Eterno aprendiz

Eterno aprendiz conhecer o senhor para melhor o servir é o dever de todo adorador

08/07/2020

12 de Julho de 2020

Texto Áureo

“E isto digo, conhecendo o tempo, que é já hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé” (Rm 13.11).

Verdade Prática

O Despertamento espiritual é uma conseqüência da submissão à vontade de Deus.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – SI 57.8 – Despertando a vida de louvor

Terça – Pv 8.17 – Despertando a vida de oração

Sexta – Is 51.9 – Despertando para a peleja

Quarta – Is 50.4 – Despertando para aprender

Quinta – 2 Tm 1.6 – Despertando o dom

Sexta – Is 51.9 – Despertando para a peleja

Sábado – Rm 13.11 E hora de despertar

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Ed 1.1-7; Ne 1.1-4

Ed 1.

1 – No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia (para que se cumprisse a palavra do Senhor, por boca de Jeremias) despertou o Senhor o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual fez passar pregão por todo o seu reino, como também por escrito, dizendo:

2 – Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor Deus dos céus me deu todos os reinos da terra; e ele me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que é em Judá.

3 – Quem há entre vós, de todo o seu povo, seja seu Deus com ele, e suba a Jerusalém, que é em Judá, e edifique a casa do Senhor, Deus de Israel; ele é o Deus que habita em Jerusalém.

4 – E todo aquele que ficar em alguns lugares em que andar peregrinando, os homens do seu lugar o ajudarão com prata, e com ouro, e com fazenda, e com gados, afora as dádivas voluntárias para a casa do Senhor, que habita em Jerusalém.

5 – Então se levantaram os chefes dos pais de Judá e Benjamim, e os sacerdotes e os levitas, com todos aqueles cujo espírito Deus despertou, para subirem a edificar a casa do Senhor, que está em Jerusalém.

6 – E todos os que habitavam nos arredores lhes confortaram as mãos com vasos de prata, com ouro, com fazenda, e com gados, e com coisas preciosas, afora tudo o que voluntariamente se deu.

7 – Também o rei Ciro, tirou os vasos da casa do Senhor, que Nabucodonosor tinha trazido de Jerusalém, e que tinha posto na casa de seus deuses.

Ne 1.

1 – As palavras de Neemias, filho de Hacalias. E sucedeu no mês de Quisleu, no ano vigésimo, estando eu em Susā, a fortaleza,

2 – Que veio Hanani, um de meus irmãos, ele e alguns de Judá; e perguntei lhes pelos judeus que escaparam, e que restaram do cativeiro, e acerca de Jerusalém.

3 – E disseram-me: Os restantes, que restaram do cativeiro, lá na província estão em grande miséria e desprezo, e o muro de Jerusalém fendido, e as suas portas queimadas a fogo.

4 – E sucedeu que, ouvindo eu estas palavras, assentei-me e chorei, e lamentei por alguns dias; e estive jejuando e orando perante o Deus dos céus

HINOS SUGERIDOS: 387. 427, 432 da Harpa Cristã

“387-Derrama Teu Espírito”
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3. “432 - CONSAGRADO AO SENHOR”
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OBJETIVOS DESTA LIÇÃO:

I – Explicar aos alunos os objetivos dos despertamentos espirituais;

II- Enumerar as finalidades do despertamento;

III- Ilustrar que Deus cumpre com suas promessas.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

O decreto de Ciro já estava lavrado. Os judeus poderiam voltar à sua terra, reerguer os muros de Jerusalém e reconstruir o Santo Templo. No entanto, a tarefa parecia bastante difícil. A maioria dos judeus estava acomodada à vida na Babilônia e não estava disposta a voltar à terra de Israel para executar o plano de reconstrução. Somente o Espirito Santo poderia levantar homens necessários ao desempenho de semelhante tarefa.

Foi exatamente isso o que aconteceu. 0 Senhor suscitou homens que não se prendiam às coisas efêmeras desta vida, e cuja visão estava na redenção da linhagem de Israel.

