Grupo De Amigos Canção Nova Porto Alegre/RS

Grupo De Amigos Canção Nova Porto Alegre/RS Os Grupos de Amigos são compostos por pessoas que, contagiadas pelo carisma Canção Nova, levam a mesma graça para sua região.

27/07/2020

Hoje, às 9 da noite, vou falar numa live sobre as aparições de Nossa Senhora em Garabandal na Espanha. Falar sobre o Aviso, o Milagre e o Castigo.
Coloca o despertador no celular aí. ⏰

30/12/2018

A fé é essa graça, esse favor divino que nos é dado de presente
Neste programa ‘Luz da Fé’, quero refletir com você sobre o número 153 do Catecismo da Igreja Católica, que nos ensina o seguinte:

A fé é uma graça
153. Quando São Pedro confessa que Jesus é o Cristo, o Filho do Deus vivo, Jesus lhe declara que esta revelação não lhe veio “da carne e do sangue, mas de meu Pai que está nos céus” (Mt 16,17). A fé é um dom de Deus, uma virtude sobrenatural infundida por Ele. “Para que se preste esta fé, exigem-se a graça prévia e adjuvante de Deus e os auxílios internos do Espírito Santo, que move o coração e o converte a Deus, abre os olhos da mente e dá a todos suavidade no consentir e crer na verdade.”

É muito bonito quando escutamos a Igreja afirmar para nós, por meio do Catecismo, que a fé é uma graça. E o que signif**a a palavra “graça”? Essa expressão é oriunda do termo grego cháris, de onde nasce também a palavra “carisma”.

A graça tem dois signif**ados. Um signif**ado se percebe quando dizemos a respeito de uma pessoa que é “graciosa”, ou seja, aquela pessoa é bela. Portanto, graça tem esse sentido de beleza, fascinação, algo que encanta nosso olhar. Existe também um segundo sentido em relação a essa palavra. Para isso, tomemos como exemplo alguém que foi condenado à morte e, de repente, outro se aproxima dele e diz: “Você foi agraciado e considerado inocente. Agora é um homem livre!”. Esse “agraciado” não signif**a que ele alcançou beleza e fascinação, mas sim que ele alcançou a expiação das suas culpas. Portanto, nesse segundo signif**ado, graça é entendida como favor, sobretudo, favor divino: “Eu recebi essa graça de Deus”, ou seja, “O Senhor realizou tal coisa a meu favor”.

E ao lermos no Catecismo da Igreja que a fé é um dom de Deus, nosso coração precisa encher-se de alegria, porque dom signif**a presente. Então, a fé é essa graça, esse favor divino que nos é dado de presente – “muito bem embalado” por sinal. E quem é que não gosta de receber presentes? Eu gosto! Ainda mais de receber esse presente da fé que o Catecismo ensina como sendo uma virtude sobrenatural infundida por Deus.

O Catecismo da Igreja Católica também nos ensina que precisamos desses auxílios internos do Espírito Santo, que move o coração e o converte a Deus.

Testemunho de uma mãe
Diante disso, eu me recordei do seguinte fato: fui abordado por uma senhora, num dos acampamentos na Canção Nova, que, muito emocionada, testemunhou a respeito de seu filho. Ela estava acordada, durante a madrugada, muito preocupada com seu filho que estava se divertindo numa rave (balada). Aquela senhora, então, sintonizou a TV Canção Nova e começou a acompanhar uma pregação gravada que eu fiz tempos atrás, e que estava passando justamente naquela hora. Nessa pregação, eu dizia: “Você que é mãe não deixe de rezar pelo seu filho, reze pela conversão dele”. Aquela senhora foi tocada por Deus naquele momento e começou a chorar sem parar, pois ela estava desistindo de rezar pelo seu filho. Graças a Deus, aquelas palavras proclamadas numa pregação antiga e gravada (veja só como funcionam esses auxílios internos do Espírito Santo) fez aquela mãe recuperar um novo vigor em sua fé.

O mais bonito é que aquela senhora se pôs a rezar fervorosamente pela conversão de seu filho quando, naquele mesmo instante, ela recebeu uma mensagem dele pelo celular. Na mensagem estava escrito: “Mãe, reze por mim”.

