Afrobras - Federação das Religiões Afro-Brasileiras

Afrobras - Federação das Religiões Afro-Brasileiras Acesse o site: www.afrobras.org

CONVITE - AGENDA:
27/05/2026

CONVITE - AGENDA:

27/05/2026

I SEMINÁRIO AFRO TEMÁTICO DA METADE SUL RS - AFROBRAS
DIA 28 DE MAIO - CÂMARA DE VEREADORES DE PELOTAS/RS:

NOTA INSTITUCIONALA Federação das Religiões Afro-Brasileiras – AFROBRAS vem a público reafirmar seu compromisso permanen...
27/05/2026

NOTA INSTITUCIONAL
A Federação das Religiões Afro-Brasileiras – AFROBRAS vem a público reafirmar seu compromisso permanente com a ética sacerdotal, o respeito à ancestralidade e a preservação digna das sagradas tradições afro-religiosas no Estado do Rio Grande do Sul.
A entidade manifesta preocupação institucional com a crescente utilização inadequada de redes sociais e meios virtuais para exposição de liturgias, práticas ritualísticas, conflitos religiosos e conteúdos incompatíveis com a responsabilidade espiritual e com o decoro historicamente exigido no exercício do sacerdócio afro-religioso.
A AFROBRAS também repudia a banalização e a espetacularização de elementos sagrados, sobretudo a exposição pública de atos de sacralização, práticas ritualísticas e conteúdos espirituais de caráter reservado, quando realizados de forma sensacionalista, promocional ou incompatível com o respeito devido à ancestralidade e à tradição religiosa afro-brasileira.
Sacralização não constitui entretenimento, ferramenta de marketing religioso ou instrumento de promoção pessoal. Os fundamentos afro-religiosos possuem natureza espiritual, ancestral e sagrada, exigindo responsabilidade, equilíbrio, ética sacerdotal e profundo respeito daqueles que exercem funções religiosas.
Da mesma forma, a Federação reafirma que não compactua com quaisquer práticas que impliquem maus-tratos, crueldade ou sofrimento desnecessário a animais, ressaltando que o respeito à vida, à dignidade e ao correto fundamento litúrgico deve nortear toda e qualquer prática religiosa desenvolvida dentro da legalidade e dos parâmetros constitucionais reconhecidos pelo Supremo Tribunal Federal.
Vivemos, nos últimos anos, um período historicamente delicado para as Religiões Afro-Brasileiras, marcado por episódios de intolerância, perseguições e debates jurídicos levados inclusive às mais altas Cortes do país, onde práticas litúrgicas tradicionais passaram a ser objeto de questionamentos públicos e judiciais.
Diante desse cenário, torna-se dever institucional das entidades representativas atuar com responsabilidade, equilíbrio e firme compromisso com a preservação séria da tradição ancestral, sem compactuar com procedimentos irresponsáveis, exposições inadequadas ou condutas que possam fragilizar a legitimidade de nosso credo perante a sociedade e perante o próprio ordenamento jurídico.
A AFROBRAS tem por princípio orientar os religiosos no caminho da integridade, da responsabilidade sacerdotal, da legalidade e da legítima fé herdada de nossos ancestrais, valores que devem ser preservados de forma digna, honrada e respeitosa.
Reafirmamos nosso compromisso com a vida, com a ética, com a tradição, com a ancestralidade e com a defesa séria das religiões afro-brasileiras.
Tudo aquilo que se afasta desses princípios não representa a essência da tradição afro-religiosa séria, responsável e ancestral defendida pela AFROBRAS.
Muito axé!

NOTA INSTITUCIONAL

A Federação das Religiões Afro-Brasileiras – AFROBRAS vem a público reafirmar seu compromisso permanente com a ética sacerdotal, o respeito à ancestralidade e a preservação digna das sagradas tradições afro-religiosas no Estado do Rio Grande do Sul.

A entidade manifesta preocupação institucional com a crescente utilização inadequada de redes sociais e meios virtuais para exposição de liturgias, práticas ritualísticas, conflitos religiosos e conteúdos incompatíveis com a responsabilidade espiritual e com o decoro historicamente exigido no exercício do sacerdócio afro-religioso.

A AFROBRAS também repudia a banalização e a espetacularização de elementos sagrados, sobretudo a exposição pública de atos de sacralização, práticas ritualísticas e conteúdos espirituais de caráter reservado, quando realizados de forma sensacionalista, promocional ou incompatível com o respeito devido à ancestralidade e à tradição religiosa afro-brasileira.

Sacralização não constitui entretenimento, ferramenta de marketing religioso ou instrumento de promoção pessoal. Os fundamentos afro-religiosos possuem natureza espiritual, ancestral e sagrada, exigindo responsabilidade, equilíbrio, ética sacerdotal e profundo respeito daqueles que exercem funções religiosas.