É de um despertamento semelhante que tanto precisamos nesses tempos difíceis!

INTRODUÇÃO

Nesta lição iremos ver a origem do despertamento espiritual e as suas finalidades.

PONTO CENTRAL

A submissão a vontade de Deus gera o despertamento espiritual.

I – O DESPERTAMENTO ESPIRITUAL EMANA DO PRÓPRIO DEUS

“No primeiro ano de Ciro despertou o Senhor o espírito de Ciro” (Ed 1.1). Deus despertou Daniel para orar pelo futuro do seu povo. Todavia, não foram as orações de Daniel e nem a sua vida santificada que produziram o despertamento, mas foi o próprio Deus que fez o milagre do despertamento de Ciro (Is 26.12; 1 Co 12.6). Deus usa instrumentos para cooperarem com ele, mas o autor do despertamento é Ele mesmo.

Por isto, o despertamento é um mistério. As coisas humanas podem ser explicadas, previstas e calculadas. Mas a operação do Espírito Santo é diferente. Jesus disse: “O vento assopra onde quer e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem nem para onde vai. Assim é todo aquele que é nascido do espírito” (Jo 3.8). Nós, na verdade, podemos ver o resultado do despertamento, e até mesmo sentir a operação das virtudes do século futuro” (Hb 6.5). Mas na verdade nada sabemos e nada entendemos do poder de Deus.

SÍNTESE D TÓPICO I

O despertamento espiritual emana de Deus, por isso Ele usa os instrumentos que achar necessários para cooperarem com a sua soberana vontade.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“A Vontade de Deus

O conceito de ’vontade’ quando aplicado a Deus na teologia e na Bíblia, nem sempre tem a mesma conotação. Ele pode denotar toda a sua natureza moral incluindo seus atributos, a faculdade de autodeterminação (Sl 115.3; Dn 4.35), um plano pré-determinado como no caso de um decreto (Ef 1.9,10; Ap 4.11 etc.), o poder para cumprir seus planos e propósitos (Pv 21.1; Rm 9.19; 2 Cr 20.6), ou a regra da vida imposta sobre as criaturas racionais, isto é, a vontade objetiva de Deus, que se pode guardar (Mt 7.21; Jo 4.34; 7.17; Rm 12.2).

A vontade divina é a causa final de todas as coisas. Ela é absoluta e imutável (Sl 33.11), não condicionada por nada além de si mesma. Todas as coisas são sua consumação: a criação e a preservação (Sl 135.6; Jr 18.6; Ap 4.11); o governo (Pv 21.1; Dn 4.35); a eleição e a reprovação (Rm 9.15,16; Ef 1.5 ); a morte de Cristo (Lc 22.42; At 2.23); a salvação (Tg 1.18); a santificação (Fp 2.13); os sofrimentos dos santos (1 Pe 3.17); a existência, o curso da vida e o fim do homem (At 18.21; Rm 15-32; Tg 4.15); e até mesmo os menores detalhes da vida (Mt 10.29).

Uma vez que todas as coisas encontram sua causa última na vontade de Deus, é usual distinguir entre os aspectos eficazes e permissivos da vontade de Deus. O aspecto eficaz da sua vontade é cumprido de forma causal ou ativa. Não é apenas aquilo que Deus consente, mas também aquilo que Ele deseja. Por outro lado, o aspecto permissivo da vontade divina é aquele que tem uma autorização para ocorrer através da intervenção não controlada de criaturas racionais. A vontade de Deus é revelada ao homem de várias maneiras: pela palavra falada (Êx 3.14-18; At 1.8); por meio de sonhos e visões (Gn 41.1-32; At 16.6-10); pelo mundo natural e pelos eventos históricos (SI 89.9,10; Is 46.10,11; 53.10); no futuro reino de Deus (Ef 1.9,10); e pelas Sagradas Escrituras (cf. At 20.27; 1 Pe 4.17,19)” (Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. pp.2025-26).

