IMMB - Johrei Center Piracicaba

IMMB - Johrei Center Piracicaba A Igreja Messiânica Mundial foi instituída no Japão, em 1935, por Mokiti Okada, Meishu-Sama. Acesse o site para mais informações.

No Brasil, a instituição possui mais de 500 unidades, Johrei Centers e, conta com 1,8 milhão de seguidores.

25/06/2026

Experiência de fé do dia - Culto Matinal

25 de junho de 2026

“Gradualmente, voltei a me alimentar melhor e passei a ter uma qualidade de sono mais satisfatória.”

ZENAIDE LANDIM GOETHALS
JC BARRA - BA

Tenho 93 anos e sou messiânica há três.

Em maio de 2024, comecei a enfrentar um período de intensas purificações físicas e emocionais.

Passei a sentir fortes dores na coluna, perda de apetite, fraqueza e perda de massa muscular. Além disso, sofria com pesadelos constantes, que prejudicavam significativamente meu descanso e me deixavam desanimada.

Nesse período, fazia acompanhamento médico a cada seis meses.

No lar, passei a receber assistência religiosa de familiares e messiânicos. Recebia em média duas horas de Johrei diariamente, o que me proporcionava alívio e tranquilidade.

Em outubro daquele ano, procurei a ministra, que me orientou a intensificar as práticas messiânicas.

Assim, frequentava a unidade religiosa três vezes por semana. Ministrava e recebia Johrei e atualizei o Sorei Saishi (Ofício Religioso de Assentamento e Sagração dos Ancestrais e Antepassados).

Gradualmente, voltei a me alimentar melhor e passei a ter uma qualidade de sono mais satisfatória.

Paralelamente, realizava reuniões de Johrei em minha casa e participava de reuniões nos lares de outros messiânicos. Concluí o curso de pós-outorga e os cursos de Formação Missionária – níveis 1 e 2.

Em 2025, tive a permissão de adquirir as caligrafias Hikari no Ie (Lar de Luz), Anshin Ryumei (Paz Interior), Chijo Tengoku (Paraíso Terrestre) e Komyo Rakudo (Mundo de Plena Luz e Felicidade).

Em janeiro de 2026, as dores na coluna diminuíram consideravelmente e o apetite foi restabelecido. Os pesadelos cessaram, voltei a dormir bem e recuperei o ânimo e a alegria de viver.

Compreendi que, por meio do Johrei e das práticas messiânicas, é possível ultrapassar as purificações com mais facilidade e transformar o destino.

Hoje, a saúde é ótima. Quando sinto alguma dor, intensifico o recebimento de Johrei e fico bem.

Frequento a unidade religiosa de duas a três vezes por semana e dedico na ministração de Johrei.

Agradeço a Deus, a Meishu-Sama e aos antepassados todas as bênçãos recebidas.

Continuo servindo à Obra Divina e desejo continuar sendo um instrumento útil na construção do Paraíso Terrestre.

Muito obrigada.

25/06/2026

Ensinamento do dia
25 de junho de 2026

TER OU NÃO TER SINCERIDADE (MAKOTO)

Gostaria de escrever sobre um método simples para saber se a pessoa tem ou não sinceridade (makoto): quem a possui, respeita e honra, sobretudo, seus compromissos.

As pessoas em geral não pensam que cumpri-los ou não seja importante. Na realidade, porém, não deveriam proceder dessa maneira, pois o fato de não honrá-los significa enganar o próximo, e isso constitui uma espécie de pecado.

Entre os compromissos, o mais negligenciado é o que se refere ao horário. Pensemos no que ocorre quando não somos pontuais. Uma vez que a pessoa nos espera contando com nossa presença, o aborrecimento e a impaciência causam-lhe um grande sofrimento. Assim como bem demonstra o provérbio: “Pior do que ser esperado é esperar os outros”, é necessário levar em consideração o estado de espírito daquele que aguarda.

Quem não pensa dessa forma é porque não possui sinceridade, makoto, e isso acaba anulando as demais qualidades. Por conseguinte, como fiéis de Deus, não negligenciem o cumprimento dos compromissos e respeitem os horários. Se não conseguirem agir dessa maneira, serão reprovados na fé.

Senhores fiéis, gravem isso no fundo do coração e jamais se esqueçam disso!

