Comunidade Anglicana Santa Joana D'Arc Pirapozinho/SP

Comunidade Anglicana Santa Joana D'Arc Pirapozinho/SP Diocese Anglo Católica de Minas Gerais;
Pirapozinho-SP;
Vigário Paroquial: Rev.

Paulo Nascimento ;
Horários de Missas: Domingo às 19h;
Atendimentos: através de horário marcado.

🍕 1ª CAMPANHA DA PIZZA - COMUNIDADE ANGLICANA SANTA JOANA D’ARC 🍕​Pessoal, temos um convite especial para vocês! Estamos...
16/04/2026

🍕 1ª CAMPANHA DA PIZZA - COMUNIDADE ANGLICANA SANTA JOANA D’ARC 🍕
​Pessoal, temos um convite especial para vocês! Estamos lançando nossa primeira campanha de arrecadação com pizzas deliciosas, feitas com todo carinho "em prol da comunidade".
​Além de garantir o jantar da família, você ajuda diretamente nossos projetos sociais e de manutenção. Confira os detalhes:
​🍕 Sabor: Mista (recheio completo e selecionado!)
💵 Valores: 1 unidade por R$ 30,00 ou o combo com 2 unidades por apenas R$ 50,00.
​🗓️ DATA DE ENTREGA: 11 de Junho (quinta-feira), a partir das 18h.
⚠️ ATENÇÃO: As encomendas e pagamentos devem ser feitos até o dia 05/06.
​📍 COMO PEDIR?
Basta enviar uma mensagem para um de nossos coordenadores:
✅ (18) 92004-1728
✅ (18) 98144-3167
​Ajude-nos compartilhando este post nos seus grupos e com seus amigos! Vamos fazer desta campanha um grande sucesso. 🙏✨

Feliz Páscoa a todos!!!!
05/04/2026

Feliz Páscoa a todos!!!!

Parabéns Rev. Nós da comunidade Anglicana Santa Joana D'Arc estamos com o senhor. É o orgulho dessa cidade!!! E qtos uns...
20/03/2026

Parabéns Rev. Nós da comunidade Anglicana Santa Joana D'Arc estamos com o senhor. É o orgulho dessa cidade!!! E qtos uns se preocupa com festa e enfeites, o Sr. Está lutando pelos mais pobres e humildes.


📰Em Pirapozinho, Reverendo Anglicano Protagoniza Defesa dos Direitos da Pessoa com Autismo! — Uma iniciativa vinda do interior paulista começa a ganhar repercussão nacional, segundo o protagonista dessa mobilização, Paulo Cesar do Nascimento, reverendo da Comunidade Anglicana Santa Joana D'Arc de Pirapozinho e reconhecido por sua atuação social e defesa dos direitos humanos sua decisão de transformar a preocupação de diversas famílias em uma ação concreta enfim recebe os primeiros desfechos.

Segundo o reverendo, ele foi responsável por formalizar uma denúncia junto ao Ministério Público Federal (MPF), questionando a convocação de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) para novas perícias médicas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A iniciativa surgiu diante de relatos de beneficiários do BPC/LOAS que, mesmo com diagnóstico de condição permanente, estariam sendo chamados para reavaliações. O que poderia ser apenas uma reclamação isolada tomou proporções maiores. O caso percorreu diferentes unidades do MPF, passando por Presidente Prudente e Ourinhos, até ser encaminhado para a capital São Paulo. A decisão reconheceu que o tema ultrapassa limites regionais, tratando-se de uma política pública de alcance nacional.

Mais do que questionar um procedimento, a atitude do reverendo evidencia o papel fundamental de lideranças comunitárias que atuam diretamente na defesa dos mais vulneráveis. Seu trabalho vai além da fé: envolve acolhimento, orientação e, sobretudo, ação.

Paulo Cesar não apenas buscou respostas, mas também deu visibilidade a uma pauta sensível que impacta milhares de brasileiros. A discussão agora pode resultar em mudanças importantes nas diretrizes adotadas pelo INSS, refletindo diretamente na vida de pessoas com deficiência e suas famílias.

