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Princípios de FidelidadeO trabalhador é digno do seu salário. 1 Timóteo 5:18A Palavra de Deus nos ensina a doar e também...
18/10/2024

Princípios de Fidelidade
O trabalhador é digno do seu salário. 1 Timóteo 5:18
A Palavra de Deus nos ensina a doar e também a forma correta de fazê-lo. Existe uma verdade revelada sobre como dizimar e ofertar. Aprendemos a respeito de como devemos proceder e qual atitude deve ser evitada
com relação ao uso dos recursos na prática da mordomia.
Não é somente o que fazemos, mas importa como fazemos. A forma de proceder demonstra nossa obediência aos claros princípios da Palavra de Deus. A Bíblia nos orienta sobre a maneira correta de praticar a fidelidade.
Uma pergunta recorrente a respeito do uso do dízimo é a seguinte: “Como o dízimo é um recurso sagrado, não poderia ser usado para obras sagradas, como caridade, construção e reforma de igrejas?”
Os princípios que norteiam a aplicação dos dízimos foram revelados a Moisés e desdobrados ao longo do Pentateuco. No livro de Números, lemos: “Aos filhos de Levi dei todos os dízimos em Israel por herança, pelo serviço que prestam, serviço da tenda do encontro” (Nm 18:21). Os levitas eram pagos por meio dos dízimos. Assim, podiam dedicar tempo integral ao trabalho religioso.
Paulo reafirma esse princípio: “Vocês não sabem que os que prestam serviços sagrados se alimentam do próprio templo e que os que servem ao altar participam do que é oferecido sobre o altar? Assim também o Senhor ordenou aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho” (1Co 9:13, 14).
Ellen G. White enfatiza esse preceito: “Uma mensagem muito clara e definida me foi dada para nosso povo. É-me ordenado dizer-lhes que estão cometendo um erro em aplicar os dízimos a várias finalidades, as quais, embora boas em si mesmas, não são aquilo em que o Senhor disse que o dízimo deve ser investido. Os que assim o empregam estão se afastando do plano de Deus. Ele os julgará por essas coisas” (Testemunhos Para a Igreja, v. 9, p. 194 [248]).
Isso não significa que não devemos ajudar os necessitados ou investir na construção e reforma de templos. Mas recebemos a orientação de que os dízimos não podem ser utilizados nessas áreas. Portanto, a base é clara e segura. Podemos discordar, mas nunca afirmar que não existe um “assim diz o Senhor” sobre o assunto. Que Deus nos ajude a viver os princípios de Sua palavra.

Inaugurando a GenerosidadeTodos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum. Atos 2:44A generosidade dos cristãos...
11/10/2024

Inaugurando a Generosidade

Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum. Atos 2:44

A generosidade dos cristãos do 1º século era uma das marcas distintivas deles. Eles não tinham riquezas, prédios ou reconhecimento público. Eram considerados uma seita (At 24:14). Apesar disso, cresceram e iluminaram o mundo com a verdade do Cristo ressuscitado.
Um dos relatos tocantes sobre a generosidade dos primeiros cristãos é a história de Pacômio. Ele nasceu em 292 d.C., em Tebas, no Egito, filho de pais pagãos. Contra a sua vontade, foi alistado no exército romano. Era costume dos romanos invadir as comunidades e obrigar todos os homens a servir no exército. Os generais sabiam que aqueles soldados não tinham nenhum apego ou compromisso com o império; por isso, eles permaneciam presos durante o período em que não estavam em combate.
Durante o tempo de prisão, a fome devastou a região onde Pacômio se encontrava. Muitos prisioneiros morriam de fome, mas ele e outros prisioneiros recebiam comida à noite pelas grades da prisão. Todos os dias, desconhecidos levavam alimento para eles. Pacômio descobriu que seus benfeitores eram seguidores de um galileu chamado Jesus Cristo. Ao ser liberto, procurou os cristãos e, com eles, aprendeu a amar Jesus e Sua verdade. Ele se tornou cristão e foi batizado em 314 d.C., convertendo-se em um influente líder do cristianismo. A generosidade o alcançou e, por meio dela, a salvação.
Temos a opção de viver uma vida de risco pela causa de Deus ou de conforto sem responsabilidades ou compromisso. Contudo, somente aqueles que decidem enfrentar uma vida de riscos e desafios são verdadeiros cristãos. Unicamente a atitude de compromisso é capaz de fazer alguém desenvolver uma fé genuína, perceber o agir de Deus e vivenciar milagres. É para essa vida que Deus nos convida.
Vamos fazer a diferença? Vamos nos envolver inteiramente? Você nunca vai olhar para trás e se arrepender de ter se comprometido na obra de salvar. Por outro lado, aqueles que viverem voltados para o eu perceberão que o egoísmo e a cobiça tornaram sua vida sem sentido. Pela graça de Deus, mostremos ao mundo que a generosidade e o altruísmo ainda são as marcas do cristão.

