Missa Tridentina Piúma/ES

Missa Tridentina Piúma/ES Capela Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face para Santa Missa de Sempre em Piúma/ES.

“Se um pai ou uma mãe muito ricos tivessem muitos filhos e todos eles viessem a morrer, restando apenas um, esse herdari...
20/05/2026

“Se um pai ou uma mãe muito ricos tivessem muitos filhos e todos eles viessem a morrer, restando apenas um, esse herdaria todos os bens. Pelo pecado original, todos os filhos de Adão morreram para a graça, e somente Maria Santíssima, isenta do pecado, herdou as graças de inocência e favores que caberiam aos filhos de Adão, se eles tivessem permanecido em estado de inocência. Deus tornou Maria Santíssima depositária das suas graças”.

São João Maria Vianney – o Cura d’Ars

14/05/2026
Neste 5º Domingo depois da Páscoa, tivemos a alegria da visita do Pe. Daniel Marret da Fraternidade Sacerdotal São Pio X...
11/05/2026

Neste 5º Domingo depois da Páscoa, tivemos a alegria da visita do Pe. Daniel Marret da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

Em tempos de tanta confusão e afastamento de Deus, é uma grande graça receber um sacerdote que nos recorda a importância da fidelidade à Santa Missa, à doutrina católica e à vida de oração.

Que Nosso Senhor e a Santíssima Virgem Maria fortaleçam seu sacerdócio e concedam muitas graças a todos os fiéis. Ave Maria!

Quando os Inimigos Já Não Atacam de Fora, Mas de DentroDurante os primeiros séculos, os inimigos da Igreja procuraram de...
07/05/2026

Quando os Inimigos Já Não Atacam de Fora, Mas de Dentro

Durante os primeiros séculos, os inimigos da Igreja procuraram destruí-la com o sangue dos mártires. Pensavam que, perseguindo os cristãos, apagariam a chama da Fé. Mas quanto mais o mundo odiava a Igreja, mais ela florescia sobre o testemunho dos santos.

Depois vieram as grandes heresias. Já não era somente a espada de fora, mas o veneno das falsas doutrinas tentando corromper a verdade revelada. Homens que outrora estavam nas fileiras da própria Igreja passaram a semear erros, confusão e divisão entre os fiéis. Ainda assim, a Santa Igreja permaneceu firme, guardando intacto o depósito da Fé.

Hoje, porém, atravessamos tempos ainda mais dolorosos. Muitos já não atacam a Igreja frontalmente; procuram transformá-la por dentro, diluindo a doutrina, relativizando a verdade e confundindo as almas. O erro já não se apresenta como inimigo declarado, mas frequentemente se disfarça em linguagem ambígua, em falsas adaptações ao mundo e em um espírito que prefere agradar aos homens do que servir a Deus.

Nestes tempos de confusão, o dever do católico fiel é permanecer unido àquilo que a Igreja sempre ensinou, creu e praticou. Não é tempo de desânimo, mas de fidelidade. A barca de Pedro é sacudida pelas tempestades, porém Nosso Senhor jamais abandona Sua Igreja.

“A verdade do Senhor permanece eternamente.” — Salmo 116.

Nem tudo que parece piedoso é teologicamente correto.Tem se tornado comum ouvir: “nós somos a Igreja”.Mas essa expressão...
03/05/2026

Nem tudo que parece piedoso é teologicamente correto.

Tem se tornado comum ouvir: “nós somos a Igreja”.
Mas essa expressão, usada sem precisão, pode levar a um erro perigoso.

A Igreja não nasce de nós, nem depende de nós.
Ela foi fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo e permanece através dos séculos como realidade divina e visível.

Como ensina São Paulo, somos membros do Corpo Místico de Cristo — mas membros não são o corpo inteiro.
Dizer que “somos a Igreja” pode dar a entender que ela muda conforme as opiniões dos homens, como se fosse uma construção humana.

A linguagem mais fiel à tradição sempre foi outra:
nós pertencemos à Igreja, somos incorporados a ela pela graça, mas não a constituímos por nós mesmos.

A Igreja é maior que nós.
Ela nos forma — não é formada por nós.

Em tempos de confusão, é preciso falar com clareza:
não somos senhores da Igreja, mas seus filhos.

E é justamente por isso que devemos amá-la, defendê-la e permanecer fiéis àquilo que ela sempre ensinou.

Quando o culto perde o sentido do sagrado.A Santa Missa não é um encontro humano qualquer, nem uma assembleia centrada n...
03/05/2026

Quando o culto perde o sentido do sagrado.

