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Casa de Formação Local destinado a oração, contemplação, catequese e turismo religioso. Caminhos de Oração - Pitanga/PR

23/05/2026
CAMINHOS DE ORAÇÃO Recanto dos Santos - Santo do dia 22/05SANTA RITA DE CÁSSIAUma infância cheia de devoçãoA pequena per...
22/05/2026

CAMINHOS DE ORAÇÃO
Recanto dos Santos - Santo do dia 22/05
SANTA RITA DE CÁSSIA

Uma infância cheia de devoção

A pequena periferia de Roccaporena, na Úmbria, foi berço de Margarida Lotti, provavelmente por volta de 1371, chamada com o diminutivo de “Rita”. Seus pais, humildes camponeses e pacificadores, procuraram dar-lhe uma boa educação escolar e religiosa na vizinha cidade de Cássia, onde a instrução era confiada aos Agostinianos. Naquele contexto, amadurece a devoção a Santo Agostinho, São João Batista e São Nicolau de Tolentino, que Rita escolheu como seus protetores.

Mulher e mãe dedicada

Por volta de 1385, a jovem se uniu em matrimônio com Paulo de Ferdinando de Mancino. A sociedade de então era caracterizada por diversas contendas e rivalidades políticas, nas quais seu marido estava envolvido. Mas a jovem esposa, através da sua oração, serenidade e capacidade de apaziguar, herdadas pelos pais, o ajudou a viver, aos poucos, como cristão de modo mais autêntico. Com amor, compreensão e paciência, a união entre Rita e Paulo tornou-se fecunda, embelezada pelo nascimento de dois filhos: Giangiacomo e Paulo Maria. Porém, a espiral de ódio das facções políticas da época acometeram seu lar doméstico.

Assassinato do esposo e perdão

O esposo de Rita, que se encontrava envolvido também por vínculos de parentela, foi assassinado. Para evitar a vingança dos filhos, escondeu a camisa ensanguentada do pai. Em seu coração, Rita perdoou os assassinos do seu marido, mas a família Mancino não se resignou e fazia pressão, a ponto de desatar rancores e hostilidades. Rita continuava a rezar, para que não fosse derramado mais sangue, fazendo da oração a sua arma e consolação.

Doença dos filhos

Entretanto, as tribulações não faltaram. Uma doença causou a morte de Giangiacomo e de Paulo Maria; seu único conforto foi pensar que, pelo menos, suas almas foram salvas, sem mais correr o risco de serem envolvidos pelo clima de represálias, provocado pelo assassinato do marido. Tendo ficado sozinha, Rita intensificou sua vida de oração, seja pelos seus queridos defuntos, seja pela família de Mancino, para que perdoasse e encontrasse a paz.

Pedido recusado

Com a idade de 36 anos, Rita pediu para ser admitida na comunidade das monjas agostinianas do Mosteiro de Santa Maria Madalena de Cássia. Porém, seu pedido foi recusado: as religiosas temiam, talvez, que a entrada da viúva de um homem assassinado pudesse comprometer a segurança do Convento. No entanto, as orações de Rita e as intercessões dos seus Santos protetores levaram à pacificação das famílias envolvidas na morte de Paulo de Mancino e, após tantas dificuldades, ela conseguiu entrar para o Mosteiro.

Monja Agostiniana

Narra-se que, durante o Noviciado, para provar a humildade de Rita, a Abadessa pediu-lhe para regar o tronco seco de uma planta, e sua obediência foi premiada por Deus, pois a videira, até hoje, é vigorosa. Com o passar dos anos, Rita distinguiu-se como religiosa humilde, zelosa na oração e nos trabalhos que lhe eram confiados, capaz de fazer frequentes jejuns e penitências. Suas virtudes tornaram-se famosas até fora dos muros do Mosteiro, também por causa das suas obras de caridade, juntamente com algumas coirmãs; além da sua vida de oração, ela visitava os idosos, cuidava dos enfermos e assistia aos pobres.

A Santa das rosas

Cada vez mais imersa na contemplação de Cristo, Rita pediu-lhe para participar da Sua Paixão. Em 1432, absorvida em oração, recebeu a ferida na fronte de um espinho da coroa do Crucifixo. O estigma permaneceu, por quinze anos, até a sua morte. No inverno, que precedeu a sua morte, enferma e obrigada a ficar acamada, Rita pediu a uma prima, que lhe veio visitar em Roccaporena, dois figos e uma rosa do jardim da casa paterna. Era janeiro, período de inverno na Itália, mas a jovem aceitou seu pedido, pensando que Rita estivesse delirando por causa da doença. Ao voltar para casa, ficou maravilhada por ver a rosa e os figos no jardim e, imediatamente, os levou a Rita. Para ela, estes eram sinais da bondade de Deus, que acolheu no Céu seus dois filhos e seu marido.

