Paróquia São Geraldo

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Horário de Missas

Terça a sexta-feira - 18h30
Sábado - 16:00 hs
Domingo - 09h15 e 18h30

Horários da Secretaria:
De terça à sexta das 14h às 19h e sábados das 8h30 às 11h30

29/05/2026

EVANGELHO DO DIA
29 de maio

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos
11,11-26

Tendo sido aclamado pela multidão,
Jesus entrou, no Templo, em Jerusalém,
e observou tudo.
Mas, como já era tarde,
saiu para Betânia com os doze.
No dia seguinte, quando saíam de Betânia,
Jesus teve fome.
De longe, ele viu uma figueira coberta de folhas
e foi até lá ver se encontrava algum fruto.
Quando chegou perto, encontrou somente folhas,
pois não era tempo de figos.
Então Jesus disse à figueira:
"Que ninguém mais coma de teus frutos".
E os discípulos escutaram o que ele disse.
Chegaram a Jerusalém.
Jesus entrou no Templo e começou a expulsar
os que vendiam e os que compravam no Templo.
Derrubou as mesas dos cambistas
e as cadeiras dos vendedores de pombas.
Ele não deixava ninguém carregar nada através do Templo.
E ensinava o povo, dizendo:
"Não está escrito:
'Minha casa será chamada casa de oração
para todos os povos'?
No entanto, vós fizestes dela uma toca de ladrões".
Os sumos sacerdotes e os mestres da Lei ouviram isso
e começaram a procurar uma maneira de o matar.
Mas tinham medo de Jesus,
porque a multidão estava maravilhada
com o ensinamento dele.
Ao entardecer,
Jesus e os discípulos saíram da cidade.
Na manhã seguinte, quando passavam,
Jesus e os discípulos viram
que a figueira tinha secado até a raiz.
Pedro lembrou-se e disse a Jesus:
"Olha, Mestre:
a figueira que amaldiçoaste secou".
Jesus lhes disse:
"Tende fé em Deus.
Em verdade vos digo,
se alguém disser a esta montanha:
'Levanta-te e atira-te no mar',
e não duvidar no seu coração,
mas acreditar que isso vai acontecer,
assim acontecerá.
Por isso vos digo,
tudo o que pedirdes na oração,
acreditai que já o recebestes, e assim será.
Quando estiverdes rezando,
perdoai tudo o que tiverdes contra alguém,
para que vosso Pai que está nos céus
também perdoe os vossos pecados".
Palavra da Salvação.

AS PALAVRAS DOS PAPAS
O Templo é o lugar onde a comunidade vai para rezar, louvar ao Senhor, dar graças, mas acima de tudo para adorar: no Templo adoramos o Senhor. E este é o ponto mais importante. Isso também é válido para as cerimônias litúrgicas: nesta cerimônia litúrgica, o que é mais importante? Os cantos, os ritos – tudo belo...? O mais importante é a adoração: toda a comunidade reunida olha para o altar onde se celebra o sacrifício e adora. Mas, eu creio – digo-o humildemente – que nós, cristãos, talvez tenhamos perdido um pouco o sentido da adoração, e pensamos: vamos ao Templo, nos reunimos como irmãos – isso é bom, é belo! – mas o centro está ali onde Deus está. E nós adoramos a Deus. (...) São Paulo diz-nos que somos templos do Espírito Santo: eu sou um templo. O Espírito de Deus está em mim. E diz-nos também: ‘Não entristeçais o espírito do Senhor que está dentro de vós!’. E aqui também, talvez não possamos falar de adoração como antes, mas de uma espécie de adoração que é o coração que busca o espírito do Senhor dentro de si e sabe que Deus está dentro de si, que o Espírito Santo está dentro de si que o escuta e segue. (...) Que o Senhor nos conceda este sentido verdadeiro do templo, para podermos ir em frente na nossa vida de adoração e de escuta da Palavra de Deus. (Papa Francisco, Homilia na Capela da Casa Santa Marta, 22 de novembro de 2013)