II – AS FINALIDADES DO DESPERTAMENTO

1. A restauração nacional de Israel.Deus, quando quer realizar os seus propósitos, pode incutir a sua vontade no espírito do homem. Foi assim que Ele fez com Ciro. Embora fosse rei de uma nação idólatra, Ciro foi despertado por Deus, o qual incutiu a Sua vontade no seu espírito, dominado pelas tradições e pela idolatria, a fim de que ele cumprisse os Seus desígnios relativos ao povo de Israel, conforme havia falado pela boca do profeta Isaías, cerca de 180 anos antes (Is 44.28; 45.1-6).

Quando o propósito de Deus chegou ao conhecimento de Ciro era um fato já aceito e aprovado por ele, e logo foi consumado. Assim, logo no início de seu reinado, Ciro proclamou um edito autorizando os judeus a retornarem a Jerusalém e a edificarem a casa do Senhor “em Jerusalém, que é em Judá” (Ed 1.2). Começava, assim, a restauração nacional do povo israelita.

2. A restauração espiritual de Israel. Deus quer usar o homem como seu instrumento. Todavia só são usados aqueles que cooperam com Deus, aqueles que seguem a orientação divina por livre arbítrio. O homem é livre para obedecer ou não a orientação divina. Por isso, nem todos os que experimentam um despertamento adquirem o mesmo progresso espiritual, porque não abrem igualmente seu coração para Deus, a fim de obedecer à risca a orientação divina (Pv 23.26, Dt 6.5).

Durante o cativeiro, o povo israelita havia assimilado muitos dos costumes dos babilônios, porém havia aprendido a lição concernente à vontade de Deus: não servir aos deuses das nações, não adorar os ídolos. Antes do exílio, Israel estava espiritualmente enfermo dos pés à cabeça (Is 1.2-6), mas agora havia sido curado da idolatria para sempre. Para Israel, o sofrimento resultou no despertamento e este na sua restauração espiritual. A finalidade principal do despertamento é sempre a restauração espiritual do povo de Deus.

Cada despertamento tem por objetivo principal a salvação e restauração do homem. Encontramos sempre estes dois pólos: A GRAÇA e O PECADO. O Espírito Santo está sempre pronto para convencer o mundo sobre o pecado, a justiça, e o juízo” (Jo 16.8,9). Vejamos:

a . O Espírito Santo é sempre intolerante com o pecado.

O Espírito Santo convenceu Saulo de que havia pecado contra a pessoa de Jesus (At 9.4,5). Foi o Espírito Santo que convence de pecado a mulher samaritana (J04.16 19) e fez Zaqueu confessar a sua falta (Lc 19.8). O Espírito Santo torna manifesta as coisas más (Ef 5.13,14). O profeta de labios impuros sentiu que perecia na presença da santidade de Deus (Is 6.5). O Espírito Santo faz com que os crentes andem na luz (1 Jo 1.7).

b. Mas o Espírito Santo também aponta para Jesus como aquele que perdoa e salva (1 Jo 1.9, 2.1,2; Rm 3.25; 2 Co 5.18-21). Este era o ensino nos dias dos apóstolos e deve continuar sendo nos dias de hoje, pois a Palavra de Deus não muda, e as nossas necessidades espirituais também não (At 13.38-41; 14.15-17; 17.26-31).

SÍNTESE DO TÓPICO II

As finalidades do despertamento envolviam as restaurações nacional e espiritual de Israel. A primeira restaurou a pátria e a segunda restaurou o homem da idolatria dos deuses pagãos do exílio.

