Paróquia São Gaspar Bertoni

Paróquia São Gaspar Bertoni Criada no dia 08/01/2024
Pároco: Pe. Claudenil Moraes

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26/05/2026

PARABÉNS, . DEUS VOS ABENÇOE!

EVANGELHO DO DIA COMENTADOEvangelho de 26 de maio 2026Dom Mário Spaki, bispo de Paranavaí, comenta o"Quem tiver deixado ...
26/05/2026

EVANGELHO DO DIA COMENTADO
Evangelho de 26 de maio 2026

Dom Mário Spaki, bispo de Paranavaí, comenta o

"Quem tiver deixado casa, irmãos, mãe, pai, filhos, campos, por causa de mim e do Evangelho, receberá cem vezes mais, durante essa vida e, no futuro a vida eterna, disse Jesus.

Como viver esse Evangelho no dia de hoje?

Deixar tudo por Deus não é pouca coisa. Mas quando Ele, de fato, ocupa o primeiro lugar no momento presente da vida, algo se transforma por dentro e esse movimento interior transborda para fora: o modo de falar, de olhar, de conversar adquire uma qualidade incomum! Disso decorre também uma reordenação natural das prioridades: o que antes ocupava o centro do nosso coração, perde importância real diante do Absoluto. Por isso é tão saudável rezar assim: És Tu, Senhor, o meu único bem."
(FONTE: Vatican News / Dom Mário Spaki, bispo de Paranavaí / https://www.youtube.com/watch?v=5_HKaAuygpQ

Quem tiver deixado casa, irmãos, mãe, pai, filhos, campos, por causa de mim e do Evangelho, receberá cem vezes mais, durante essa vida e, no futuro a vida et...

Papa leão XIV | Encíclica | Magnifica Humanitas:A ENCÍCLICA DE LEÃO XIV: A IA DEVE SERVIR A HUMANIDADE, NÃO AO PODER DE ...
26/05/2026

Papa leão XIV | Encíclica | Magnifica Humanitas:
A ENCÍCLICA DE LEÃO XIV: A IA DEVE SERVIR A HUMANIDADE, NÃO AO PODER DE POUCOS

"No 135º aniversário da “Rerum novarum”, o Pontífice reflete, em sua primeira encíclica, “Magnifica humanitas”, sobre a Doutrina Social da Igreja na era da inteligência artificial. O apelo para preservar “uma magnífica humanidade habitada por Deus”, promovendo a verdade, a dignidade do trabalho, a justiça social e a paz. Na era digital, é preciso desarmar a IA e superar a teoria da “guerra justa”, relançando o diálogo e o multilateralismo

Isabella Piro – Vatican News

“A magnífica humanidade criada por Deus encontra-se hoje diante de uma escolha decisiva: erguer uma nova torre de Babel ou construir a cidade onde Deus e a humanidade habitam juntos”. O incipit da primeira encíclica de Leão XIV – Magnifica humanitas, “sobre a salvaguarda da pessoa humana na era da inteligência artificial” – resume suas razões fundamentais e seu objetivo. Publicada hoje, segunda-feira, 25 de maio, foi assinada pelo Pontífice no último dia 15 de maio, no 135º aniversário da promulgação da Rerum novarum de Leão XIII. E de seu predecessor, o Papa Prevost recolheu a herança, escrevendo uma encíclica social que aborda um dos principais desafios da época contemporânea: a inteligência artificial. Dividida em cinco capítulos, Magnifica humanitas parte de um pressuposto: a tecnologia não é uma “força antagônica em relação à pessoa” (4), nem “um mal em si mesma” (9). No entanto, ela “não é neutra, pois assume o rosto daqueles que a concebem, a financiam, a regulam e a utilizam”. Daí, o apelo do Pontífice para “construir o bem” e “permanecer humanos”, seguindo a lógica da corresponsabilidade corajosa e da comunhão.

A Doutrina Social da Igreja

O primeiro capítulo – Um pensamento dinâmico fiel ao Evangelho – repercorre a Doutrina Social da Igreja (DSI) no magistério recente e no Concílio Vaticano II, destacando “o seu caráter dinâmico” (17). Longe de ser “um manual de princípios e normas a serem aplicados”, a DSI é antes uma “teologia da comunhão na história” (27) que orienta a leitura dos acontecimentos à luz do Evangelho. No segundo capítulo, Leão XIV enumera os Fundamentos e princípios da Doutrina Social da Igreja: entre os primeiros, inclui a dignidade da pessoa, criada à imagem e semelhança de Deus; a inviolabilidade dos direitos humanos, entre os quais o direito à vida “desde a concepção até ao seu fim natural”; o reconhecimento dos direitos das minorias, com especial atenção às mulheres, para que sejam verdadeiramente ouvidas e valorizadas (57).