28/05/2026

EVANGELHO DO DIA
28 de maio

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos
10,46-52

Naquele tempo,
Jesus saiu de Jericó,
junto com seus discípulos e uma grande multidão.
O filho de Timeu, Bartimeu, cego e mendigo,
estava sentado à beira do caminho.
Quando ouviu dizer que Jesus, o Nazareno, estava passando,
começou a gritar:
"Jesus, filho de Davi, tem piedade de mim!"
Muitos o repreendiam para que se calasse.
Mas ele gritava mais ainda:
"Filho de Davi, tem piedade de mim!"
Então Jesus parou e disse:
"Chamai-o" .
Eles o chamaram e disseram:
"Coragem, levanta-te, Jesus te chama!"
O cego jogou o manto, deu um pulo e foi até Jesus.
"Eis que nós deixamos tudo e te seguimos".
Então Jesus lhe perguntou:
"O que queres que eu te faça?"
O cego respondeu:
"Mestre, que eu veja!"
Jesus disse:
"Vai, a tua fé te curou".
No mesmo instante, ele recuperou a vista

AS PALAVRAS DOS PAPAS
O que podemos fazer quando nos encontramos numa situação que parece sem saída? Bartimeu ensina-nos a apelar aos recursos que temos em nós e que fazem parte de nós. Ele é um mendigo, sabe pedir, aliás consegue gritar! Se desejas realmente algo, fazes tudo para o poder alcançar, até quando os outros te censuram, te humilham e te dizem para desistir. Se o desejas realmente, continua a gritar! O grito de Bartimeu, descrito no Evangelho de Marcos - «Filho de David, Jesus, tende piedade de mim!» (v. 47) - tornou-se uma oração bem conhecida na tradição oriental, que também nós podemos utilizar: «Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, tende piedade de mim, pecador!». Bartimeu é cego, mas paradoxalmente vê melhor do que os outros e reconhece quem é Jesus! Perante o seu grito, Jesus detém-se e chama-o (cf. v. 49), pois não há grito que Deus não ouça, até quando não estamos conscientes de nos dirigirmos a Ele (...). O que salva Bartimeu, e cada um de nós, é a fé. Jesus cura-nos para podermos ser livres. Ele não convida Bartimeu a segui-lo, mas diz-lhe que ande, que se ponha novamente a caminho (cf. v. 52). Mas Marcos conclui a narração, referindo que Bartimeu começou a seguir Jesus: escolheu livremente seguir aquele que é o Caminho! (Papa Leão XIV, Audiência Geral de 11 de junho de 2025)

26/05/2026

EVANGELHO DO DIA
26 de maio

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos
10,28-31

Naquele tempo,
começou Pedro a dizer a Jesus:
"Eis que nós deixamos tudo e te seguimos".
Respondeu Jesus:
"Em verdade vos digo,
quem tiver deixado casa,
irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos,
campos, por causa de mim e do Evangelho,
receberá cem vezes mais agora, durante esta vida
— casa, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos,
com perseguições —
e, no mundo futuro, a vida eterna.
Muitos que agora são os primeiros serão os últimos.
E muitos que agora são os últimos serão os primeiros".

AS PALAVRAS DOS PAPAS
Seguir Jesus sob o ponto de vista humano não é um bom negócio: é servir. Foi exatamente o que fez Ele: e se o Senhor te der a possibilidade de ser o primeiro, tu deves comportar-te como o último, isto é no serviço. Se o Senhor te der a possibilidade de possuir bens, deves comportar-te no serviço, isto é, para os outros. São três as coisas, os degraus que nos afastam de Jesus: as riquezas, a vaidade e o orgulho. Por isto as riquezas são tão perigosas: levam-te a ser vaidoso e a pensar que és importante; e quando te consideras importante, crias a cauda de pavão e perdes-te. (...) É desagradável ver um cristão — leigo, consagrado, sacerdote ou bispo — que quer as duas coisas: seguir Jesus e os bens, seguir Jesus e a mundanidade. É um contra-testemunho e afasta as pessoas de Jesus. Agora continuemos a pensar na pergunta de Pedro: “Nós deixamos tudo: como nos pagarás?”. E ter presente a resposta de Jesus porque o preço que Ele nos dá é ser semelhante a Ele: este será o “salário”. E assemelhar a Jesus, é um “grande salário”. (Papa Francisco, Homilia na Capela da Casa Santa Marta, 26 de maio de 2015)

