Grupo Santa Faustina - Potim

Grupo Santa Faustina - Potim Página voltada ao Terço da Divina Misericórdia da Paróquia Senhor Bom Jesus de Potim para lives e publicações.
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Terminada a adoração, na metade do caminho para a cela, fui cercada por uma multidão de cães negros e grandes, que pulav...
01/05/2026

Terminada a adoração, na metade do caminho para a cela, fui cercada por uma multidão de cães negros e grandes, que pulavam e uivavam, querendo despedaçar-me. Percebi que não se tratava de cães, mas de demônios. Um deles disse com raiva: “Por nos teres arrebatado, esta noite, tantas almas, te faremos em pedações”. – Respondi: “Se essa for a vontade de Deus misericordiosíssimo, podem despedaçar-me, pois eu o mereci com justiça, porque sou a mais miserável dos pecadores, e Deus, sempre santo, justo e infinitamente misericordioso”. – A essas palavras os demônios responderam todos juntos: “Fujamos, porque não está sozinha, mas com ela está o Onipotente!” – E desapareceram do meu caminho como o pó, como o ruído da estrada. E eu, tranquila, terminando o Te Deum, ia para a cela refletindo sobre a infinita e incomensurável misericórdia de Deus. 12.08.1934
(Diário de Santa Faustina parágrafo 320)

Essa visão relatada por Santa Faustina Kowalska está descrita em seu Diário (número 320) e é um dos muitos episódios de ataques espirituais que ela enfrentou durante sua vida religiosa.
Aqui estão os detalhes do ocorrido:
O Cenário: Terminada uma adoração eucarística, enquanto caminhava para sua cela no convento, Faustina foi cercada por uma multidão de cães pretos e grandes que pulavam, uivavam e tentavam despedaçá-la.
A Identif**ação: Ela percebeu imediatamente que não eram cães físicos, mas sim demônios assumindo essa forma.
O Motivo: Um dos demônios rosnou que ela seria despedaçada por ter arrebatado muitas almas de Satanás naquela noite.
A Vitória pela Fé: Diante do ataque, Faustina não se desesperou, mas confiou na proteção divina. Ao sentir a presença de Deus, ela disse que os demônios desapareceram como pó e ruído, confessando que ela não estava sozinha, mas com o Onipotente.
Signif**ado: Esse episódio reflete o intenso combate espiritual enfrentado por Faustina, onde ela se mantinha tranquila e confiante na misericórdia de Deus, mesmo sob ameaças.
Ela também relatou outras formas de perturbação, como demônios tomando a forma de gatos e sacudindo sua cama para tirar sua paz.

Ó Santíssima Trindade, quantas vezes o meu peito respirar, quantas vezes o meu coração bater, quantas vezes o meu sangue...
28/04/2026

Ó Santíssima Trindade, quantas vezes o meu peito respirar, quantas vezes o meu coração bater, quantas vezes o meu sangue pulsar em mim, outras mil vezes desejo adorar a Vossa misericórdia.

Desejo transformar-me toda em Vossa misericórdia, para tornar-me o Vosso reflexo vivo, ó meu Senhor!

Que a Vossa misericórdia, que é insondável e de todos os atributos de Deus o mais sublime, se derrame do meu coração e da minha alma sobre o próximo.

Ajudai-me, Senhor, para que os meus olhos sejam misericordiosos, de modo que eu jamais suspeite nem julgue as pessoas pela aparência externa, mas perceba a beleza interior dos outros e possa ajudá-los.

Ajudai-me, Senhor, para que os meus ouvidos sejam misericordiosos, de modo que eu esteja atenta às necessidades dos meus irmãos e não
Ajudai-me, Senhor, para que a minha língua seja misericordiosa, de modo que eu nunca fale mal dos meus irmãos; que eu tenha para cada um deles uma palavra de conforto e de perdão.

Ajudai-me, Senhor, para que as minhas mãos sejam misericordiosas e transbordantes de boas obras, nem se cansem jamais de fazer o bem aos outros, enquanto, aceite para mim as tarefas mais difíceis e penosas.

Ajudai-me, Senhor, para que sejam misericordiosos também os meus pés, para que levem sem descanso ajuda aos meus irmãos, vencendo a fadiga e o cansaço; o meu repouso esteja no serviço ao próximo.

Ajudai-me, Senhor, para que o meu coração seja misericordioso e se torne sensível a todos os sofrimentos do próximo; ninguém receba uma recusa uma recusa do meu coração.

Que eu conviva serenamente, mesmo com aqueles que abusam de minha bondade.

Quanto a mim, me encerro no Coração misericordiosíssimo de Jesus silenciando
aos outros o quanto tenha de sofrer.

Ó meu Jesus, transformai-me em Vós, porque Vós tudo podeis.”

