Casa Espírita Paz, Amor e Caridade

Casa Espírita Paz, Amor e Caridade Página com informações sobre o Centro Espírita Paz, Amor e Caridade Estudos doutrinários - 2ª feira -14:30 hs - 15:30 hs.e 3ª feira -19:00 hs -20:30 hs.

1- Casa .Espírita “ Paz , Amor e Caridade.”

2- Fundação: 13/03/1933.

3- Fundador: Henrique Riesemberg.

4- Componentes da primeira diretoria:
Isolina de Azevedo Martins, Visconde de Leobas de Jesus, Zilia Ferreira Martins, Sergio Ferreira Martins, Maria Francisca Martins, Francisco Abilhoa, Vicent Bach, João Guimarães, Sebastião Dias, Waldomiro França, Ranulpho Alves, Esolina Ferreira, Odila Lo

pes Martins, Maria Francisca Martins.

5- Atividades da nossa casa:
Passes e irradiações - De 2ª feira a 6ª feira às 08:15 hs. Palestras – 5ª feira – 19:00 hs às 20:30 hs. Domingos as 10 hs. Trabalho mediúnico – 2ª feira – 15:30 hs – 16:30 hs, e 19.30 hs as 20.30 hs.
4ª feira e 5ª feira - 20:00 hs às 21:00 hs.

6- Endereço: Rua Engenheiro Rebouças nº 38. Vila Ana Rita. Bairro Uvaranas
Ponta Grossa. CEP = 94020.190

7- Presidente: Marlus Ronchi

8- Em 1924 o senhor Henrique Riesemberg com mais alguns companheiros formaram um grupo de estudos do Círculo Esotérico Comunhão do Pensamento intitulado Tattwa, com a finalidade de realizarem estudos espirituais. Esse grupo funcionou durante alguns anos e em 13 de Março de 1933 criaram o Templo Espírita Paz Amor e Caridade. A primeira diretoria foi eleita para o binômio 1933 / 34. O diretor espiritual da casa é desde o inicio o Dr. Leocadio José Correa. A nossa casa é uma casa simples como podem ver nas fotos e já sofreu duas reformas,1974 e 2006. É uma casa pequena composta pelo salão principal, duas salas para os trabalhos mediúnicos, banheiro e uma pequena cozinha. Somos quase 50 médiuns trabalhando na casa e nos dividimos nas diversas atividades colocadas acima. Um fato interessante que encontrei na história de nossa casa foi na Ata da reunião de 30/04/1933 onde foi deixado um protesto contra as pessoas que vinham armadas nas reuniões, provavelmente porque naquela época a cidade era muito pequena e a casa se localizava muito distante do centro fazendo com que o bairro fosse perigoso à noite.

12/06/2025
09/11/2024

Dr. Denis Birman, neurologista. Divulgação dos estudos!!

