Ylê Ogum e Yemanjá C.E.U Cabocla Iansã e abassê de Maria Padilha das Almas

Ylê Ogum e Yemanjá  C.E.U Cabocla Iansã e abassê de Maria Padilha das Almas Nossa história começou a pouco mais de 7 anos,no Rio Grande do Sul, e rapidamente nos tornamos conhecidos em várias regiões do país.

Nosso propósito é lutar por uma experiência melhor na vida religiosa e fazer o dia a dia das pessoas melhor.

17/06/2026

🌿✨ CONTOS DE UM TERREIRO ✨🌿

📖 Capítulo 2 – Quando a Casa Ainda Não Existia

Muitas pessoas acreditam que uma terreira nasce quando suas portas se abrem.O grande dia da inauguração , amigos, convidados e testemunhas.Mas a verdade é que a nossa nasceu muito antes disso. Sem pretensão nenhuma, sem olhar algum em ter um espaço religioso.

Neste período eu já era cacique de Umbanda e também estava pronta de quimbanda.

Naquela época, eu não pensava em ser mãe de santo. Não sonhava em abrir uma casa espiritual, nem em ter filhos de santo. Meu desejo era apenas ajudar, orientar e compartilhar aquilo que a espiritualidade me ensinava.

Foi através dos atendimentos com a Pomba gira Maria Padilha das Almas que tudo começou,ela que vinha e trazia sua palavra era na minha sala mesmo, não tinha nem 3 metros, no carinho de respeito tinha a imagem da mãe Iansã e Oxum que ganhei da minha mãe.

As pessoas chegavam em busca de respostas. Vinham carregando dores, dúvidas, medos e esperanças. Recebiam orientação, acolhimento e seguiam seus caminhos.

Muitas delas era somente o jogo de cartas mesmo. Mas outras indicações eram somente com a Padilha.

Mas algo curioso começou a acontecer.

Elas voltavam.

E traziam outras pessoas.

Aos poucos, aqueles atendimentos deixaram de ser apenas encontros individuais. Criaram laços, conexões e um sentimento de pertencimento. As pessoas se identif**avam com o axé, com a energia e com a forma como eram recebidas.

Então começaram os pedidos:

"Por que você não abre uma casa?"

Eu resisti.

Resisti por muito tempo.

Meu pai também acreditava que eu deveria seguir esse caminho. A espiritualidade também dava seus sinais. Mas eu ainda não me sentia pronta para assumir uma responsabilidade tão grande.

Hoje, olhando para trás, percebo que a casa já existia.

Não tinha paredes.

Não tinha tambor.

Não tinha congá.

Nem pontos nós cantávamos.

Mas já existia nos corações das pessoas que encontravam ali acolhimento, fé e direção.

Antes de existir um terreiro, existia um propósito.

E foi esse propósito que deu origem a tudo o que veio depois e sim foi feito tudo pelas pessoas, específ**a uma pessoa...

✨ Continua no próximo capítulo...

Contos de um terreiro!Episódio 1 Eu, eu mesma!Já pedi desculpas por situações nas quais eu sequer era a culpada. Já abai...
11/06/2026

Contos de um terreiro!

Episódio 1 Eu, eu mesma!

Já pedi desculpas por situações nas quais eu sequer era a culpada. Já abaixei a cabeça quando, no fundo, sabia que tinha razão. Fiz pelos outros coisas que talvez nunca fariam por mim e, muitas vezes, escondi minha própria tristeza para não me tornar um peso na vida de ninguém.

Por isso, antes de me julgar ou me definir pelos meus erros, lembre-se de que ninguém conhece todas as batalhas que travei em silêncio.

Poucos sabem das mudanças que enfrentei, dos recomeços que precisei abraçar, das noites em que o cansaço era maior do que a esperança, mas mesmo assim eu segui em frente. Perdi a conta das vezes em que coloquei a felicidade de outras pessoas acima da minha, das vezes em que ajudei alguém a sustentar seu mundo enquanto o meu parecia desmoronar aos poucos.