Ensinando com SabedoriaEnsina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele. Pro...
04/10/2024

Ensinando com Sabedoria
Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele. Provérbios 22:6
Um dos princípios básicos da mordomia cristã é depender de Deus a cada dia, para que Ele nos ajude a eliminar o egoísmo que domina o nosso coração.
O ensino e a prática da mordomia fazem parte de um processo educativo que abrange o ser humano por completo. É necessário dedicar uma vida inteira para isso, porque erradicar o egoísmo e formar o caráter à semelhança divina não é de um dia para o outro.
Desde cedo, as crianças e os adolescentes precisam ser auxiliados e instruídos a subjugar o egoísmo inerente a todo ser humano. O lar deve ser o principal centro de ação para ensinar às crianças os princípios da Palavra de Deus.
Ellen G. White afirma: “O Senhor determinou que a família seja a maior dentre todos os fatores educativos. É no lar que a educação da criança deve iniciar-se. Ali está a sua primeira escola. Ali, tendo seus pais como instrutores, terá a criança de aprender as lições que a devem guiar por toda a vida” (O Lar Adventista, p. 145 [182]).
No entanto, cada idade tem as suas demandas. Por isso devemos ensinar os princípios de fidelidade adaptados para cada faixa etária.
Entre 3 e 5 anos, as crianças compreendem conceitos simples. Ensine-as a identificar as moedas e seus valores. Explique com simplicidade o que significa poupar.
Entre 6 e 11 anos, uma mesada mensal ajuda a criança a desenvolver um orçamento simples para gerenciar recursos. Separar o dízimo, decidir o percentual de ofertas e os demais percentuais.
Entre 12 e 15 anos, aumente a mesada de seu filho, assim como as responsabilidades dele, com o objetivo de prepará-lo para a independência. Ajude-o a criar um orçamento mais detalhado. Permita o uso da liberdade nas decisões de compra.
A partir dos 16 anos, os filhos estão prontos para o treinamento financeiro completo. Abra seu orçamento para mostrar como você planeja e gerencia sua fidelidade sistemática, poupança, seus gastos e suas doações.
A melhor maneira de ensinar os filhos a lidar com o dinheiro é por meio do exemplo. O que você vive na prática tem grandes chances de se reproduzir em seus filhos. Que Deus o ajude a ensinar de forma sábia e verdadeira.

Dois Irmãos, Duas OfertasAbel, por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste. O SENHOR Se agradou ...
27/09/2024

Dois Irmãos, Duas Ofertas
Abel, por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste. O SENHOR Se agradou de Abel e de sua oferta. Gênesis 4:4

Os irmãos Caim e Abel foram provados, assim como Adão e Eva antes deles. Eles eram muito diferentes um do outro, tanto no caráter como na conduta. Suas ações dividiram a humanidade. Ambos representam as duas classes de pessoas existentes no mundo até o fim dos tempos. Alguns estarão com Deus, e outros, contra Deus.
Ambos aprenderam de seus pais a respeito do plano da salvação por meio de Cristo, representado pelo cordeiro imolado. Foi também ensinado a eles que o sistema de ofertas ordenado por Deus expressava sua fé no Salvador.
Abel desenvolveu um espírito de lealdade a Deus, percebia justiça e misericórdia no trato do Criador com a raça caída e aceitava agradecido a esperança da redenção. Infelizmente, Caim abrigava sentimentos de rebelião e murmurava contra Deus. Isso o transformou em rebelde e desobediente.
A diferença entre os dois ficou nítida quando levaram sua oferta ao Senhor. Caim renegou os direitos de Deus sobre ele. Rebelde, respondeu às ordens de Deus segundo sua própria escolha, em vez de seguir o plano estabelecido por Ele. Tentou se justificar por suas próprias obras. Pretendeu obter a salvação por seus merecimentos, recusando-se a admitir sua condição de pecador que necessitava de um Salvador.
O sacrifício de Abel foi aceito e consumido pelo fogo divino. Foi a maneira de Deus dizer: “Sim, Eu aceito você. Você está perdoado. Sua entrega a Cristo foi aceita.” Deus primeiro purifica o ofertante, habilitando-o, assim, a ser um canal de bênção. Depois vem a oferta, espontânea, voluntária e em amor. Por isso, a Bíblia afirma: “O Senhor Se agradou de Abel.” Deus primeiro Se agrada ao ver que o coração do adorador está livre do egoísmo e depois Se agrada da oferta que esse adorador entrega.
Você gostaria de fazer hoje sua entrega total a Cristo? Permitir que Cristo assuma o controle de sua vida e lhe dê o amor, a vontade e a disposição de ofertar sem precisar que ninguém o pressione, pois você espontaneamente entregará ao Senhor com alegria? Então o Senhor aceitará você e sua oferta, assim como fez com Abel.