15/04/2024

Surgem dias cinzentos, onde tudo parece conspirar nossos sonhos e sabotar a nossa esperança. Problemas se multiplicam, amigos e sócios desaparecem, enfermidades se apresentam traiçoeiras e uma apatia parece minar o campo de nossas mais caras realizações.
Convites à deserção de tudo se nos afigura providencial saída. Lançar tudo para o alto e buscar o espairecimento. Alguns mergulharão na tristeza profunda, fazendo um quadro depressivo de consequências imprevisíveis.
Sim, seguro é que ninguém se encontra blindado contra os revezes do destino, as ocorrências malsãs, as tragédias individuais ou coletivas. Qualquer um pode ser atingido pela decepção, visitado pela desilusão ou mesmo tragado pelo tufão das ocorrências contrárias aos próprios interesses.
A questão é como cada um reage ao momento do infortúnio. Com que ferramentas se vale no momento da queda ou do desastre pessoal.
A família, quando bem estruturada, costuma ser excelente suporte nessas horas de dor e aflição. O círculo de amigos, notadamente aquele mais próximo, torna-se um amparo no tombamento imprevisto.
A religião faz-se aconchego nas amarguras e a prece tem o condão de ofertar esperança e confiança na virada dos fatores adversos.
Atravessamos um pedido de coisif**ação das massas, onde o indivíduo parece ter sido reduzido a um número estatístico. Nomes foram substituídos por títulos acadêmicos e o cidadão parece ter valor, em muitos ambientes, de acordo com a cor da pele e a condição financeira que ocupa na sociedade.
O estigma paira sobre muitos, que se veem violados no seu valor moral enquanto criaturas humanas, rotulados ou taxados de párias sociais. E quando vitimizados pela miséria argentária, despossuídos de um imóvel para chamar de seu, se enxergam como números numa sociedade que desenvolveu nobres valores, mas em muitos lugares o outro ainda é acolhido por rótulos e condição financeira que o destaca perante os demais. Não seja de estranhar o desconforto de milhões de apátridas, refugiados e quando não incluídos nesses dois blocos, estão a se movimentar na sociedade, banidos de seus mais elementares direitos humanos.
Em incontáveis séculos de história, o que não nos falta são cartas magnas, onde ilustres legisladores ou assembléias de notáveis estabeleceram, cada uma a seu tempo e no seu momento histórico, as diretrizes legais para reger uma sociedade plural, onde todos tivessem direito a um lugar ao sol.
Não funcionou na sua plenitude por razões da inferioridade moral da própria criatura humana.
Ideologias sectárias abriram fossos de discórdia, partidos estabeleceram a separatividade, religiosos se armaram contra os que pensavam diferente e dentro dos clubes e das famílias brotaram os espinheiros da intolerância e do combate aberto.
Nem Ele foi unanimidade. Entre doze amigos que elegeu para O auxiliar no ministério da esperança, situaram-se dois bem destacados nas páginas do cristianismo primitivo. Um O negou e o outro O traiu.
Terminou Sua tarefa iluminativa entre os homens cercado por dois ladrões, e até hoje tem quem negue Sua existência e repudie Seus ensinos.
Não obstante, prossegue o Divino Amigo dos homens e das mulheres em tarefa de amparar o ser na sua luta milenar contra as paixões e as imperfeições costumeiras.
Não te abatas porque desconsiderado. Não te mutiles emocionalmente ante a zombaria comum. Não te isoles da convivência porque te agridam com a alcunha da esquisitice.
Estás de passagem pela escola do mundo. Eles, também.
Outrora, fostes um acusador dos outros. Hoje, tens o revide de muitos daqueles desafetos que calcinastes com tuas sentenças arbitrárias.
Em meio ao pandemônio que te cerca, matricula-te na escola da paciência e trabalha. Quando possível, busca refazer tua estrutura emocional no contato com a natureza viva e ali articula, em silêncio, tua prece íntima, onde busques socorro na Divindade, instância acima da insanidade dos seres em lutas contra as próprias imperfeições.
O alto sabe de tuas intenções. O vigia excelso acompanha tua marcha. Dá tempo ao tempo para que tudo se altere em derredor de teus passos.
E prossegue, mesmo em pedaços.
O Sublime Escultor colará teus fragmentos.
Assim agindo e nunca reagindo, triunfarás sobre ti mesmo.
Marta
Salvador, 13.04.2024