Aquela senhora não sabe o que aconteceu com seu filho naquela balada, mas sabe que algo de sobrenatural se passou no interior de seu filho, pois, a partir daquela madrugada, ele não voltou mais a esse lugar e começou a voltar-se para o caminho de Deus.

Essa mãe me contava tudo isso numa tremenda alegria! Daí, eu compreendi que a oração dela fez com que seu filho experimentasse, mesmo estando no meio daquela balada, os auxílios internos do Espírito Santo, que move o coração e o converte a Deus.

Peçamos, portanto, com muita fé, esses auxílios da graça de Deus sobre a nossa vida.

Um forte abraço!

Assista ao programa:

23/12/2018

É justo e bom entregar-se totalmente a Deus e crer absolutamente no que ele diz
Neste programa ‘Luz da Fé’, quero refletir com você sobre o número 150 do Catecismo da Igreja Católica, que nos ensina o seguinte:

Crer somente em Deus
150. A fé é, primeiramente, uma adesão pessoal do homem a Deus; é, ao mesmo tempo e inseparavelmente, o assentimento livre a toda a verdade que Deus revelou. Como adesão pessoal a Deus e assentimento à verdade que ele revelou, a fé cristã é diferente da fé em uma pessoa humana. É justo e bom entregar-se totalmente a Deus e crer absolutamente no que ele diz. Seria vão e falso pôr tal fé em uma criatura.

A Palavra de Deus nos traz o seguinte ensinamento: “Assim diz o Senhor: ‘Maldito a pessoa que confia no ser humano, que na carne busca a sua força e afasta do Senhor seu coração! Bendito aquele que confia no Senhor, o Senhor mesmo será sua segurança'” (Jr 17, 5.7).

Estamos diante de dois caminhos e temos de fazer a nossa escolha por um deles. Confiamos no Senhor e colocamos n’Ele nossa segurança ou depositamos nossa esperança na carne, na riqueza, no status que o mundo oferece. Veja: aquele que deposita sua confiança no Senhor é chamado de bendito pela Palavra de Deus. Ao contrário, aquele que escolhe depositar sua segurança no homem é chamado pela Palavra de ma***to, portanto, aquele que vive na maldição.

Aquele que vive na maldição é alguém que se distanciou da bênção. Nós não queremos viver assim! Não queremos viver distantes da bênção. Pelo contrário, queremos viver na bênção. E o que é essa bênção para nós? O Catecismo da Igreja responde ao afirmar que “a fé é, primeiramente, uma adesão pessoal do homem a Deus”, ou seja, a bênção consiste nesse ato de aderir pessoalmente ao Senhor. Entre outras palavras, minha decisão pessoal por Ele.

Quantas vezes buscamos o Sacramento da Penitência e, durante a nossa confissão, começamos de forma equivocada a reclamar da falta de fé do nosso cônjuge ou dos filhos. Não! O Catecismo está nos ensinando que a fé é, primeiramente, uma adesão pessoal do homem a Deus. Sou eu que escolho o Senhor! Eu tomo a decisão pessoal de colocar n’Ele toda minha esperança e confiança, e assim eu vivo na bênção e não na maldição.

O equilibrista e o carrinho de mão
Conta-se que dois amigos ganhavam muito dinheiro fazendo um certo espetáculo. Um era um grande equilibrista, o outro era o encarregado por arrecadar o dinheiro que o povo doava durante as apresentações. Eles prenderam um cabo de aço entre dois edifícios e o equilibrista mostrava toda sua habilidade passando de uma ponta a outra do cabo.

Com o passar do tempo, as doações em dinheiro foram diminuindo. O povo acabou se cansando daquela apresentação. Era necessária uma novidade. Daí, o equilibrista teve a ideia de atravessar por aquele cabo com um carrinho de mão. O povo ficou maravilhado com aquilo e as doações novamente aumentaram.

O tempo passou e as doações foram diminuindo novamente. O que fazer? O equilibrista pensou, pensou… E voltando-se para seu amigo diz: “Tive uma grande ideia! Hoje, farei a apresentação de me equilibrar sobre aquele cabo empurrando o carrinho de mão, mas com uma novidade: você, meu amigo, irá comigo sentado no carrinho de mão! Que tal?”.