Por Meishu-Sama – Coletânea Alicerce do Paraíso, vol. 4
Publicado em 28 de janeiro de 1950

24/06/2026

EXPERIÊNCIA DE FÉ DO DIA - CULTO MATINAL

24 de junho de 2026

“Aprendi que acompanhar pessoas é, acima de tudo, exercitar o amor ao próximo.”

LETÍCIA DE FÁTIMA MOREIRA
DIFUSÃO PORTÃO — PR

Tenho 29 anos e sou messiânica há dez.

Sou biomédica e, em fevereiro de 2025, fui promovida a um cargo de supervisão, passando a enfrentar grandes desafios profissionais. Diante da dificuldade de engajamento da equipe e das mudanças necessárias, estava insegura, triste e incapaz, o que gerava sofrimento emocional.

No mês seguinte, ao conversar com o ministro, recebi a orientação de acompanhar uma pessoa do início ao fim, para que ela se sentisse acolhida, assim como eu havia sido ao ingressar na fé messiânica.

Fui diante do altar e, em oração, pedi a Deus e a Meishu-Sama que me conduzissem nessa missão. Ao final, uma simpatizante que visitava a unidade pela primeira vez se aproximou, e iniciei seu atendimento com o ministro.

Passei a frequentar o Johrei Center quase todos os dias para ministrar-lhe Johrei e a estudar o ensinamento “Espírito Precede a Matéria”.

Ao mesmo tempo, dedicava como assistente de família, atuava como monitora de jovens, recebia e ministrava Johrei e praticava a leitura diária dos Ensinamentos de Meishu-Sama. Colocava diariamente no altar os nomes de colegas de trabalho.

Com o passar dos dias, comecei a perceber mudanças significativas. O semblante dessa pessoa, antes abatido e preocupado, deu lugar a uma expressão mais leve, alegre e cheia de vitalidade.

Ao final dos dez dias, ela conquistou um emprego, trazendo alívio financeiro e emocional. Em gratidão, recebeu o Ohikari (Medalha da Luz Divina).

Paralelamente, a minha vida profissional também se transformou. Em junho de 2025, a equipe passou a colaborar e compreendeu as mudanças necessárias.

Aprendi que acompanhar pessoas é, acima de tudo, exercitar o amor ao próximo.

Até o momento, tive a permissão de conduzir três pessoas à Obra Divina.

Frequento a unidade religiosa no mínimo três vezes por semana, leio os Escritos Divinos, ministro e recebo Johrei, participo dos cultos mensais, acompanho pessoas e oferto o donativo de gratidão. Atualmente, dedico como assistente de família e monitora de jovens.

Agradeço a Deus e a Meishu-Sama todo o aprendizado e bênçãos concedidos. Desejo continuar acompanhando pessoas e contribuir para a expansão da Obra Divina.

Muito obrigada.

24/06/2026

ENSINAMENTO DO DIA
24 de junho de 2026

UMA CONSIDERAÇÃO SOBRE O PARAÍSO TERRESTRE

O Paraíso Terrestre a que costumamos nos referir é, em termos mais claros, o mundo do belo. Em relação ao ser humano, é o belo dos sentimentos, ou seja, a beleza interior. Naturalmente, tanto suas palavras quanto seu comportamento devem ser belos.

Isso vem a ser o belo individual e, de sua expansão, nasce o belo social, isto é, o relacionamento entre as pessoas se torna harmonioso. As casas, as ruas, os meios de transporte e as praças públicas se tornam ainda mais belos. É natural que a limpeza acompanhe o belo.

Portanto, em uma escala maior, tanto a política como a educação e as relações econômicas devem tornar-se belas e transparentes, da mesma forma que as relações diplomáticas entre os países.

Pensando desse modo, podemos perceber o grau de fealdade da sociedade contemporânea. O belo é por demais escasso, principalmente nas classes sociais mais baixas. A causa reside no fato de serem extremamente desfavorecidas economicamente. Ademais, isso gera a decadência da Educação e a precariedade das instituições sociais. Daí, nasce a intranquilidade social.

Gostaria de falar, em especial, sobre as diversões. Nesse campo, o belo precisa ser muito mais estimulado, pois a consciência do belo é o que há de mais útil para a melhora dos sentimentos humanos. Por esse motivo, sempre incentivamos a arte. Nem é preciso mencionar o quanto a arte vulgar e imoral da época atual está degradando o sentimento humano.