A mobilização reforça iniciativas individuais que, quando guiadas pelo compromisso social, têm o poder de gerar debates nacionais e provocar transformações reais.

📰O Jornal Grande – Informação e Desenvolvimento Econômico e Social
📝Publicação: Jornalista Joelington Soares
📝Pauta: Reverendo Paulo Cesar do Nascimento

18/02/2026
A Prisão do "Eu Sou Assim" e o Chamado à MetanoiaO "Complexo de Gabriela" é a popularização de uma postura psicológica q...
01/11/2025

A Prisão do "Eu Sou Assim" e o Chamado à Metanoia

O "Complexo de Gabriela" é a popularização de uma postura psicológica que conhecemos como mentalidade fixa (ou fixed mindset). É a crença de que nossas características fundamentais — nossa personalidade, nossa inteligência, nossos defeitos — são imutáveis. "Eu nasci assim, eu cresci assim, e vou ser sempre assim".

Psicologicamente: Esta é uma poderosa zona de conforto. Declarar "eu sou assim" é uma forma de defesa. Encerra a discussão, evita o trabalho árduo da autoanálise, nos protege da vulnerabilidade da mudança e nos isenta da responsabilidade de crescer. Se "eu sou assim", a culpa não é minha; é da minha "natureza". É uma forma de determinismo pessoal que, embora pareça uma afirmação de identidade, é, na verdade, uma autossabotagem.

O Contraponto: O Evangelho em Mateus 5

O Evangelho, por definição, é a "Boa Nova". E a boa nova fundamental do Evangelho é a metanoia (μετάνοια) — uma palavra grega que significa "mudança de mente", "arrependimento" ou "transformação".

O Sermão da Montanha, começando pelas Bem-Aventuranças, não é um conjunto de regras para pessoas que "já são assim". É um convite à transformação radical; é o mapa para deixar de ser quem éramos e nos tornarmos quem fomos chamados a ser.

Jesus sobe ao monte e começa seu discurso mais importante destruindo o "Complexo de Gabriela".

Análise Psicológica e Teológica de Mt 5:1-12a
O "Complexo de Gabriela" é um hino à autossuficiência. As Bem-Aventuranças são um hino à dependência de Deus.

1. "Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus." (v. 3)
O "Gabriela": Diria "Eu sou rico de espírito, eu me basto. Minha personalidade é forte e definida". A autossuficiência é seu pilar.

A Reflexão (Psico-Teológica): Ser "pobre de espírito" é o antídoto direto ao Complexo de Gabriela. É o reconhecimento psicológico e espiritual da própria insuficiência. É o momento em que a pessoa para de dizer "eu sou assim" e finalmente admite: "Eu não dou conta sozinho. O meu 'eu' não é suficiente. Eu preciso de ajuda. Eu preciso de Deus." Jesus declara que a bênção e o Reino pertencem exatamente àqueles que admitem seu vazio e sua necessidade de mudança, não àqueles que se orgulham de sua imutabilidade.

2. "Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados." (v. 4)
O "Gabriela": Tende a reprimir o choro que vem do arrependimento. Se ela "é assim", por que choraria por seus erros? Seus erros são apenas parte de quem ela é.

A Reflexão (Psico-Teológica): O choro aqui não é apenas pela dor do mundo, mas pelo reconhecimento honesto das próprias falhas (arrependimento). É a dor de perceber que o "jeito que eu sou" magoa os outros e a si mesmo. Enquanto Gabriela se acomoda em seu "ser", o Evangelho chama a chorar por esse "ser" para que Deus possa consolar, curar e transformar.

3. "Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra." (v. 5)
O "Gabriela": A postura "eu sou assim" é, em essência, orgulhosa e inflexível. Não é mansa. É teimosa. Ela não se dobra, não ouve, não se deixa moldar.

A Reflexão (Psico-Teológica): A mansidão (em grego, praus) não é fraqueza; é força sob controle. É ser ensinável. O manso é aquele que tem a força de dizer "eu posso estar errado" ou "você pode me ensinar algo". A pessoa com Complexo de Gabriela não pode herdar a "nova terra" (a nova forma de viver), pois ela se recusa a sair de seu território antigo e infértil. O manso, ao contrário, é psicologicamente flexível e espiritualmente aberto para ser guiado.

