Ylê Asè Ìyá Ode Omim

Ylê Asè Ìyá Ode Omim Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Ylê Asè Ìyá Ode Omim, Centro religioso, Osmario martins Ribas/371, Ponta Grossa.

Asè
21/01/2026

Asè

Eu   Michelly  de Oxum sacerdotisa  deste ilê lamento a partida da Matriarca Mãe  Cármen do Cantois.
26/12/2025

Eu Michelly de Oxum sacerdotisa deste ilê lamento a partida da Matriarca Mãe Cármen do Cantois.

Não podia faltar a parte deles, a colheita vem e eles comem primeiro, Salve o Sagrado.
25/12/2025

Não podia faltar a parte deles, a colheita vem e eles comem primeiro, Salve o Sagrado.

Pedir faz parte, mas saber agradecer é obrigação,  Salve a Sagrada Umbanda.
21/12/2025

Pedir faz parte, mas saber agradecer é obrigação, Salve a Sagrada Umbanda.

Hahahah e bota desmaio ....
18/12/2025

Hahahah e bota desmaio ....

Cuidar  para ser cuidada, LAROYÊ.
01/12/2025

Cuidar para ser cuidada, LAROYÊ.

15/11/2025

No Atlântico, há um silêncio que não pertence ao mar.
Um silêncio que nasceu em 29 de novembro de 1781, quando um navio chamado Zong decidiu que 132 vidas africanas valiam menos que uma apólice de seguro.

Partiu de Accra, da costa onde as aldeias Akan, Ewe, Ga-adangbe, Yoruba e Fon despediam seus filhos sem saber que eles nunca voltariam.
Lá começou uma jornada escura: 440 pessoas acorrentadas sob o convés, respirando o mesmo ar que as separava da morte.

Quando o Zong se perdeu no Atlântico pela incompetência do seu capitão, o impensável aconteceu.
Água consumida, medo crescente e cálculo macabro:
Se os cativos morressem a bordo, não havia compensação.
Se eles se “perdessem no mar”, a seguradora pagava.

Assim nasceu uma decisão que nunca deveria ter existido.

Um por um, 132 africanos foram atirados vivos para o oceano.
Homens, mulheres, crianças.
Amarrados, impotentes, desaparecendo em um mar que não pediu para virar túmulo.
Os gritos se apagaram muito rápido.
As ondas guardaram o que a história tentou enterrar.

Depois disso, ainda aconteceu algo mais doloroso:
os proprietários reclamaram a indemnização por “perda de mercadoria”.
E o sistema — distante, frio, legal — deu-lhes razão.
Não houve prisão.
Não houve castigo.
Não houve perdão.
Apenas silêncio.

Silêncio... e memória.

Porque algures entre Gana e Jamaica, essas 132 vidas ainda estão lá.
Não esquecidas.
Não apagadas.
Sustentadas pela corrente de quem ainda as nomeia.

A história oficial chamou-lhe "tráfico de escravos".
Mas o mar sabe a verdade.
Sabe que foi um massacre.
Sabe que foi um crime contra a humanidade antes de haver uma palavra para nomeá-lo.

Hoje, quando alguns dizem que é passado, que “é preciso olhar para frente”, esquecem que o tempo não cura o que não se olha de frente.
África não pode — não deve — ser um continente condenado ao esquecimento.

Porque um povo que não se lembra do que lhe foi tirado
corre o risco de perder o que ainda tem.

Sempre que olhar para o mar, lembre-se:
houve aqueles que não tiveram sepultura
nem despedida
nem justiça.

E a única maneira de honrá-los
é garantir que ninguém decida quanto vale uma vida.

28/10/2025

Sob o asfalto, a história grita por memória.

Mais de 100 mil corpos de pessoas escravizadas foram encontrados sob o estacionamento da Pupileira, na Santa Casa de Misericórdia, em Salvador. O local, agora reconhecido pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) como um dos maiores cemitérios de escravizados da América Latina, guarda séculos de dor e silenciamento.

A descoberta foi feita pela arquiteta e urbanista Silvana Olivieri, da UFBA, após comparar antigos mapas de Salvador com imagens de satélite. As escavações começaram em maio deste ano e, em poucos dias, surgiram vestígios do século 19 e ossadas humanas — confirmando o que a história tentava esconder.

Mesmo com a confirmação dos achados, o local segue sendo usado como estacionamento. O Iphan já recomendou a suspensão das atividades, e Silvana pediu o reconhecimento do espaço como “Sítio Arqueológico Cemitério dos Africanos”.

Durante cerca de 150 anos, até 1844, foram enterrados ali escravizados, indígenas, ciganos e pessoas pobres, muitas em valas comuns, sem rituais, sem nome, sem despedida.
Pesquisadores acreditam que rebeldes das Revoltas dos Malês, dos Búzios e da Revolução Pernambucana também podem estar entre os corpos.