27/09/2024
Completamente Teu, SenhorPorque quem sou eu, e quem é o meu povo para que pudéssemos dar voluntariamente estas coisas? P...
20/09/2024

Completamente Teu, Senhor
Porque quem sou eu, e quem é o meu povo para que pudéssemos dar voluntariamente estas coisas? Porque tudo vem de Ti, e nós
só damos o que vem das Tuas mãos. 1 Crônicas 29:14

Hoje vamos iniciar com esta citação de Ellen G. White: “É esta a linguagem de seu coração? ‘Sou completamente Teu, meu Salvador. Pagaste o resgate por minha vida, e tudo o que sou ou ainda espero ser é Teu. Ajuda-me a adquirir recursos não para gastá-los de forma imprudente nem para satisfazer à vaidade, mas para usá-los para a glória do Teu nome’” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 34 [46]).
Essa oração nos ajuda a compreender três pontos importantes:
1º Sou Teu, não meu. Pertenço a Ti, não a mim. O que tenho e terei é Teu, e não meu. O que sou e serei é Teu. Essa deve ser a tônica da nossa fidelidade. A compreensão de que tudo o que temos e somos pertence a Deus nos leva a uma entrega completa.
2º És meu Salvador e pagaste o resgate por minha vida. Essa é a principal motivação do servir. Não sirvo pelos aplausos ou pelo apoio recebido, mas como resposta à salvação que Deus me outorgou.
3º Ajuda-me a adquirir recursos para serem usados para a glória do Teu nome. Aqui se encontra o aspecto prático. Podemos passar a vida toda teorizando sobre os pontos 1 e 2, mas esse terceiro aspecto é a ação, o resultado da verdadeira compreensão de que tudo pertence a Deus e de que fomos comprados por um alto preço. Quando usamos de forma imprudente ou por vaidade aquilo que Deus coloca em nossas mãos, estamos agindo como proprietários, quando somos apenas administradores. Vivemos em uma sociedade consumista, uma sociedade que iguala a felicidade pessoal à compra de bens materiais. O estilo de vida da sociedade atual se resume a “trabalhar, gastar, trabalhar mais e gastar mais”. Agimos assim, movidos pelo desejo de obter coisas que atualmente não temos, a fim de nos sentirmos realizados, satisfeitos e mais significativos.
É libertadora e desafiante a percepção de que tudo pertence a Deus. Devo entregar tudo aos cuidados Dele. Já que tudo é Dele, devo confiar que Ele guiará cada aspecto da minha vida. Hoje é o dia de reafirmar: “Senhor, entrego a Ti o meu ser e as minhas posses, para honra e glória do Teu nome.”

Neste domingo, teremos uma programação especial com os clubes de desbravadores e aventureiros. Todos estão convidados a ...
19/09/2024

Neste domingo, teremos uma programação especial com os clubes de desbravadores e aventureiros. Todos estão convidados a participar!

Completamente RestauradosPois aqueles que Deus de antemão conheceu Ele também predestinou para serem conformes à imagem ...
13/09/2024

Completamente Restaurados

Pois aqueles que Deus de antemão conheceu Ele também predestinou para serem conformes à imagem de Seu Filho. Romanos 8:29