LEIA AQUI O TEXTO INTEGRALE DA ENCÍCLICA DE LEÃO XIV "MAGNIFICA HUMANITAS" https://www.vatican.va/content/leo-xiv/pt/encyclicals/documents/20260515-magnifica-humanitas.html

É inaceitável subjugar uma nação

Quanto aos princípios da DSC, Leão XIV aponta cinco: o primeiro é o bem comum, “forma social da dignidade reconhecida a cada um” (59). Em um ponto, o Papa é particularmente firme: “A promoção do bem comum nunca pode ser separada do respeito ao direito dos povos de existir, de preservar sua identidade e de contribuir com sua originalidade para a família das nações”. Consequentemente, “qualquer tentativa ou projeto de eliminar ou subjugar uma nação é gravemente imoral e, portanto, inaceitável” (64).

Quanto aos princípios da DSC, Leão XIV aponta cinco: o primeiro é o bem comum, “forma social da dignidade reconhecida a cada um” (59). Em um ponto, o Papa é particularmente firme: “A promoção do bem comum nunca pode ser separada do respeito ao direito dos povos de existir, de preservar sua identidade e de contribuir com sua originalidade para a família das nações”. Consequentemente, “qualquer tentativa ou projeto de eliminar ou subjugar uma nação é gravemente imoral e, portanto, inaceitável” (64).

A tecnologia não deve estar nas mãos de poucos

O segundo princípio diz respeito à destinação universal dos bens: aí e em outros pontos da encíclica, Leão XIV insiste na necessidade de que as tecnologias não se concentrem nas mãos de poucos, alimentando a disparidade entre os incluídos e os excluídos da revolução digital (67). Daí decorrem o terceiro e o quarto princípios, a saber, a subsidiariedade (68) – que exige a superação do paternalismo e do assistencialismo em favor da corresponsabilidade – e a solidariedade (73), “princípio e virtude” que se opõe à indiferença.

A justiça social

O quinto princípio da DSC é a justiça social: na era digital, ela deve garantir a todos um acesso equitativo às oportunidades, proteger os mais vulneráveis, combater o ódio e a desinformação e submeter o uso das tecnologias ao controle público. Leão XIV aponta os migrantes como um “teste decisivo” nesse campo: a maneira como a sociedade os trata demonstra “se a ideia de justiça é guiada pelo medo ou pela fraternidade”. Daí, o apelo tanto para salvaguardar “o direito à esperança” daqueles que são forçados a partir, garantindo-lhes vias seguras e legais, acolhimento digno e integração; quanto para promover “o direito de permanecer” de cada um em sua terra, em paz e segurança, enfrentando “as causas profundas” das migrações (81). O Pontífice entende que os cinco princípios acima mencionados se dirigem também à Igreja, chamada a “um exame de consciência”, a ouvir as “vítimas de abusos espirituais, econômicos, institucionais, se***is, de poder e de consciência”, pois isso “é parte integrante de um caminho de justiça, que compreende o reconhecimento do dano, a reparação justa e a prevenção” (89).

Um código ético para a IA

O terceiro capítulo – Técnica e domínio. A grandeza da pessoa humana diante das promessas da IA – ressalta que é preciso abordar a IA com cautela, mantendo clareza sobre as responsabilidades em todas as suas etapas (accountability) e apostando em políticas e marcos jurídicos adequados, vigilância independente e educação dos usuários. Acima de tudo, é necessário um código ético submetido a critérios de justiça social compartilhada, pois “não serve uma IA mais moral se essa moral for decidida por poucos” (107). Sem deixar de lado o impacto ambiental das novas tecnologias, que exigem grandes quantidades de energia e água, afetando a Criação (101).

Desarmar a IA

É preciso “desarmar a IA” – prossegue Leão XIV – para subtraí-la à lógica da competição militar, econômica e cognitiva; para romper a equivalência entre poder técnico e direito de governar; para subtraí-la aos monopólios e impedir que domine o humano. Amplo espaço é dedicado à crítica do transumanismo e do pós-humanismo, que interpretam o progresso como a superação dos limites do humano. Em vez disso, o limite não é um defeito a ser eliminado, mas uma dimensão constitutiva da pessoa, pois é na fragilidade e na finitude que amadurecem a relação e a abertura a Deus e ao outro. Fazer a tecnologia crescer eliminando os limites do humano significa, portanto, fazer o coração regredir. Magnífica e, ainda assim, ferida, a humanidade “não deve ser substituída nem superada”. A tecnologia pode aliviar seus sofrimentos e abrir-lhe novas possibilidades, mas não deve negá-la naquilo que lhe é próprio: “a capacidade de relação e de amor” (126). Diante da IA, a verdadeira alternativa não está entre o entusiasmo e o medo, mas entre duas formas de construir o progresso: a serviço da pessoa e dos povos ou das lógicas do poder (129).

