Igreja Presbiteriana Porto Ferreira

Igreja Presbiteriana Porto Ferreira Igreja familiar, zelosa na pregação do Evangelho de Cristo e que está de braços abertos para te receber. Venha nos visitar, será uma honra conhecê-l@

"A Igreja Presbiteriana do Brasil é uma comunidade religiosa composta de membros que adotam como única regra de fé e prática a Bíblia Sagrada e como sistema expositivo de doutrina a sua Confissão de Fé e os Catecismos Maior e Breve. Constitui-se de uma federação de Igrejas locais, com sede civil na Capital Federal, organizada de acordo com sua própria Constituição, com gloriosa missão de adorar a

Deus, propagar o Evangelho de Jesus Cristo, promover educação cristã e obras sociais. Exerce seu governo por meio de concílios e indivíduos, regularmente instalados e o Supremo Concílio é a sua Assembléia Geral. A Igreja é representada ativa, passiva, judicial e extrajudicialmente pelo presidente do Supremo Concílio, ao qual também compete: Presidir às reuniões do Supremo Concílio e da Comissão Executiva; Representar a Igreja internamente bem como em suas relações intereclesiásticas, civis e sociais."

29/05/2026

📆 29/05/2026
📍 Igreja Presbiteriana de Porto Ferreira
📖 “Por preço fostes comprados; não vos torneis escravos de homens.” 1 Co 7.23

Paulo relembra aos cristãos uma verdade fundamental do evangelho: fomos resgatados por Cristo e agora pertencemos a Ele.

O “preço” mencionado é o sacrifício de Jesus na cruz. Nossa redenção custou o sangue precioso do Filho de Deus. Isso dá ao cristão uma nova identidade e um novo Senhor.

Quando Paulo diz “não vos torneis escravos de homens”, ele não está proibindo toda forma de autoridade humana legítima, mas alertando contra a submissão que afasta o crente da vontade de Deus. Nenhum homem deve ocupar o lugar que pertence somente a Cristo.

O cristão deve viver livre da escravidão do pecado, da manipulação humana e do medo da opinião das pessoas. Nossa vida pertence ao Senhor que nos comprou.

Muitas pessoas vivem dominadas pela aprovação humana, pela pressão social ou por sistemas que afastam de Deus. Este texto nos lembra que o cristão deve permanecer fiel a Cristo acima de qualquer influência humana.

Fomos comprados por alto preço e pertencemos ao Senhor. Quando entendemos isso, aprendemos a viver com liberdade espiritual, fidelidade e temor de Deus acima de todas as coisas.

Deus vos abençoe.
Rev. Renato M. Oliveira

19/05/2026

📆 19/05/2026
📍 Igreja Presbiteriana de Porto Ferreira
📖 “Porque o marido incrédulo é santificado no convívio da esposa, e a esposa incrédula é santificada no convívio do marido crente. Doutra sorte, os vossos filhos seriam impuros; porém, agora, são santos.” 1 Co 7.14

Paulo continua ensinando sobre lares em que apenas um dos cônjuges é cristão. Seu objetivo é mostrar que a presença do crente no lar produz influência espiritual e bênção.

Quando Paulo afirma que o incrédulo é “santificado”, ele não quer dizer que a pessoa está salva automaticamente. O sentido é separação especial pelo convívio dentro de um lar alcançado pela influência do evangelho.

A presença do cristão traz testemunho, oração, ensino e contato constante com a verdade de Deus, o que ajuda grandemente os relacionamentos.

O mesmo princípio é aplicado aos filhos. Eles são chamados de “santos” não no sentido de regenerados, mas de separados dentro da aliança e colocados em ambiente de privilégios espirituais. O lar cristão se torna um lugar de graça e influência divina.

O cristão não deve subestimar o impacto de sua vida dentro de casa. Um testemunho fiel, paciente e piedoso pode alcançar profundamente o cônjuge e os filhos. Deus usa a perseverança diária como instrumento de bênção.

O Senhor age por meio da presença do Seu povo. Mesmo em lares espiritualmente divididos, Deus continua derramando graça, influência e oportunidades para que Sua verdade seja conhecida.

