição, o que se fez a 26 de julho do mesmo ano. Pio X não esqueceu a Medalha Milagrosa no ano jubilar; a 6 de junho de 1904 concedeu 100 dias de indulgência de cada vez que se diga a invocação: "Ó Maria concebida sem pecado, etc", a todos quantos tenham recebido canonicamente a Santa Medalha; a 8 de julho de 1909 instituiu a Associação da Medalha Milagrosa com todas as indulgências e privilégios do Escapulário azul. Bento XV e Pio XI encheram a Medalha e a Associação de novas graças e favores.

Reflexões:

A Virgem toda radiante de luz calcando a serpente lembra-nos a sua Conceição Imaculada, portanto a queda original e o Salvador prometido.

No reverso vemos a cruz, símbolo da Redenção. Maria associada a essa obra divina, mediadora junto de Jesus; a cruz e os dois corações falam-nos de caridade, penitência, mortificação e amor; as doze estrelas lembram o zelo do apostolado e a recompensa que o espera. Não há inscrição deste lado, porque a cruz e os corações dizem bastante.

Quem não há de procurar trazer, amar, estudar esta Santa Medalha para receber dela todos os frutos de bênção e salvação que Maria Imaculada prometeu e deseja comunicar?

Endereço

Rua Dancing Days
Recife, PE
51180-340

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