Uma ecologia da comunicação

No quarto capítulo – Preservar o humano na transformação. Verdade, trabalho, liberdade –, a encíclica defende uma “ecologia da comunicação” baseada na verdade. O Papa pede transparência nos critérios de seleção de conteúdos, proteção dos dados pessoais, um jornalismo sério fundamentado na argumentação e na verificação, uma nova consciência no uso “correto e crítico” da IA e a integração dos conhecimentos. Uma comunicação transparente e leal é exigida também da Igreja, sobretudo nos casos de injustiças e abusos. É fundamental também o apelo a uma aliança educativa renovada, para que nos jovens não se apague “o desejo de fazer perguntas” por causa de máquinas perfeitas que fazem parecer inútil o pensamento humano (140). Leão XIV pede ainda que se aposte na escola como lugar onde se aprende a “buscar e amar a verdade” (147).

A dignidade do trabalho

Na “quarta revolução industrial” representada pela transição digital, o Pontífice ressalta então a importância de proteger a dignidade do trabalho, projetando sistemas centrados na pessoa e não apenas no desempenho. A tecnologia pode certamente aliviar o homem de tarefas pesadas ou repetitivas, mas não deve levar ao desemprego em nome da redução de custos e do aumento do lucro. Nesse sentido, espera-se também uma renovação das organizações sindicais.

Paz e desenvolvimento

O Pontífice destaca, em seguida, a necessidade de superar o PIB como parâmetro do grau de desenvolvimento de um país, apostando, em vez disso, na dignidade do trabalho, na prosperidade compartilhada, na redução das desigualdades e na preservação do meio ambiente. A finança pela finança é, de fato, diferente da finança para o desenvolvimento (159-160). E, seguindo os passos de São Paulo VI, destaca-se a interdependência entre paz e desenvolvimento, almejando uma cooperação internacional capaz de definir estratégias comuns, sobretudo em favor dos países e dos grupos mais vulneráveis, pois a prosperidade contribui para a paz “somente se for difundida, inclusiva e sustentável” (163). É forte, ainda, a referência à família, fundada na união estável entre um homem e uma mulher: ela é “bem social primário”, “célula fundamental e insubstituível de toda organização comunitária” (165), que deve ser apoiada também por meio de políticas do trabalho em favor da estabilidade e de ritmos humanos, para assim proteger a capacidade social de “construir o futuro”.

A “arquitetura da visibilidade”

Por fim, a questão da liberdade humana: numa época em que as plataformas digitais são projetadas para capturar o tempo dos usuários e explorar suas fragilidades, é preciso fortalecer a liberdade interior de cada um, enfrentando também o risco do controle social decorrente da coleta massiva de dados e do uso de sistemas algorítmicos. Perfilar, prever e orientar comportamentos, de fato, é “um novo poder” (171) que corre o risco de discriminar os mais fracos. O Papa deplora, em particular, a “arquitetura da visibilidade” que amplifica apenas o que é visível, moldando as opiniões.

Novas formas de escravidão e novo colonialismo

A IA também gera novas formas de escravidão, como a dos “corpos marcados, mutilados, consumidos” (173) daqueles que trabalham na extração das “terras raras” necessárias à tecnologia. Portanto, a luta contra as novas formas de escravidão é outro “teste decisivo para o discernimento ético” da transformação digital. Leão XIV ressalta que “a Igreja renova sua firme condenação contra toda forma de escravidão, tráfico e mercantilização de pessoas”. Ao mesmo tempo, o Papa pede “sinceramente perdão” pelo atraso com que a Igreja, no passado, condenou “o flagelo da escravidão” (174-176). A encíclica também faz referência às “novas terras raras do poder”, ou seja, as informações vitais – por exemplo, sobre saúde e demografia – utilizadas para orientar estratégias econômicas: trata-se de uma face inédita do colonialismo que transforma vidas pessoais em informações exploráveis, tornando o ambiente digital um “espaço de predação” (178-179).

