O EXORCISMO não pode acabar

O EXORCISMO não pode acabar Uma página para tratar, explicar, discutir e esclarecer a prática do exorcismo.

É uma página para relembrar a leigos e membros da igreja que essa prática por mais que se tenha esquecido ainda existe, não deverá acabar e sim alertar, praticar e vigiar as ações maléf**as.

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18/09/2021

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08/07/2020

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29/03/2016

(FORTEA, Pe. José Antônio. Summa Daemoniaca)

29. Qual a diferença entre natural, preternatural e sobrenatural?

Natural ━ é a atuação segundo a Natureza. Subentende-se de que tratamos aqui da Natureza do Universo material.
Preternatural ━ é a atuação que excede as leis da Natureza do Universo material. Aquilo que é fruto da atuação de uma natureza angélica ou demoníaca é preternatural. Essa palavra vem da expressão em latim præter naturam, mais além da Natureza.
Sobrenatural ━ é a atuação que supera a de qualquer natureza jamais criada. Esta forma de atuação é exclusiva de Deus.
***
A natureza material pode realizar coisas surpreendentes, mas sempre segundo as leis do Universo material [apenas]. Os demônios podem fazer levitar um objeto no ar, mudar a forma de algo instantaneamente, etc. Eles podem fazer coisas que excedem as possibilidades do Universo material, mas nunca além das potências de natureza angélica, pois não são onipotentes. Eles não podem tudo nem sequer no mundo material. Deus, no entanto, pode criar um ser vivo do nada, o que o demônio não pode.
Essas diferenças valem também no que se refere às atuações em nossas almas. Por exemplo, uma bela paisagem pode me fazer recordar da beleza de Deus, o que é algo natural. Enquanto um anjo ou demônio pode me enviar inspirações diretamente à minha mente, Deus vai mais além, concedendo-me graças espirituais (de arrependimento, de ação de graças, etc.) ao mais íntimo de meu espírito, propiciando mudanças radicais no mesmo instante. Toda a atuação da Graça é sobrenatural, a qual vem diretamente de Deus.

Tradução de: Ebrael Shaddai. 2013

29/03/2016

Médicos afirmam que, na infância, quando um menino quer se tornar menina há um “problema psicológico objetivo”

29/03/2016

Saiba a diferença entre Possessão, Vexação, Infestação e Obsessão Diabólica, explicadas por um Exorcista. Acesse e Compartilhe!

22/03/2016

(FORTEA, Pe. José Antônio. Summa Daemoniaca)

28. Como é o processo que leva à Morte eterna?

“Cada um é tentado por sua própria paixão,
vendo-se a si mesmo arrastado e seduzido.
Depois, a paixão, quando concebe, dá à luz ao pecado.
E o pecado, quando chega ao seu final, traz a Morte.”
(Tg 1, 14.15)

O apóstolo São Tiago, em dois versículos, com uma incrível profundidade de princípios, descreve o processo que leva à Morte da alma. O pecado não é algo que nasce por si mesmo, por acaso, nem que de repente cai diante de nós sem que tenhamos alguma culpa, e sim mediante um processo tal qual o descreveu o Apóstolo [São Tiago].
A tradução, a partir do grego, desses dois versículos deve ser bastante cuidadosa para que não se perca os matizes que há nos verbos.
O processo descrito é como segue:

Paixões

O pecado é concebido e se desenvolve

O pecado “nasce”