Dessa maneira, o poder econômico é o fator essencial para a criação do mundo do belo. Não poderemos sequer sonhar em concretizar esse mundo, enquanto a população permanecer na pobreza.

Como devemos proceder para fortalecer o poder econômico? O povo deve trabalhar com afinco, visando ao aumento da capacidade de produção.

A condição básica para tanto é, sem dúvida, a saúde de cada indivíduo. E a saúde é o principal foco da nossa religião, o que se torna evidente pelo grande número de pessoas perfeitamente saudáveis que estamos formando por meio do inigualável poder de cura de doenças por nós manifestado.

Portanto, devemos dizer que somos a primeira religião à qual Deus atribuiu a qualificação para estabelecer o mundo do belo. Concretizá-lo é uma questão de tempo. Para se certificarem dessa verdade, basta observar atentamente a atuação de nossa religião daqui em diante.

Por Meishu-Sama – Coletânea Alicerce do Paraíso, vol. 5
Publicado em 3 de junho de 1950

23/06/2026

EXPERIÊNCIA DE FÉ DO DIA - CULTO MATINAL

23 de junho de 2026

"Voltei a sentir alegria de servir à Obra Divina e constatei a importância da mudança de hábito alimentar e da prática regular do Johrei para a manutenção da própria saúde."

VANIR DE SOUZA MEDEIROS
JC SANTA MARIA - RS

Tenho 72 anos e conheci a Igreja Messiânica em 2011, por meio do convite de uma amiga. Dois anos após ingressar na fé, em 2013, descobri que estava diabética.

Passei a receber mais de uma hora de Johrei diariamente, alternando entre a unidade religiosa e as assistências recebidas, e obtive melhora das purificações.

Em janeiro de 2020, época da pandemia de Covid-19, acabei afastando-me das dedicações e da frequência à igreja. Em maio de 2023, uma infecção pelo vírus da dengue agravou a diabetes. Nesse período, a taxa glicêmica chegou a 400.

No mês seguinte, exames indicaram que o rim esquerdo estava funcionando apenas 18%. Eu tinha sintomas como dores renais, perda de peso, febre e perda de apetite.

Diante do quadro de uma possível doença renal crônica, uma das consequências mais graves e comuns do diabetes quando descontrolado, o médico afirmou que eu precisaria iniciar hemodiálise, o que me deixou desesperada.

Nesse momento, meu esposo, que não era messiânico, sonhou que eu precisava voltar para a Igreja, do contrário, eu correia risco de vida. Imediatamente fui à unidade religiosa e recebi orientação com o responsável para intensificar o recebimento de Johrei e mudar alguns hábitos alimentares evitando alimentos industrializados.

Meu marido passou então a me levar à unidade duas vezes por semana, onde eu recebia mais de duas horas de Johrei por dia. Prontamente senti-me mais disposta e recuperei o apetite. A taxa glicêmica estabilizou entorno de 120.

Após duas semanas dessa prática, refiz os exames e, para a surpresa do médico, meu rim voltou a funcionar perfeitamente.

Em gratidão, realizei um donativo especial e me comprometi a servir toda semana na unidade: na ministração de Johrei, dedicação de limpeza, na liturgia e na leitura dos Ensinamentos.

Desde então, graças ao empenho na Obra Divina, tive a permissão de encaminhar meu esposo, filha e neto que receberam o Ohikari (Medalha da Luz Divina).

Continuo com o acompanhamento médico e os medicamentos que regulam a glicemia foram suspensos, pois a diabetes está controlada.

Com o retorno à igreja voltei a sentir alegria de servir à Obra Divina e constatei a importância da mudança de hábito alimentar e da prática regular do Johrei para a manutenção da própria saúde.

Agradeço a Deus, a Meishu-Sama e aos antepassados pelas bênçãos recebidas, e reafirmo o compromisso em servir cada vez mais na construção do Paraíso Terrestre.

Muito obrigada.

23/06/2026

ENSINAMENTO DO DIA
23 de junho de 2026

CONSTRUÇÃO DO PARAÍSO E A EXCLUSÃO DO MAL (Quinta e última parte)

[...] Para a construção de um mundo tão maravilhoso, é necessária uma preparação à altura que preencha todas as condições, tanto do ponto de vista espiritual quanto material.