O amigo olhou assustado para o equilibrista e respondeu: “Olha, eu sei que você é um excelente equilibrista, mas sentar nesse carrinho eu não sento de jeito nenhum!”.

Assim somos nós. Quantas vezes teimamos em “sentar nos carrinhos” que os homens conduzem! E daí, a gente se arrebenta. Temos que nos sentar no carrinho que Deus conduz. Isso é fé!

Fé é compreender que Deus está empurrando esse carrinho de mão e, em certo instante, diz a cada um de nós: “Sente-se nesse carrinho!”. Então, montamos nele e deixamos que o Senhor nos conduza em segurança, pois n’Ele podemos sempre confiar.

Um forte abraço!

Assista ao programa:

16/12/2018

A “obediência da fé” é essa resposta adequada ao convite que Deus nos faz
Neste programa ‘Luz da Fé’, quero refletir com você sobre os números 142 e 143 do Catecismo da Igreja Católica, os quais nos ensinam o seguinte:

A resposta do homem a Deus
142. Por sua revelação, “o Deus invisível, levado por seu grande amor, fala aos homens como a amigos, e com eles se entretêm para os convidar à comunhão consigo e nela os receber”. A resposta adequada a esse convite é a fé.

143. Pela fé, o homem submete completamente sua inteligência e sua vontade a Deus. Com todo o seu ser, o homem dá seu assentimento ao Pai revelador. A Sagrada Escritura denomina “obediência da fé” esta resposta do homem ao Deus que revela.

O Catecismo ensina que Deus “fala aos homens como a amigos, e com eles se entretém para os convidar à comunhão consigo e nela os receber”. Aprendemos com isso que Deus se volta para o homem e lhe diz: “Venha viver em comunhão comigo”. Esse é o convite que o Senhor faz a cada um de nós.

Diante de um convite, não podemos ser mal educados. Se somos convidados para uma festa, podemos até dizer ‘não’ a esse convite, mas o que não podemos é não dar resposta. Isso seria mal educado da nossa parte, um grande sinal de indiferença. Não dizer ‘sim’ ou ‘não’ a esse convite, demonstraria uma total indiferença, e correríamos o risco de assim ofender a quem nos convidou.

Da mesma forma, Deus nos convida à comunhão; e o Catecismo da Igreja nos ensina que “a resposta adequada a este convite é a fé”.

A “obediência da fé”, assim nos ensina o Catecismo, é essa resposta adequada ao convite que Deus nos faz. Portanto, nós, como cristãos que somos, devemos dar a Deus essa resposta chamada fé. Não é uma resposta de indiferença, não se trata de “dar as costas” para o Senhor ou f**ar num completo silêncio diante do convite divino.

Por isso, o Espírito Santo nos impulsiona a proclamar: “A minha resposta é a fé!”. Diante dos convites que Deus, constantemente, nos faz para vivermos essa Vida Nova que Ele nos oferece, somos provocados pelo Espírito a responder: “A minha resposta é a fé!”.

“Meu pai é o piloto”
Diante disso, conto para você essa historinha: Um menino estava sozinho na sala de espera do aeroporto. Quando o embarque começou, o menino foi colocado na frente da fila para entrar e encontrar seu assento antes dos adultos. Um homem adulto também entrou no avião e viu que o menino estava sentado ao lado de sua poltrona.

O menino foi cortês, quando ele puxou conversa e, em seguida, começou a passar o tempo colorindo um livrinho. Ele não demonstrava ansiedade nem preocupação com o avião, enquanto os preparativos para a decolagem estavam sendo feitos.

Durante o voo, o avião entrou numa tempestade muito forte, o que fez com que a aeronave balançasse como uma pena ao vento. A turbulência e as sacudidas bruscas assustaram alguns dos passageiros, mas o menino parecia encarar tudo com a maior naturalidade.

Uma das passageiras, sentada do outro lado do corredor, ficou preocupada com aquilo tudo e perguntou ao menino: “Você não está com medo?”.

O menino respondeu com um sorriso lindo no rosto: “Não senhora, não tenho medo, o meu pai é o piloto”.