25/05/2026

EVANGELHO DO DIA
25 de maio

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João
19,25-34

Naquele tempo,
perto da cruz de Jesus, estavam de pé
a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas,
e Maria Madalena.
Jesus, ao ver sua mãe
e, ao lado dela, o discípulo que ele amava,
disse à mãe:
“Mulher, este é o teu filho”.
Depois disse ao discípulo:
“Esta é a tua mãe”.
Daquela hora em diante,
o discípulo a acolheu consigo.
Depois disso, Jesus,
sabendo que tudo estava consumado,
e para que a Escritura se cumprisse até o fim,
disse:
“Tenho sede”.
Havia ali uma jarra cheia de vinagre.
Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre
e levaram-na à boca de Jesus.
Ele tomou o vinagre
e disse:
“Tudo está consumado”.
E, inclinando a cabeça,
entregou o espírito.
Era o dia da preparação para a Páscoa.
Os judeus queriam evitar
que os corpos ficassem na cruz durante o sábado,
porque aquele sábado era dia de festa solene.
Então pediram a Pilatos
que mandasse quebrar as pernas aos crucificados
e os tirasse da cruz.
Os soldados foram
e quebraram as pernas de um e depois do outro
que foram crucificados com Jesus.
Ao se aproximarem de Jesus,
e vendo que já estava morto,
não lhe quebraram as pernas;
mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança,
e logo saiu sangue e água.

AS PALAVRAS DOS PAPAS
O próprio Senhor sabe que precisamos de refúgio e proteção em meio de tantos perigos. Por isso, no momento mais alto, na cruz, disse ao discípulo amado, a cada discípulo: «Eis a tua Mãe!» (Jo 19, 27). A Mãe não é (...) uma coisa opcional, é o testamento de Cristo. E precisamos d’Ela como de repouso um viandante, como de ser levado nos braços um bebê. É um grande perigo para a fé viver sem Mãe, sem proteção, deixando-nos arrastar pela vida como as folhas pelo vento. O Senhor sabe isso, e recomenda-nos acolher a Mãe. Não é um galanteio espiritual, é uma exigência de vida. Amá-La, não é poesia; é saber viver. Porque, sem Mãe, não podemos ser filhos. E, antes de tudo, nós somos filhos, filhos amados, que têm Deus por Pai e Nossa Senhora por Mãe. O Concílio Vaticano II ensina que Maria é «sinal de esperança segura e de consolação para o povo de Deus ainda peregrinante» (Const. dogm. Lumen gentium, 68). É sinal: é o sinal que Deus posicionou para nós. Se não o seguirmos, extraviamo-nos. Com efeito, há uma sinalização da vida espiritual, que deve ser observada. A nós, «que, entre perigos e angústias, caminhamos ainda na terra» (ibid., 62), tal sinalização indica-nos a Mãe, que já chegou à meta. Quem melhor do que Ela nos pode acompanhar no caminho? Por que esperamos? Como o discípulo que, ao pé da cruz, acolheu consigo a Mãe – diz o Evangelho – «como sua» (Jo 19, 27), também nós (...) convidamos Maria para a nossa casa, o nosso coração, a nossa vida. (Papa Francisco, Homilia na Basílica de Santa Maria Maior em 28 de janeiro de 2018)

24/05/2026

EVANGELHO DO DIA
24 de maio

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João
20,19-23

Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana,
estando fechadas, por medo dos judeus,
as portas do lugar onde os discípulos se encontravam,
Jesus entrou e pondo-se no meio deles,
disse: "A paz esteja convosco".
Depois destas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado.
Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor.
Novamente, Jesus disse:
"A paz esteja convosco.
Como o Pai me enviou, também eu vos envio".
E depois de ter dito isto,
soprou sobre eles e disse:
"Recebei o Espírito Santo.
A quem perdoardes os pecados,
eles lhes serão perdoados;
a quem os não perdoardes,
eles lhes serão retidos".