Veneração de Rita

Santa Rita expirou na noite entre 21 e 22 de maio de 1447. Devido ao grande culto que brotou logo depois da sua morte, o corpo de Rita nunca foi enterrado, mas mantido em uma urna de vidro. Rita conseguiu reflorescer, apesar dos espinhos que a vida lhe reservou, espalhando o bom perfume de Cristo e aquecendo tantos corações no seu gélido inverno. Por este motivo e em recordação do prodígio de Roccaporena, a rosa é, por excelência, o símbolo de Rita.

https://santo.cancaonova.com/santo/santa-rita-de-cassia-intercessora-das-familias-e-das-causas-impossiveis/

Toda quarta-feira é especialmente dedicada a São José.
20/05/2026

Toda quarta-feira é especialmente dedicada a São José.

CAMINHOS DE ORAÇÃORecanto dos SantosSanto do dia 18/05SANTO ESTANISLAU DE JESUS E MARIA PAPCZYNSKIFundador da Congregaçã...
19/05/2026

CAMINHOS DE ORAÇÃO
Recanto dos Santos
Santo do dia 18/05
SANTO ESTANISLAU DE JESUS E MARIA PAPCZYNSKI

Fundador da Congregação dos Padres Marianos

Hoje a Congregação dos Padres Marianos renovada em 1909 pelo bem-aventurado Bispo Jorge Matulaitis conta com mais de 500 membros em 18 países de todos os continentes.

Biografia

Em 18 de maio de 1631, nascia João Papczynski (nome de batismo) em Podergrodzie, no sul da República Polonesa, então um dos maiores estados da Europa pela sua área de quase um milhão de km².

Seu pai, Tomás, era camponês e um apreciado ferreiro. Durante alguns anos foi prefeito da aldeia, e cuidava da igreja em Podergrodzie. Sua mãe, da família Tacikowski, era uma mulher piedosa e ativa. Estes não pouparam esforços para proporcionar uma sólida formação ao filho.

João frequentou colégios dos piaristas e jesuítas com grandes dificuldades, seja por causa de problemas nos estudos, seja em razão de guerras e epidemias no país. Tais interrupções eram preenchidas com o trabalho na prosperidade do pai. Mais tarde, no seu escrito Secreta conscientiae, renderia graças à Deus, por lhe haver preservado a consciência pura e santa neste período. Cresceram nele a generosidade, a têmpera de espírito e o talento de educador da juventude. [1]

Vida religiosa

Após concluir a retórica, e os dois anos do curso de filosofia no colégio jesuíta em Rawa Mazowiecka, João ingressa na Ordem das Escolas Pias (1654), que havia conhecido cinco anos antes.

Contrariava o natural desejo de sua família para que se cassasse. Anos depois confessaria: "É muito difícil expressar o quanto eu apreciava a minha vocação, que apenas o próprio Deus em mim despertara". As Escolas Pias combinavam a espiritualidade mariana com a dedicação à juventude, pelo que João se lhe sente atraído. No noviciado, recebe o nome religioso de Estanislau de Jesus e Maria. Devido aos seus progressos na vida religiosa, já no segundo ano é encaminhado para estudar teologia em Varsóvia, professando aí os votos religiosos em 1656.

Tendo recebido dias depois, as ordens menores e o subdiaconato, Estanislau e seus coirmãos foram obrigados a abandonar o convento, pois nos arredores de Varsóvia se havia desencadeado uma batalha com os exércitos suecos. Eles fugiram então para Rzeszów, mas logo tiveram de se afastar também dali, porquanto se aproximavam os exércitos de Rakoczy, aliado da Suécia que atacou pelo sul da Polônia. Refugiaram-se em Podoliniec, Eslováquia, onde no início do ano de 1658 foi confiado ao irmão Estanislau o ensino da retórica no colégio local.

Transferido dois anos depois para Rzeszów, onde recebeu a mesma incumbência no colégio recém-inaugurado. No dia 12 de março de 1661, foi ordenado sacerdote por Dom Estanislau Samowski, Bispo de Przemysl. Após atuar por três anos como mestre de retórica em Rzeszów, foi transferido para Varsóvia.