A nossa resposta é a fé. Cada vez que damos uma resposta de fé, estamos proclamando que Aquele que é o “piloto” das nossas vidas, Aquele que conduz nossa história, é o nosso Pai Celeste, Deus. Por isso, podemos caminhar tranquilos e felizes, na certeza de que o nosso Pai conduz os nossos passos a cada dia.

Diante das dificuldades, qual deve ser a nossa resposta? Isso mesmo, a fé!

Um forte abraço!

Assista ao programa:

09/12/2018

Nossa pregação deve nascer a partir da nossa experiência com a Palavra de Deus
Neste programa ‘Luz da Fé’, quero refletir com você sobre os números 131 a 133 do Catecismo da Igreja Católica, os quais nos ensinam o seguinte:

A Sagrada Escritura na vida da Igreja
131. “É tão grande o poder e a eficácia encerrados na Palavra de Deus, que ela constitui sustentáculo e vigor para a Igreja, e, para seus filhos, firmeza da fé, alimento da alma, pura e perene fonte da vida espiritual”. “É preciso que o acesso à Sagrada Escritura seja amplamente aberto aos fiéis.”

132. “Que o estudo das Sagradas Páginas seja, portanto, como que a alma da Sagrada Teologia. Da mesma palavra da Sagrada Escritura também se nutre salutarmente e santamente floresce o ministério da palavra, a saber, a pregação pastoral, a catequese e toda a instrução cristã, na qual deve ocupar lugar de destaque a homilia litúrgica.”

133. A Igreja “exorta com veemência e de modo peculiar todos os fiéis cristãos… a que, pela frequente leitura das divinas Escrituras, aprendam ‘a eminente ciência de Jesus Cristo’ (Fl 3,8). ‘Com efeito, ignorar as Escrituras é ignorar Cristo'”.

Dois pontos importantes eu quero ressaltar sobre tudo isso que estamos refletindo hoje. O primeiro ponto está nessa afirmação do Catecismo: Da mesma palavra da Sagrada Escritura também se nutre salutarmente e santamente floresce o ministério da Palavra.

Florescer o ministério da Palavra
Quero me dirigir a você que evangeliza com a Palavra de Deus, a você que prega a Boa Nova: sei que temos como recurso para nos aprofundarmos dentro desse ministério da Palavra a Internet, bons livros com conteúdos bem enriquecedores sobre técnicas de pregação e oratória, além de muitos outros meios bem úteis a esse respeito. Agora, é importante estarmos atentos ao que nos ensina a Igreja, pois ela afirma que para o ministério da palavra florescer, esse mesmo ministério precisa estar firmado, consolidado, na Palavra de Deus. É a Sagrada Escritura que faz florescer o ministério da Palavra!

Portanto, nós, pregadores do Evangelho, precisamos ter muito claro dentro de nós que a nossa pregação deve nascer a partir da nossa experiência com a Palavra de Deus em primeiro lugar. Isso é muito importante! Isso precisa sempre dar o “norte”, a direção para nossas pregações.

O segundo ponto que eu ressalto está nessa outra afirmação do Catecismo da Igreja: É preciso que o acesso à Sagrada Escritura seja amplamente aberto aos fiéis.

Graças a Deus, nós, aqui no Brasil, temos esse acesso à Palavra de Deus. Existem países cujos habitantes estão proibidos de possuir uma Bíblia em casa, de trazer a Sagrada Escritura em mãos, sob o risco de serem perseguidos, presos e até mortos. Aqui no Brasil, graças a Deus, temos esse livre acesso à Palavra. Temos que aproveitar isso!

Retomar a Sagrada Escritura
Não sei se você já ouviu falar a respeito de um Cardeal na nossa Igreja, falecido no ano de 2002, cujo processo de beatif**ação se encontra no Vaticano: Cardeal Van Thuan. No seu livro intitulado “Cinco pães e dois peixes”, Cardeal Van Thuan conta sobre sua experiência na prisão durante o regime comunista, período esse que foi de 1975 até 1978, ou seja, ele ficou treze anos encarcerado.