AS PALAVRAS DOS PAPAS
Hoje, Solenidade de Pentecostes, o Evangelho leva-nos ao Cenáculo, onde os apóstolos se tinham refugiado depois da morte de Jesus (Jo 20, 19-23). O Ressuscitado, na noite de Páscoa, apresenta-se precisamente naquela situação de medo e angústia e, soprando sobre eles, diz: «Recebei o Espírito Santo» (v. 22). Assim, com o dom do Espírito, Jesus quer libertar os discípulos do medo, este medo que os mantém fechados em casa, e liberta-os para que possam sair e tornar-se testemunhas e anunciadores do Evangelho. Reflitamos um pouco sobre aquilo que o Espírito faz: liberta do medo. Os discípulos tinham fechado as portas, diz o Evangelho, «por temor» (v. 19). A morte de Jesus tinha-os perturbado, os seus sonhos tinham sido desfeitos, as suas esperanças tinham desaparecido. E fecharam-se em si mesmos. Não apenas naquela sala, mas dentro, no coração. Gostaria de sublinhar este fato: fechados dentro. Quantas vezes também nós nos fechamos em nós mesmos? Quantas vezes, por causa de uma situação difícil, de um problema pessoal ou familiar, do sofrimento que nos marca ou por causa do mal que respiramos à nossa volta, caímos lentamente na perda da esperança e na falta de coragem para continuar? (...) Contudo, o Evangelho oferece-nos o remédio do Ressuscitado: o Espírito Santo. Ele liberta das prisões do medo. (...) Pois é isto que o Espírito faz: faz-nos sentir a proximidade de Deus e, assim, o seu amor afasta o temor, ilumina o caminho, consola, sustenta na adversidade. Diante dos medos e dos fechamentos, invoquemos então o Espírito Santo para nós, para a Igreja e para o mundo inteiro: a fim de que um novo Pentecostes afaste os receios que nos assaltam e reacenda o fogo do amor de Deus. (Papa Francisco, Regina Caeli de 28 de maio de 2023)

22/05/2026

EVANGELHO DO DIA
22 de maio

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João
21,15-19

Jesus manifestou-se aos seus discípulos
e, depois de comerem, perguntou a Simão Pedro:
"Simão, filho de João,
tu me amas mais do que estes?"
Pedro respondeu:
"Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo".
Jesus disse:
"Apascenta os meus cordeiros".
E disse de novo a Pedro:
"Simão, filho de João, tu me amas?"
Pedro disse:
"Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo".
Jesus disse-lhe:
"Apascenta as minhas ovelhas".
Pela terceira vez, perguntou a Pedro:
"Simão, filho de João, tu me amas?"
Pedro ficou triste,
porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava.
Respondeu:
"Senhor, tu sabes tudo;
tu sabes que eu te amo".
Jesus disse-lhe:
"Apascenta as minhas ovelhas.
Em verdade, em verdade te digo:
quando eras jovem,
tu te cingias e ias para onde querias.
Quando fores velho,
estenderás as mãos e outro te cingirá
e te levará para onde não queres ir".
Jesus disse isso,
significando com que morte
Pedro iria glorificar a Deus.
E acrescentou:
"Segue-me".