Superar a teoria da “guerra justa”

No quinto capítulo — A cultura do poder e a civilização do amor —, Leão XIV volta seu olhar para a guerra: “A revolução digital está modificando a gramática dos conflitos” e, sem uma abordagem ética, as decisões sobre a vida e a morte das pessoas serão cada vez mais impessoais, com o recurso à força considerado uma “opção imediata e viável” (182-183). Na base de tudo está uma “cultura do poder” que normaliza a guerra e a reabilita como “instrumento de política internacional”, favorecendo o rearmamento. Sobre a opinião pública pesam hoje também as narrativas midiáticas polarizadoras, bem como “uma preocupante perda de memória histórica” que priva de uma visão de longo prazo (191). Consequentemente, hoje a paz não é mais entendida como uma tarefa a ser assumida, mas como um intervalo entre os conflitos. Por isso, Leão XIV reitera que – sem prejuízo do direito à legítima defesa no sentido mais estrito – é preciso superar a teoria da “guerra justa”, promovendo, em vez disso, o diálogo, a diplomacia e o perdão (192).

Nenhum algoritmo torna a guerra moralmente aceitável

O Papa Prevost não deixa de deplorar o crescimento da indústria bélica, a corrida aos armamentos nucleares e o surgimento de novos atores armados – entre os quais os jihadistas – que visam perpetuar os conflitos como fonte de poder e de renda. É clara, ainda, a advertência contra o uso de armas ligadas à IA, pois “não existe algoritmo que possa tornar a guerra moralmente aceitável”. São necessárias restrições éticas rigorosas, compartilhadas internacionalmente, baseadas na responsabilidade pessoal e na proteção dos civis, pois “toda tecnologia que facilita atacar sem ver o rosto do outro abaixa o limiar moral do conflito” (199).

A crise do multilateralismo

A cultura do poder decorre também da crise do multilateralismo e do surgimento de um “multipolarismo desordenado e conflituoso” (201). A força do direito é substituída pelo direito do mais forte; as lógicas do poder prevalecem sobre a construção da paz e as instituições criadas para zelar pelo destino comum dos povos estão agora enfraquecidas. A esse respeito, o Papa deseja para a ONU “reformas profundas” que superem a atual crise de valores em favor do bem comum (226).

A civilização do amor

O cristão é chamado a responder à cultura do poder construindo “a civilização do amor” e escolhendo entre alimentar a lógica da força ou zelar pela paz. O Papa aponta cinco “caminhos de responsabilidade”: desarmar as palavras dizendo a verdade; construir a paz na justiça; assumir o olhar das vítimas tomando posição, pois há conflitos em que “não é justo permanecer neutro”; cultivar “um saudável realismo” que busque caminhos de paz viáveis com os fatos, não apenas com palavras. Por fim, relançar o diálogo, passando de uma cultura do poder para uma cultura da negociação. É decisivo também “o diálogo entre as religiões”, portador de uma mensagem de paz: “Quem usa o nome de Deus para legitimar o terrorismo, a violência ou a guerra trai o seu rosto” é a advertência de Leão XIV (223).

A magnífica humanidade

Ao concluir a carta, o Pontífice convida os fiéis a viver as novas tecnologias à luz do Evangelho, seguindo “um itinerário de vida cristã sóbrio e exigente”. Para que, mesmo na era da IA, todos possam testemunhar “a beleza de uma magnífica humanidade habitada por Deus”.

(FONTE: Vatican News / Isabella Piro)

LITURGIA DIÁRIA DAS HORASDIA 26/05/26 – TERÇA-FEIRA São Filipe Néri, presbítero(IV Semana do Saltério)LAUDES (Manhã)1. H...
26/05/2026

LITURGIA DIÁRIA DAS HORAS
DIA 26/05/26 – TERÇA-FEIRA
São Filipe Néri, presbítero

(IV Semana do Saltério)

LAUDES (Manhã)
1. Hino
Hoje cantemos o triunfo / do guia sábio e bom pastor; / que já reina entre os eleitos / a testemunha do Senhor.

Foi guia e mestre mui brilhante, / da vida santa deu lição; / buscou a Deus ser agradável, / mantendo puro o coração.

Oremos para que, bondoso, / peça perdão para os faltosos, / e sua prece nos conduza / do céu aos cumes luminosos.

Poder, louvor, honra e glória / ao Deus eterno e verdadeiro, / que, em suas leis, rege e sustenta, / governa e guia o mundo inteiro.

2. Salmo 100(101) – Propósitos de um rei justo
Ant. 1. Cantarei os meus hinos a vós, ó Senhor; desejo trilhar o caminho do bem.

– Eu quero cantar o amor e a justiça, * / cantar os meus hinos a vós, ó Senhor! / – Desejo trilhar o caminho do bem, * / mas quando vireis até mim, ó Senhor?