Cardeal Van Thuan conta, no seu relato, que enquanto esteve preso não teve acesso à Bíblia. E o que ele fez diante disso? Ele encontrava pedacinhos de papel dentro daquela prisão e, nesses pequenos pedaços, escrevia versículos bíblicos que recordava para, assim, alimentar sua alma. Ele escreveu mais de trezentos versículos. Esse era o seu acesso à Palavra dentro daquela cela.

Veja: um bispo da nossa Igreja usou desse recurso para não se distanciar da Sagrada Escritura diante de toda aquela terrível situação, e eu e você temos hoje livre acesso à Bíblia. Isso precisa nos levar a uma retomada – com afinco – do nosso amor e do nosso acesso à Palavra de Deus em nossas vidas.

A Sagrada Escritura está aí a nossa disposição. Façamos bom uso dela! E para nós que pregamos a Boa Nova f**a esse alerta: Tomemos cuidado! Muitas vezes, pregamos tantas coisas bonitas, mas sem fazer uso da Palavra. Precisamos basear nossas pregações na Sagrada Escritura.

F**a essa dica para todos nós. Um forte abraço!

Assista ao programa:

02/12/2018

Se a Palavra de Deus é alimento e força para nossa vida, o que acontece quando não fazemos uso dela?
Neste programa ‘Luz da Fé’, quero refletir com você sobre o número 104 do Catecismo da Igreja Católica, o qual nos ensina o seguinte:

104. Na Sagrada Escritura, a Igreja encontra, incessantemente, seu alimento e sua força, pois nela não acolhe somente uma palavra humana, mas o que ela é realmente: a Palavra de Deus. “Com efeito, nos Livros Sagrados, o Pai que está nos céus vem carinhosamente ao encontro de seus filhos e com eles fala.”

Ao ensinar que a Igreja encontra, na Sagrada Escritura, seu alimento e força, “pois nela não acolhe somente uma palavra humana, mas o que ela é realmente: a Palavra de Deus”, o Catecismo da Igreja nos recorda aquilo que está escrito em I Tessalonicenses 2,13: “Agradecemos a Deus sem cessar, porque, ao receberdes a palavra de Deus que ouvistes de nós, vós a recebestes não como palavra humana, mas como o que ela de fato é: palavra de Deus, que age em vós que acreditais”.

Esse acréscimo que I Tessalonicenses 2,13 traz sobre a Palavra de Deus é muito importante, pois age em vós que acreditais. Pois afirma que a Palavra de Deus é atuante, ou seja, a Palavra Divina age naquele que crê. E a Igreja nos ensina – através do Catecismo – que essa Palavra Divina, que age naquele que crê, é alimento e também força para cada um de nós.

No seu livro “A Bíblia no meu dia a dia”, monsenhor Jonas Abib, ao falar sobre a Canção Nova, essa Obra de Deus que em 2018 celebra seus 40 anos de fundação, afirma o seguinte: “Nós nascemos da Palavra, da receita que se chamou ‘A Bíblia foi escrita para você’. O que somos e fazemos, hoje, continua sendo resultado da Palavra de Deus trabalhada com afinco por meio dessa ferramenta que Deus pôs em nossas mãos”.

Monsenhor Jonas nos ensina que a Palavra de Deus é ferramenta que nos orienta. O Catecismo da Igreja Católica, por sua vez, ensina-nos que a Palavra é alimento e força para nós.

O que você tem feito com a sua Bíblia?
Então, diante de tudo isso, permita que eu seja bem direto com você e lhe pergunte: O que você tem feito com a sua Bíblia? Em que local ela se encontra hoje? Ela está guardada dentro da gaveta? Escondida naquele “criado-mudo”? Sua Bíblia está juntando poeira em cima daquela estante? Veja: está na hora de você fazer uso da sua Bíblia, pois a Palavra de Deus é ferramenta, alimento e força para a nossa vida.

Ora, se a Palavra de Deus é alimento e força para a nossa vida, o que acontece quando não fazemos uso dela? Resposta: vamos f**ando desnutridos e fracos na fé. Porém, não é a isso que somos chamados. Pelo contrário! Somos chamados a estarmos fortes e bem nutridos em Deus. Portanto, volto a lhe perguntar: O que você tem feito com a Palavra de Deus na sua vida? Questione-se!

