31/12/2025
“Quanto ao homem, os seus dias são como a relva; como a flor do campo, assim ele floresce; pois, soprando nela o vento, desaparece, e não conhecerá, daí em diante, o seu lugar. Mas a misericórdia do SENHOR é de eternidade a eternidade, sobre os que o temem, e a sua justiça, sobre os filhos dos filhos, para com os que guardam a sua aliança e para com os que se lembram dos seus preceitos e os cumprem.”
(Salmo 103.15–18)
Amados irmãos,
A Palavra nos ensina a olhar para os nossos dias com sobriedade: somos relva, somos flor do campo. O tempo passa, o vento sopra, e nós seguimos adiante. O ano novo, portanto, não é um poder espiritual em si mesmo, nem um reinício mágico da vida. É, antes, uma transição — uma pausa no caminho, não um novo caminho.
Ainda assim, não desprezamos as transições. Elas nos ajudam a recordar o que é verdadeiramente importante e permanente. Enquanto os nossos dias são breves, a misericórdia do SENHOR é de eternidade a eternidade. Enquanto nós passamos, Ele permanece fiel ao seu pacto, geração após geração.
Entremos, portanto, neste novo ano não confiando em promessas feitas a nós mesmos, mas lembrando-nos dos preceitos do Senhor e guardando esse pacto. Que gastemos nossos dias não na construção de impérios passageiros, mas na fidelidade simples, constante e obediente ao Deus que reina para sempre.
Que o Senhor confirme a obra das nossas mãos e nos conduza em fidelidade ao longo de todo o ano de 2026 que se inicia.
Pr. Evandro Rosa