– Viverei na pureza do meu coração, * / no meio de toda a minha família. / – Diante dos olhos eu nunca terei * / qualquer coisa má, injustiça ou pecado.

– Detesto o crime de quem vos renega; * / que não me atraia de modo nenhum! / – Bem longe de mim, corações depravados, * / nem nome eu conheço de quem é malvado.

– Farei que se cale diante de mim * / quem é falso e às ocultas difama seu próximo; / – o coração orgulhoso, o olhar arrogante * / não vou suportar e não quero nem ver.

– Aos fiéis desta terra eu volto meus olhos; * / que eles estejam bem perto de mim! / – Aquele que vive fazendo o bem * / será meu ministro, será meu amigo.

– Na minha morada não pode habitar * / o homem perverso e aquele que engana; / – aquele que mente e que faz injustiça * / perante meus olhos não pode ficar.

– Em cada manhã haverei de acabar * / com todos os ímpios que vivem na terra; / – farei suprimir da cidade de Deus * / a todos aqueles que fazem o mal.

Glória. Ant. 1. Cantarei os meus hinos a vós, ó Senhor; desejo trilhar o caminho do bem.

3. Cântico Dn 3,26.27.29.34-41 – Oração de Azarias na fornalha
Ant. 2. Senhor Deus, não nos tireis vosso favor!

– Sede bendito, Senhor Deus de nossos pais. * / Louvor e glória ao vosso nome para sempre! / – Porque em tudo o que fizestes vós sois justo, * / reto no agir, e no julgar sois verdadeiro.

– Sim, pecamos afastando-nos de vós, * / agimos mal em tudo aquilo que fizemos. / – Não nos deixeis eternamente, vos pedimos, * / por vosso nome: não rompais vossa Aliança!

= Senhor Deus, não nos tireis vosso favor, † / por Abraão, o vosso amigo, por Isaac, * / o vosso servo, e por Jacó, o vosso santo!

= Pois a eles prometestes descendência † / numerosa como os astros que há nos céus, * / incontável como a areia que há nas praias.

= Eis, Senhor, mais reduzidos nós estamos † / do que todas as nações que nos rodeiam; * / por nossos crimes nos humilham em toda a terra! / – Já não temos mais nem chefe nem profeta; * / não há mais nem oblação nem holocaustos,

– não há lugar de oferecer-vos as primícias, * / que nos façam alcançar misericórdia! / = Mas aceitai o nosso espírito abatido, † / e recebei o nosso ânimo contrito * / como holocaustos de cordeiros e de touros.

= Assim, hoje, nossa oferta vos agrade, † / pois não serão, de modo algum, envergonhados * / os que põem a esperança em vós, Senhor! / – De coração vos seguiremos desde agora, * / com respeito procurando a vossa face!

Glória. Ant. 2. Senhor Deus, não nos tireis vosso favor!

4. Salmo 143(144), 1-10 – Oração pela vitória e pela paz
Ant. 3. Um canto novo, meu Deus, vou cantar-vos.

= Bendito seja o Senhor, meu rochedo, † / que adestrou minhas mãos para a luta, * / e os meus dedos treinou para a guerra!

– Ele é meu amor, meu refúgio, * / libertador, fortaleza e abrigo. / – É meu escudo: é nele que espero, * / ele submete as nações a meus pés.

= Que é o homem, Senhor, para vós? † / Por que dele cuidais tanto assim, * / e no filho do homem pensais? / – Como o sopro de vento é o homem, * / os seus dias são sombra que passa.

– Inclinai vossos céus e descei, * / tocai os montes, que eles fumeguem. / – Fulminai o inimigo com raios, * / lançai flechas, Senhor, dispersai-o!

= Lá do alto estendei vossa mão, † / retirai-me do abismo das águas, * / e salvai-me da mão dos estranhos; / – sua boca só tem falsidade, * / sua mão jura falso e engana.

– Um canto novo, meu Deus, vou cantar-vos, * / nas dez cordas da harpa louvar-vos, / – a vós que dais a vitória aos reis * / e salvais vosso servo Davi.

Glória. Ant. 3. Um canto novo, meu Deus, vou cantar-vos.

5. Leitura breve Hb 13,7-9a
Lembrai-vos de vossos dirigentes, que vos pregaram a palavra de Deus, e, considerando o fim de sua vida, imitai-lhes a fé. Jesus Cristo é o mesmo, ontem e hoje e por toda a eternidade. Não vos deixeis enganar por qualquer espécie de doutrina estranha.