4. "Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados." (v. 6)
O "Gabriela": Não tem fome nem sede de mudança; ela está "satisfeita" com seu estado atual. Sua justiça é a justificação de seu próprio jeito de ser.

A Reflexão (Psico-Teológica): Esta é talvez a bem-aventurança mais ativa. Ter fome e sede é o oposto de estar acomodado. É um desejo visceral, uma inquietação. O Evangelho não abençoa quem está confortável, mas quem está inconformado — inconformado com a injustiça do mundo e, principalmente, com a injustiça (o pecado, a falha) dentro de si mesmo. É desejar ardentemente ser melhor, ser diferente de como "nasceu".

Conclusão
O Complexo de Gabriela é a declaração de um eu estático, uma prisão psicológica que se mascara de identidade.

O Evangelho em Mateus 5 é o convite à libertação desse eu. Jesus nos diz que a bênção não está em sermos fiéis a "como nascemos", mas em sermos "pobres de espírito" (reconhecendo a necessidade de mudar), "chorando" (arrependendo-nos do que somos), "sendo mansos" (abertos a sermos mudados) e "tendo fome e sede" (desejando ativamente a mudança).

No fim, a mensagem teológica e psicológica de Mateus 5 é clara: a verdadeira vida não é encontrada na afirmação "eu vou ser sempre assim", mas na vulnerabilidade de pedir: "Senhor, transforma-me".

Rev. Paulo Nascimento
Comunidade Anglicana Santa Joana D'Arc
Diocese Anglo-Católica de Minas Gerais
Defensor de Direitos Humanos

A Soberania de Cristo e o Coração da Lei:Lucas 6,1-5 apresenta um episódio familiar na vida de Jesus: seus discípulos co...
06/09/2025

A Soberania de Cristo e o Coração da Lei:

Lucas 6,1-5 apresenta um episódio familiar na vida de Jesus: seus discípulos colhendo espigas em um sábado, o que provoca a crítica dos fariseus. A resposta de Jesus, evocando o exemplo de Davi e proclamando-se "Senhor do sábado", oferece uma rica tapeçaria para a reflexão anglicana, tocando em temas como a autoridade de Cristo, a natureza da lei e a primazia da misericórdia.

1. A Autoridade de Cristo e a Interpretação da Lei:

A tradição anglicana sempre valorizou a Escritura como a fonte primária da revelação divina, interpretada à luz da razão e da tradição. Neste texto, Jesus não nega a validade do sábado como mandamento divino, mas questiona a aplicação legalista e sufocante que havia se desenvolvido. Sua autoridade para reinterpretar e, em certo sentido, transcender a interpretação farisaica da lei é central. Ele não está abolindo a lei, mas revelando seu propósito original e mais profundo.

A Igreja da Inglaterra, e o Anglicanismo em geral, tem uma longa história de engajamento crítico com a lei, tanto secular quanto eclesiástica. Reconhecemos a necessidade de ordem e estrutura, mas também a importância de discernir o espírito por trás da letra. O exemplo de Jesus nos desafia a perguntar: Nossas regras e tradições servem para libertar ou para oprimir? Elas apontam para Cristo ou para si mesmas?

2. O Precedente de Davi e a Necessidade Humana:

A referência ao rei Davi, que comeu os pães da proposição quando estava faminto, é um golpe mestre de Jesus. Davi, o ungido de Deus, o protótipo do Messias, agiu por necessidade humana básica. A lei, em sua essência, não foi dada para causar sofrimento ou privação, mas para o bem-estar do povo de Deus. A fome física dos discípulos, um aspecto da condição humana, é posta acima da observância ritualística estrita.