SUBSÍDIO HISTÓRICO

“A política de Ciro beneficiou sensivelmente os judeus exilados em Babilônia, pois Ciro conferiu a Yahweh o mesmo respeito dado a Marduque e a outras divindades. A consequência lógica sua política foi o decreto que permitia aos judeus o retorno à sua terra. Somente em um templo restaurado em Jerusalém Yahweh poderia agir efetivamente como o Deus de Judá. Assim, em fiel obediência a Yahweh, Ciro decidiu repatriar o povo judeu. Providenciou autorizações para que eles voltassem e reconstruíssem a cidade e o templo para seu Deus” (MERRiL Eugene H. História de Israel no Antigo Testamento: o reino de sacerdotes que Deus colocou entre as nações. 6ª Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, p.509).

III. DEUS CUMPRE AS SUAS PROMESSAS

1. A fidelidade de Deus em suas promessas. Pelo despertamento que Ciro recebeu, Deus cumpriu literalmente a sua Palavra em relação ao retorno de Judá à sua terra (Ir 27.22), bem como à derrota da Babilônia diante do exército medo-persa, sob o comando de Ciro da Pérsia (Jr 25.12; Is 44.28; 45.2-6).

2. Deus renova as suas promessas de bênçãos. Em cada despertamento, Deus vivifica e renova as promessas de bênçãos ao seu povo. O Espírito Santo revela as riquezas escondidas em Cristo, isto é, as riquezas de glória que Cristo ganhou na cruz do Calvário, para dar àqueles que o servem (Rm 9.23; Ef 1.18; 2.7; Fp 4.19; Cl 1.27).

O batismo com o Espírito Santo é uma bênção que faz parte dos rudimentos da doutrina (Hb 6.1-3; At 2.38). No despertamento que operava no tempo dos apóstolos, eles faziam questão de que todos os convertidos recebessem esta maravilhosa unção do alto (At 8.14 17; 19.1-6). Os dons espirituais também fazem parte das bênçãos que Jesus deseja dar por meio do despertamento (1 Co 12.7-11). Deus ainda deseja despertar os corações para ter fé renovada na cura do corpo, também resultado da morte expiatória de Jesus (Is 53.3-5; Mt 8.14 17; Tg 5.14-17; Mc 16.17,18).

3. Deus renova a fé dos abatidos. Pelo despertamento, Deus cria ambiente de fé, de expectativa, e de oração. O despertamento nasceu da oração, e só poderá prosseguir se continuar acesa a chama da oração. No Antigo Testamento, o fogo no altar de incenso não se podia deixar apagar (Êx 30.7,8) Do mesmo modo Deus quer que o fogo do Espírito Santo não se apague em nossos corações, mas, sim, que continue aceso, hoje, como no dia do Pentecoste. Todavia, isto só se pode conseguir através da oração incessante, por parte de cada um de nós.

SÍNTESE DO TÓPICO III

Deus é fiel em cumprir suas promessas dadas ao seu povo. Além de vivificar e renovar as suas promessas. Ele também renova a fé dos que estão abatidos.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“Promessa

Embora se refira ocasionalmente à palavra do homem, o uso característico da palavra “promessa” nas Escrituras relaciona-se com o que Deus declara que fará acontecer. Embora possamos inferir as promessas feitas entre o Pai e o Filho antes da criação, a primeira grande promessa de Deus aos homens está em Gênesis 3.15 e inaugura uma sucessão que, em uma crescente clareza de detalhes desde seu anúncio, fala sobre a vinda do Messias-Salvador. Uma grande variedade de promessas está mais ou menos ligada, de uma forma direta, a essa grande promessa central, inclusive a nova aliança (Jr 31.31-34), o derramamento do Espírito (J1 2.28ss.), a restauração de Israel (Dt 30.1-5) e, finalmente, o novo céu e a nova terra (Is 65.17; 66.22).

Paulo demonstra que a “promessa de Deus” tem a qualidade de uma aliança, porque cada palavra de Deus é segura e certa, livre do legalismo e da dependência do esforço do homem (por exemplo, Rm 4.13-16; Gl 3.16 18; cf. Hb 11.40)” (Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.1611).