De acordo com o Plano de Deus, a primeira condição era que o progresso material fosse alcançado, pois o progresso espiritual não está preso ao tempo, podendo ocorrer de uma só vez, ao contrário daquele, que necessita de muitos e muitos anos.

Para preencher essa primeira condição, Ele fez com que, inicialmente, o ser humano ignorasse Sua existência e se concentrasse apenas nos assuntos materiais. Foi assim que surgiu o ateísmo, que é a condição fundamental para a criação do mal.

Este, então, ganhou força e, cada vez mais, infligiu sofrimentos ao bem e, prosseguindo nessa luta, fez o ser humano cair no abismo do sofrimento. Todavia, o ser humano sempre se debateu na ânsia de sair desse abismo, o que desencadeou a força que impulsionou grandemente o progresso da cultura. Foi trágico, porém inevitável.

De acordo com o exposto, creio que puderam ter uma noção básica sobre o bem e o mal. Tendo finalmente chegado o tempo em que o mal não será mais necessário, ou seja, o tempo presente, a questão é seríssima. Não se trata de imaginação ou desejo; é a pura realidade.

Acreditando ou não, o fato já está saltando aos nossos olhos, por intermédio do extraordinário progresso da ciência atômica. Por conseguinte, se uma nova guerra eclodisse, não seria uma simples guerra, e sim a destruição total, a extinção da humanidade. Contudo, a realidade à que chegamos é até motivo de alegria, pois constitui o limite final para a atuação do mal.

Como resultado, a cultura, da qual o mal sempre se utilizou até hoje, sofrerá uma reviravolta, ficando à inteira disposição do bem. Daí, chegará a época do nascimento do tão almejado Paraíso Terrestre.

Por Meishu-Sama – Coletânea Alicerce do Paraíso, vol. 1
Publicado em 13 de agosto de 1952

22/06/2026

EXPERIÊNCIA DE FÉ DO DIA - CULTO MATINAL

22 de junho de 2026

“Aprendi que, diante das dificuldades, o Johrei e as práticas messiânicas são fundamentais para atravessarmos as purificações com mais leveza, sabedoria e fé.”

VERALÚCIA MARIA DA TRINDADE
JC SÃO MATEUS - SP

Tenho 57 anos e sou messiânica há 35.

Em dezembro de 2023, devido à redução do quadro de funcionários, fui desligada da empresa. Diante dessa situação, comuniquei imediatamente o ministro e recebi a orientação de aproveitar a disponibilidade que havia surgido para intensificar as dedicações e fortalecer meu espírito.

Dessa forma, estabeleci como objetivo participar da Grande Reunião de Johrei e ministrar o máximo possível. Dois dias depois, permaneci na unidade das 8 às 18 horas e tive a permissão de ministrar Johrei a dezessete pessoas.

No mesmo dia, pela manhã, inesperadamente, recebi uma ligação para participar de uma entrevista de emprego de uma vaga para a qual tinha me candidatado anteriormente sem que, até então, houvesse retorno.

Com profunda gratidão, dirigi-me ao altar, orei, ofertei um donativo, e entreguei aquela oportunidade a Deus e a Meishu-Sama, confiando que o melhor se concretizaria.

Pouco depois, minhas irmãs me convidaram para dedicar no Culto do Natalício de Meishu-Sama, no Solo Sagrado de Guarapiranga. Aceitei prontamente, com o intuito de agradecer pelas purificações vivenciadas e me fortalecer espiritualmente. Lá, dediquei na limpeza dos banheiros, atividade que realizei com sentimento de gratidão e humildade.

Ao final daquele mês, recebi a tão esperada notícia de que havia sido aprovada no processo seletivo e iniciei o ano de 2024 empregada. Assim que comecei no novo trabalho, ofereci um donativo especial de gratidão, reconhecendo a atuação da Luz Divina em minha vida.

Com essa experiência, aprendi que, diante das dificuldades, o Johrei e as práticas messiânicas são fundamentais para atravessarmos as purificações com mais leveza, sabedoria e fé.

Atualmente, estou empregada e a situação financeira encontra-se equilibrada.

Frequento a unidade religiosa duas vezes por semana, dedico na ministração Johrei e continuo ofertando o donativo de gratidão.