Não sou perfeita. Estou longe disso. Ah muita coisa para ajustar e é no longo da jornada da vida que vamos aprendendo.

Carrego marcas de decepções, cicatrizes deixadas por pessoas que não souberam reconhecer meu valor e lembranças que o tempo ainda não levou por completo. Sou mulher, mãe, filha da fé e da resistência. Muitas vezes ofereço um sorriso, uma palavra de acolhimento ou uma mão estendida, mesmo quando por dentro também estou tentando encontrar forças para continuar.

Muitos me veem como exigente, controladora, teimosa ou intensa demais. Talvez exista um pouco de verdade em cada uma dessas definições. Afinal, sou feita de luz e sombra, de acertos e erros, de coragem e vulnerabilidade.

Mas, acima de tudo, sou autêntica.

Quando amo, amo de verdade. Quando assumo um compromisso, entrego meu coração inteiro. Quando estendo a mão a alguém, não é por obrigação, mas porque acredito no cuidado, na lealdade e na importância de caminhar junto.

Nunca soltei a mão de ninguém, lutei até o fim.

Minha espiritualidade me ensinou que a vida gira, que cada desafio tem um propósito e que nenhuma tempestade dura para sempre. Aprendi que a força não está em nunca cair, mas em levantar todas as vezes que for necessário.

Talvez eu nunca seja a mulher perfeita que algumas pessoas esperam. Mas sigo tentando ser uma mulher verdadeira, consciente das próprias imperfeições, fiel aos seus princípios e à sua fé.

E é essa verdade que ilumina meu caminho, mesmo nos dias em que tudo parece escuro.

Seguimos.

Porque nasce um novo dia, uma nova oportunidade, uma nova chance de reconstruir, aprender, amar e fazer a coisa certa.

E está tudo certo.

E sempre tudo f**a bem , a vida é feita de começos e recomeços todos os dias

Quando nasce uma mãe de Santo, morre também algumas coisas que não é mais permitido para quem vai liderar e lutar pelos seus...

08/06/2026

Imagine a colheita de quem destrói o emocional e a fé de alguém que os Orixás colocaram em seu caminho para ser acolhido, fortalecido e curado.

Tenho orgulho de caminhar pela verdade, pelo respeito e pela responsabilidade espiritual. A religião existe para amparar, orientar e transformar vidas, nunca para manipular, humilhar ou abusar da fragilidade das pessoas.

Meu repúdio é a todo aquele que usa o sagrado para alimentar o próprio ego, pois quem planta dor em nome da fé um dia encontrará a própria colheita.

E confesso ansiosa por este dia!

07/06/2026

06/06/2026

Um dia de força, construção e conexão espiritual.

Na numerologia, a soma desta data resulta em 22, um Número Mestre conhecido como o Construtor, aquele que transforma sonhos em realidade e une a espiritualidade à vida prática. Já a repetição do número 6 potencializa as energias do amor, da família, do acolhimento, da cura e da harmonia.

No Tarot, o Arcano VI, Os Enamorados, nos lembra que toda grande transformação nasce das escolhas que fazemos com consciência e verdade. É um convite para fortalecer os laços, reconciliar o coração e caminhar em direção ao que realmente faz sentido para a alma.

Na Umbanda e na Quimbanda, embora não existam fundamentos litúrgicos específicos para esta data, muitos entendem que dias de forte simbolismo numérico ampliam nossa capacidade de reflexão, fé e alinhamento espiritual. É um momento propício para agradecer, renovar compromissos, fortalecer a corrente da casa, cuidar da família e abrir os caminhos para novos ciclos.

Que hoje cada palavra seja dita com amor, cada atitude seja guiada pela sabedoria e cada passo seja sustentado pela proteção dos nossos ancestrais e guias espirituais.

Que as águas sagradas lavem as tristezas, que a espada da justiça corte todo mal, que os caminhos se abram para a prosperidade e que nunca nos falte fé para construir aquilo que o coração acredita.