IV – O DESPERTAMENTO TORNA OS HOMENS OBEDIENTES A PALAVRA

1. O culto que foi restabelecido em Jerusalém foi exatamente aquele que a lei de Deus determinava (Ne 12.44-47).

Não foram introduzidas novas formas de culto, nem qualquer mistura de doutrinas babilônicas!

2. O despertamento dado pelo Espírito Santo faz com que os crentes desejem intensamente ser fiéis à Palavra de Deus. Paulo escreveu: “para que em nós aprendais a não ir além do que está escrito” (1 Co 4.6). O crente despertado inclina-se a guardar os estatutos de Deus até o fim (Sl 119.112). E esta forma de proceder, esta atitude do crente, é uma das bases para a comunhão uns com os outros. “Companheiro sou de todos os que te temem, e dos que guardam os teus preceitos” (SL 119.63).

SÍNTESE DO TÓPICO III

Um dos resultados do despertamento é a obediência dos homens à Palavra. Depois que houve o despertamento no retorno do exílio babilónico, não houve a introdução de qualquer mistura de cultos pagãos entre o povo de Deus.

SUBSÍDIO DOUTRINÁRIO

0 que é um despertamento espiritual? Antes de mais nada, é um retorno à vontade de Deus. Todas as vezes que os crentes voltam aos princípios das Sagradas Escrituras, dá-se um despertamento espiritual. Foi assim no tempo de Josias e na época de Esdras. E, o mesmo se verifica quando o povo de Deus, hoje, predispõe-se a executar as tarefas que o Senhor lhes entrega. Mas o que é necessário para se viver um grande despertamento espiritual?

Em primeiro lugar, é necessário se voltar às Sagradas Escrituras e esposar todos os seus princípios. Neste ponto, devem cair por terra as nossas conveniências e comodidades. Somente a vontade de Deus é que interessa. Notemos que o grande avivamento de Josias começou exatamente quando líderes do povo começaram a examinar detidamente as Sagradas Escrituras. Doutra forma, continuariam no mesmo marasmo.

Em segundo lugar, é necessário buscar com redobrado favor a presença de Cristo. Afirmou certa vez um teólogo que a história se cala acerca dos avivamentos que começaram sem oração. Quer nos tempos bíblicos, quer nos dias de hoje, não pode haver avivamento se~ oração. É um pressuposto básico do qual não podemos fugir.

Em terceiro lugar, não podemos perder o nosso primeiro amor. A Igreja de Éfeso, por exemplo, sofria deste mal crônico. Exteriormente, não poderia haver igreja tão ortodoxa doutrinariamente como aquela. No entanto, estava longe de seu primeiro amor. E, se a força do nosso amor não corresponde aos primórdios da nossa fé, carecemos rogar as misericórdias do Senhor para que um novo despertamento espiritual venha renovar o nosso amor.

PARA REFLETIR

A respeito de ” Despertamento Espiritual -Um Milagre”, responda:

• Em que ano o Senhor despertou o espírito de Ciro?

No primeiro ano do rei Ciro, da Pérsia.

• De onde emanam os despertamentos espirituais?

Do próprio Deus.

• Na obra do despertamento, quem Deus usa?

Aqueles que se colocam integralmente à disposição de Deus.

• Como era o culto restabelecido em Jerusalém?

De acordo com a Lei de Deus.

• O que o despertamento provoca no crente?

Leva os crentes a desejarem ser mais fiéis à Palavra de Deus.