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o Senhor me disse estas palavras: “Sofro uma dor ainda maior do que a que estás vendo.”E Jesus deu-me a conhecer por qua...
28/04/2026

o Senhor me disse estas palavras: “Sofro uma dor ainda maior do que a que estás vendo.”
E Jesus deu-me a conhecer por quais pecados submeteu-se à flagelação: foram os pecados da impureza...
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27/04/2026
𝗔 𝗰𝗼𝗻𝗳𝗶𝘀𝘀ã𝗼 𝗮𝗱𝗾𝘂𝗶𝗿𝗲-𝗻𝗼𝘀 𝘁𝗼𝗱𝗼𝘀 𝗼𝘀 𝗯𝗲𝗻𝘀...Enfim, a Confissão adquire os maiores e mais preciosos bens. A Confissão acalma ...
25/04/2026

𝗔 𝗰𝗼𝗻𝗳𝗶𝘀𝘀ã𝗼 𝗮𝗱𝗾𝘂𝗶𝗿𝗲-𝗻𝗼𝘀 𝘁𝗼𝗱𝗼𝘀 𝗼𝘀 𝗯𝗲𝗻𝘀...

Enfim, a Confissão adquire os maiores e mais preciosos bens. A Confissão acalma a ira de Deus; dá-nos a graça santif**ante; é o remédio de todas as tentações e de todos os pecados.

A Confissão dá a luz, o fervor, a força, a vida e a alegria.

A Confissão, diz São Bernardo, lava e purif**a, faz nascer as boas obras, adorna a alma, santif**a-a mais e mais; é a vida do pecador e a glória do justo (Epist.).

A penitência, diz Tertuliano, nasce da Confissão, e com a nossa penitência, Deus f**a desarmado.
A Confissão é a disciplina que humilha e derruba o homem orgulhoso; então, a misericórdia ocupa o posto outrora pertencente à maldição
(De Poenit., c. IX).

Assim, pois, a Confissão repara estes três grandes males, fruto do pecado:

1.° reconcilia-nos com Deus e une-nos a Ele;

2.° cura-nos;

3.° santif**a-nos e consagra-nos.

Com uma boa Confissão f**am quebradas as cadeias do pecado, afugenta-se o demônio e fecha-se o Inferno; o céu se abre, o nome do penitente f**a inscrito de novo com letras de ouro no Livro da Vida.

— Referência:

[Tesouros do Padre Cornélio à Lápide]

Em determinado momento, vi multidões de pessoas em nossa capela, em frente dela e na rua, porque não cabiam nela [43] . ...
24/04/2026

Em determinado momento, vi multidões de pessoas em nossa capela, em frente dela e na rua, porque não cabiam nela [43] . A capela estava solenemente ornamentada. Junto ao altar, havia um grande número de membros do clero; em seguida, as nossas irmãs e também muitas de outras congregações. Todos aguardavam a pessoa que devia tomar o seu lugar no altar. De repente, ouvi uma voz que me dizia que era eu quem devia ocupar esse lugar do altar. Mas logo que saí de casa, isto é, do corredor, para atravessar o pátio e ir à capela, atendendo à voz que me chamava, todas as pessoas começavam a atirar em mim o que podiam: lama, pedras, areia, vassouras, de modo que, a princípio, hesitei, não sabendo se devia ir adiante. No entanto, aquela voz me chamava com mais força ainda e, apesar de tudo, comecei a andar corajosamente. Enquanto entrava na capela, as superioras, as irmãs e as educandas [44] , e até mesmo os meus pais, começaram a atingir-me com o que tinham à mão, de maneira que, quer quisesse quer não, tive que me dirigir ao lugar que estava reservado para mim no altar. Logo que ocupei o lugar reservado, (13) o mesmo povo, as educandas, as irmãs, as superioras e os meus pais começaram a estender suas mãos para mim e a pedir graças. Eu não estava zangada com eles por terem jogado contra mim todas aquelas coisas. Surpreendentemente, sentia de modo estranho um amor mais especial, justamente para com aquelas pessoas que me obrigaram a entrar mais depressa no lugar reservado. Naquele momento, a minha alma foi inundada por uma felicidade inconcebível e ouvi estas palavras: “Faz o que te aprouver, distribui graças como quiseres, a quem quiseres e quando quiseres”. Rapidamente, a visão desapareceu.

Essa visão é relatada no parágrafo 408 do Diário de Santa Faustina (Diário: A Divina Misericórdia na Minha Alma).
Nesse trecho, Santa Faustina descreve uma experiência espiritual em que se vê caminhando para o altar, enquanto muitas pessoas, incluindo clérigos, jogam pedras, lama e areia nela.
No relato, Jesus a fortalece para suportar essa tribulação, indicando que tal sofrimento estava ligado à missão que Ele lhe confiava.

"Disse o Senhor: *Desejo doar-Me às almas e enchê-las do Meu amor, mas são poucas as almas que querem aceitar todas as g...
21/04/2026

"Disse o Senhor: *Desejo doar-Me às almas e enchê-las do Meu amor, mas são poucas as almas que querem aceitar todas as graças que o Meu amor lhes destinou. Porém, a* *Minha graça não se perde, se a alma para a qual é destinada não a aceita, outra a recebe"

(Diário de Santa Faustina,parágrafo n°1017)

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Potim, SP

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