O pecado mesmo começa a conceber

“Nasce” a Morte

A imagem de uma mulher que, durante meses, carrega em seu ventre a um bebê é perfeitamente aplicável [guardadas as devidas proporções simbólicas] a uma pessoa que gesta em seu interior a iniquidade. Certamente, o pecado se manifesta em um determinado momento, um momento concreto, um segundo antes do qual não há qualquer pecado. Porém, um segundo depois, já há o pecado manifesto. Mas, esse pecado vem à luz somente em tal momento porque antes ele era gestado no interior de seu “hospedeiro”. E, assim como é no mundo animal, quanto mais longo o tempo de gestação de uma criatura, maior ela será em “tamanho”. No mundo espiritual, quanto mais vil o pecado, maior o tempo necessário de gestação interior para que se manifeste com sua força total.
Daí, temos podemos responder quando nos perguntam como uma certa pessoa possa ter cometido tal ou qual barbaridade. Nenhuma barbárie moral ocorre sem um processo [prévio], o qual se dá longe dos olhos dos demais, mas que se desenvolve livremente no interior da pessoa.
O Apóstolo São Tiago usa a expressão “dar à luz” porque, realmente, o pecado, antes de ser “gestado”, precisa ter sido “concebido”. A sedução e a Vontade atuam tais quais um espermatozóide e um óvulo.
A paixão tenta abrir caminho e penetrar na Vontade. Mas, se esta não a recebe, a sedução torna-se “estéril”, nada produzindo. Enquanto a Vontade se feche em si mesma, nem milhares ou milhões de “espermatozóides” [de sedução] conseguirão penetrar no seio [âmago] da Vontade.
Mas, se a Vontade recebe a sedução, o pecado é, então, concebido. Ainda assim, o pecado pode ser eliminado. Entretanto, se o pecado não é eliminado, ele começa a reproduzir-se [tal qual um vírus]. O pecado leva a outros pecados, se reproduz, aumenta em quantidade, transmuta-se em piores faltas.
Se o primeiro pecado esconde sua origem por um processo prévio, também o pecado que [vem à luz e] deixa-se viver começa um novo processo [de concepção e gestação], processo que leva à Morte da alma. E a Morte da alma leva à Morte eterna.
A alma invadida pelo pecado é como uma alma morta, pois não porta vida sobrenatural dentro de si. E, se a alma morta decide permanecer até o final neste estado de corrupção [putrefação], isso leva à Morte eterna, à condenação.
Conhecer como se dá esse processa nos leva a dar mais valor à ação sobrenatural da Graça Divina que, em qualquer momento deste processo [enquanto não tenha se dado à luz a Morte eterna], pode vivif**ar a alma. O perdão de Deus não é apenas perdão, mas vivif**ação [isto é, ação de tornar algo vivo ou revivê-lo]. E isso vale para o pecado e para as paixões, só que ao contrário da Graça e das virtudes. A Vida em Cristo é um processo, uma vida que se desenvolve.

Tradução de: Ebrael Shaddai. 2013

19/02/2016

Referência constante em seus discursos, o diabo é um inimigo contra o qual o Papa Francisco insiste em convocar os cristãos a lutar. Na homilia de sua primeira Missa como Pontífice, ele disse que,...

29/01/2016

(FORTEA, Pe. José Antônio. Summa Daemoniaca)

27. O que é a morte eterna?

Um espírito (assim como uma alma) é indestrutível. Não está sujeito a fatalidades físicas, como as de atrito ou desgaste, nem pode ser dividido. O espírito não pode morrer. Cometa os pecados que cometer, seguirá existindo. Por mais que queira morrer, a Vida não escapará dele. No entanto, o que queremos signif**ar com as expressões “pecado mortal”, “morte eterna” e similares, é que a vida sobrenatural de um espírito ou alma é o que realmente pode morrer.
O pecado mortal acaba com a vida sobrenatural. O espírito segue existindo, porém numa vida natural. A Vontade e a Inteligência, com todas as suas potencialidades, continuam operando, porém já sem a Vida da Graça. O espírito [sem vida sobrenatural] está para a Graça como se fosse um cadáver. Tal palavra pode soar algo exagerada, mas é mesmo precisa. O espírito que peca mortalmente é como um cadáver inanimado, não mais vivif**ado pela graça santif**ante. Desde então vive apenas para a natureza e por sua natureza. Tal espírito, então, segue privado da supernatureza.
E desde o momento em que a Graça tenha deixado de vivif**ar um espírito, ocorre o mesmo que com um corpo físico não mais animado por uma alma, começando a corrupção [putrefação, decomposição]. Assim como um corpo [físico] começa a se deteriorar, assim um espírito começa a corromper-se à medida que sua Vontade vá cedendo [ou melhor, renegando à Razão].
São muitos os homens que vivem apenas para a natureza de seu ser, negligenciando completamente sua supernatureza que Deus lhes concederia com prazer. O nível de corrupção varia conforme a pessoa. Mas, se pudéssemos “cutucar” os espíritos de alguns, veríamos que são como cadáveres que exalam mau cheiro exatamente como o de um cadáver decomposto já há muito tempo.

Tradução de: Ebrael Shaddai. 2013

Endereço

Quatá, SP
19780-000

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