Na moderna paisagem do mundo, certamente que a maioria esmagadora das criaturas afirmará saber o signif**ado da palavra ...
01/10/2023

Na moderna paisagem do mundo, certamente que a maioria esmagadora das criaturas afirmará saber o signif**ado da palavra escravidão. Ligeira busca aos dicionários virtuais ou compêndios da história esclarecerá que quase nenhuma nação da Terra escapou de ter tido escravos ou ter sido escravizada em sua longa ou curta história. A sujeição imposta e arbitrária de um homem a outro homem tem sido a marca mais frequente de nossa penosa convivência, avançando a passos difíceis para a emancipação e a plena liberdade.
Em incontáveis religiões do planeta a virada da sombria página custou muitas vidas, como na guerra de secessão nos EUA, entre os anos de 1861 e 1865, vitimando o próprio líder nacional.
Na nacionalidade brasileira, perdurou a noite do cativeiro por quase 400 anos de nossa história, chegando ao seu término oficial somente em maio de 1888, mas perdurando até nossos dias, no formato hediondo da exploração do trabalho sem as garantias legais, obrigando pessoas simples e pouco cultas ao serviço análogo ao da condição de escravos.
Rompendo essa conceituação básica e tradicional do verbete, poderemos analisar e localizar sua dilatação no tempo e no espaço, percebendo que nos dias que correm temos outros tipos de escravidão, onde a virtual se insere como uma das mais desafiadoras. Com o advento da tecnologia digital, ora contemplamos milhões de criaturas humanas escravas e reféns de meios de comunicação nesse setor, abdicando do contato presencial.
Vivem diante de uma tela. Solicitam alimentos em aplicativos do gênero. Deixaram de ter amigos físicos para elegerem seguidores virtuais. Suas diversões são imaginárias, onde cidades futuristas e combates intergalácticos se fazem incessante. Seus heróis morrem num momento e são ressuscitados no clique seguinte. Alguns usam as inúmeras possibilidades virtuais para o furto silencioso de senhas, invadindo outros espaços digitais de terceiros. Manipulam vírus de natureza cibernética, infectando sistemas de grandes corporações, governos e instituições humanitárias, gerando inquietação incessante quanto a segredos militares e arsenais de natureza nuclear.
Se fizeram escravos voluntários. Muitos já abandonaram de vez o livro físico, apenas se valendo de ligeiras anotações de caráter virtual para saberem disto ou daquilo.
Toda a memória lançaram no disco rígido dos frágeis equipamentos. Perdidos ou furtados, alguns chegam a surtar pelo acontecido, como se todas as suas referências estivessem nas máquinas portáteis.
É um campo novo que se abre ao olhar da psiquiatria, da sociologia e da medicina, tentando entender essa legião de zumbis virtuais.
Em silenciando por instantes, ousemos perguntar a nós mesmos: em convivendo conosco nesses dias de glórias tecnológicas, como procederia Jesus com essa poderosa ferramenta de persuasão e interferência em tantas vidas?
Teríamos um mestre trancafiado numa torre de concreto, diante de imensas telas azuis, despachando por via remota Seus salutares ensinamentos?
O Sermão da Montanha seria presentemente rotulado de live cristã?
Os doze seriam convocados em grupos desse ou daquele aplicativo e quando não pudessem atender ao chamado do Mestre seriam imediatamente deletados, substituídos por outros seguidores digitais?
Teríamos preces remotas e bênçãos via satélite?
É material para fundas reflexões, em particular num tempo onde acabamos de deixar o refúgio dos lares para escapar ao contágio de uma pandemia, volvendo às ruas, sedentos de reencontrar os amigos que sobreviveram ao vírus destruidor. Em um tempo de tanta solidão, angústias indecifráveis, depressivos aos milhões e ansiosos quase todos, uma nova escravidão parece um retrocesso em nossa marcha evolutiva.
Grilhões estão por toda parte. Os senhores feudais agora são algoritmos, gigabytes, terabytes, redes sociais, etc.
À luz do Evangelho, nossa plataforma de libertação de nós mesmos. Com Jesus, adesão sem alienação.
E nas trilhas do viver, a incessante busca de uma razão para existir, sintetizada numa fórmula simples: amar e servir.
O mais, distração nas fainas do próprio destino.
Marta
Salvador, 01.10.2023