Após sua ordenação, padre Estanislau se envolveu com todo o zelo na atividade pastoral, procurando conciliá-la com outras incumbências de sua comunidade religiosa. Assim, por exemplo, para atender às necessidades dos alunos, redigiu e publicou o Prodromus reginae artium, um manual de retórica que teria várias edições. Procurava apresentar à juventude não apenas a forma de "pronunciar belas palavras", mas também orientações para uma "vida de bondade e nobreza", a fim de que, "com o passar dos anos, com a conquista da sabedoria e de todo gênero de virtudes, os educandos se tornem um dia um verdadeiro adorno da sua família, um verdadeiro adorno da República".

Dadas as situações da sociedade de seu tempo, Estanislau criticava em seus escritos as desigualdades sociais e a corrupção política. A nobreza se opôs a ele ferozmente, eliminando tais referências do seu livro.

Desde 1663, o padre Papczynski já se havia tornado famoso em Varsóvia não apenas como professor de retórica, mas igualmente como mestre de vida espiritual (pregador e confessor).

Em 1670, alguns dos seus sermões foram publicadas no Orator cruciixus, em forma de medirações sobre as últimas sete palavras de Cristo. Entre os seus penitentes, estavam por exemplo, o núncio apostólico Antonio Pignatelli (futuro Papa Inocêncio XII), e o senador João Sobieski (futuro rei polonês). Foi também um incansável propagador do culto da Imaculada Conceição de Maria, tendo organizado uma irmandade em sua honra em Varsóvia.

Apesar das inúmeras ocupações, Estanislau era sempre dedicado à vida religiosa do seu instituto. Boa parte dos seus coirmãos reconhecia a sua sincera busca da santidade evangélica, particularmente através da oração e ascese. Exerceu a tarefas de prefeito do colégio, de auxiliar na beatificação de José Calasanz, de representante no capítulo provincial. Ao mesmo tempo, intensificavam-se as controvérsias.

Movido pelo espírito do fundador, o padre Estanislau defendia zelosamente a observância religiosa e o direito de eleição dos superiores provinciais. Começa a ser acusado de desordem e revolta. Ele chama este período de "longo martírio". Busca força e apoio na cruz de Cristo, o que daria origem ao livro Christus patiens, uma série de reflexões sobre a paixão do Senhor. Em vista do bem maior, pediu em 1669 a autorização para deixar a Ordem das Escolas Pias, que foi confirmada pelo breve apostólico em 11 de dezembro de 1670.

Ao receber o indulto de saída em Kazimierz (arredores de Cracóvia), inesperadamente o padre Estanislau leu diante de todos a sua Oblatio, um ato previamente preparado de total entrega a Deus e à Imaculada, anunciando seu propósito de fundar a Congregação dos Padres Marianos da Imaculada Conceição, e expressando sua fé neste mistério através do "voto de sangue", ou seja a disposição de defendê-lo mesmo com a vida. Mais tarde confessaria que a Oblatio era fruto de uma inspiração divina e que a nova ordem havia sido moldada em [seu] espírito pelo Espírito Divino.

Depois de rejeitar convites de outras ordens religiosas e benefícios oferecidos por alguns bispos, fixou residência na Diocese de Póznan com o apoio de Dom Estêvão Wierzbowski, vestindo o hábito branco em honra da Imaculada Conceição, em 1671. Neste ínterim preparou a regra da nova comunidade (Norma vitae). A fim de dar início ao seu instituto, dirigiu-se a uma pequena comunidade de eremitas em Puszcza Korabiewska e lhes apresentou a sua nova proposta.

Os eremitas marianos obtiveram a aprovação eclesiástica no dia 24 de outubro de 1673, através de um decreto do Bispo Estanislau Swiecicki.

O padre Estanislau se dedicará com todos os esforços para que a nova comunidade possa crescer e ser reconhecida pela Santa Sé. O Papa Inocêncio XII em 1669, aprovava a última ordem do clero regular da história da Igreja. Diversas circunstâncias conduzirão o padre Estanislau a incluir como elementos do carisma da nova ordem religiosa: o sufrágio pelos fiéis defuntos e o auxílio pastoral à Igreja local. Além da propagação do culto à Imaculada Conceição, pelo que muitas vezes exclamava: Immaculata Virginis Conceptio sit nobis salus et protectio.