AS PALAVRAS DOS PAPAS
Jesus pergunta a Pedro pela primeira vez: "Simão... tu amas-Me (agapâs-me)" com este amor total e incondicionado ( cf. Jo 21, 15)? Antes da experiência da traição o Apóstolo teria certamente respondido: "Amo-Te (agapô-se) incondicionalmente". Agora, que conheceu a amarga tristeza da infidelidade, o drama da própria debilidade, diz apenas: "Senhor... tu sabes que sou deveras teu amigo (filô-se), isto é, "amo-te com o meu pobre amor humano". Cristo insiste: "Simão, tu amas-Me com este amor total que Eu quero?". E Pedro repete a resposta do seu humilde amor humano: "Kyrie, filô-se", "Senhor, tu sabes que eu sou deveras teu amigo". Pela terceira vez Jesus pergunta a Simão: "Fileîs-me?", "tu amas-Me?". Simão compreende que para Jesus é suficiente o seu pobre amor, o único de que é capaz, e contudo sente-se entristecido porque o Senhor teve que lhe falar daquele modo. Por isso, responde: "Senhor, Tu sabes tudo; Tu bem sabes que eu sou deveras teu amigo! (filô-se)". Seria para dizer que Jesus se adaptou a Pedro, e não Pedro a Jesus! É precisamente esta adaptação divina que dá esperança ao discípulo, que conheceu o sofrimento da infidelidade. Surge daqui a confiança que o torna capaz do seguimento até ao fim (...) Pedro alcançou a confiança naquele Jesus que se adaptou à sua pobre capacidade de amor. E mostra assim também a nós o caminho, apesar da nossa debilidade. Sabemos que Jesus se adapta a esta nossa debilidade. (Papa Bento XVI, Audiência Geral de 24 de maio de 2006)

21/05/2026

EVANGELHO DO DIA
21 de maio

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João
17,20-26

Naquele tempo,
Jesus ergueu os olhos ao céu e rezou, dizendo:
“Pai santo, eu não te rogo somente por eles,
mas também por aqueles
que vão crer em mim pela sua palavra;
para que todos sejam um
como tu, Pai, estás em mim e eu em ti,
e para que eles estejam em nós,
a fim de que o mundo creia que tu me enviaste.
Eu dei-lhes a glória que tu me deste,
para que eles sejam um, como nós somos um:
eu neles e tu em mim,
para que assim eles cheguem à unidade perfeita
e o mundo reconheça que tu me enviaste
e os amaste, como me amaste a mim.
Pai, aqueles que me deste,
quero que estejam comigo onde eu estiver,
para que eles contemplem a minha glória,
glória que tu me deste
porque me amaste antes da fundação do universo.
Pai justo, o mundo não te conheceu,
mas eu te conheci,
e estes também conheceram que tu me enviaste.
Eu lhes fiz conhecer o teu nome,
e o tornarei conhecido ainda mais,
para que o amor com que me amaste esteja neles,
e eu mesmo esteja neles”.
Palavra da Salvação.

AS PALAVRAS DOS PAPAS
O Senhor não quer que nos juntemos numa massa indistinta, como um bloco sem nome, apenas com o fim de estarmos unidos, mas deseja que sejamos um: «como Tu, Pai, estás em mim e Eu em ti; para que assim eles estejam em Nós» (v. 21). A unidade pela qual Jesus reza é, portanto, uma comunhão fundada no mesmo amor com que Deus ama, do qual provêm a vida e a salvação. E, como tal é, primeiramente, um dom que Jesus vem trazer. É, pois, a partir do seu coração de homem que o Filho de Deus se dirige ao Pai dizendo: «Eu neles e Tu em mim, para que eles cheguem à perfeição da unidade e assim o mundo reconheça que Tu me enviaste e que os amaste a eles como a mim» (v. 23).