Sou imensamente grata a Deus, a Meishu-Sama e aos antepassados por todas as bênçãos recebidas.

Meu compromisso é empenhar-me cada vez mais para a concretização do Paraíso na Terra, levando a Luz Divina às pessoas por meio das práticas da fé messiânica.

Muito obrigada.

22/06/2026

ENSINAMENTO DO DIA
22 de junho de 2026

A CONSTRUÇÃO DO PARAÍSO E A EXCLUSÃO DO MAL (Quarta parte)

[...] Se o mal é a causa fundamental da infelicidade humana, conforme dissemos, surge a seguinte dúvida: por que Deus o criou? Esta é a pergunta que mais tem atormentado o ser humano até os dias de hoje. Eis, porém, que finalmente Deus esclareceu a Verdade, que eu passo a apresentar.

Em primeiro lugar, por que o mal foi necessário até hoje? Porque, através do conflito entre ele e o bem, a cultura material pôde progredir e se desenvolver até o estágio atual. Não é surpreendente? Não poderíamos sequer imaginar que, na realidade, esta era a Verdade. Um exemplo disso é a guerra.

A guerra ceifa milhares de vidas e, por ser tão trágica, constitui o maior temor do ser humano. Para este livrar-se dessa catástrofe, usaram-se todos os recursos da inteligência e nem precisamos dizer o quanto isso acelerou o progresso da cultura.

Podemos fazer tal afirmativa porque a História nos mostra claramente que, após as guerras, a cultura fez enormes avanços tanto nos países vencedores como nos vencidos. Todavia, se as batalhas chegassem ao extremo ou se prolongassem demasiadamente, os países envolvidos seriam aniquilados, o que representaria a destruição da própria cultura.

Sendo assim, Deus as detém em um certo ponto, fazendo com que a paz retorne. A alternância de períodos de guerra e períodos de paz é a própria imagem da história do mundo.

Na sociedade, a situação é idêntica. Os criminosos e as autoridades vivem em uma constante competição de inteligência. Os desajustes de relacionamento entre as pessoas também são decorrentes da luta entre o bem e o mal. No entanto, podemos entender que a solução dessas divergências contribui para o desenvolvimento da inteligência humana.

Ora, se a cultura progrediu graças ao atrito entre o bem e o mal, vê-se que o mal, até hoje, foi realmente imprescindível. Contudo, precisamos saber que o mal não é eternamente necessário e que há um limite para ele.

Vou explicar a esse respeito. Primeiramente, o mais importante é o objetivo de Deus, o governador do mundo. Em termos filosóficos, esta designação significaria “ser absoluto” ou “vontade do universo”.

Jesus Cristo e outros líderes religiosos fizeram profecias sobre o fim do mundo que, na verdade, significa o fim do mundo do mal. E que, depois disso, viria um mundo ideal, o Paraíso Terrestre isento de doença, pobreza e conflito, o mundo de Verdade, Bem e Belo, o Mundo de Miroku. Os nomes diferem, mas o significado é o mesmo. [...]

Por Meishu-Sama – Coletânea Alicerce do Paraíso, vol. 1
Publicado em 13 de agosto de 1952

21/06/2026

EXPERIÊNCIA DE FÉ DO DIA - CULTO MATINAL

21 de junho de 2026

“À medida que recebia a Luz Divina, o ‘nó’ que sentia por décadas, começou a se dissolver.”

JUREMA LEANDRO FERREIRA
IGREJA PIEDADE – RJ

Tenho 64 anos e conheci o Johrei através de um convite de minha nora para uma aula na igreja em janeiro de 2026.

Anteriormente, a Igreja Messiânica já tinha despertado minha curiosidade. Tive um chefe a quem admirava pela postura extremamente altruísta, educada e atenciosa. Além dele, uma amiga de trabalho, que era como um anjo, gentil e carinhosa comigo, foram referências de messiânicos com quem já havia convivido.

Assim, no primeiro contato com a igreja, graças a esses exemplos que já trazia no coração, desejei conhecer melhor os Ensinamentos de Meishu-Sama.

Tive uma infância difícil e, desde a juventude, carregava um “nó” em meu íntimo, uma angústia profunda para a qual não sabia explicar o porquê. Aos 27 anos, com a perda inesperada de minha mãe, esse sentimento se intensificou, causando-me inibição, insegurança e medo, que, muitas vezes, se refletiam em mal-estar físico e doenças.