Ao longo dessa semana, eu convido você a tomar nas mãos sua Bíblia (talvez empoeirada pela falta de uso) e começar a ler a Sagrada Escritura novamente. Mais ainda: faça o estudo bíblico diariamente, e você verá como tudo irá mudar na sua vida.

Um forte abraço!

Assista ao programa:

25/11/2018

Com qual intuito nos expomos em nossas redes sociais?
Neste programa “Luz da Fé”, quero refletir com você sobre o número 54 do Catecismo da Igreja Católica, o qual ensina o seguinte:

Desde a origem, Deus se dá a conhecer
54. “Criando pelo Verbo o universo e conservando-o, Deus proporciona aos homens, nas coisas criadas, um permanente testemunho de Si e, além disso, no intuito de abrir o caminho de uma salvação superior, manifestou-se a Si mesmo, desde os primórdios, a nossos primeiros pais”. Convidou-os a uma comunhão íntima consigo mesmo, revestindo-os de uma graça e de uma justiça resplandecentes.

No programa anterior, refletíamos sobre a pedagogia divina que nos leva a esperar. Hoje, em cima disso, o Catecismo da Igreja nos traz algo muito enriquecedor: Deus se revela ao homem para convidá-lo a uma comunhão com Ele. O Catecismo nos ensina que Deus manifesta-se a si mesmo para “abrir o caminho de uma salvação superior”, ou seja, Deus se manifesta, se revela, para nos salvar.

Podemos afirmar que Deus se manifesta, que Ele aparece, se expõe, com o intuito de trazer a cura, a salvação, o bem, a felicidade a cada um de nós.

Por que a gente se expõe?
Diante disso, cabe uma pergunta: “E nós? Com qual intuito nos expomos em nossas redes sociais?”.

Vamos pensar no objetivo pelo qual temos nos exposto perante os demais. O Catecismo da Igreja ensina que Deus se expõe para nos salvar, para convidar o homem à comunhão com Ele. E quanto a mim e a você? Nós temos nos exposto por banalidades? Por ostentação?

Veja só: temos de aprender com Deus. Às vezes, corremos o risco de nos expor por questões frívolas, por coisas sem importância, superficiais. Pior ainda: corremos o risco de nos expor para o pecado; de nos expor por vaidade, ou ainda, nos expor sendo a causa de escândalo para os outros. Cabe, então, uma séria reflexão!

Ao longo desta semana, refletiremos sobre isso. Quando nos expomos ao outro, seja nas redes sociais, por meio dos meios de comunicação; seja no nosso ambiente de trabalho, na escola; seja onde for, com que objetivo nos expomos?

Reflitamos sobre isso! Para melhorarmos e crescermos na nossa caminhada de fé.

Um forte abraço!

Assista ao programa:

18/11/2018

A pedagogia de Deus nos ensina a esperar
Neste programa “Luz da Fé”, quero refletir com você sobre o número 53 do Catecismo da Igreja Católica, o qual ensina o seguinte:

53. O projeto divino da Revelação realiza-se ao mesmo tempo “por ações e por palavras, intimamente ligadas entre si, e que se iluminam mutuamente”. Esse projeto comporta uma “pedagogia divina” peculiar: Deus se comunica gradualmente com o homem, prepara-o por etapas a acolher a Revelação sobrenatural, que faz de si mesmo e vai culminar na Pessoa e na missão do Verbo Encarnado, Jesus Cristo.

S. Irineu de Lião fala, repetidas vezes, dessa pedagogia divina sob a imagem da familiaridade mútua entre Deus e o homem: “O Verbo de Deus habitou no homem e fez-se Filho do homem para acostumar o homem a apreender a Deus e acostumar Deus a habitar no homem, segundo o beneplácito do Pai”.

Ao ler esse trecho do Catecismo, chamou-me muito a atenção o que está escrito a respeito desse projeto divino da Revelação, ao afirmar que esse projeto comporta uma pedagogia divina. Por duas vezes, repete-se essa expressão: pedagogia divina.

O que é pedagogia? É uma forma de ensinar, de explicar as coisas. Essa pedagogia divina, portanto, o jeito de Deus nos ensinar, o Catecismo afirma que é um jeito peculiar, ou seja, é só do jeito do Senhor.