Preocupado com a santificação dos fiéis, escreveu-lhes em 1675, a obra ascético-mística: Templum Dei mysticum. Deixaria ainda uma série de meditações para a Santa Missa intituladas Inspectio cordis. [1]

Morte

Consciente de haver cumprido a sua missão, falece em 17 de setembro de 1701 no convento de Góra Kalwaria, pronunciando estas palavras: "Em Vossas mão, Senhor, entrego o meu espírito". Tendo abençoado antes os seus coirmãos, estimulando-os à observância da regra e expressando o ardente desejo da união com Cristo. Várias dificuldades sobrevirão à nova Ordem após a sua morte, o que dificultaria inclusive a abertura do seu processo de beatificação. [1]

Beatificação

Finalmente em 1992, a Congregação para as Causas dos Santos reconhece a heroicidade das virtudes do padre Papczynski, e em 2006 um milagre por sua intercessão.

O milagre que, por intercessão do padre Papczynski resultou na sua beatificação foi: a cura milagrosa de um feto ainda no ventre materno.

Em 16 de setembro de 2007, foi beatificado no Santuário Mariano de Lichen, em cerimônia presidida pelo Cardeal Tarcisio Bertone, em nome do Papa Bento XVI, por seu papel na história da Igreja como fundador da primeira ordem religiosa masculina polonesa e por seus escritos.

Canonização

O milagre que, por intercessão do Beato Papczynski resultou na sua canonização foi: a cura de uma jovem polonesa de 20 anos, que aconteceu pouco depois da sua beatificação em 2007. A mulher sofria de um problema respiratório semelhante a um resfriado comum, entretanto, todos os tratamentos antibióticos falharam.

Seu estado de saúde piorava cada vez mais até que perdeu a consciência e seu corpo começou a apagar-se. O médico informou à família que seus pulmões estavam destruídos e que sua morte era eminente.

Logo depois de consultar a família, os médicos decidiram remover o aparelho que a mantinha com vida. Isto foi na quarta-feira da Semana Santa. A mãe estava sofrendo e foi rezar em uma igreja. Uma catequista se aproximou dela, pois estava chorando, e entregou-lhe um folheto que continha instruções para rezar uma novena a fim de pedir a intercessão do Beato Estanislau.

A mulher animou a mãe a fazer esta novena e confiar na graça de Deus por meio da intercessão do beato polonês. A mãe, junto com seu esposo e outros familiares, começou a rezar.

Por sua parte, embora houvessem retirado os aparelhos, a jovem continuava viva. Logo depois, recuperou a consciência e durante os dias nos quais continuaram rezando a novena ela se recuperou totalmente.

Isto fez com que os médicos – no último dia da novena – fizessem uma nova prova de raios X aos pulmões. Ficaram surpreendidos ao ver que os pulmões da jovem estavam curados, como se fossem os pulmões de um bebê.

A jovem recebeu alta do hospital durante a semana da Páscoa com uma cura medicamente inexplicável. Seu casamento, previamente programado, aconteceu pouco depois. Atualmente tem dois filhos e está muito bem de saúde.

Uma equipe médica da Santa Sé revisou o caso, e no dia 17 de setembro de 2015 (no 314° aniversário da morte do beato) afirmou por unanimidade que a cura da mulher não tem uma explicação científica ou natural.

Em 10 de novembro a equipe de teólogos declarou que a cura ocorreu por intercessão do Beato Estanislau; e no dia 13 de janeiro de 2016 a Congregação para a Causa dos Santos aprovou o milagre. Oito dias depois, (21 de janeiro de 2015), o Papa Francisco autorizou a promulgação do decreto. [2]

Em 05 de junho de 2016, o Papa Francisco canonizou o Beato (agora Santo) Estanislau Papczynski – junto com a Beata, agora Santa também, Elisabeth Hesselblad – na Praça São Pedro.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Estanislau_Paczynski #:~:text=Santo%20Estanislau%20Papczynski%20ou%20Estanislau,da%20Congrega%C3%A7%C3%A3o%20dos%20Padres%20Marianos.

CAMINHOS DE ORAÇÃO Recanto dos SantosSanto do dia 15/05SANTO ISIDORO LAVRADORPadroeiroPadroeiro dos trabalhadores, campo...
15/05/2026

CAMINHOS DE ORAÇÃO
Recanto dos Santos
Santo do dia 15/05
SANTO ISIDORO LAVRADOR

Padroeiro

Padroeiro dos trabalhadores, camponeses e agricultores de algumas cidades espanholas e italianas.