Da mesma forma, a Federação reafirma que não compactua com quaisquer práticas que impliquem maus-tratos, crueldade ou sofrimento desnecessário a animais, ressaltando que o respeito à vida, à dignidade e ao correto fundamento litúrgico deve nortear toda e qualquer prática religiosa desenvolvida dentro da legalidade e dos parâmetros constitucionais reconhecidos pelo Supremo Tribunal Federal.

Vivemos, nos últimos anos, um período historicamente delicado para as Religiões Afro-Brasileiras, marcado por episódios de intolerância, perseguições e debates jurídicos levados inclusive às mais altas Cortes do país, onde práticas litúrgicas tradicionais passaram a ser objeto de questionamentos públicos e judiciais.

Diante desse cenário, torna-se dever institucional das entidades representativas atuar com responsabilidade, equilíbrio e firme compromisso com a preservação séria da tradição ancestral, sem compactuar com procedimentos irresponsáveis, exposições inadequadas ou condutas que possam fragilizar a legitimidade de nosso credo perante a sociedade e perante o próprio ordenamento jurídico.

A AFROBRAS tem por princípio orientar os religiosos no caminho da integridade, da responsabilidade sacerdotal, da legalidade e da legítima fé herdada de nossos ancestrais, valores que devem ser preservados de forma digna, honrada e respeitosa.

Reafirmamos nosso compromisso com a vida, com a ética, com a tradição, com a ancestralidade e com a defesa séria das religiões afro-brasileiras.

Tudo aquilo que se afasta desses princípios não representa a essência da tradição afro-religiosa séria, responsável e ancestral defendida pela AFROBRAS.

Muito axé!

27/05/2026

PROGRAMA A VOZ DA UMBANDA:

27/05/2026

O Batuque gaúcho não é espetáculo — é memória, fé e resistência.
Ernesto Xavier, jornalista, antropólogo, escritor e produtor de conteúdo digital carioca, reconhecido por divulgar as religiões de matriz africana e por sua atuação contra o racismo e a intolerância religiosa, nos dá uma verdadeira aula sobre o Batuque do Rio Grande do Sul.
Ele explica com precisão que o Batuque é uma prática religiosa de matriz africana presente na formação cultural do estado. Não é folclore vazio: são cantos, tambores, rituais e saberes transmitidos em comunidade. São terreiros, líderes espirituais e uma identidade afro-gaúcha que resistiu à invisibilidade e à perseguição.
Ernesto demonstra como essas práticas preservam genealogias, narrativas de origem e modos de viver coletivos. Mostra também a relação entre religião, território e luta por reconhecimento. E esclarece por que a compreensão correta evita estigmas e alimenta políticas públicas de respeito e proteção à liberdade religiosa.
Assistir a essa aula é entender uma parte essencial da história brasileira. É prática de cidadania reconhecer, valorizar e defender. Vale a pena não só ver, mas compartilhar sem nenhuma moderação. Faça isso: espalhe conhecimento e combata a intolerância.

27/05/2026

HERANÇAS AFRO 2.0

Sobre a polêmica da reza.
Escute com atenção: desacreditar uma reza ancestral não é só erro cultural, é violência histórica!
Essa polémica em torno da reza "Ubadê, ubadê ubadê acorô / Dadá selé ubadê acorô..." expõe um problema maior.
A falta de acesso ao conhecimento dos mais antigos, não serve como argumento para desqualificar a história e o legado deles. Assim como o acesso ao estudo e ao conhecimento que temos hoje não pode ser usado, para matar ou desqualificar a nossa ancestralidade!
Precisamos reconhecer duas coisas, com muita clareza:
- Primeiro: o esquecimento ou a perda de detalhes não apaga o valor de uma tradição.
- Segundo: a erudição contemporânea não dá licença para destruir, ridicularizar ou substituir saberes que sobreviveram por gerações.
Isso exige responsabilidade. Ouvir quem resta. Investir em preservação. Criar espaços de diálogo em que o saber popular e o erudito se confrontem com respeito, não com superioridade.
Não se trata de romantizar o passado, mas de reconhecer que há saberes legítimos e essenciais que esse passado nos deixou como legado. E a nossa função ao estudar e buscar expandir o conhecimento, deve ser baseada na proteção e no respeito, a todos os que vieram antes e nos permitiram... estar aqui!

Endereço

Rua Uruguai, 91 Cj. 304
Porto Alegre, RS
90010-140

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 13:30 - 17:00
Terça-feira 13:30 - 17:00
Quarta-feira 13:30 - 17:00
Quinta-feira 13:30 - 17:00
Sexta-feira 13:30 - 17:00

Telefone

+555132252800

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Afrobras - Federação das Religiões Afro-Brasileiras posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Local De Adoração

Envie uma mensagem para Afrobras - Federação das Religiões Afro-Brasileiras:

Compartilhar