Como Deus nos ensina as coisas? O Catecismo da Igreja nos explica que Ele se comunica gradualmente com o homem, preparando-o por etapas.

Deus não revela tudo de uma vez
Diante disso, eu me recordo de que, há mais de 30 anos – portanto, há bastante tempo –, eu tive o meu encontro pessoal com Jesus. Naquela época, eu tinha entre 15 e 16 anos. Recordo-me do quanto eu fui impactado por aquelas palavras que saíram dos lábios do Cônego Paulo Horneaux de Moura – hoje na eternidade – quando, na fila da comunhão, segurou a hóstia consagrada e me apresentou Jesus dizendo: “Esse é o Jesus que precisa de você! Entre para o Grupo de Jovens”. Aquela frase mudou a minha vida! “Jesus precisa de mim?”, fiquei pensando na hora.

Veja: eu era um adolescente naquela época; e Jesus disse que precisava de mim, mas não me revelou o que aconteceria comigo em seguida. Tudo foi se revelando de forma gradual. Hoje, sou missionário na Comunidade Canção Nova, há 21 anos; sou casado e pai de dois filhos. O Senhor, no entanto, não revelou tudo isso a mim naquela hora do meu encontro pessoal com Ele.

Deus não trabalha desse jeito. Ele não revela tudo de uma vez, mas o faz de forma gradual. Por isso, precisamos compreender a pedagogia divina em nossa vida e entender que o Senhor não vai trazer para nós tudo de uma só vez. Então, por que essa pressa? Vale a pena esperar! A pedagogia de Deus nos ensina a esperar. Ele revela Seus propósitos para nós gradualmente, Ele nos prepara por etapas.

Às vezes, queremos conhecer tudo! E esse ritmo frenético no qual vivemos, em que tudo “é para ontem”, todo mundo apressado, ninguém suporta f**ar parado num engarrafamento, acabamos levando também para nossa relação com Deus, acreditando que Ele precisa nos atender agora, imediatamente, pois não podemos mais esperar.

Daí, o Senhor nos diz: “Não! Comigo não! Não é assim que funciona. A minha pedagogia é peculiar, e através dela eu lhe ensino a esperar“. Então, espere no Senhor, meu irmão! O que você não entende, hoje, o que você não compreende agora, amanhã você compreenderá. Deixe o tempo passar! Deus vai explicando a você etapa por etapa. E “lá na frente” você, finalmente, compreenderá por que vive isso agora.

Confie em Deus, pois Ele tem o melhor para sua vida. Vale a pena confiar! Vale a pena acreditar! Vale a pena também esperar.

Um forte abraço!

Assista ao programa:

11/11/2018

Sendo um cristão, você tem Jesus como seu único Rei e Senhor; e quem tem Jesus tem tudo.
Neste programa “Luz da Fé”, quero refletir com você sobre o número 65 do Catecismo da Igreja Católica, o qual ensina o seguinte:

Deus tudo disse no seu Verbo
65. “Muitas vezes e de modos diversos, falou Deus, outrora, aos pais pelos profetas; agora, nestes dias que são os últimos, falou-nos por meio do Filho” (Hb 1,1-2). Cristo, o Filho de Deus feito homem, é a Palavra única, perfeita e insuperável do Pai. Nele, o Pai disse tudo, e não haverá outra palavra senão esta. São João da Cruz, depois de tantos outros, exprime isso de maneira luminosa, comentando Hb 1,1-2:

‘ Porque em dar-nos, como nos deu, seu Filho, que é sua Palavra única (e outra não há), tudo nos falou de uma só vez nessa única Palavra, e nada mais tem a falar, (…) pois o que antes falava por partes aos profetas agora nos revelou inteiramente, dando-nos o Tudo que é seu Filho. Se, atualmente, portanto, alguém quisesse interrogar a Deus, pedindo-lhe alguma visão ou revelação, não só cairia numa insensatez, mas ofenderia muito a Deus por não dirigir os olhares unicamente para Cristo sem querer outra coisa ou novidade alguma'” (CIC 54).