Resumo

Nascido em Madrid, por volta de 1070, Isidoro torna-se santo rezando, trabalhando nos campos e partilhando os seus bens com os mais pobres. Um agricultor que, junto com a sua esposa, a Beata Maria de la Cabeza, esperou com empenho no trabalho dos campos, colhendo pacientemente a recompensa celestial ainda mais do que os frutos terrestres, e foi um verdadeiro modelo de agricultor cristão.

Trabalho e Oração

Apesar de trabalhar arduamente no campo, participava todos os dias da Eucaristia e dedicava muito espaço à oração, tanto que alguns colegas invejosos o acusavam, aliás, injustamente, de se afastar horas do trabalho. Inveja não falta, mas ele supera tudo também graças à ajuda de sua esposa Maria. Dessa maneira, revelou a profunda relação e importância entre trabalho santificado e oração.

Matrimônio

Com sua esposa, Maria de La Cabeza, viveu um casamento que sempre se caracterizou pela grande atenção aos mais pobres, com quem compartilhavam o pouco que possuíam. Ninguém saiu de Isidoro sem ter recebido algo. Os dois se santificaram mutuamente e Maria também foi reconhecida pela Igreja como Beata.

Morte e canonização

Morreu em 15 de maio de 1130. Foi canonizado em 12 de março de 1622 pelo Papa Gregório XV. Seus restos mortais estão preservados na igreja madrilena de Sant’Andrea.

Oração

“Querido santo, tu nos dá testemunho de que oração e trabalho são pilares de espiritualidade. Mostra-nos que a caridade advém também dessa experiência. Interceda para que tenhamos boas colheitas, interceda para que sejamos trabalhadores exemplares e pessoas generosas por excelência. Por Cristo Nosso Senhor. Amém!”

Santo Isidoro lavrador, rogai por nós!

https://santo.cancaonova.com/santo/santo-isidoro-o-lavrador-conhecido-como-padroeiro-dos-camponeses-e-agricultores/

CAMINHOS DE ORAÇÃORecanto dos Santos - Santo do dia 06/05SÃO DOMINGOS SÁVIOSão Domingos Sávio nasceu em 2 de abril de 18...
06/05/2026

CAMINHOS DE ORAÇÃO
Recanto dos Santos - Santo do dia 06/05
SÃO DOMINGOS SÁVIO

São Domingos Sávio nasceu em 2 de abril de 1842, no vilarejo chamado Riva, pertencente a Castelnuovo d'Asti, na Itália. Era um dos três filhos de Carlos Sávio, ferreiro, e Brígida Agagliate, costureira. Uma família simples, mas rica na fé. São Domingos Sávio foi aluno de um mestre muito especial: São João Bosco. Sabe-se hoje que, toda a sua vida, tão curta e intensa, foi uma grande e linda busca pela santidade.

A maturidade precoce de São Domingos Sávio
Domingos Sávio foi um jovem cheio de grande sensibilidade, São João Bosco disse em citação que ele era “de boa índole e muito piedoso”. Ele teve uma vida curta, mas sempre traçada em direção à santidade que muitos idosos não conseguiram. Isso foi obra do Espírito de Deus. Pode-se dizer também que foi fruto da maravilhosa pedagogia criada por São João Bosco.

Suas atitudes e devoção chamava a atenção de todos. Ainda quando criança ia à igreja para rezar. Se o templo estivesse fechado, ele simplesmente se ajoelhava de frente a porta e ficava ali em oração até abrirem a igreja. Ele permanecia assim, na neve ou na chuva, no frio ou no calor.

Primeira comunhão
A infância de Domingos Sávio teve uma grande marca: a Primeira Eucaristia. Naquele tempo, ela era feita somente aos doze anos. Mas o pequeno Domingos, a recebeu aos sete anos, cheio de fervor se distinguiu pelo cumprimento de um lema de vida criado por ele mesmo: “Antes morrer que pecar”. Percebia-se facilmente o amadurecimento espiritual do pequeno Domingos nos propósitos por ele mesmo estabelecido quando fez a Primeira Comunhão. Nessa ocasião, ele escreveu seus propósitos conservados até hoje. Veja os escritos de Domingos Sávio:
1) Confessar frequentemente e receber a Eucaristia quando o confessor permitir;
2) Santificar os dias de festa;
3) Serei amigo de Jesus e de Maria;
4) Prefiro morrer que pecar”.