Recuando na memória vinte e três anos, nos situaremos na época em que os cristãos do Ocidente festejaram os 2 mil anos d...
09/07/2023

Recuando na memória vinte e três anos, nos situaremos na época em que os cristãos do Ocidente festejaram os 2 mil anos de Cristianismo. Vozes e autoridades das muitas vertentes cristãs se ergueram, na mídia, para afirmar junto aos seus rebanhos que a segunda vinda de Jesus estava próxima e até mesmo que a destruição da Terra, enquanto morada de bilhões de seres humanos, era certeza firmada em passagens bíblicas.
Quase duas décadas e meia depois, cá estamos atravessando os desafiadores dias do agora. Em alguns lugares do mundo, conflitos armados completaram essa semana 500 dias de duração, reinando na nação invadida a incerteza de dias melhores. Uma nova corrida armamentista se desencadeia no cenário mundial, exatamente num momento em que milhões de pessoas buscam empregos, jovens sonham com ascensão social e milhares de enamorados projetam a dois a construção do futuro lar.
Os cemitérios tragaram, nesse período, milhões de criaturas, acentuado pelo advento da grande pandemia de covid 19, cuja cifra de óbitos gira em torno de 20 milhões de vítimas. Mas os shows foram retomados, as copas de futebol não deixaram de ser realizadas e os festivais de variadas naturezas sofreram ligeira adaptação, ora retomando seu formato presencial, com participantes ávidos de fruir o riso e a alegria até a última gota.
Realmente, o mundo atual é o cenário dos paradoxos. Movimentos religiosos diversos surgiram, novas igrejas foram fundadas, interpretações da vida vieram à público por escritores e exegetas, profetas e oráculos digitais expuseram estranhas teorias acerca do tempo novo, e no campo as ervas continuaram crescendo sem pedir opinião, o sol brilha sem consultar a quem quer que seja e nas maternidades a vida brota do amor, enchendo praças e lares de alegria e esperança.
De maneira serena, podemos hoje olhar com diferente senso essas duas décadas, admitindo que nova interpretação se faz necessária em derredor do sentido existencial.
Temos hoje mais pessoas preocupadas com a ecologia, o efeito estufa, o consumo consciente e o descarte inteligente. A noção de que o planeta é nossa moradia comum e que qualquer mudança brusca afeta todo mundo está mais presente.
As amarguras de um polo afetam a outra metade.
As lágrimas de uma nação violada pela guerra ou submetida a um regime ditatorial sensibiliza outros povos.
As redes sociais se fizeram trombetas de alcance mundial. Pessoas obscuras, socialmente apagadas, pelos canais de um simples aplicativo, passaram à importância de uma celebridade de Hollywood ou um ganhador do Nobel.
Governos diversos admitem a participação popular na confecção de políticas públicas.
Sim, é uma transição de dimensões planetárias. A crise se instalou nas instituições a partir das crises individuais.
Bilhões de indivíduos sem rumo, milhões na depressão, sob angústias inomináveis, outros tantos ceifados pelo medo, turbados pelas síndromes diversas e a busca desesperada por auxílio na medicina e nas religiões.
De onde viemos?
Como entramos nesse caos?
De que forma sairemos dele?
Como amparar caídos se nos sentimos igualmente tombados?
As ruas estão apinhadas de videntes, que não enxergam, sadios dos ouvidos que se recusam a escutar o outro e a intolerância parece ter feito escola na convivência.
Em meio ao caos, esplende a esperança.
Muitos corações estão amando. Grupos buscam se ajudar mutuamente. Surgem filosofias otimistas. Livros libertam consciências da ignorância. Aplicativos orientam vidas e ensinam o caminho da paz.
Em meio a esse cipoal de anarquia moral e decadência de valores, que fazes de teus dons?
Que sementes tens lançado na terra fértil desses dias turbulentos?
Procurado por alguém em tresvario, tens minorado a aflição reinante ou acrescentado mais combustível ao incêndio?
Jesus continua agindo no mundo por braços e mãos de servidores fiéis, conquanto escassos. Seus admiradores cresceram na história.
Seus seguidores, nem tanto.
Onde te situas diante do Mestre: és um observador do furacão mundial ou alguém que mobiliza tuas conquistas em favor de uma era nova, feita de serenidade e harmonia, respeito e gentileza?
Não, não me tenhas na condição de censora ou fiscal de teu proceder!
Qualquer que seja tua resposta, f**a diante do espelho e afirma para ti mesmo. Tua consciência é teu maior juiz. Tuas ações no mundo falarão mais alto que todas as bibliotecas.
Sigamos! Jesus segue servindo.
Marta
Salvador, 09.07.2023

