Ile Ase Igbin Ajagunan - Comunidade do Caboclo Folha Seca

Ile Ase Igbin Ajagunan - Comunidade do Caboclo Folha Seca Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Ile Ase Igbin Ajagunan - Comunidade do Caboclo Folha Seca, Organização religiosa, Pirassununga.

22/03/2025

Boa tarde queridos amigos e seguidores da página; comunicamos que estamos de mudança para novo endereço,.

Neste processo, precisaremos ficar por algumas semanas de recesso para com os atendimentos ao pûblico, mas nossa previsão de retorno é para a segunda quinzena de abril.

Comunicamos também, que esta página será desativada e em breve, retornamos com nosso novo perfil no facebook e no instagran.

Aproveito para agradecer a todos, principalmente ao meu papai Oxaguian, ao chefe Folha Seca e ao guardião Tranca Ruas e a todos os meus filhos, por todo apoio e união.

Um grande abraço e axé para todos.

Até breve.

Boa noite para todos os amigos do face, adeptos e simpatizantes da Umbanda.Abaixo, nosso calendário do mês de março.- Nã...
18/02/2025

Boa noite para todos os amigos do face, adeptos e simpatizantes da Umbanda.
Abaixo, nosso calendário do mês de março.

- Não cobramos pelos atendimentos espirituais.

Mais informações: (19) 99933 5788.

Atendimento espiritual com nossos queridos exus e pomba giras, na caridade.Todos serão bem vindos.Povo da rua por nós.
12/02/2025

Atendimento espiritual com nossos queridos exus e pomba giras, na caridade.

Todos serão bem vindos.

Povo da rua por nós.

Referência. Mãe Gisèle Omindarewá (1923-2016).Fonte: "Awô: O Mistério dos Orixás", Gisèle Omindarewá Cossard. Editora Pa...
07/02/2025

Referência. Mãe Gisèle Omindarewá (1923-2016).

Fonte: "Awô: O Mistério dos Orixás", Gisèle Omindarewá Cossard. Editora Pallas, 2006, p. 13.

" Tudo passa. Tenha calma. No lugar da ferida se refaz a carne, no lugar da dor se refaz o amor, no lugar da perda se re...
07/02/2025

" Tudo passa. Tenha calma. No lugar da ferida se refaz a carne, no lugar da dor se refaz o amor, no lugar da perda se refaz a esperança. E é pelas esperas que se refaz um coração. Tudo passa quando a gente se aquieta. Tudo se refaz quando a gente acredita..."

04/02/2025

Espetáculo conta a história do primeiro terreiro de candomblé.

O Candomblé Ketu, uma das maiores e mais populares nações do Candomblé no Brasil, teve a história do seu primeiro terreiro em terras brasileiras transformada em ficção no espetáculo O Candomblé da Barroquinha. Idealizada por Daniel Arcades e Thiago Romero, segue em cartaz até o dia 9 de fevereiro, no Espaço Cultural da Barroquinha.

Confira na Íntegra:

"Na Òrìsànlá atererekáiye" (O Grande Orixá que reina sobre todas as coisas).
04/02/2025

"Na Òrìsànlá atererekáiye" (O Grande Orixá que reina sobre todas as coisas).

PRIMEIRO PRESENTE OFERECIDO A IEMANJÁ. Foi em 1923, pode ter sido em 1924, há divergências quanto à data. O construtor d...
03/02/2025

PRIMEIRO PRESENTE OFERECIDO A IEMANJÁ.

Foi em 1923, pode ter sido em 1924, há divergências quanto à data. O construtor de Jangadas Zequinha, em entrevista ao informativo “O Pescador” da Biblioteca Juracy Magalhães, informou a primeira data. O pescador Eustáquio Bernardino de Sena, contou à Tribuna da Bahia que o fato teria ocorrido em 1924. No relato de ambos, já falecidos, uma convergência quanto aos fatos. A motivação teria sido uma temporada de pesca mal sucedida.