Esses propósitos revelam maturidade na vida espiritual e mostram que, para Deus, a idade é um fator relativo quando se trata amor a Deus e vida virtuosa.

Imitação de Cristo
São Domingos Sávio ficava longe dos meninos bagunceiros e só fazia amizade com os de boa índole. Certo dia, alguns colegas de classe encheram com pedras a estufa da sala de aula. Este ato era considerado uma falta grave e sua punição era a expulsar o aluno desobediente. E os colegas acusaram Domingos de ter colocado as pedras. O mestre, que era um padre, mesmo percebendo que domingos não tinha feito aquilo, não tinha escolha diante das “provas” que os colegas forjaram.

O Padre, então, ordenou que ele se ajoelhasse diante de todos os colegas e deu-lhe uma bronca severa. Domingos só não foi expulso da escola porque aquela era a primeira falha que ele cometera. São Domingos Sávio permaneceu com a cabeça baixa diante da classe não abriu a boca. Apenas um dia depois, a verdade veio à tona.
O padre procurou Domingos e perguntou por que ele se calara diante de uma falsa acusação sem se defender. Domingos disse ao padre que precisava imitar o Senhor Jesus. O padre pediu para Domingos explicar melhor. Domingos disse Jesus também tinha sido acusado sem ter culpa e ficou em silêncio, assumindo uma culpa que não era dele.

Domingos ainda disse que se falasse em sua defesa os outros alunos poderiam ser expulsos e ele não queria o mal para seus colegas. O Padre ficou impressionado e fez uma retratação formal de Domingos diante de toda a classe.

O encontro de São Domingo Sávio com Dom Bosco
Aos doze anos de idade São Domingos Sávio se encontrou com São João Bosco e passou a fazer os estudos secundários, como eram chamados na época. Domingos era inteligente, sempre com boas notas. E ele nunca deixou de lado sua meta de alcançar a santidade. Por isso, ele reza e empenha-se nos estudos.
Tocado pelo carisma de São João Bosco, e pelo grande ideal que se resumia na expressão “Dai-me almas”, Domingos quis, mais do que nunca, salvar mais e mais pessoas. Por isso, ele fundou a Companhia da Imaculada Conceição. Dessa entidade simples saíram os melhores ajudantes de São João Bosco.
Ele não pensava só em si. Várias vezes disse a Dom Bosco: “Quantas almas esperam nosso auxílio na Inglaterra! Oh! Se eu tivesse forças e virtude, quisera ir agora mesmo, e com sermões e bom exemplo, convertê-las todas, a Deus”.

Dons extraordinários de São Domingo Sávio
São Domingos Sávio tornou-se conhecido como uma pessoa com dons espirituais especiais e que reconhecia a necessidade das pessoas, bem além do percebido pelo padre comum, e tinha uma habilidade de profetizar.

Devoção a São Domingo Sávio
Tomado pela tuberculose aos quinze anos, voltou à casa dos pais, onde morreu serenamente com a alegria de ir ao encontro do Senhor, exclamando aos pais: “Adeus queridos pais. Estou tendo uma visão linda! Que lindo!”

Domingos Sávio foi beatificado em 1950 e canonizado em 12 de junho de 1954 pelo Papa Pio XII. Ele é o padroeiro das pessoas que sofrem falsas acusações, dos jovens delinquentes e dos cantores do coro da igreja.

Oração a São Domingos Sávio
Querido São Domingos, vós que ofereceu sua curta vida totalmente ao amor de Jesus e de Sua Mãe. Ajudai a juventude de hoje a compreender a importância de Deus em suas vidas. Vós tornastes um santo através de permanente participação nos sacramentos, iluminai os meus parentes e filhos da importância da frequente Confissão e da Santa Comunhão. Quando jovem vós meditastes no sofrimento da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, obtenha para nós a graça de um ardoroso desejo de sofrer por amor a Ele. Nós desesperadamente necessitamos de sua intercessão para proteger as crianças de hoje das tentações e das zombarias do mundo. Olhai por eles e guiai-os na estrada para o Paraíso. Peça a Deus que nos dê a graça de santificar nossos deveres diários fazendo-os por amor a Ele. Nos lembre sempre da necessidade de praticar as virtudes em tempos de atribulações e dificuldades. São Domingos Sávio, preservai a vossa inocência em nossos corações e rogai ao Senhor por nós e pela salvação de nossa alma. Amém.

https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-sao-domingos-savio/137/102/

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