Jerusalém regurgitava de estrangeiros. Partos, medos, sírios e fenícios, egípcios e gregos, além de babilônios e outras ...
07/04/2023

Jerusalém regurgitava de estrangeiros. Partos, medos, sírios e fenícios, egípcios e gregos, além de babilônios e outras nacionalidades tomavam as ruas da cidade antiga, em movimentação diferente das datas anteriores.
Não somente a páscoa judaica (Pessach) atraia muitos naqueles dias. A cidade estava agitada pela condenação de um homem que desafiara seu tempo, ministrando às massas uma doutrina que afrontava Moisés.
Ensinara o exercício do amor como ponte de libertação das angústias humanas.
Limpara feridas e reabilitara corpos enfermos como ninguém o fizera anteriormente.
Resgatara alguns da morte, lhes outorgando o dom da vida novamente.
Prestigiara a mulher, mantida até ali na condição de mero animal reprodutor, inteiramente submissa ao macho alfa.
Renovara, com seus conceitos e parábolas, a lei antiga, demonstrando por atos que a ternura paira acima da lei e que o amor cobre a multidão de pecados, dispensando o sacrifício de animais para apaziguar a ira divina, que subsiste apenas nas consciências culpadas.
Não teve jeito. Diante das multidões agitadas por aquele profeta novo, conduzindo 12 homens que O seguiam com invariável fidelidade, o moisaismo mostrara suas fissuras, suas fragilidades, suas controvérsias e incoerências.
O templo de Salomão se tornara um balcão de negócios, onde Caifás e Anã dominavam, arbitrários.
Por toda parte pesava uma cultura religiosa que oprimia e sufocava os anseios de liberdade, especialmente do ser feminino.
Num primeiro momento, Ele pareceu o Messias anunciado pelos profetas antigos, particularmente Isaías e Daniel, mas Seus atos e frases deixaram claro que não procedia de Deus para incendiar as paisagens terrestres, promover levantes de mercenários ou arregimentar uma milícia que expulsasse, a golpes de sabre, o romano invasor.
Seus métodos eram diferentes e se chocavam com as diretrizes férreas do torá, interpretadas pelas castas sacerdotais de Jerusalém.
A invigilância de um apóstolo, uma semana antes, O situara numa posição frágil. O poder do sinédrio se valeu das circunstâncias favoráveis para a odiosa parceria com o domínio romano, lançando o pregador numa trama sombria.
Prisão num horto. Cárcere e torturas variadas. Condenação sem direito a defesa.
E na sexta-feira, tudo se consumou.
Tudo indicava que aquele movimento, nascido na borda do lago de Tiberíades, chegara ao seu melancólico final.
O líder, como um cordeiro, ia ser imolado da mais humilhante maneira: entre ladrões.
O colegiado, com medo, se dispersara na multidão.
Nenhum beneficiário surgira com coragem suficiente para advogar em favor D'Ele.
Tudo consumado, aparentemente.
A normalidade seria restabelecida no mundo judeu.
E seu comovedor silêncio e não resistência indicava covardia e capitulação irremediável.
O dia surgira sombrio.
Cidade lotada de estrangeiros. Muito barulho nas ladeiras. Soldados e legiões em alerta máximo.
Uma cruz, um caminho tortuoso, um Gólgota e tudo estaria encerrado.
Em meio às lágrimas das piedosas filhas de Jerusalém, Ele consegue ministrar sublime ensinamento. Ladeado por dois equivocados, socorre um com a certeza de seu abrigo no paraíso.
Permuta inesquecível olhar com Sua mãe.
Suplica a Deus perdão para nossa arbitrariedade, em constatando que não sabíamos o que estávamos fazendo.
Expira no meio da tarde.
O céu recolhe Seu filho ilustre e um temporal varre os céus da cidade antiga.
Paixão de Cristo.
Páscoa.
Ressurgimento ao terceiro dia.
Em vivendo esse momento culminante na escola terrestre, silencia tuas exigências e medita na estrada percorrida até aqui.
Que fizeste do tesouro da fé em teu viver?
Ainda estás refém dessas tradições onde o coelho tomou o lugar do cordeiro e o jejum das vibrações doentias deu lugar ao martírio inútil do estômago, privado de alimentos?
Qual argumento justif**a recordar tão somente o sofrimento D'Ele e olvidar suas diretrizes para uma vida feliz?
Se não O conheces, busca se inteirar de sua curta, porém, intensa biografia.
Insculpe-O na existência como modelo e guia.
Paga o preço da mudança de conduta numa sociedade que O mantém pregado há dois mil anos.
Não morras nesta sexta-feira com Ele. Segue-O pelo pensamento e pelos atos, tendo a certeza de que ninguém ou coisa alguma pode expulsá-Lo do mundo, ressurgindo no domingo ao frescor de um jardim, para nos assegurar a imortalidade da alma e a continuidade, para ti, da matrícula no educandário do corpo, agregando conhecimento e sentimentos em tua jornada para os cimos da vida.
Renasce em teus propósitos.
Ressignif**a teu comportamento no mundo.
Avança além desse ponto.
Ele viveu ontem.
Prossegue vivendo hoje.
E estará contigo no amanhã sem fim.
Jesus sempre!
Marta
Juazeiro, 07.04.2023