O ser humano foi formado à semelhança de Deus. Sua natureza estava em harmonia com a vontade do Criador. A mente era capaz de compreender as coisas divinas. As afeições eram puras, e os apetites e as paixões estavam sob o domínio da razão. Porém, com o pecado, a semelhança divina quase se apagou.
Conta-se que, certa vez, o faxineiro de um museu de arte encontrou em um quarto de despejo um velho quadro, todo estragado, com a pintura suja e irreconhecível. O faxineiro estava levando o quadro para o lixo quando o diretor do museu quis examinar a obra. Realmente o quadro parecia não valer nada. Mesmo assim, o diretor o entregou a um restaurador de pinturas antigas para reformá-lo. O restaurador trabalhou com todo o cuidado até deixá-lo perfeito. Muitos que tinham visto o quadro antes indagavam se era o mesmo. O segredo da perfeição foi descoberto: a assinatura indicava que o restaurador era filho do artista.
O pecado desfigurou o caráter do ser humano, a obra-prima da criação divina. Jesus, o Filho do Supremo Artista, veio restaurar na humanidade a imagem de seu Criador. A prática da fidelidade, conforme ensinada nas Escrituras, têm como objetivo desenvolver o nosso caráter. Não se trata meramente de quanto devolvemos de dízimos e ofertas ou de hábitos alimentares, por exemplo, mas sim do que ocorre em nosso caráter.
Ellen G. White escreveu: “Os que fazem uso egoísta de sua riqueza neste mundo revelam atributos de caráter que mostram o que fariam se tivessem maiores vantagens e possuíssem os tesouros imperecíveis do reino de Deus. Os princípios egoístas exercidos na Terra não são os princípios que prevalecerão no Céu” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 93 [133]).
A fidelidade nos ajuda a vencer o egoísmo, que é abominável aos olhos de Deus. Ele afasta do ser humano o amor por seu semelhante, a benevolência e a compaixão. “Beneficência constante e abnegada é o remédio que Deus propõe para os pecados crônicos do egoísmo e da avareza” (Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p. 457 [548]).
O processo de restauração divina dura toda a vida, portanto, devemos permitir que ele inicie agora. Oremos a Deus para que Ele dirija as nossas decisões e ações. Somente assim seremos transformados à imagem de Seu Filho.

Celebrando o Cuidado de DeusE hoje o SENHOR declarou que vocês serão o Seu povo próprio, como Ele prometeu. Deuteronômio...
06/09/2024

Celebrando o Cuidado de Deus

E hoje o SENHOR declarou que vocês serão o Seu povo próprio, como Ele prometeu. Deuteronômio 26:18

Quando Deus resgatou Seu povo do Egito, prometeu que lhe daria uma terra próspera e segura. Ele sabia que as bênçãos da prosperidade acarretam o perigo do esquecimento e afastamento do Senhor das bênçãos. Por isso, de várias maneiras, Deus criou meios para que o povo não se esquecesse de onde vinham as bênçãos. Esse foi um dos motivos para a instituição da Festa das Primícias, na qual o povo era exortado a levar perante Deus os primeiros frutos da colheita e dedicá-los ao Senhor.
As orientações para essa festa estão registradas em Deuteronômio 26. Esse capítulo enumera quatro instruções.
1º “Você deve pegar as primícias de todos os frutos que colheu na terra que o SENHOR, seu Deus, lhe deu” (v. 2). Deus espera que Ele seja o primeiro em todos os aspectos da nossa vida. Por isso, quando separamos os dízimos e as ofertas antes de qualquer coisa, demonstramos qual é a prioridade em nossa vida.
2º “Ir ao lugar que o SENHOR, seu Deus, escolher para ali fazer habitar o Seu nome” (v. 2). As primícias devem ser levadas para onde Deus orienta. Se Deus é prioridade, as orientações Dele devem ser a regra. Não podemos usar os dízimos e as ofertas como achamos que devem ser usados. Precisamos seguir o que Deus orientou em Sua Palavra.
3º “Então você testificará diante do SENHOR, seu Deus, dizendo: ‘Meu pai foi um arameu prestes a perecer’” (v. 5). As primícias devem nos levar ao exercício de olhar para trás e ver as bênçãos recebidas. Fidelidade é olhar para trás e perceber Deus em cada bênção. Não somos fiéis para receber, somos fiéis por já termos recebido a bênção.
4º “Trago as primícias dos frutos da terra que Tu, ó SENHOR, me deste” (v. 10). As primícias devem nos levar a perceber que tudo o que estamos devolvendo a Deus já Lhe pertence. Estamos apenas cuidando para Ele, de modo que a devolução de uma parte é um exercício mental e espiritual para não esquecermos quem realmente é o dono.
As orientações dadas aos israelitas sobre a Festa das Primícias são uma lembrança de que Deus nos deu tudo o que possuímos. Recordamos também que a fidelidade nos torna mais próximos de Deus e parecidos com Ele.

Endereço

Igreja Adventista Do Sétimo Dia/Central, R. Mantiqueira, 920-1032/Centro Cívico
Realeza, PR
85770-000

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