26/05/2026
Jesus é um libertador muito improvável e às avessas. Ele não libertou seu povo por meio de um grande triunfo, mas por meio de uma derrota esmagadora. Deus, ao longo da história bíblica, mostra ao mundo que sua salvação não acontece de forma cinematográf**a.
Em Jesus, ela ocorre por meio de um marginalizado nascido em uma manjedoura; por meio da fraqueza, e não do que o mundo chama de poder; por meio da derrota, e não do que o mundo chama de vitória; por meio da loucura, e não do que o mundo chama de sabedoria.
Não cometamos o mesmo erro do rei Eglom, que olhou para o libertador Eúde - um “canhoto” (Jz 3.15), provavelmente deficiente físico, mas escolhido por Deus - e não lhe deu “nenhuma importância” (Is 53.3); por isso o rei moabita foi morto por Eúde.
Deus nem sempre usa métodos que achamos “normais” ou “óbvios” para realizar sua obra. Ao olharmos para o Cristo crucif**ado, vejamos o “poder de Deus e sabedoria de Deus” (1Co 1.24).