Em uma sociedade que aprendeu a arte da dissimulação, trafega-se com dificuldade no meio de pessoas inautênticas. Costum...
09/03/2023

Em uma sociedade que aprendeu a arte da dissimulação, trafega-se com dificuldade no meio de pessoas inautênticas. Costuma-se afirmar que quando não se adere ao sistema, tido como um vampiro, o ser não consegue avançar nas conquistas materiais.
A política parece um vasto campo de raposas, onde as mais ágeis triunfam no poder e se sucedem no mando da coisa pública.
A mídia se concentra nas mãos de grupos poderosos, que manipulam a informação, distorcendo fatos e nutrindo a população consumidora com fantasias e inverdades.
As religiões passaram a girar em torno de figuras carismáticas, a se valerem da fragilidade e vulnerabilidade dos aflitos e miseráveis, promovendo um verdadeiro arrastão nas finanças destes e na condução de uma fé cega, que tudo crê e quase nada sabe.
A economia está refém e sob controle férreo de banqueiros e de grandes conglomerados de indústrias e varejistas, que a conduzem conforme suas vontades arbitrárias.
A moda segue ditando padrões de beleza corporal para homens e mulheres, ignorando a massa, que se aturde na fealdade na qual se movimenta.
E situada nesse jogo de interesses argentários, de disputa de egos, nessa intensa manipulação de poder, a pessoa humana simples se vê inquieta, perdendo a réstia de tranquilidade que ainda lhe resta.
Alguns afirmam, incendiários, que é preciso tocar fogo nessa sociedade em decadência, fazendo cinzas desses valores espúrios que ora tomam conta da Terra. Outros, proclamam que a mudança está na educação, insistindo nos investimentos em escolas e educandários, como se livros e tablets resolvessem, por si sós, a indigência espiritual e moral que sacode o planeta.
Alguns esperam que a Divindade envie um flagelo que a tudo consuma numa catástrofe bíblica, abrindo campo para que o leão possa pastar com a lebre, na construção de um só rebanho para um só pastor.
O mundo está cheio de teorias admiráveis e outras estranhas acerca de como vamos corrigir as distorções que o infelicitam. Num primeiro momento, constata-se que o grande problema da Terra não está no planeta em si, mas sim no seu ilustre habitante racional. Foi ele que alterou completamente a face do orbe onde reside. De milhares de indivíduos na pré-história, fez-se oito bilhões de inquilinos na atualidade. Rasgou as entranhas do solo para dali extrair pedras preciosas, pelas quais mata e também morre. Arrancou o petróleo e movimentou a economia do mundo, e pelo ouro negro aciona canhões e mísseis, se for necessário, para não f**ar sem o combustível fóssil.
Imprime cédulas e moedas, com as quais dita a economia mundial, interferindo nas oscilações das bolsas de valores e no mercado de capitais.
Quanto mais lucro, melhor.
Superávit sempre, déficit, jamais!
Pib nas alturas.
Consumo a mil.
E choca-se com os resultados que se seguem no rastro dessa ambição desmedida.
Camada de ozônio em risco.
Altas temperaturas no planeta.
Derretimento das geleiras e aumento no nível dos mares e oceanos.
Morte dos corais e ameaça constante às diversas formas de vida, estejam nas águas salgadas ou nas florestas bravias.
Poluição ambiental, visual, auditiva, digital, alimentar. Enfermidades e pandemias que se sucedem em ciclos periódicos, arrebatando milhares de vidas.
Campos fartos. Estômagos atormentados.
Cracolândias em cada cidade. Zumbis nas ruas, alucinados por sua dose diária de alienação.
O quadro choca e produz desesperança em muitos, mas tem gente vibrando em faixa diferente.
Há idealistas no morro e nas favelas, investindo numa infância e numa juventude liberta de dr**as.
Artistas se fazem novos mecenas, descobrindo talentos no meio do povo.
Celebridades vazias descobrem rumos libertadores na filantropia, buscando terras áridas para erguerem fundações e organismos que promovam a educação infantil, o cultivo da terra e o aproveitamento das águas.
Ecologistas formam novas gerações que batalham por um progresso sustentável, onde a cidade não precise destruir o campo e as matas.
Defensores dos animais se fazem novos discípulos de Francisco de Assis.
Sim, tem gente acreditando em gente.
Apesar da bancarrota moral que esfarelou a confiança, do descrédito da palavra, da hipocrisia ser a máscara preferida no baile da fantasia, tem muita gente despida de ufanias, buscando viver no chão da realidade.
Trazem Deus no coração.
Acreditam na bondade do ser humano e se fazem gentis.
Respeitam as diferenças e buscam atar os pontos em comum.
Dialogam sem anátema.
Não impõem pontos de vista. Discutem ideias e não perdem tempo discutindo sobre idealistas.
Levantam-se cedo e dormem tarde.
Sabem que a luta do bem contra as forças da ignorância e da perversidade ainda não terminou e acendem archotes na noite escura da alma, clareando a rota de muitos perdidos.
Que fazes do que sabes?
Onde tens investido teus talentos?
Em meio a analfabetos e ignorantes, como procedes?
Convivendo com raposas da casuística e morcegos hematófagos, como te posicionas entre eles?
Enquanto deambulas na matéria corporal, reflete sobre tua situação diante do Cristo, retoma teus ideais perdidos e desce à praça da convivência, desassombrado e otimista. Será entre tantos diferentes, utópicos e fanfarrões que semearás a Nova Era.
Eles provavelmente não te darão credibilidade alguma.
Que importa! Estás a serviço da verdade e da luz.
Jesus te acompanha de mais alto e o resto é simples detalhe do caminho.
Marta
Salvador, 09.03.2023

Em uma época tão conturbada como a que estamos atravessando, o homem se vê diante do desafio de interpretar símbolos do ...
06/01/2023