Deus vos abençoe.
Rev. Renato M. Oliveira

18/05/2026

📆 18/05/2026
📍 Igreja Presbiteriana de Porto Ferreira
📖 “Aos mais digo eu, não o Senhor: se algum irmão tem mulher incrédula, e esta consente em morar com ele, não a abandone; e a mulher que tem marido incrédulo, e este consente em viver com ela, não deixe o marido.” 1 Co 7.12-13

Paulo agora trata de uma situação específica: casamentos em que apenas um dos cônjuges se converteu ao evangelho. A igreja de Corinto enfrentava muitas dúvidas sobre como agir nesses casos.

Quando Paulo diz “não o Senhor”, ele não está diminuindo a autoridade do ensino, mas mostrando que Jesus não tratou diretamente dessa situação (Mt 19.1-12) durante Seu ministério terreno. Ainda assim, Paulo escreve inspirado pelo Espírito Santo.

O ensino é claro: se o cônjuge incrédulo deseja permanecer no casamento, o cristão não deve abandonar a relação. A conversão não destrói a aliança matrimonial. Pelo contrário, o crente é chamado a permanecer como testemunha viva da graça de Deus dentro do lar.

Este texto não serve de base para que cristãos se casem com não cristãos; o jugo desigual é desestimulado pelas Escrituras, mas ensina sobre uma condição de conversão estando já em uma aliança conjugal.

O evangelho não incentiva abandono irresponsável, mas perseverança, amor e fidelidade.

Muitos cristãos convivem com dificuldades espirituais dentro da própria família. Este texto ensina paciência, sabedoria e esperança. O testemunho diário, acompanhado de oração e amor, pode ser instrumento poderoso nas mãos de Deus.

O Senhor valoriza a permanência do casamento e usa a vida do crente como luz dentro do lar. Mesmo em situações difíceis, Deus continua operando por meio da fidelidade e da perseverança de Seus filhos.

Deus vos abençoe.
Rev. Renato M. Oliveira

16/05/2026

📆 16/05/2026
📍 Igreja Presbiteriana de Porto Ferreira
📖 “Se, porém, ela vier a separar-se, que não se case ou que se reconcilie com seu marido; e que o marido não se aparte de sua mulher.” 1 Co 7.11

Mesmo reconhecendo que separações podem ocorrer, pela dureza de coração (aqui cabe muita coisa), Paulo enfatiza que a reconciliação deve permanecer como objetivo.

O apóstolo mostra que a separação não anula automaticamente os compromissos da aliança matrimonial. Por isso, orienta que, havendo separação, a pessoa permaneça sem novo casamento ou busque reconciliação. O ensino reforça o valor e a permanência do vínculo estabelecido diante de Deus.

Paulo também dirige exortação ao marido, mostrando que a responsabilidade pela preservação do casamento pertence a ambos. O evangelho conduz o cristão à busca de restauração, perdão e paz no lar (quando isto não acontece, pode ser uma demonstração de dureza de coração).

Muitos relacionamentos enfrentam crises profundas. Este texto nos lembra que o cristão não deve tratar o casamento de maneira leviana. Antes de pensar em rompimento definitivo, deve buscar diálogo, aconselhamento, oração e reconciliação. O orgulho frequentemente destrói aquilo que a humildade poderia restaurar.

Deus valoriza a aliança do casamento e chama Seu povo a perseverar nela. Mesmo em meio às dificuldades, o Senhor continua sendo poderoso para restaurar relacionamentos e fortalecer lares.

Deus vos abençoe.
Rev. Renato M. Oliveira

15/05/2026

📆 15/05/2026
📍 Igreja Presbiteriana de Porto Ferreira
📖 “Ora, aos casados, ordeno, não eu, mas o Senhor: que a mulher não se separe do marido.” 1 Co 7.10

Paulo mostra que suas palavras não são apenas conselhos pessoais, mas ensino fundamentado na autoridade do próprio Senhor Jesus.

Ao dizer “não eu, mas o Senhor”, Paulo relembra o ensino de Cristo sobre a santidade e permanência do casamento (Mt 19.1-12). A separação não faz parte do propósito original de Deus para a união conjugal. O casamento foi estabelecido como uma aliança de compromisso, fidelidade e perseverança.

Isso não significa ignorar situações graves e dolorosas, mas demonstra que o ideal divino sempre é a preservação da aliança. Em uma sociedade marcada pela facilidade do rompimento, Deus chama Seu povo, homens e mulheres, a levar o casamento com seriedade e temor.