Para os anglicanos, isso ressoa com a ênfase na encarnação e na compaixão de Cristo. Nosso Senhor não é um Deus distante e indiferente às necessidades humanas. Pelo contrário, Ele as compartilha e as entende profundamente. A pregação social do Anglicanismo, que se manifesta em obras de caridade e justiça social, encontra suas raízes aqui. A preocupação com os pobres, os marginalizados e os famintos não é um apêndice da fé, mas uma expressão intrínseca do Evangelho.

3. "O Filho do Homem é Senhor do Sábado": A Teologia Cristológica:

A culminação do argumento de Jesus é a sua declaração audaciosa: "O Filho do Homem é Senhor do sábado." Esta é uma afirmação cristológica de imensa importância. Jesus não é meramente um intérprete da lei; Ele é a sua plenitude e o seu Senhor. O sábado, que foi dado para o descanso e a santificação, encontra seu verdadeiro significado em Cristo.

No culto anglicano, o domingo como o Dia do Senhor é celebrado como o dia da ressurreição, o "primeiro dia da nova criação". É o dia em que recordamos e participamos da vitória de Cristo sobre o pecado e a morte. Não é simplesmente uma substituição do sábado judaico, mas uma reinterpretação à luz da obra redentora de Jesus. O "descanso" do sábado encontra sua consumação no descanso que Cristo oferece àqueles que n'Ele confiam (Mateus 11,28).

Implicações para a Vida Anglicana:

Discernimento sobre a Tradição: Somos chamados a examinar nossas próprias tradições e práticas eclesiásticas. Elas nos aproximam de Cristo ou criam barreiras? Como podemos discernir o espírito da lei em vez de nos apegar cegamente à sua letra?

Compaixão em Ação: A fome dos discípulos nos lembra da prioridade da necessidade humana. Como indivíduos e como comunidade de fé, somos chamados a estender a mão aos que sofrem, priorizando a misericórdia e a justiça.

Cristo como Centro: A declaração de Jesus como "Senhor do sábado" reafirma a centralidade de Cristo em toda a nossa fé e vida. Ele é o ponto focal de nossa teologia, nosso culto e nossa ética. O descanso que buscamos, tanto físico quanto espiritual, é encontrado Nele.

Em suma, Lucas 6,1-5, através de uma lente anglicana, nos convida a uma fé que é biblicamente enraizada, racionalmente discernida, compassiva em sua prática e, acima de tudo, centrada na majestade e na misericórdia de Jesus Cristo, o Senhor de todo o tempo e de toda a lei.

Rev. Paulo César do Nascimento

🌿  SANTA EUCARISTIA DE 1 ANO DE FALECIMENTO 🌿  Convidamos a todos os familiares, amigos e irmãos na fé para a Santa Euca...
20/06/2025

🌿 SANTA EUCARISTIA DE 1 ANO DE FALECIMENTO 🌿

Convidamos a todos os familiares, amigos e irmãos na fé para a Santa Eucaristia em memória de 1 ano do Sr. Rogério, tio do Revdo. Pe. Paulo César do Nascimento 🙏

🕊️ Data: 21 de junho
🕯️ Horário: 18h
⛪ Local: Comunidade Anglicana de Santa Joana D’Arc – Pirapozinho/SP

"Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé."
– 2 Timóteo 4:7 ✝️

Será um momento de oração, saudade e esperança na ressurreição, celebrando a vida e o amor eterno de Deus que jamais nos abandona.

👨‍👩‍👧‍👦 Sua presença trará co***lo e comunhão.

💐

🕊️ *Santa Joana d'Arc: Da Fogueira à Glória dos Altares* 🕊️Em 16 de maio de 1920, a Igreja Católica canonizou Joana d'Ar...
30/05/2025

🕊️ *Santa Joana d'Arc: Da Fogueira à Glória dos Altares* 🕊️

Em 16 de maio de 1920, a Igreja Católica canonizou Joana d'Arc, reconhecendo-a como santa. A cerimônia foi presidida pelo Papa Bento XV na Basílica de São Pedro, em Roma .

Joana d'Arc, nascida por volta de 1412 em Domrémy, França, foi uma jovem camponesa que, guiada por visões divinas, liderou o exército francês durante a Guerra dos Cem Anos. Capturada e entregue aos ingleses, foi julgada por heresia e queimada na fogueira em 30 de maio de 1431, aos 19 anos. Em 1456, um novo julgamento a reabilitou, declarando sua inocência.