Em uma época tão conturbada como a que estamos atravessando, o homem se vê diante do desafio de interpretar símbolos do passado, capazes de identif**ar o seu presente e o seu futuro.
Como último livro da Bíblia, o Apocalipse se situa entre as obras mais enigmáticas da história universal, particularmente a religiosa.
Atribuída a João Evangelista, um dos apóstolos de Jesus, é fruto de seu exílio na ilha de Patmos, onde esteve cativo por ordem de Roma, expedida no reinado de Tito Flávio Domiciano, tendo sido torturado pelo sucessor, Valério, que o manteve prisioneiro da mencionada ilha. Entre a solidão e a saudade, João travou contato psíquico com entidades venerandas, que o levaram a descrever, em linguagem de época, episódios que marcariam a trajetória humana na Terra.
O forte simbolismo está muito vinculado ao conhecimento da cultura grega, onde João estivera em suas pregações na mocidade, delas retirando elementos para situar ocorrências no campo do Espírito. Dentre estas, os quatro cavaleiros do Apocalipse, referidos nos capítulos 6 e seguintes, a eles se referindo como sendo um branco, símbolo da pureza, da santidade, o segundo vermelho, a representar a guerra, o sangue derramado nas atrocidades periódicas do mundo, o terceiro possuiria a cor negra, refletindo a morte e as maldições, fechando a extraordinária captação psíquica com um cavalo amarelo, representante da destruição física, da putrefação.
Pestes, guerras, fome e morte não são novidades no cenário das nações. Em pouco mais de 3.500 anos de história para cá, já produzimos mais de 25 mil conflitos, de pequeno ou grande porte, derramando rios de sangue. Flagelos visitam o planeta de tempos em tempos, produzindo dor e luto, como bem poderia ser situada a atual pandemia de covid 19, a diminuir sua força ante as medidas sanitárias adotadas pelos governos mundiais. O espectro da fome ronda os passos de mais de um bilhão de seres humanos, não obstante as safras recordes anuais. E a morte está intimamente associada ao fim do ciclo biológico, para alguns representando o término de tudo, inclusive do existir, e para a grande maioria, é simples passagem pela aduana do cemitério, colocando o falecido a caminho de sua destinação espiritual, conforme tenha se portado na Terra.
Coube à escatologia examinar esses aspectos da finitude da existência humana e examinar os fundamentos dessas profecias, hoje muito utilizadas como pano de fundo para sustentação de um sacerdócio religioso remunerado, que o interpreta de acordo com suas conveniências de grupo.
O número sete, muito comum na cabala e tido como místico, impregna o texto do vidente de Patmos com muita recorrência, evidência indiscutível da influência do pensamento grego na interpretação de suas admiráveis experiências oníricas.
Importa extrair os marcos da notável profecia, buscando coar da letra o espírito que a vivif**a.
Os quatro cavaleiros rondam o mundo nesse momento, espalhando inquietação e pânico. O animal negro bem que poderia ser o petróleo, ainda principal combustível fóssil das maiores economias do orbe. O vermelho, adotado por ditaduras políticas e por grupos raivosos como cor predominante, retrataria esse momento de intolerância e fanatismo que invade as civilizações, arruinando em muitos lugares a possibilidade do diálogo fraterno. A montaria branca estaria representando o esforço das almas redimidas em soerguer o ser humano da apatia que ora amolece o caráter e apodrece a honra de muitos, que se deixam tragar pelas facilidades da época. E esse amarelo desbotado, que simbolizaria a decomposição dos costumes, a derrocada da ética e o aviltamento da dignidade, sufocada pela avalanche de corrupção e suborno que ora se espalha entre os viventes.
Acima da interpretação de João, importa situar Jesus Cristo como o alfa e o ômega da evolução planetária, porto seguro onde podemos ancorar o barco das nossas incertezas, refazendo caminhos e renovando atitudes.
Entre pangarés e asnos, alimárias e puros-sangues, deveremos priorizar a própria marcha pelo irrestrito cumprimento de deveres, diminuindo a volúpia por direitos.
Fé lúcida substituindo crença cega.
Ciência adotada para equacionar as leis que regem o mundo material. Ética religiosa praticada para nos forrar à tentação e à arrogância. Uma filosofia existencial centrada no bem e na prática do amor ao próximo.
Buscando iluminar as sombras teimosas da ignorância, observaremos como algumas interpretações se ajustam aos tempos modernos, reclamando esforço e luta, trabalho e abnegação para serem revertidas na sua ação danosa, destrutiva, conquanto essas forças, mesmo quando contrárias aos anseios humanos, são ferramentas com que a Divindade altera as paisagens terrestres, impulsionando as nações e os indivíduos para novos estágios de evolução.
Se tens alguma notícia desses textos em teu entendimento, busca o quanto antes o ajuste de teu proceder nas diretrizes morais do Cristo, evitando teu encontro com os quatro cavaleiros de teu apocalipse pessoal e, tomando o jumento nas portas de tua Jerusalém íntima, entra na cidade e liberta-te de tudo quanto ainda representa atraso e comodismo, preguiça e conivência com os pangarés morais desses dias líquidos.
Marta
Juazeiro, 06.01.2023

Na ânsia pela felicidade, homens e mulheres não vacilam, muitas vezes no curso da vida, em buscar em casamentos apressad...
14/12/2022