FONTE:CPAD

04/07/2020

Lição 01 Daniel ora por um despertamento

05 de Julho de 2020

Texto Áureo

“Confessai as vossas culpas uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sareis; a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.” (Tg 5.16)

Verdade Prática

O crente dedicado à oração pode exercer influência no céu, na Terra e até contra os poderes malignos.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Lc 11.5-13: A certeza do atendimento à oração

Terça – Dt 9.8-21: A oração de Moisés pelo povo

Quarta – 2 Sm 7.18-29: Davi ora para edificar o templo

Quinta – 1 Rs 8.22-61: A comovente oração de Salomão

Sexta – Ef 3.14-21: A oração de Paulo pelos Efésios

Sábado – Hc 3.1-19: Habacuque ora pelo Livramento

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Daniel 9.1-3; 6.10; 2.17-19; Esdras 1.1-5

Daniel 9

1 NO ano primeiro de Dario, filho de Assuero, da linhagem dos medos, o qual foi constituído rei sobre o reino dos caldeus,

2 No primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros que o número dos anos, de que falara o SENHOR ao profeta Jeremias, em que haviam de cumprir-se as desolações de Jerusalém, era de setenta anos.

3 E eu dirigi o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, e s**o e cinza.

Daniel 6

10 Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa ( ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém ), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer.

Daniel 2.17-19

17 Então Daniel foi para a sua casa, e fez saber o caso a Hananias, Misael e Azarias, seus companheiros;

18 Para que pedissem misericórdia ao Deus do céu, sobre este mistério, a fim de que Daniel e seus companheiros não perecessem, juntamente com o restante dos sábios de Babilônia.

19 Então foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite; então Daniel louvou o Deus do céu.

Esdras 1

1 NO primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia ( para que se cumprisse a palavra do SENHOR, pela boca de Jeremias ), despertou o SENHOR o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual fez passar pregão por todo o seu reino, como também por escrito, dizendo:

2 Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O SENHOR Deus dos céus me deu todos os reinos da terra, e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que está em Judá.

3 Quem há entre vós, de todo o seu povo, seja seu Deus com ele, e suba a Jerusalém, que está em Judá, e edifique a casa do SENHOR Deus de Israel (ele é o Deus) que está em Jerusalém.

4 E todo aquele que ficar atrás em algum lugar em que andar peregrinando, os homens do seu lugar o ajudarão com prata, com ouro, com bens, e com gados, além das dádivas voluntárias para a casa de Deus, que está em Jerusalém.

5 Então se levantaram os chefes dos pais de Judá e Benjamim, e os sacerdotes e os levitas, com todos aqueles cujo espírito Deus despertou, para subirem a edificar a casa do SENHOR, que está em Jerusalém.



HINOS SUGERIDOS: 84. 296, 577 da Harpa Cristã

“84 O GRANDE EU SOU”
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1. “84 O GRANDE EU SOU”
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2. “296 No Jardim”
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3. “577 EM FERVENTE ORAÇÃO”
3:48
OBJETIVOS DESTA LIÇÃO:

I- Apresentar os motivos que levaram Daniela ser despertado para a oração;

II – Pontuar a resposta divina às orações de Daniel;

III- Destacar o resultado de um despertamento proveniente de Deus.



INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Vamos iniciar mais um trimestre com a graça do nosso Senhor Jesus. Estudaremos “Os Princípios Divinos em Tempos de Crise: A Reconstrução de Jerusalém e o Avivamento Espiritual como Exemplos para os nossos Dias, um assunto que não pode ser negligenciado e muito menos esquecido pela Igreja do Senhor, principalmente nos dias em que a perseguição sutil vem, deforma crescente, abatendo sobre nós. Sempre que o povo de Deus passava por momentos difíceis, o despertamento mostrara-se o melhor caminho para a vitória dos servos de Deus sobre os seus inimigos.

Que o Senhor da Seara desperte sobre nós o avivamento puro e genuíno, capaz de mudar o cativeiro dos servos fiéis, fortalecendo-os na Palavra, incentivando-os a uma vida de oração e capacitando-os a levar o arrependimento a este mundo que caminha em densas trevas.