06/06/2026 não é apenas uma data. É um lembrete de que a verdadeira magia acontece quando unimos espiritualidade, responsabilidade e amor em nossas ações.

Que os Orixás, Guias e Guardiões abençoem nossos caminhos, nossa família e nossa caminhada espiritual. Saravá! Laroyê! Axé!

17/05/2026

E no que tá pensando hoje!?

Vivemos uma época em que todo mundo quer falar de espiritualidade, mas poucos querem falar de verdade.

As redes sociais viraram palco. Todo mundo quer parecer poderoso, todo mundo quer parecer escolhido, iluminado, temido. Falam de demanda, de feitiço, de amarração, de vingança espiritual, como se a fé fosse um campeonato de ego. E, no meio disso tudo, começaram discussões sobre “demandar criança”, fazer mal para vulneráveis, usar espiritualidade para atingir inocentes.

Maltratar animais;
Expor " religiosos"
E por aí vai...daria para listar até amanhecer para onde as coisas estão indo...

E eu penso:
espiritualidade não é isso.

Não faz sentido atacar criança.
Não faz sentido desejar sofrimento para idosos, vulneráveis, inocentes.
Isso não é força espiritual.
Isso não é fundamento.
Isso não é evolução.

Mas existe uma pergunta que quase ninguém tem coragem de fazer:
quando alguém faz uma demanda contra uma mulher que é mãe, contra um homem que sustenta uma família, contra alguém que tem filhos, pessoas que dependem dela… essa dor não respinga também nos inocentes?

Então onde começa e onde termina essa linha?

Porque a vida não é tão simples quanto as pessoas tentam vender na internet. O mundo espiritual não cabe em vídeo curto, em frase pronta, em personagem montado para ganhar visualização.

A verdade é que convivemos com o bem e o mal todos os dias.
Desde a hora que acordamos.

Existe maldade na inveja.
Existe maldade na humilhação.
Existe maldade em destruir emocionalmente alguém.
Existe maldade em manipular, mentir, abusar, usar pessoas, explorar a fé dos outros.

Às vezes o maior feitiço não é feito dentro de um terreiro.
É feito dentro de casa.
Dentro de relações abusivas.
Dentro da crueldade humana diária.

E isso existe em todas as religiões.
Porque o problema nunca foi apenas a religião.
O problema é a índole humana quando encontra poder sem consciência.

Hoje vemos pessoas falando de orixá sem viver caráter.
Falando de entidade sem viver verdade.
Falando de fé enquanto alimentam ego, vaidade e manipulação.

Muita gente não quer espiritualidade.
Quer palco.
Quer audiência.
Quer dinheiro.
Quer medo.
Porque medo vende.
Polêmica vende.
Escândalo vende.

Mas fé de verdade nunca foi espetáculo.

Fé é continuar em pé quando a vida tenta te destruir.
É sobreviver aos dias ruins.
É aprender a ressignif**ar dor.
É não endurecer o coração mesmo depois de tanta decepção.
É cair e continuar caminhando.
É lutar contra as próprias sombras todos os dias.

Pouca gente fala disso.

Pouca gente fala de resiliência.
Pouca gente fala de responsabilidade espiritual.
Pouca gente fala sobre o peso das palavras, das intenções e das consequências.

Porque é mais fácil vender uma imagem de poder do que ensinar consciência.

E enquanto muitos brigam para decidir quem é do bem e quem é do mal, a vida continua mostrando que o ser humano é complexo, contraditório e imperfeito.

Ninguém é dono da verdade.
Ninguém.

O sagrado não precisa de espetáculo.
Orixá não é personagem.
Entidade não é marketing.
Fé não é performance.

A maior força espiritual não está em destruir alguém.
Está em continuar humano num mundo que ensina violência todos os dias.

Amigos, clientes e simpatizantes.Estamos praticamente somente ultilizando o Instagram, na linha do tempo iremos desconti...
05/05/2026

Amigos, clientes e simpatizantes.

Estamos praticamente somente ultilizando o Instagram, na linha do tempo iremos descontinuar este perfil.