6. Responsório breve
R. Colocastes sentinelas * Vigiando vosso povo. R. Colocastes.

V. Anunciam, dia e noite, vosso nome, ó Senhor. * Vigiando vosso povo. Glória ao Pai. R. Colocastes.

7. Cântico evangélico
Ant. Não sois vós que falareis, é o Espírito do Pai que em vós há de falar. (Tempo Pascal: Aleluia.)

Benedictus – Lc 1,68-79
O Messias e seu Precursor

– Bendito seja o Senhor Deus de Israel, *
porque a seu povo visitou e libertou;
– e fez surgir um poderoso Salvador *
na casa de Davi, seu servidor,

– como falara pela boca de seus santos, *
os profetas desde os tempos mais antigos,
– para salvar-nos do poder dos inimigos *
e da mão de todos quantos nos odeiam.

– Assim mostrou misericórdia a nossos pais, *
recordando a sua santa Aliança
– e o juramento a Abraão, o nosso pai, *
de conceder-nos que, libertos do inimigo,

= a ele nós sirvamos sem temor †
em santidade e em justiça diante dele, *
enquanto perdurarem nossos dias.

= Serás profeta do Altíssimo, ó menino, †
pois irás andando à frente do Senhor *
para aplainar e preparar os seus caminhos,

– anunciando ao seu povo a salvação, *
que está na remissão de seus pecados,

– pela bondade e compaixão de nosso Deus, *
que sobre nós fará brilhar o Sol nascente,

– para iluminar a quantos jazem entre as trevas *
e na sombra da morte estão sentados
– e para dirigir os nossos passos, *
guiando-os no caminho da paz.

– Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
Ant. Não sois vós que falareis, é o Espírito do Pai que em vós há de falar. (Tempo Pascal: Aleluia.)

8. Preces
Agradeçamos a Cristo, o bom Pastor que deu a vida por suas ovelhas; e lhe peçamos:

R. Apascentai, Senhor, o vosso rebanho!

Cristo, quisestes mostrar vosso amor e misericórdia nos santos pastores; por meio deles, sede sempre misericordioso para conosco. – R.

Através dos vossos representantes na terra, continuais a ser o Pastor das nossas almas; não vos canseis de nos dirigir por intermédio de nossos pastores. – R.

Em vossos santos, que guiam os povos, sois o médico dos corpos e das almas; não cesseis de exercer para conosco o ministério da vida e da santidade. – R.

Pela sabedoria e caridade dos santos, instruístes o vosso rebanho; guiados pelos nossos pastores, fazei-nos crescer na santidade. – R.

(intenções livres)
9. Pai nosso...
10. Oração
Ó Deus, que não cessais de elevar à glória da santidade os vossos servos fiéis e prudentes, concedei que nos inflame o fogo do Espírito Santo que ardia no coração de São Filipe Néri. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
(FONTE: Paulus)

SALMO DO DIACor Litúrgica: BrancoSão Filipe Néri, presbítero | Memória | Terça-feiraResponsório Sl 97(98),1.2-3ab.3cd-4 ...
26/05/2026

SALMO DO DIA
Cor Litúrgica: Branco
São Filipe Néri, presbítero | Memória | Terça-feira

Responsório Sl 97(98),1.2-3ab.3cd-4 (R. 2a)

- O Senhor fez conhecer seu poder salvador, perante as nações.

- O Senhor fez conhecer seu poder salvador, perante as nações.

- Cantai ao Senhor Deus um canto novo, porque ele fez prodígios! Sua mão e o seu braço forte e santo alcançaram-lhe a vitória.

- O Senhor fez conhecer a salvação, e às nações, sua justiça; recordou o seu amor sempre fiel pela casa de Israel

- Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus. Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, alegrai-vos e exultai!

LITURGIA DIÁRIA26/05/26 – TERÇA-FEIRA SÃO FILIPE NÉRI, PRESBÍTERO(branco, pref. dos pastores – ofício da memória)O amor ...
26/05/2026

LITURGIA DIÁRIA
26/05/26 – TERÇA-FEIRA
SÃO FILIPE NÉRI, PRESBÍTERO

(branco, pref. dos pastores – ofício da memória)

O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo seu Espírito que habita em nós (Rm 5,5; 8,11).

Filipe (Itália, 1515-1595) criou várias comunidades cristãs de jovens, promovendo animadas reuniões e o canto coral. Presbítero e fundador da Confederação do Oratório, dedicou-se ao apostolado do acolhimento a todo tipo de miséria. Atrás do seu constante bom humor, escondia a humildade. Com ele podemos aprender a seguir Jesus e responder ao chamado do Senhor à santidade pelo caminho da profunda espiritualidade aliada ao bom humor.