A Santa Missa não é um encontro humano qualquer, nem uma assembleia centrada no homem. Ela é, antes de tudo, o Sacrifício do Calvário tornado presente de modo incruento, oferecido a Deus em adoração, ação de graças, reparação e súplica. Como ensina o Santo Tomás de Aquino, o culto externo deve refletir a ordem interior da alma que se submete reverente à majestade divina.

Quando, porém, o culto é marcado por abusos, irreverências ou mesmo profanações, rompe-se a harmonia própria daquilo que é sagrado. Aquilo que deveria elevar a alma a Deus acaba por distrair, confundir e, em certos casos, escandalizar os fiéis. O que foi instituído para a glória de Deus não pode ser tratado como palco de criatividade humana ou adaptação ao espírito do mundo.

A tradição da Igreja sempre ensinou que Deus deve ser adorado “em espírito e em verdade” (cf. Jo 4,23), o que implica fidelidade às formas recebidas e respeito profundo ao mistério celebrado. O Concílio de Trento reafirmou com clareza a natureza sacrifical da Missa e a necessidade de preservar sua dignidade contra qualquer abuso.

Diante de situações em que há verdadeira profanação ou grave desordem no culto, o fiel deve agir com prudência e reta consciência. Não se trata de desprezar o preceito dominical, mas de reconhecer que a obrigação primeira é para com Deus, e não para com práticas que deformam o culto que Lhe é devido. Sempre que possível, deve-se buscar um lugar onde a Santa Missa seja celebrada com dignidade, reverência e fidelidade à tradição.

Mais do que uma crítica, isso deve ser um chamado à reparação. O coração católico, ferido pelo desrespeito ao sagrado, responde com amor mais intenso, com orações de desagravo e com o firme propósito de permanecer fiel àquilo que a Igreja sempre ensinou e viveu.

Que jamais percamos o senso do sagrado, pois é nele que reconhecemos a presença de Deus e nos colocamos, humildemente, diante de Sua infinita majestade.

“Os Santos Pais que escreveram sobre o tema do Anticristo e destas profecias de Daniel, sem nenhuma exceção, tanto quant...
30/04/2026

“Os Santos Pais que escreveram sobre o tema do Anticristo e destas profecias de Daniel, sem nenhuma exceção, tanto quanto eu sei – e são os Pais tanto do Leste como do Ocidente, da Igreja Grega e da Igreja Latina – todos eles unanimemente dizem que em o último fim do mundo, durante o reinado do Anticristo, cessará o sacrifício do altar. Na obra sobre o fim do mundo, anexada a San Hipólito, depois de uma longa descrição das aflições dos últimos dias, lemos o seguinte: “As igrejas lamentar-se-ão com grande arrependimento, porque a oblação, o incenso, nem o culto aceitável a Deus não será mais oferecido. Os prédios sagrados das igrejas serão como barracas, e o precioso Corpo e Sangue de Cristo não se manifestarão nestes dias, a Liturgia estará extinta, o canto dos salmos cessará e a lição das Sagradas Escrituras não será mais ouvida. Mas só haverá escuridão sobre os homens e lamentação sobre lamentação e dor sobre dor” (Atribuído a San Hipólito, De consummatione mundi, § 34). Depois, a Igreja será dispersa, conduzida para o deserto, e ficará por um tempo como estava no início: invisível, escondida nas catacumbas, nas tocas, nas montanhas, em lugares remotos; por um tempo estará como se fosse varrida da face da terra. Tal é o testemunho universal dos Pais dos primeiros séculos».

Cartão. Henry Edward Manning: A crise atual da Santa Sé - Testado por Profecia

“... Quando, abolidos já os sacrifícios de animais carnais, a única oblação do vosso Corpo e Sangue ocupa o lugar de tod...
27/04/2026

“... Quando, abolidos já os sacrifícios de animais carnais, a única oblação do vosso Corpo e Sangue ocupa o lugar de todas as vítimas que a representavam. Porque Vós sois “o Cordeiro de Deus, que tiras os pecados do mundo” (São João I, 29), e todos os mistérios se cumprem em Vós de tal sorte que, assim como todas as Hostias que vos são oferecidas, não formam mais do que um único sacrifício, assim todas as nações de a terra não formam mais do que um reino".