Ao introduzir a lição, apresente o comentarista deste trimestre, o saudoso pastor Eurico Bergstén, que comentou esta lição ainda na década de 90, cujo assunto permanece tão atual e necessário para os crentes de todas as épocas. Eurico Bergstén muito contribuiu com a literatura evangélica brasileira, sendo autor da Teologia Sistemática que leva o seu nome, bem como autor de diversos livros e comentarista de lições bíblicas. Vale a pena citar que o pastor foi o comentador que teve mais comentários publicados pela CPAD, 35 ao todo. São comentários que, até hoje, continuam abençoando e edificando vidas para a glória de Deus! É o que poderemos confirmar neste trimestre.

INTRODUÇÃO

Os crentes fiéis brilham como a Luz (Mt 5.15) e resplandecem no meio de uma geração corrompida e perversa (Fp 2.15). Assim era Daniel. Quando no ano 606 a.C. foi levado cativo para a Babilônia (Dn 1.1-4,6), era ainda muito jovem, tinha

cerca de 15 anos. Muitos anos depois, Daniel gozava de elevado conceito no reino da Babilônia.

PONTO CENTRAL

Precisamos estudar a Palavra e orar por despertamento espiritual.

I – DANIEL FOI DESPERTADO PARA ORAR

Ao ler o profeta Jeremias (Jr 29.10), ele observou que os 70 anos de cativeiro na Babilônia estavam para findar. Todavia, ainda não era possível notar qualquer sinal de que alguma coisa estivesse acontecendo na direção de uma mudança radical (Dn 9.2).

Assim, Daniel começou a orar com jejum, cobrindo-se de s**o e cinza, em sinal de profunda tristeza (Dn 9.1-3) e orou com perseverança.

1. Daniel vivia uma vida consagrada a Deus. Isto dava-lhe condições de orar. A Bíblia diz: “A oração dos retos é o seu contentamento” (Pv 15.8) e Ele escutará a oração dos justos” (Pv 15 29). Daniel não se misturou com o paganismo, e vivia conforme sua consciência, no temor do Senhor. Daniel é siderado como um exemplo e um modelo para os crentes de todos os tempos (Dn 1.8).

2 A estatura espiritual de Daniel capacitava-o para enfrentar verdadeiros combates em oração. Muitos cientes não conseguem servir de ajuda decisiva com as suas orações, porque nunca chegaram a experimentar o que significa combater em oração, o que significa perseverar firmemente em oração (Rm 12.12; Gl 1.30; Cl 2.1). Somente “visitam”, de vez em quando, culto de oração. Daniel, porém, tinha por hábito orar três vezes ao dia (Dn 6.10). Quando sua própria vida, bem como a de seus amigos e a de todos os sábios da Babilônia, estava em perigo, Daniel alcançou o livramento e a vitória através da oração (Dn 2.18-20). Daniel era. portanto, experiente na vida de oração.

3. Coincidindo com o período de oração de Daniel, profundas mudanças estavam para acontecer na Babilônia. O reino da Babilônia estava em guerra com medos e persas. O rei da Babilônia era na época Nabonido. Seu filho Belsazar estava na capital, a cidade da Babilônia, cuidando dos assuntos administrativos do governo. Belsazar organizou uma festa para seus grandes. Estando já embriagado, mandou trazer os vasos sagrados que o rei Nabucodonosor havia trazido do Templo de Deus em Jerusalém, e havia colocado no templo pagão da Babilônia. Ele e todos os seus convidados beberam vinho nestes vasos santos (Dn 5.2-4).

Houve então uma intervenção divina. O rei viu que dedos de mão de homem escreviam na parede, defronte do castiçal (Dn 55). Acabou-se a alegria da festa. Os joelhos do rei tremiam. Sábios e astrólogos não puderam interpretar a mensagem escrita na parede. Finalmente Daniel foi introduzido na festa (Dn 5.13) e interpretou o texto escrito na parede. Entre outras coisas, estava escrito: “Dividido foi o teu reino, e deu-se aos medos e aos persas” (Dn 5.28).

“Naquela mesma noite, foi morto Belsazar, rei dos caldeus” (Dn 5-30).