Ouçamos com admiração estas palavras: Jesus está a revelar-nos que Deus nos ama como ama a si mesmo. O Pai não nos ama menos do que ama o seu Filho Único, isto é, infinitamente. Deus não ama menos, porque ama antes, ama por primeiro! O próprio Cristo testemunha isso quando diz que o Pai o amou «antes da criação do mundo» (v. 24). E é exatamente assim: na sua misericórdia, Deus sempre quis atrair todos os homens para si, e é a sua vida, entregue por nós em Cristo, que nos faz um, que nos une uns aos outros. (Papa Leão XIV, Homilia de 1º de junho de 2025)

20/05/2026

EVANGELHO DO DIA
20 de maio

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João
17,11b-19

Naquele tempo,
Jesus ergueu os olhos ao céu e rezou, dizendo:
"Pai santo, guarda-os em teu nome,
o nome que me deste,
para que eles sejam um
assim como nós somos um.
Quando eu estava com eles,
guardava-os em teu nome,
o nome que me deste.
Eu guardei-os e nenhum deles se perdeu,
a não ser o filho da perdição,
para se cumprir a Escritura.
Agora, eu vou para junto de ti,
e digo estas coisas, estando ainda no mundo,
para que eles tenham em si
a minha alegria plenamente realizada.
Eu lhes dei a tua palavra,
mas o mundo os rejeitou,
porque não são do mundo,
como eu não sou do mundo.
Não te peço que os tires do mundo,
mas que os guardes do Maligno.
Eles não são do mundo,
como eu não sou do mundo.
Consagra-os na verdade;
a tua palavra é verdade.
Como tu me enviaste ao mundo,
assim também eu os enviei ao mundo.
Eu me consagro por eles,
a fim de que eles também sejam consagrados na verdade".

AS PALAVRAS DOS PAPAS
Enquanto ferem a Igreja, as divisões entre os cristãos ferem também Cristo, e divididos nós provocamos uma ferida a Cristo: com efeito, a Igreja é o Corpo cuja Cabeça é Cristo. Sabemos bem como Jesus fazia questão que os seus discípulos permanecessem unidos no Seu amor. É suficiente pensar nas suas palavras, citadas no capítulo 17 do Evangelho de João, na oração dirigida ao Pai na iminência da paixão: «Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste a fim de que, como nós, também eles sejam um só» (Jo 17, 11). Esta unidade já estava ameaçada enquanto Jesus ainda se encontrava no meio dos seus: com efeito, no Evangelho recorda-se que os Apóstolos discutiam entre si sobre quem era o maior, o mais importante (cf. Lc 9, 46). No entanto, o Senhor insistiu muito sobre a unidade em nome do Pai, levando-nos a compreender que o nosso anúncio e o nosso testemunho serão tanto mais credíveis, quanto mais nós formos os primeiros a tornar-nos capazes de viver em comunhão e de nos amarmos uns aos outros. (Papa Francisco, Audiência Geral de 8 de outubro de 2014)

19/05/2026

EVANGELHO DO DIA
19 de maio

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João
17,1-11a

Naquele tempo,
Jesus ergueu os olhos ao céu e disse:
"Pai, chegou a hora.
Glorifica o teu Filho,
para que o teu Filho te glorifique a ti,
e, porque lhe deste poder sobre todo homem,
ele dê a vida eterna
a todos aqueles que lhe confiaste.
Ora, a vida eterna é esta:
que eles te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro,
e àquele que tu enviaste, Jesus Cristo.
Eu te glorifiquei na terra
e levei a termo a obra que me deste para fazer.
E agora, Pai, glorifica-me junto de ti,
com a glória que eu tinha junto de ti
antes que o mundo existisse.
Manifestei o teu nome aos homens
que tu me deste do meio do mundo.
Eram teus, e tu os confiaste a mim,
e eles guardaram a tua palavra.
Agora eles sabem
que tudo quanto me deste vem de ti,
pois dei-lhes as palavras que tu me deste,
e eles as acolheram,
e reconheceram verdadeiramente que eu saí de ti
e acreditaram que tu me enviaste.
Eu te rogo por eles.
Não te rogo pelo mundo,
mas por aqueles que me deste, porque são teus.
Tudo o que é meu é teu
e tudo o que é teu é meu.
E eu sou glorificado neles.
Já não estou no mundo,
mas eles permanecem no mundo,
enquanto eu vou para junto de ti".