Você se lembra da letra de uma antiga canção que cantávamos nos nossos grupos de oração, e que dizia assim: “Quem tem Jesus tem tudo”? Pois bem, meu irmão, é exatamente isso que a Igreja está nos ensinando nesse número 65 do Catecismo da Igreja: Quem tem Jesus tem tudo. Nessa frase, encontra-se um resumo de tudo isso que acabamos de ler.

Então, cai numa insensatez – como nos ensina São João da Cruz – quem só quer novidade. E sejamos sinceros: como nós gostamos de uma novidade! Não é verdade? E a Igreja com a sua sabedoria vem nos ensinar que quem tem Jesus tem tudo, ou seja, nele (Jesus) encontra-se toda novidade, toda a revelação do Pai.

O Pai já não tem mais nada a dizer. O que Ele tinha para nos dizer, já o disse em Jesus Cristo.

Não se esqueça do essencial
Diante disso, eu me recordei da historinha de uma mulher que encontrou uma caverna cheia de moedas de ouro e jóias preciosas. Essa mulher escutou uma voz no interior daquela caverna que lhe disse: “Você tem cinco minutos para pegar quantas jóias e moedas de ouro você conseguir antes que a entrada dessa caverna se feche para sempre. Mas não se esqueça do essencial!”.

Essa mulher estava com seu filho pequeno nos braços. Ao ver tanta riqueza, ela deixou a criança num canto da caverna e começou desesperadamente a pegar aquele monte de moedas de ouro e jóias. O tempo foi passando e aquela voz dizia: “Faltam apenas 30 segundos”. A mulher, na ânsia por tanta riqueza, revestiu-se do máximo possível de jóias. Quando faltavam apenas cinco segundos para a entrada da caverna fechar, ela correu cheia de moedas e jóias e conseguiu escapar. Porém, ela deixou seu filho dentro da caverna. Ela havia esquecido o essencial.

Essa triste história vem nos lembrar que jamais podemos nos esquecer daquilo que é essencial. Meu irmão, fique com o essencial! Eu e você corremos o risco de cair no mesmo erro da mulher dessa trágica história: ao querermos tantas coisas, ao buscarmos tantas novidades existentes por aí, podemos nos esquecer daquilo que é o principal. E o que é para nós, cristãos, esse principal? É Jesus Cristo! Ele é o principal na vida da gente.

Convido você, ao longo dessa semana, a louvar a Deus pelo fato de ser um cristão. Sim! Sendo um cristão, você tem Jesus como seu único Rei e Senhor, porque você é feliz seguindo Cristo; e quem tem Jesus tem tudo.

Você quer ouvir o que o Pai tem a lhe dizer? Então, olhe para Jesus! Permaneça com Ele, na certeza de que quem tem Jesus tem tudo.

Um forte abraço!

Assista ao programa:

10/11/2018

Olá amado(a) irmão(ã) venha participar deste momento de muita bênção, amor e adoração, louvor, oração, cura e libertação. Serão dias de alegria e encontros com Deus.

Dia 11/11 às 14h Tarde de Louvor. Na Paróquia Cristo Bom Pastor em Porto Alegre, Localizada na Rua Cipó, 174 - Jardim Ipiranga, Porto Alegre - RS

Telefone: (51) 3361-6473

09/11/2018

Olá amado(a) irmão(ã) venha participar conosco deste momentos de muita bênção, amor e adoração, louvor, oração, cura e libertação. Serão dias de alegria e encontros com Deus.

Dia 10/11 às 20h Pocket Show Acústico. Na Paróquia Santa Ana em Porto Alegre, localizada na Rua Emílio Otto, 98 - Protásio Alves, Porto Alegre - RS

Telefone: (51) 3386-2232

09/11/2018

Olá amado(a) irmão(ã) venha participar conosco deste momentos de muita bênção, amor e adoração, louvor, oração, cura e libertação.

Dia 09/11 às 19h Santa Missa e 20h noite de louvor e adoração. Na Paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem em Cachoeirinha, localizada na Av. Gen. Flores da Cunha, 171 - Vila Santo Angelo, Cachoeirinha - RS.

Telefone: (51) 3041-5941

Endereço

Porto Alegre, RS
91360-370

Horário de Funcionamento

19:00 - 20:30

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