Ao ser atendida pelo ministro, ele explicou-me a relação espírito-matéria e a necessidade de purificar o espírito para que minha vida se transformasse.

Passei a frequentar a unidade religiosa de quatro a cinco vezes por semana recebendo em média de duas a três horas de Johrei além de ler os Ensinamentos diariamente.

À medida que recebia a Luz Divina, o “nó” que sentia por décadas, começou a se dissolver. Tornei-me uma pessoa mais tranquila, alegre, menos aflita e mais esperançosa. Intimamente, identifiquei pontos que precisava aprimorar, sentindo-me disposta a realizar essas mudanças.

Essa transformação interior despertou em mim o desejo de dedicar na expansão da Obra Divina, transmitindo o Johrei às pessoas. Assim, fui outorgada em 28 de fevereiro de 2026.

Atualmente, estou emocionalmente bem. É como se eu tivesse tirado um peso das costas, podendo enfim viver a própria vida com leveza.

Frequento a unidade religiosa de duas a três vezes por semana, ministro e recebo Johrei, leio os Ensinamentos, participo dos cultos diários e mensal e faço o donativo de gratidão.

Levarei o Johrei a todos que precisarem, servindo como instrumento de Meishu-Sama para a construção do Paraíso Terrestre.

Muito obrigada.

21/06/2026

ENSINAMENTO DO DIA
21 de junho de 2026

A CONSTRUÇÃO DO PARAÍSO E A EXCLUSÃO DO MAL (Terceira parte)

[...] Não obstante, com métodos tão superficiais, não foi possível eliminar de fato o mal que existe no ser humano. Conforme podemos ver, da era primitiva até hoje, os homens vêm lutando contra o mal, em defesa do bem. Como o mundo tem sido infeliz por isso! Quantas pessoas de bem foram sacrificadas! Para aliviar tão grande sofrimento, apareceram grandes figuras religiosas.

Uma vez que os fracos eram sempre atormentados pelos fortes e não tinham força suficiente para se defender, os religiosos, pelo menos, tentaram amenizar espiritualmente suas aflições e dar-lhes esperança. Ao mesmo tempo, para enfrentar o mal, ensinaram enfaticamente a Lei da Causa e Efeito na tentativa de fazer com que as pessoas se arrependessem. É inegável que obtiveram alguns resultados, mas não mudaram a situação geral.

Por outro lado, no aspecto material, criaram-se as ciências, desenvolveu-se a cultura como uma tentativa de conter, através do seu progresso, a infelicidade acarretada pelo mal. Esse progresso da cultura foi muito além do que se esperava; apesar disso, a cultura material não só foi inútil no sentido de conter o mal – seu objetivo inicial –, como também acabou sendo usada para fins maléficos, gerando atos de crueldade cada vez maiores.

Isso deu origem às guerras em grande escala e, por fim, acabou nascendo o pavoroso monstro da bomba atômica. Atingindo esse estágio, podemos dizer que chegamos a uma época em que se tornou impossível fazer a guerra.

Falando sem reservas, é realmente uma ironia a cultura material ter progredido por meio da atuação do mal e ter-se chegado a um tempo em que a guerra é impraticável. Naturalmente, é possível perceber que, por trás de tudo isso, está o profundo e misterioso Plano de Deus.

É evidente que tanto os que estão do lado da cultura espiritual como os que estão do lado da cultura material desejam um mundo perfeito – de paz e felicidade –, mas isso ficou limitado ao “ideal”.

Uma vez que a realidade não corresponde ao desejado, os intelectuais vivem cercados por um mar de dúvidas e de obstáculos. Entre eles, estão aqueles que procuram a religião, a filosofia e outros meios para decifrar esse enigma; a maioria, no entanto, acredita que só o progresso científico resolverá tudo.

O fato é que a humanidade continua sofrendo e sem perspectivas de quando vai encontrar a solução dos problemas. A partir de agora, escreverei em detalhes o que penso a respeito de como vai ficar o mundo no futuro. [...]

Por Meishu-Sama – Coletânea Alicerce do Paraíso, vol. 1
Publicado em 13 de agosto de 1952

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