18/05/2026

EVANGELHO DO DIA
18 de maio

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João
16,29-33

Naquele tempo,
os discípulos disseram a Jesus:
"Eis, agora falas claramente e não usas mais figuras.
Agora sabemos que conheces tudo
e que não precisas que alguém te interrogue.
Por isto cremos que vieste da parte de Deus".
Jesus respondeu:
"Credes agora?
Eis que vem a hora - e já chegou -
em que vos dispersareis, cada um para seu lado,
e me deixareis só.
Mas eu não estou só, o Pai está comigo.
Disse-vos estas coisas
para que tenhais paz em mim.
No mundo, tereis tribulações.
Mas, tende coragem! Eu venci o mundo!"

17/05/2026

EVANGELHO DO DIA
17 de maio

Evangelho segundo João
17,1-11a

Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos ao céu e disse: “Pai, chegou a hora. Glorifica o teu Filho, para que o teu Filho te glorifique a ti, e, porque lhe deste poder sobre todo homem, ele dê a vida eterna a todos aqueles que lhe confiaste.
Ora, a vida eterna é esta: que eles te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e àquele que tu enviaste, Jesus Cristo. Eu te glorifiquei na terra e levei a termo a obra que me deste para fazer. E agora, Pai, glorifica-me junto de ti, com a glória que eu tinha junto de ti antes que o mundo existisse.
Manifestei o teu nome aos homens que tu me deste do meio do mundo. Eram teus, e tu os confiaste a mim, e eles guardaram a tua palavra. Agora eles sabem que tudo quanto me deste vem de ti, pois dei-lhes as palavras que tu me deste, e eles as acolheram, e reconheceram verdadeiramente que eu saí de ti e acreditaram que tu me enviaste.
Eu te rogo por eles. Não te rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus. Tudo o que é meu é teu e tudo o que é teu é meu. E eu sou glorificado neles. Já não estou no mundo, mas eles permanecem no mundo, enquanto eu vou para junto de ti”.

AS PALAVRAS DOS PAPAS
«Pai, chegou a hora: glorifica o teu Filho, para que o Filho te glorifique» (Jo 17, 1). A glorificação que Jesus pede para Si mesmo, como Sumo Sacerdote, é o ingresso na obediência mais plena ao Pai, uma obediência que o leva à sua condição filial mais completa: «E agora, Pai, glorifica-me diante de ti com aquela glória que Eu tinha em Ti antes da criação do mundo» (Jo 17, 5). Esta disponibilidade e este pedido são o primeiro ato do novo sacerdócio de Jesus, que é um doar-se totalmente na cruz, e precisamente na cruz — o supremo gesto de amor — Ele é glorificado, porque o amor é a glória autêntica, a glória divina. O segundo momento desta oração é a intercessão que Jesus faz pelos seus discípulos, que permaneceram com Ele. Eles são aqueles sobre os quais Jesus pode dizer ao Pai: «Manifestei o teu nome aos homens que me deste do mundo. Eram teus e Tu deste-mos, e eles observaram a tua palavra» (Jo 17, 6). «Manifestar o nome de Deus aos homens» é a realização de uma nova presença do Pai no meio do povo, da humanidade. Este «manifestar» não é só uma palavra, mas é realidade em Jesus; Deus está conosco, e assim o nome — a sua presença conosco, o ser um de nós — «realizou-se». Portanto, esta manifestação realiza-se na encarnação do Verbo. Em Jesus, Deus entra na carne humana, faz-se próximo de modo único e novo. E esta presença tem o seu ápice no sacrifício que Jesus realiza na sua Páscoa de morte e ressurreição. (Papa Bento XVI, Audiência Geral de 25 de janeiro de 2012)

Endereço

Avenida Farrapos, 2611
Porto Alegre, RS
90220-002

Horário de Funcionamento

Terça-feira 14:00 - 19:15
Quarta-feira 14:00 - 19:15
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