Nós siga lá!!

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Nós chame, seguimos atendendo e tornando o dia a dia das pessoas melhor🙏

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03/05/2026

A madrinha...o padrinho...a liderança do axé

A madrinha dentro de um terreiro de Umbanda ocupa um lugar de extrema importância espiritual, emocional, moral e até estrutural dentro da casa. Muitas pessoas enxergam apenas o título, a roupa bonita ou a posição de destaque, mas quem conhece verdadeiramente a religião sabe que ser madrinha não é sobre status — é sobre responsabilidade, entrega e sustentação espiritual.

A madrinha é, muitas vezes, uma das colunas invisíveis da casa. Ela ajuda a manter o equilíbrio entre o sagrado e o humano. É alguém que normalmente carrega confiança da liderança espiritual, maturidade dentro da corrente e capacidade de acolher, respeita a liderança da casa não alimenta vaidade, disputa ou desunião.
Em muitos terreiros, a madrinha representa o braço afetivo e organizador da corrente espiritual. Enquanto o dirigente espiritual conduz a força maior da casa, a madrinha costuma ser aquela presença que observa detalhes que poucos percebem:
Quem chegou triste, quem está desanimado na corrente, quem precisa de orientação, quem está se afastando da fé, quem está carregando problemas emocionais ou espirituais. E sim ela repassa tudo isso para liderança do terreiro, de forma respeitosa e com tranquilidade.
Ela se torna uma ponte, quando necessário e sabe seu lugar.
Ponte entre os filhos e a liderança.
Ponte entre disciplina e acolhimento.
Ponte entre espiritualidade e humanidade.
A importância dela também está no exemplo silencioso. Dentro da Umbanda, aprende-se muito mais observando atitudes do que ouvindo discursos. Uma boa madrinha ensina pela postura:
pela forma de tratar os mais novos,
pelo respeito ao sagrado,
pela humildade diante das entidades,
pela firmeza nos momentos difíceis,
pela ética dentro da corrente em qualquer lugar que esteja,
pela lealdade à casa e aos fundamentos daquele axé.

A madrinha muitas vezes ajuda na sustentação energética da casa sem que ninguém perceba. Ela é aquela que:
organiza,
acolhe,
orienta,
apazigua conflitos,
ajuda nos bastidores,
mantém a harmonia,
segura emocionalmente muitos filhos da casa,
e frequentemente sacrif**a o próprio cansaço para manter a corrente firme.
Existe também uma importância espiritual muito profunda nesse cargo. Em diversas casas, a madrinha é escolhida não apenas pela vontade humana, mas pela espiritualidade. As entidades observam quem possui:
equilíbrio emocional,
compromisso,
amor verdadeiro pela religião,
respeito aos fundamentos,
capacidade de cuidar de pessoas,
e principalmente humildade.
Porque na Umbanda, quem quer aparecer demais geralmente não sustenta o peso espiritual da função.
Uma madrinha verdadeira entende que cuidar de uma casa espiritual vai muito além de vestir branco ou ocupar um lugar de destaque. Ela sabe que está lidando com:
dores humanas,
obsessões espirituais,
conflitos familiares,
crises emocionais,
fé fragilizada,
e muitas vezes pessoas chegando destruídas espiritualmente.
Por isso, ela precisa desenvolver:
paciência,
escuta,
equilíbrio,
firmeza,
discrição,
responsabilidade,
e muita conexão espiritual e acima de tudo liberdade com a liderança do axé para apoiar quando necessário.
Outro ponto extremamente importante é que a madrinha ajuda a preservar a identidade e os fundamentos da casa. Em tempos onde muitas pessoas confundem Umbanda com aparência para redes sociais, a madrinha verdadeira costuma ser aquela que relembra a essência:
respeito aos guias,
disciplina,
caridade,
humildade,
fundamento,
ancestralidade,
e compromisso espiritual.
Ela ajuda a manter viva a energia da tradição.
E existe algo muito profundo que poucas pessoas falam: muitas madrinhas carregam dores silenciosas.
Porque quem acolhe muita gente, muitas vezes não tem quem acolha.
Quem fortalece muitos filhos, às vezes precisa se fortalecer sozinha.
Quem sustenta uma corrente espiritual frequentemente trava batalhas invisíveis fora da gira.
Por isso, uma madrinha de Umbanda precisa ter muita força espiritual.
No fim, a importância da madrinha dentro de um terreiro não está no título.
Está na missão.
Ser madrinha é ser referência.
É cuidar sem esperar reconhecimento.
É servir ao sagrado com amor.
É ajudar a manter a chama da fé acesa dentro da casa.
É compreender que Umbanda é coletivo, ancestralidade e responsabilidade espiritual.
Uma madrinha verdadeira não cresce sozinha.
Ela ajuda toda a corrente a crescer junto.