Neste assunto, o casamento, a Bíblia possui mais autoridade que qualquer outro especialista, pois a criação desta instituição remonta à criação de Deus (Gn 1.27-28).

Os casais cristãos devem lutar pela unidade do lar, buscando diálogo, perdão e reconciliação. Muitos relacionamentos são enfraquecidos pela falta de disposição em perseverar. O evangelho nos ensina a amar, suportar e buscar restauração.

O casamento é uma instituição sagrada criada por Deus. Quando o casal entende isso, aprende a enfrentar dificuldades não com abandono imediato, mas com oração, graça e compromisso diante do Senhor.

Deus vos abençoe.
Rev. Renato M. Oliveira

13/05/2026

📆 13/05/2026
📍 Igreja Presbiteriana de Porto Ferreira
📖 “Quero que todos os homens sejam tais como também eu sou; no entanto, cada um tem de Deus o seu próprio dom; um, na verdade, de um modo; outro, de outro.” 1 Co 7.7

Paulo agora fala sobre sua própria condição de solteiro e mostra que tanto o casamento quanto o celibato devem ser vistos à luz da vontade de Deus.

O apóstolo afirma que desejaria que outros fossem como ele, vivendo solteiros, provavelmente por causa da maior liberdade para servir ao Senhor. Contudo, ele reconhece que Deus concede dons diferentes a cada pessoa. Nem todos possuem a mesma vocação ou capacidade. Ao utilizar a palavra "dom", demonstra-se que esta capacidade vem do próprio Deus.

O casamento não é inferior ao celibato, nem o celibato superior ao casamento. Ambos podem glorificar a Deus quando vividos segundo a vontade divina. Paulo combate a ideia de comparação espiritual entre estados civis. O importante é viver fielmente aquilo que Deus concedeu.

Muitos vivem frustrados porque desejam a condição de outra pessoa; este, na verdade, seria um grande problema. Este texto nos ensina a receber com gratidão aquilo que Deus nos deu. Solteiros devem servir ao Senhor com fidelidade. Casados devem honrar a Deus em seu lar. O valor do cristão não está em seu estado civil, mas em sua comunhão com Cristo e empenho do serviço em cada condição.

Deus distribui dons e vocações de maneira sábia. O chamado do cristão é viver contente e fiel na condição em que o Senhor o colocou, usando sua vida para a glória de Deus.

Deus vos abençoe.
Rev. Renato M. Oliveira

12/05/2026

📆 12/05/2026
📍 Igreja Presbiteriana de Porto Ferreira
📖 “Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e, novamente, vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência. E isto vos digo como concessão e não por mandamento.” 1 Co 7.5-6

Paulo demonstra que até mesmo os aspectos íntimos do casamento devem ser conduzidos com sabedoria espiritual e amor mútuo. Não se engane, todas as áreas de nossa vida remetem-se à área espiritual.

O apóstolo ensina que marido e esposa não devem se privar um do outro de maneira egoísta ou irresponsável. A exceção apresentada envolve acordo mútuo, propósito espiritual e tempo limitado. O objetivo seria dedicação à oração, mostrando que a vida espiritual do casal deve caminhar em unidade.

Paulo também alerta sobre a realidade das tentações. Ele reconhece a fraqueza humana e ensina que o afastamento prolongado pode abrir espaço para ataques espirituais. Ao dizer que fala por concessão, e não por mandamento, demonstra cuidado pastoral e equilíbrio na aplicação do ensino.

O casamento precisa ser marcado por diálogo, compreensão e maturidade espiritual. Nem o egoísmo nem a negligência devem dominar a relação. O casal cristão deve buscar equilíbrio entre vida espiritual e cuidado mútuo dentro do casamento.

Deus deseja que o casamento seja vivido com amor, responsabilidade e comunhão espiritual. Quando o casal caminha unido diante do Senhor, encontra proteção, fortalecimento e crescimento na graça.

Deus vos abençoe.
Rev. Renato M. Oliveira

11/05/2026

📆 11/05/2026
📍 Igreja Presbiteriana de Porto Ferreira
📖 “O marido conceda à esposa o que lhe é devido, e também, semelhantemente, a esposa, ao seu marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher.” 1Co 7.3-4

Ultimamente tem-se levantado no meio evangélico um senso de denúncia contra abuso doméstico. Embora o assunto esteja em alta, não devemos generalizar a igreja e os casais.