Segundo seus relatos, um grupo de pecadores decidiu agradar à Rainha das Águas, sincretizada em Nossa Senhora das Candeias, lhe ofertando um presente. Formavam o grupo: Alípio Capenga, Foló, Olavo, Ananias, Ismael, Faustino, Satu, Tanajura, Eustáquio e os irmãos José, Pedro e Sibem Moita. Compraram um boneco e “um cheiro bom”, colocaram numa caixa de papelão e essa modesta oferenda foi o primeiro presente.

A caixa foi colocada num saveiro com bandeiras de papel, o barco acompanhado por outros à maneira de uma romaria. “Foram batendo palmas, cantando sambas e soltando muitos foguetes”, contou o pintor de paredes, pescador e artista plástico Licídio Lopez, no seu livro “O Rio Vermelho e suas tradições”. Nada muito ostensivo, uma oferenda simples, sem a pretensão de tornar o ritual em uma festa.

No ano seguinte, os pescadores procuraram o terreiro de Julia Bugã e desta vez houve preceitos durante a noite, sem batuques que eram proibidos pela polícia. A Mãe de Santo, por muitos anos, orientou os preceitos do presente. Foi sucedida pelo terreiro de Mãe Emília e, na sequência, Mãe Catita do Terreiro do Engenho Velho da Federação.

A partir de 1968, a incumbência ficou com Pai Cipriano do Candomblé de Bogum e, após, por Mãe Lourdes, Mãe Olga Kolossi e Mãe Aice de Oxossi, do Terreiro Odé Mirim, do Engenho Velho da Federação, que regeu os preceitos de 1994 a 2015. E, a partir de 2016, Mãe Jacira do Ilê Axé Jibayê, de Itinga, é quem passou a comandar os preceitos.

A foto (1950) da baiana recebendo Santo, durante a procissão de 2 de fevereiro é do acervo da FGM

Historia da Bahia

Jejum.O jejum é conhecido como uma forma de purificação do corpo e da alma. É uma forma de propiciar o contato entre Hom...
31/01/2025

Jejum.

O jejum é conhecido como uma forma de purificação do corpo e da alma. É uma forma de propiciar o contato entre Homem e Divindade. O jejum é compreendido na filosofia yorùbá no sentido amplo: abstinência de alimentos, pensamentos ruins, atos impuros e prazer sex@a1. Nenhum destes itens é tido como "pecaminoso", pois o "pecado" no conceito judaico-cristão não existe na cultura yorùbá. Contudo, compreende-se que tais atos dificultam o contato com o espiritual. O jejum é uma busca de manter o "corpo limpo", "vazio", de forma que a sutileza do divino seja mais facilmente percebida. O orin (cântico sagrado) da imagem trata da importância do jejum.

Estes e outros verbetes, traduzidos e contextualizados, você encontra em YORÙBÁ - VOCABULÁRIO TEMÁTICO DO CANDOMBLÉ, de Márcio de Jagun.

"…aquele que não fala da vida alheia.  Esse é um comportamento comum aos humanos porque somos seres que vivemos em socie...
29/01/2025

"…aquele que não fala da vida alheia. Esse é um comportamento comum aos humanos porque somos seres que vivemos em sociedade e temos o poder da fala. Se entendêssemos a linguagem dos animais tidos como irracionais, com certeza ouviríamos um falando do outro. Quanta gente, neste exato momento, não está falando de mim ou de você, meu querido leitor? Não estou dizendo que estão falando mal ou bem, mas que simplesmente estão falando. Quantos não estão comentando a vida das “celebridades”?

Parece que nossa língua gosta de trabalhar. Também, é o único músculo voluntário do corpo que não fadiga… É um órgão fantástico e que por isto mesmo deve ser usado com cautela, pois ele é considerado como uma chama que queima ou uma navalha que corta. Muitas tradições só consideram que o homem é dono de si quando adquire controle sobre sua língua. O candomblé não foge a essa regra e tem como um de seus fundamentos o ato de separar e guardar um precioso axé: determinado objeto que simboliza o “segurar da língua”.