E na ausência, fique com seu zelador espiritual, ele será seu maior protetor e testemunho dentro do seu axé.

02/05/2026

Fé, acolhimento e pertencimento...

Madrugada… e eu aqui, em meio aos meus pensamentos, refletindo sobre a grandeza das nossas tradições e sobre quantas terreiras maravilhosas existem espalhadas pelo nosso Estado. E sim tenho certeza que tem muitas pessoas boas espalhadas por aí...

Passeando pelas mídias, observando cada postagem, cada sessão, cada toque, cada sorriso e cada congá preparado com amor… senti orgulho. Um orgulho profundo. Porque por trás de cada casa existe muito mais do que paredes ou festividades. Existe história. Existe luta. Existe renúncia, acolhimento, resistência e, acima de tudo, fé.

Cada terreira carrega sua própria energia, seu fundamento, seu jeito único de cuidar e ensinar. Algumas nasceram do sofrimento, outras da continuidade de um legado ancestral. Mas todas, de alguma forma, mantêm viva uma chama sagrada que não se apaga: a missão de servir ao espiritual e ao próximo.

E olhando especialmente para as festividades de Ogum, percebemos o quanto somos ricos daquilo que dinheiro nenhum pode comprar. Somos ricos em axé, em união, em pertencimento, em proteção espiritual, em mãos estendidas e em corações que ainda acreditam no bem.

Em tempos onde o mundo anda tão frio, ver tantas casas trabalhando, cantando, firmando sua fé e mantendo viva a ancestralidade, me faz acreditar que ainda existe esperança na humanidade.

Que nunca nos falte respeito pelas diferentes formas de caminhar dentro da espiritualidade. Porque quando a fé é verdadeira, ela floresce em amor, em caridade, em força e em transformação.

Que Ogum continue abrindo os caminhos de todos aqueles que trabalham com verdade no coração. E que possamos aprender, cada vez mais, a enxergar beleza no crescimento do outro, porque quando uma casa prospera na luz, toda a espiritualidade se fortalece junto.

01/05/2026
23/04/2026

Espiritualidade no dia a dia

Você pode frequentar o terreiro há anos…
e ainda assim não ter mudado nada.
Porque não é a presença na gira/sessão que transforma.
É o que você faz depois dela. E vamos pensar, o que estamos fazendo depois de sair do terreiro!?

Tem gente que recebe orientação, conselho, energia…e continua repetindo os mesmos comportamentos.
E sim existe muita gente que não presta dentro dos terreiros, muitas até já são ou melhor se dizem zeladores.

Talvez e muito provalmente não será possível trazer a verdade a toma de todos.

Mas com certeza a espiritualidade sabe e desejo profundamente que seja pago cada sofrimento feito na terra.

E pra quem de fato deseja evoluir a espiritualidade ensina e ao longo do tempo vai demostrando de várias formas. Mas cabe a nós a decisão de atuar ou não. A religião, terreira não obriga ninguém a evoluir.

Se fora da casa você vive no mesmo padrão…
então o problema não é falta de ajuda.
É falta de atitude.

Fé sem prática não sustenta mudança.

Só cria ilusão de evolução.

Endereço

Porto Alegre, RS

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