Primeira Leitura: 1 Pedro 1,10-16

Leitura da primeira carta de São Pedro – Caríssimos, 10esta salvação tem sido objeto das investigações e meditações dos profetas. Eles profetizaram a respeito da graça que vos estava destinada. 11Procuraram saber a que época e a que circunstâncias se referia o Espírito de Cristo, que estava neles, ao anunciar com antecedência os sofrimentos de Cristo e a glória consequente. 12Foi-lhes revelado que, não para si mesmos, mas para vós, estavam ministrando essas coisas que agora são anunciadas a vós por aqueles que vos pregam o Evangelho em virtude do Espírito Santo, enviado do céu; revelações essas que até os anjos desejam contemplar! 13Por isso, aprontai a vossa mente; sede sóbrios e colocai toda a vossa esperança na graça que vos será oferecida na revelação de Jesus Cristo. 14Como filhos obedientes, não modeleis a vossa vida de acordo com as paixões de antigamente, do tempo da vossa ignorância. 15Antes, como é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos, também vós, em todo o vosso proceder. 16Pois está na Escritura: “Sede santos, porque eu sou santo”. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 97(98)

O Senhor fez conhecer seu poder salvador / perante as nações.

1. Cantai ao Senhor Deus um canto novo, / porque ele fez prodígios! / Sua mão e o seu braço forte e santo / alcançaram-lhe a vitória. – R.

2. O Senhor fez conhecer a salvação, / e às nações, sua justiça; / recordou o seu amor sempre fiel / pela casa de Israel. – R.

3. Os confins do universo contemplaram / a salvação do nosso Deus. / Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, / alegrai-vos e exultai! – R.

Evangelho: Marcos 10,28-31

Aleluia, aleluia, aleluia.

Graças te dou, ó Pai, / Senhor do céu e da terra, / pois revelaste os mistérios do teu Reino aos pequeninos, / escondendo-os aos doutores! (Mt 11,25) – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, 28começou Pedro a dizer a Jesus: “Eis que nós deixamos tudo e te seguimos”. 29Respondeu Jesus: “Em verdade vos digo, quem tiver deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos, campos, por causa de mim e do Evangelho, 30receberá cem vezes mais agora, durante esta vida – casa, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições –, e, no mundo futuro, a vida eterna. 31Muitos que agora são os primeiros serão os últimos. E muitos que agora são os últimos serão os primeiros”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Quem segue Jesus deve ser, acima de tudo, humilde e despojado. Os Evangelhos nos apresentam diversas situações em que Jesus pede que os discípulos deixem tudo para segui-lo. Seu próprio nascimento, numa gruta de Belém, rodeado apenas pelos pais e por alguns animais, é sinal do abandono total ao projeto do Pai, que pede o mesmo a todos os que querem segui-lo. Outro sinal é a obediência, aceitando ser o último em tudo. Aquele que está disposto a seguir Jesus não pode ambicionar riqueza ou poder, não pode almejar um alto posto, um cargo de liderança, um status privilegiado e assim por diante. Deve se colocar como o último, lavando os pés dos seus discípulos, abaixando a cabeça diante das acusações, renunciando a qualquer regalia ou privilégio. Essas mesmas características são pedidas a nós hoje, especialmente aos que lideram a Igreja em todos os âmbitos. Por isso, o Vaticano II exorta os bispos, os sacerdotes e toda a Igreja a seguir o modelo de Jesus Cristo. Humildade, obediência e dedicação total ao Reino.

(FONTE: Dia a dia com o Evangelho 2026)

26/05/2026

SANTO DO DIA
26/05/26
SÃO FILIPE NERI
O santo da alegria, oração, penitente e adorador

“Pippo bono”

Pertencente a uma família rica, filho de tabelião, o santo, nascido em 1515 em Florença, Itália, ficou órfão de mãe muito cedo e, ainda pequeno, já mereceu o nome de “Filipe bom”, por conta de seu proceder bondoso, alegre e leal.

Negócios e estudos

Aos 18 anos, recebeu um convite de seu tio para que se dedicasse aos negócios em São Germano. Filipe, no entanto, não se adaptou. Atraído por Deus, foi se dedicar aos estudos em Roma. Estudou Filosofia e Teologia, deixando-se conduzir e formar pelo Espírito Santo.

O apóstolo de Roma

Néri, mesmo antes de ser padre, visitava os lugares mais pobres de Roma, os hospitais mais abandonados e as mais terríveis prisões, levando uma pregação alegre, espontânea e viva, juntamente com uma amável caridade cristã que o fez ser conhecido e simpático a toda cidade, sendo então chamado: o apóstolo de Roma.