Sua canonização, quase cinco séculos após sua morte, simbolizou uma reconciliação entre a Igreja e a França republicana, destacando-a como um ícone de fé e patriotismo .

🙏 Que o exemplo de coragem e fé de Santa Joana d'Arc inspire a todos nós a sermos firmes em nossas convicções e a buscarmos a justiça e a verdade.



Rev. Paulo Nascimento
Diocese Anglo Católica de Minas Gerais
30/05/2025

1° Missa por Cura e Libertação do Ano de 2025.Aguardamos a Todos!!!
28/01/2025

1° Missa por Cura e Libertação do Ano de 2025.
Aguardamos a Todos!!!

Marcos 3:31-35_"Nisto chegaram sua mãe e seus irmãos e, ficando do lado de fora, mandaram chamá-lo. Havia muita gente se...
28/01/2025

Marcos 3:31-35
_"Nisto chegaram sua mãe e seus irmãos e, ficando do lado de fora, mandaram chamá-lo. Havia muita gente sentada ao redor dele, e lhe disseram: A tua mãe e teus irmãos estão lá fora e te procuram. Ele respondeu: Quem é minha mãe e quem são meus irmãos? E, olhando para os que estavam sentados ao seu redor, disse: Aqui estão minha mãe e meus irmãos! Qualquer que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe."_
Palavras da nossa salvação. Glória a vós Senhor!

Reflexão Teológica

1. Família Espiritual na Comunidade Cristã*
Na teologia Anglicana, a comunidade é central para a vida cristã. Este trecho de Marcos ressalta a importância da família espiritual sobre os laços biológicos. Jesus redefine a família como aqueles que fazem a vontade de Deus. Isso nos chama a valorizar e nutrir a comunidade de fé, onde cada membro é um irmão ou irmã em Cristo.

2. Inclusividade e Comunhão
A visão Anglicana enfatiza a inclusão e a comunhão de todos os crentes. Jesus não rejeita sua família biológica, mas amplia o conceito de família para incluir todos os que seguem a vontade de Deus. Isso nos convida a ser uma igreja acolhedora e inclusiva, onde todos são bem-vindos e tratados como parte da família de Deus.

3. Obediência à Vontade de Deus
Jesus identifica seus verdadeiros familiares como aqueles que fazem a vontade de Deus. Na tradição Anglicana, a obediência à vontade divina é expressa através da prática sacramental, da oração e do serviço ao próximo. Isso nos desafia a viver nossa fé de forma ativa e comprometida, buscando sempre discernir e cumprir a vontade de Deus em nossas vidas diárias.

4. Chamado à Missão
Ao reconhecer todos os que fazem a vontade de Deus como sua família, Jesus nos chama a uma missão compartilhada. Na tradição Anglicana, a missão é entendida como a participação no trabalho redentor de Deus no mundo. Somos chamados a servir, amar e trazer justiça, formando uma comunidade que reflete o Reino de Deus.

Conclusão
A passagem de Marcos 3:31-35 nos lembra que a verdadeira família de Cristo é composta por todos aqueles que fazem a vontade de Deus. Na visão Anglicana, isso implica uma comunidade inclusiva, unida pela fé e pelo compromisso com a missão de Deus. Somos desafiados a viver em comunhão, servindo uns aos outros e ao mundo ao nosso redor, como uma expressão do amor de Deus.

Rev. Paulo César do Nascimento
Diocese Anglo Católica de Minas Gerais
Comunidade Anglicana Santa Joana D'arc
28/01/2025

Endereço

Rua Francisco B Sobrinho, 97 Pq Rangel
Pirapozinho, SP
19200-000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Comunidade Anglicana Santa Joana D'Arc Pirapozinho/SP posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Local De Adoração

Envie uma mensagem para Comunidade Anglicana Santa Joana D'Arc Pirapozinho/SP:

Compartilhar

Categoria