O casamento é algo sério e sagrado diante de Deus; é uma aliança que deve ser indissolúvel. Paulo continua orientando os cristãos sobre o casamento, mostrando que a vida conjugal deve ser marcada por amor, cuidado mútuo e responsabilidade.

O apóstolo ensina que marido e esposa possuem deveres um para com o outro. O relacionamento conjugal não deve ser egoísta, mas fundamentado em entrega e consideração.

Quando Paulo afirma que um não tem autoridade exclusiva sobre o próprio corpo, ele mostra que o casamento envolve pertencimento mútuo. Isso não significa domínio abusivo, mas compromisso amoroso dentro da aliança estabelecida por Deus.

O texto apresenta igualdade de responsabilidade entre marido e esposa. Ambos devem buscar o bem do outro, cultivando respeito, fidelidade e cuidado no relacionamento.

O casamento cristão exige renúncia do egoísmo. Muitos conflitos surgem quando cada um pensa apenas em si. O Senhor nos chama a viver com amor sacrificial, diálogo e dedicação ao cônjuge. Um casamento saudável é construído com serviço mútuo e temor de Deus.

O modelo bíblico de casamento não é baseado em competição, mas em entrega. Quando marido e esposa vivem para honrar um ao outro diante de Deus, o lar se fortalece e o Senhor é glorificado.

Deus vos abençoe.
Rev. Renato M. Oliveira

09/05/2026

📆 09/05/2026
📍 Igreja Presbiteriana de Porto Ferreira
📖 “Quanto ao que me escrevestes, é bom que o homem não toque em mulher; mas, por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido.” 1 Co 7.1-2

Neste capítulo, Paulo começa a responder perguntas feitas pela igreja de Corinto sobre casamento e vida cristã. Ele trata o assunto com divinamente inspirado com equilíbrio, seriedade e sabedoria pastoral.

Paulo afirma que existe valor no celibato, especialmente para dedicação ao Senhor. Porém, ele também reconhece a realidade da fraqueza humana diante das tentações. Por isso, apresenta o casamento como provisão legítima e santa de Deus. A área sexual é abençoada por Deus dentro do contexto do casamento.

O casamento não é apenas um contrato social, mas uma aliança estabelecida pelo próprio Senhor. A expressão “cada um tenha” demonstra compromisso, fidelidade e exclusividade no relacionamento conjugal. O casamento deve ser entre um homem e uma mulher.

Vivemos em uma geração que despreza tanto a pureza quanto o compromisso. O texto nos ensina que Deus se importa com a santidade sexual e com a fidelidade no casamento. Os solteiros devem buscar pureza. Os casados devem cultivar fidelidade, amor e honra dentro da aliança matrimonial.

Deus não criou o casamento como peso, mas como bênção e proteção. Quando vivido segundo a vontade do Senhor, ele se torna instrumento de santificação, cuidado e glorificação de Deus.

Deus vos abençoe.
Rev. Renato M. Oliveira

08/05/2026

📆 08/05/2026
📍 Igreja Presbiteriana de Porto Ferreira
📖 “Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo.” - 1 Co 6.20

Paulo conclui seu ensino com uma base firme para a santidade: a obra redentora de Cristo. A vida cristã não é construída sobre esforço humano, mas sobre aquilo que Deus já fez.

O apóstolo afirma que fomos comprados por preço. Esse preço não foi prata nem ouro, mas o sangue precioso de Cristo. Isso revela o valor da redenção e o custo do nosso resgate. Não fomos comprados por preço de coisas perecíveis, mas pelo precioso sangue de Cristo na cruz.

Não pertencemos mais ao pecado, nem a nós mesmos, mas a Deus. Por isso, a consequência natural é glorificar a Deus no corpo e em toda a vida. A fé cristã não é apenas interior; ela se manifesta de forma concreta na maneira como vivemos.

Cada atitude, escolha e comportamento deve refletir essa verdade. Nosso corpo deve ser instrumento de justiça. Isso envolve pureza, disciplina e uma vida consciente da presença de Deus. Glorificar a Deus não é apenas palavras, é viver de modo que Ele seja honrado.

A redenção redefine a vida. Fomos comprados e agora vivemos para a glória de Deus. Quando entendemos o preço pago por nós, somos conduzidos a uma vida de gratidão e santidade.

Deus vos abençoe.
Rev. Renato M. Oliveira

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