Dedicação aos jovens

“Contanto que não façam pecados, de boa vontade suportarei que rachem lenha em cima das minhas costas”, dizia Filipe aos jovens, os quais ele instruía e educava. Dedicava-se a eles com tal amor, que não se perturbava com as reclamações e injúrias recebidas por causa deles.

“Oratório do divino amor”

Dizendo sim para a glória de Deus e apaixonado por poesia e música desde a adolescência, iniciou a bela obra do Oratório do Divino Amor, onde reunia jovens e os fazia cantar e rezar. Ali começava o sentido musical da palavra: foi criado o drama lírico com coros e orquestra. A partir daí, Filipe fundou a Congregação do Oratório.

O santo alegre

Homem de oração, penitência e adoração, São Filipe Néri, conhecido pelo seu testemunho alegre, cujo sorriso, disse Papa Francisco, o transformou em um apaixonado anunciador da Palavra de Deus, morreu no dia 26 de maio de 1595, partindo para o céu com 80 anos. Foi beatificado, em maio de 1614, por Papa Paulo V; e canonizado, em março de 1622, por Papa Gregório XV.

Coração dilatado

Depois de sua páscoa, médicos verificaram que seu coração era dilatado, de tal forma que duas costelas se quebraram para acomodá-lo. A este fato atribui-se o seu grande amor para com Deus e para com os homens.

A minha oração

“São Filipe, intercedei por mim e conduzi-me à alegria verdadeira no serviço ao Cristo e à caridade amável por todo o povo de Deus. Quero também eu poder cantar a glória de Deus e anunciar, com coração apaixonado, a Sua Palavra. Amém!”

São Filipe Néri, rogai por nós!

Outros santos e beatos celebrados em 26 de maio:

Santo Eleutério, Papa, em Roma. († 189)
São Simétrio, mártir, em Roma. († data inc.)
Santa Felicíssima, mártir, em Tódi, na Úmbria, região da Itália. († s. III/IV)
São Prisco e companheiros, mártires, na Gália, hoje na França.(† data inc.)
Santo Agostinho, bispo, cuja memória se celebra amanhã, em Cantuária, na Inglaterra.(† 604/605)
São Desidério, bispo de Vienne, que, por ordem da rainha Brunilde, a quem ele censurava as suas núpcias incestuosas e outras perversidades, foi relegado para o exílio, e depois, apedrejado por ordem da mesma rainha, recebeu a coroa do martírio. († c. 606)
São Berengário, monge, no mosteiro de Saint-Papoul, também na Gália, hoje na França. († 1093)
São Lamberto, bispo, que foi pródigo para com os pobres e amigo da pobreza, em Vence, na Provença, atual França. († 1154)
Beato Francisco Patrízi, presbítero da Ordem dos Servos de Maria, em Sena, na Etrúria, hoje na Toscana, região da Itália. († 1328)
Beato André Fránchi, bispo, em Pistóia, também na Etrúria, actualmente na Toscana. († 1401)
Santa Mariana de Jesus de Paredes, virgem, que consagrou a Cristo a sua vida na Ordem Terceira de São Francisco em Quito, no Equador († 1645)
São Pedro Sans i Jordá, bispo da Ordem dos Pregadores e mártir, que, juntamente com outros sacerdotes, foi preso e levado com cadeias por longo caminho até ao tribunal; no lugar do suplício ajoelhou-se e, terminada a oração, apresentou voluntariamente o pescoço ao cutelo, em Fuzhou, localidade do Fugian, província da China. († 1747)
São José Chang Song-jib, mártir, em Seul, na Coreia. († 1839)
Os santos mártires João Doan Trinh Hoan, presbítero, e Mateus Hguyen Van Phuong, pai de família e catequista, que tinha hospedado o seu companheiro de martírio; pela sua fé, foram ambos torturados e cruelmente degolados em D**g Hoi, cidade do Aname, no atual Vietnam. († 1861)
Santo André Kagwa, mártir, em Numyonyo, localidade do Uganda. († 1886)
São Ponciano Ngondwe, mártir, que morreu trespassado por uma lança quando era conduzido à colina do suplício, em Ttaka Jiunge, também no Uganda. († 1886)

Fontes:
vaticannews.va
Martirológio Romano – liturgia.pt
arquisp.org.br
Livro “Santos de cada dia II” – José Leite, S.J.

– Pesquisa e redação: Catarina Xavier – Comunidade Canção Nova

(FONTE: Canção Nova)

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