Consciente da importância de se ter domínio sobre o órgão responsável pela fala, pois todos nós sabemos o poder que ela possui, muito observei e refleti sobre o referido assunto. Impressionava-me o fato de que os comentários sobre os outros nunca eram referentes aos pontos positivos que eles possuíam. Confesso que algumas conclusões me surpreenderam. Nunca imaginaria que se fala da vida alheia ap***s pelo fato de não encontrar na própria vida temas interessantes o suficiente para serem dignos de registro, fazendo com que se busque preencher o vazio da existência com emoções ainda mais vazias. Algumas pessoas vão além: aproveitam-se do dito popular “quem conta um conto aumenta um ponto” e enfeitam a estória com efeitos dramáticos, para que o outro sofra um impacto e o êxtase seja então alcançado.

Certa vez uma filha minha me procurou preocupada por não conseguir guardar segredos. Entendi que ela já tinha conhecimento que controlar a língua é fundamental para qualquer pessoa, principalmente para um sacerdote. Preparei e lhe dei um pó de axé, dizendo-lhe que ele tinha um grande poder e que lhe seria de muita ajuda, mas que seria a força de sua vontade o maior de seus aliados. Meses depois, ela voltou a falar comigo. Mais serena e segura, porém um tanto envergonhada, pediu-me para contar uma parábola que não fazia pertencia a nossa religião. Não sabia ela o grau de curiosidade e interesse de que fui tomada, pois busco aprender com tudo e com todos. Permissão concedida, minha filha começou a relatar a estória:

“Uma senhora que, como eu, minha mãe, estava triste por ter o hábito de fofocar, foi buscar ajuda com um padre. Ela estava arrasada porque um de seus comentários, que lhe pareceu no momento em que falou muito inocente, teve resultados desastrosos. Além de ter espalhado-se como pólvora, constituía-se uma inverdade, que ela ao ficar sabendo não teve o devido cuidado de confirmar sua veracidade. Enfim, ela não cometeu ‘ap***s’ o erro da fofoca; ela caluniou e difamou, atos sérios que são passíveis de penalidades judiciais. Mas não era essa sua maior preocupação. Ela realmente estava arrependida de ter prejudicado um ser humano; de ter feito com o outro aquilo que não gostaria que fizessem com ela. A senhora queria saber do padre o que poderia fazer para consertar seu erro. Ele lhe passou uma penitência: que matasse uma galinha, tirasse suas p***s e as trouxesse para ele. Quando ela trouxe as p***s para o padre, ele mandou que ela fosse até uma montanha, jogasse as p***s para o ar e que logo em seguida as recolhesse, uma por uma. A senhora, assustada, respondeu que aquela era uma tarefa impossível. Ao que o padre retrucou: ‘simples’ fofocas ou sérias difamações, assim como essas p***s, depois de espalhadas é impossível recolher os malefícios que elas causam. Pense nisso e aprenda a controlar sua língua, para que não lhe digam, em forma de brincadeira, uma coisa que deveria ser vista com extrema seriedade: quando você morrer, seu corpo vai em uma caixa de fósforo e a língua em uma carreta.”

Maria Stella de Azevedo Santos , ( saudosa Iyalorixá do Ilê Axé Opô Afonjá, Salvador Bahia)
(Ano 2013)

Calendário Mensal.
29/01/2025

Calendário Mensal.

Os atendimentos iniciam as 20h.As senhas para os atendimentos são distribuídas a partir de 19:30h.Não cobramos pelas con...
29/01/2025

Os atendimentos iniciam as 20h.
As senhas para os atendimentos são distribuídas a partir de 19:30h.
Não cobramos pelas consultas com as entidades espirituais e para nenhum tipo de trabalho realizados na Umbanda.
Pedimos que venham com roupas apropriadas para um ambiente religioso e familiar.

Sejam todos bem vindos.

Endereço

Pirassununga, SP

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Ile Ase Igbin Ajagunan - Comunidade do Caboclo Folha Seca posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Local De Adoração

Envie uma mensagem para Ile Ase Igbin Ajagunan - Comunidade do Caboclo Folha Seca:

Compartilhar