Na ânsia pela felicidade, homens e mulheres não vacilam, muitas vezes no curso da vida, em buscar em casamentos apressados a ventura tão desejada.
Pouco ou quase nada conhecendo do outro, entregam-se aos ditames da afetividade mais ardente e, obtida a compensação química que suaviza as tensões habituais, guarda-se a íntima certeza de que o escolhido ou a eleita é a banda da laranja que faltava.
Entretanto, será na convivência mais demorada entre as quatro paredes que as aparências se desfazem, máscaras de ocasião são retiradas e os indivíduos tem necessidade de se revelarem realmente como são.
Ao lado das virtudes, surgem os defeitos.
Cavalheirismo de ontem é substituído pela grosseria de daqui a pouco.
Os longos diálogos e os toques de afeto vão sendo deixados de lado, usurpados por frases ligeiras, indiferença, secura de trato.
Variando de caso para caso, surge um momento em que a vinculação torna-se uma prisão, um fardo, e o ser que se sente enjaulado começa a articular fuga da gaiola onde entrou sorrindo.
No dizer jocoso de um compositor brasileiro, o casamento se assemelha muito a uma fortaleza. Quem está de fora vive louco para entrar. Quem já entrou, está ansioso para sair.
Sem anuir a essa consideração de natureza caricaturada, o vínculo entre dois seres, atualmente dilatado para além da organização tradicional homem-mulher, precisa ser visto na sua finalidade evolutiva, onde suas paredes e seus aposentos não podem ser erguidos tão somente sobre as treliças frágeis dos neurotransmissores da libido e do capricho do colágeno.
Bíceps longamente esculpidos em caras academias não são garantia de uma convivência saudável e enriquecedora para as parcerias envolvidas na união a dois. Onde a argamassa física surge por único ingrediente de fusão entre parceiros que mal se conhecem, o escândalo e a amargura estão logo depois da esquina.
As decepções no campo do caráter. As fugas aos deveres livremente assumidos. A busca por outras parcerias, onde o triângulo de interesses acaba por fulminar o que ainda restava de respeito entre os cônjuges.
Em tempos de relacionamentos líquidos, superficiais, a imaturidade de um ou de ambos responde por incontáveis soçobros da vida conjugal, muitas vezes onde a expectativa não era se posso fazer o outro feliz, mas passa a residir, equivocadamente, na exigência de que o outro me faça venturosa. Ninguém tem a possibilidade de nos fazer felizes ou desventurados. Somente nós mesmos, pela conduta adotada na vida, somos os responsáveis diretos de nossa felicidade ou não. Entregar a chave de nosso mundo íntimo a desconhecidos ou transitórios conhecidos da estrada é receita certa para grandes machucados no campo dos sentimentos. E se autorizo que o outro furte minha paz, assalte minha alegria e me cause um terremoto nas emoções, estou abdicando de mim mesma, terceirizando a felicidade, sinal inequívoco de que pouco amadureci para a vida.
Deveria ser mais demorado o convívio com alguém que nos comove o coração, permitindo que diálogos e permutas pudessem melhor desvelar o ser que se uniu aos nossos propósitos de construção da constelação familiar. Precisamos melhor conhecer o outro, facultando que o outro igualmente nos conheça.
Quando os monossílabos começam a vigorar entre parceiros, o semáforo da caminhada sai do verde e estagia no amarelo, a caminho da lâmpada rubra.
Numa sociedade de oito bilhões de habitantes, os interesses nesse campo flutuam ao infinito, cada um carregando suas expectativas e sonhos. Qualquer padronização é utopia completa.
Este, sonha com uma rainha entre quatro paredes, mas constata que a eleita é pessoa simples, muito longe de carregar uma tiara entre os cabelos ou possuir sangue azul. Ela, imagina o príncipe dos contos do passado, mas cedo verif**a que o Adão não possui desfalque de costelas e nem estagia no paraíso.
Somos todos criaturas falíveis, transportando conosco sombra e luz, acerto e desajuste, caprichos e virtudes. Quando o sentimento não controla as paixões e a casca passa a ser mais valorizada que a polpa da fruta, não raro o comboio das uniões afetivas derrapa nas estradas difíceis da convivência a dois, ocasionando graves acidentes para um ou para ambos.
Em pretérito não muito distante, se falava muito em cursos para casais e enamorados, noivos e afins, onde se ministravam ensinos e se trocavam impressões sobre o futuro da família em construção. Bons tempos...
A dinâmica urbana, a pressa, a ansiedade por sorver o vinho do prazer conduziram homens e mulheres a um patamar delicado, onde o tecido da vida conjugal está cada instante mais frágil, rasgando com imensa facilidade.
A linha do diálogo iluminativo está muito desvalorizada e a agulha utilizada perdeu a direção da boa costura.
Não seja de estranhar tenha Jesus começado Seu messianato pelas bodas conjugais de Caná. Renteou muita vezes com mulheres sofridas e amarguradas por matrimônios infelizes. Orientou a equivocada de Magdala, sedenta por um lar que lhe acalmasse as labaredas íntimas. Iluminou a consorte de Cusa, prisioneira de um casamento frustrante. Dialogou com a mulher sirio-fenícia no poço, revelando estar ela no quinto matrimônio, sem a fruição da felicidade.
Se presentemente atravessas tua noite escura da alma, evita tomar atitudes impensadas ou precipitadas.
Ora e acalma esse vulcão que te atormenta a intimidade.
Busca uma página esclarecedora.
Aconselha-te com alguém mais experiente ou credor de tua confiança.
Pensa nos sócios mirins da família antes de decisões açodadas.
Feridas emocionais são infinitamente mais dolorosas do que as de natureza física, e deixam marcas que perduram por tempo indefinível.
Será na plataforma da compreensão, nas vigorosas hastes do perdão e no escutar o outro que encontrarás caminhos onde o mundo não tem estradas.
Preserva-te dos escândalos, já tão comuns na atual sociedade, prosseguindo fiel à tua consciência. É dentro dela que estão esculpidas as leis de Deus.
Do outro, podes te afastar, nunca de ti mesmo!
Marta
Salvador, 14.12.2022

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