📍 Um cemitério apagado pela cidade — mas que agora exige ser lembrado.

20/10/2025

Tribunal de Justiça de São Paulo Entroniza o Oxê de Xangô em Cerimônia Histórica

São Paulo, 09 de outubro de 2025 — Em um marco sem precedentes na história do Estado de São Paulo, o Tribunal de Justiça realizou uma cerimônia de entronização do Oxê de Xangô, o machado sagrado símbolo da justiça e do equilíbrio para os povos de matriz africana.

O evento, realizado na sede do Tribunal, reuniu autoridades do judiciário, representantes das religiões afro-brasileiras, líderes culturais e religiosos, além de convidados especiais. O ato solene teve como objetivo reconhecer o valor espiritual, simbólico e cultural das tradições africanas que contribuíram para a formação da identidade brasileira.

O Oxê de Xangô, agora exposto permanentemente na sede do Tribunal, representa a justiça divina, a verdade e o poder de decisão. Para os adeptos do Candomblé e da tradição iorubá, Xangô (ou Sango) é o orixá que rege o equilíbrio, a ética e o julgamento justo — valores essenciais também no campo jurídico.

Durante a cerimônia, destacaram-se discursos emocionados que ressaltaram a importância de promover o respeito à ancestralidade africana e de reconhecer as religiões de matriz africana como parte legítima e fundamental da cultura nacional.

“A presença do Oxê de Xangô no Tribunal simboliza não apenas a fé, mas o compromisso com a justiça social, com o combate ao preconceito religioso e com a valorização da diversidade espiritual do povo brasileiro”, afirmou um dos representantes religiosos presentes.

A entronização do machado sagrado no espaço do poder judiciário é vista como um gesto histórico de reparação e reconhecimento, reafirmando que a espiritualidade africana é também um pilar de sabedoria e ética.

Com essa iniciativa, o Tribunal de Justiça de São Paulo dá um passo importante rumo a uma justiça mais inclusiva e representativa, que reconhece o legado dos povos africanos e afrodescendentes como parte essencial da construção da nação.

Texto: Adekunle Aderonmu

26/09/2025

JUSTIÇA 🚨
🌿 Decisão reconhece “dano ao bem-estar espiritual” e proíbe interrupção arbitrária de cultos

A Justiça de Campinas (SP), determinou que a Guarda Civil Municipal (GCM), não poderá mais interromper cultos religiosos em um templo de umbanda na Vila Industrial sem seguir regras específicas. A decisão foi emitida nesta quarta-feira (24), após o terreiro ingressar com ação judicial contra a prefeitura, alegando “danos ao bem-estar espiritual” devido a abordagens constantes desde 2023.

⚖️ Segundo a sentença da 3ª Vara da Fazenda Pública, os guardas só poderão atuar em casos de denúncia de poluição sonora ou perturbação do sossego se houver:

📏 medição do som com equipamento calibrado por profissional habilitado;
📝 relatório técnico detalhado entregue ao responsável do templo;
⚖️ abertura de processo administrativo para defesa e correção;
🚫 proibição de confiscar instrumentos ou interromper cultos sem ordem judicial, exceto em flagrante delito.

🔎 A ação foi movida pelo Ile Axé Suru e Templo de Umbanda Caboclo Arruda, com advogados liderados pelo jurista Hédio Silva Jr ().. A defesa afirma que a repetição das abordagens criou um “estado permanente de insegurança jurídica e constrangimento” para a comunidade religiosa. O terreiro pede indenização de R$ 266,6 mil e treinamento da GCM para evitar práticas discriminatórias.

📊 Dados apresentados na ação indicam 22 incidentes registrados entre 2023 e julho de 2025 contra o templo. A prefeitura, por sua vez, informou que recebeu 515 denúncias de perturbação do sossego envolvendo templos e igrejas no mesmo período, sendo 22 delas direcionadas ao Ile Axé Suru. Em nota, a administração afirma que a GCM “nunca suspendeu cultos” e que as medições são feitas de acordo com a legislação.

🌍 O processo se apoia na Convenção 169 da OIT, que prevê a proteção ao bem-estar espiritual de povos e comunidades tradicionais. A decisão é considerada um marco no enfrentamento à intolerância religiosa e ao racismo estrutural contra religiões de matriz africana.

📷 Claudio Tebaldi
📝 por Redação Blé News
Fonte; Portal G1

Corre gira e toca gira.
14/09/2025

Corre gira e toca gira.

Endereço

Osmario Martins Ribas/371
Ponta Grossa, PR

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Ylê Asè Ìyá Ode Omim posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Local De Adoração

Envie uma mensagem para Ylê Asè Ìyá Ode Omim:

Compartilhar

Categoria