09/06/2026
Lauany tinha 22 anos. Mas as dores de cabeça incapacitantes já duravam desde os 14. As crises eram tão fortes que a faziam passar mal, perder a visão e ficar dias inteiros em um quarto escuro, com compressas de gelo, sem conseguir se expor nem ao sol.
Exame após exame: nada encontrado. Anos depois, o diagnóstico finalmente veio, junto com uma frase que ela não esperava ouvir: "É uma doença sem cura. Só dá para controlar."
Os remédios causaram tremores. Um novo tratamento custaria 12 mil reais. E as crises continuavam, até três vezes por semana.
Foi quando Lauany decidiu que a luta precisava ir além do que a medicina oferecia.
A história completa e o que mudou na vida dela, está na Folha Universal dessa semana. 🗞