O objetivo não é formar partidos políticos ou realizar campanhas eleitorais, é conscientizar os cristãos a utilizarem o voto de modo justo, e apoiarem o candidato(s) conforme a consciência de cada um. A Renovação Carismática também apóia e incentiva a participação na política daqueles que sentem chamados a este serviço. O Ministério O Ministério de Fé e Política surge da necessidade de os cristãos
abrirem os olhos e o coração para uma esfera mais ampla de caridade, onde o bem praticado já não tem destinatário definido. Neste particular, o Ministério de Fé e Política, apresenta-se como a vocação primeira do cristão comprometido com o bem comum, com o próximo e com a santidade. F**a, portanto, patente que a intenção da RCC não é trazer a política para dentro do movimento, mas antes levar a proposta de santidade para os cidadãos, para o meio público, administração pública e para as autoridades políticas. E assim, citando a carta apostólica do Sumo Pontífice Bento XVI, "... no seio da comunidade dos crentes não deve haver uma forma de pobreza tal que sejam negados a alguém os bens necessários para uma vida condigna.", o que plenamente pode ser alcançado através de uma política santa. "... Neste ponto, política e fé tocam-se." Carta Encíclica DEUS CARITAS EST, p.28). A falta de sensibilização e compromisso com a atividade política está mobilizando o Ministério de Fé e Política a traçar um plano de ação. A experiência com o divino concebe na pessoa sua filiação, bem como a vivência da fraternidade. A partir do momento em que ela começa a se preocupar com o meio social, flui nela a consciência de cidadania, ficando inicialmente inquieta com as injustiças à sua volta, gerando, desta forma, a vontade de participar como agente transformador do processo democrático para contribuir na busca de uma sociedade mais justa e solidária. Cabe ao Ministério de Fé e Política, na RCC, informar, motivar e estimular o aparecimento de “mobilizadores” que sejam agentes desta transformação social. Na sequencia, quase natural, surgiram os vocacionados a participar do pleito eleitoral como candidatos a um cargo eletivo. E neste particular, o Ministério estimula que se oportunize programas de formação e estudos da Doutrina Social da Igreja (D.S.I.) a assessorar estes vocacionados para a vida pública.