SÃO LEÃO MAGNO, Homilia 8. a da Paixão do Senhor

Rezai, pois, para que não sejam impedidos pela preguiça e pela letargia. Haverá então grande tribulação”, porque haverá ...
27/04/2026

Rezai, pois, para que não sejam impedidos pela preguiça e pela letargia. Haverá então grande tribulação”, porque haverá uma perversão da doutrina cristã através da falsa doutrina. “E a menos que os dias se encurtassem”, isto é, pelo documento da doutrina, por adições à verdadeira doutrina, “ninguém se salvaria”, isto é, todos se converteriam à falsa doutrina».

SANTO TOMÁS DE AQUINO, Comentário sobre o Evangelho de São Mateus.

Em tempos de confusão generalizada na Igreja, não é hora de pânico nem de rebeldia desordenada, mas de fidelidade lúcida...
25/04/2026

Em tempos de confusão generalizada na Igreja, não é hora de pânico nem de rebeldia desordenada, mas de fidelidade lúcida. A história mostra que crises não são novidade no Corpo Místico de Cristo; basta lembrar a crise ariana, que atingiu até grande parte do episcopado, e ainda assim a verdade permaneceu intacta. Como ensinava Santo Atanásio, ainda que o mundo inteiro pareça vacilar, a fé não muda — porque sua origem não está nos homens, mas em Deus.

O fiel católico deve, antes de tudo, apegar-se ao que sempre foi ensinado: a Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério constante. Não se trata de escolher “um lado” como em disputas humanas, mas de permanecer naquilo que a Igreja sempre professou em todos os tempos. Como recorda São Vicente de Lérins, deve-se crer “naquilo que foi crido sempre, em toda parte e por todos”.

Isso exige vida interior sólida. Sem oração, o discernimento se perde. Sem sacramentos, a alma enfraquece. Em meio à confusão externa, é no recolhimento que Deus fala com clareza. A devoção à Santíssima Virgem também se torna refúgio seguro, como sempre insistiu São Luís Maria Grignion de Montfort: é por Maria que se permanece fiel a Cristo, especialmente nos tempos difíceis.

Contudo, fidelidade não é sinônimo de dureza de coração. É preciso evitar tanto o erro quanto o espírito de orgulho e julgamento precipitado. A crise não autoriza a perda da caridade. Como ensinava São Francisco de Sales, a verdade deve ser defendida com firmeza, mas também com mansidão.

Por fim, é essencial recordar: a Igreja é de Cristo. Ele não a abandona, mesmo quando seus membros falham. A promessa permanece firme: “as portas do inferno não prevalecerão”. Cabe ao fiel permanecer firme, rezar, estudar, viver a fé com seriedade e confiar — não em homens, mas em Nosso Senhor Jesus Cristo, que conduz sua Igreja através de todas as tempestades.

📜 Os 7 Sacramentos já existiam na Igreja primitiva?Muitos pensam que os sacramentos foram “inventados” na Idade Média. M...
23/04/2026

📜 Os 7 Sacramentos já existiam na Igreja primitiva?

Muitos pensam que os sacramentos foram “inventados” na Idade Média. Mas a história mostra outra realidade: a Igreja já vivia os sacramentos desde os primeiros séculos — ainda que sem a formulação sistemática que viria depois.

Logo após os Apóstolos, na era pós-apostólica, encontramos testemunhos claros em autores como Santo Inácio de Antioquia, São Justino Mártir e Santo Irineu de Lyon. Eles não falam de “sete sacramentos” como número definido, mas descrevem com clareza a vida sacramental da Igreja:

✨ O Batismo como porta de entrada para a vida cristã
🍞 A Eucaristia como centro da fé e presença real de Cristo
🙏 A penitência para a reconciliação dos pecadores
⛪ A imposição das mãos e a sucessão apostólica (Ordem)
💍 O matrimônio vivido como realidade sagrada
🕊️ A confirmação ligada ao dom do Espírito Santo
🕯️ A unção dos enfermos para os doentes

Ou seja: a realidade dos sacramentos já estava plenamente presente, mesmo antes de ser organizada teologicamente.

Foi somente séculos depois, com o aprofundamento da reflexão — especialmente na Idade Média — que teólogos como São Tomás de Aquino explicitaram o número sete, e a Igreja confirmou essa verdade de forma solene no Concílio de Trento.

📌 Conclusão:
Os sacramentos não são uma invenção tardia, mas uma herança viva dos Apóstolos, compreendida cada vez mais profundamente ao longo da história.

✝️ A Igreja não muda a verdade — ela a aprofunda.

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