SÍNTESE DO TÓPICO I

Tudo o que aconteceu na vida de Daniel foi resultado de uma vida consagrada a Deus. Era através da oração que Daniel alcançava livramento e vitória contra seus inimigos.

SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO

“Daniel foi um jovem hebreu da classe nobre, levado cativo à Babilônia por Nabucodonosor, rei do império. Acerca de sua genealogia não sabemos muita coisa, apenas aquilo que é depreendido do livro que traz seu nome. Não era sacerdote, como Jeremias e Ezequiel, mas era, como Isaías, da tribo de Judá e provavelmente da Casa Real (cf. 1.3-6), isto é, da descendência de Davi.

Daniel foi um profeta de Deus cujos temas são de alcance muito vasto. Vaticinou acontecimentos que ainda vão surgir na história do Planeta, os quais estamos estudando à luz do contexto do seu próprio Livro. Ele, naquela corte, ganhou muita celebridade, O primeiro acontecimento peto qual obteve influência na corte babilônica foi a interpretação que deu ao sonho do rei. Ele foi, realmente, um homem escolhido por Deus para tão grande tarefa espiritual” (SILVA, Severino Pedro. Daniel Versículo por Versículo: As visões para esses últimos dias. 28ª imp., Rio de Janeiro: CPAD, 2018, p.12).

II – A RESPOSTA ÀS ORAÇÕES DE DANIEL

Daniel havia orado, lembrando-se da promessa de Deus registrada pelo profeta jeremias: “Vos visitarei e cumprirei sobre vós a minha boa palavra, tornando-vos a trazer a este lugar” (Jr 2910).

Com a queda do reino babilônico, e com o início do governo do rei Ciro, as coisas evoluíram com muita rapidez, deixando todos surpreendidos e admirados.

1. A Bíblia relata o que realmente aconteceu. “No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia (para que se cumprisse a palavra do SENHOR, por boca de Jeremias), despertou o SENHOR o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual fez passar pregão por todo o seu reino, como também por escrito, dizendo: Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O SENHOR, Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra; e ele me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que é em Judá. Quem há entre vós, de todo o seu povo, seja seu Deus com ele, e suba a Jerusalém, que é em Judá, e edifique a Casa do SENHOR, Deus de Israel; ele é o Deus que habita em Jerusalém” (Ed 1.1-3).

2. Conforme esta declaração de Ciro, estava cumprida a promessa divina dada através do profeta Jeremias. Mas tudo foi como diz a Bíblia: “Tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos” (Ef 3.20).

Vejamos, pois, o que estava para acontecer:

a. Todos os Judeus seriam liberados para voltarem a Judá, caso quisessem (Ed 1.3).

b. Receberam permissão para reedificar o templo.

c. Todas as despesas da construção do Templo poderiam ser tiradas dos tributos de além do rio.

d. Os vasos sagrados devem ser entregues aos cuidados de Zorobabel, nomeado governador dos judeus pelo rei Ciro, para serem transportados de volta para Jerusalém (Ed 1.7).

SÍNTESE DO TÓPICO II

A resposta divina às orações de Daniel incluía levantar Ciro para abençoar o seu povo, permitindo, entre outras ações, que o povo retornasse para Judá e reconstruísse o Templo.

SUBSÍDIO BÍBLICO

Oração

A terminologia da oração é rica e variada na Bíblia Sagrada. O termo geral hebraico é tepilla, de uma forma do verbo palal; o termo grego é proseuche, onde o passivo médio é proseuchomai. A ideia básica da palavra hebraica é a intercessão, e da palavra grega é o voto, mas essa etimologia não é mais o determinante de seu significado. As duas palavras podem ser usadas de forma abrangente para qualquer tipo de solicitação, intercessão ou ação de graças. A oração é descrita como o ato de “invocar o nome do Senhor” desde os dias de Sete (Gn 4.26) até a época em que o ‘Senhor’ se revelou como o Salvador, Jesus Cristo (Jl 2.32, com Rm 10.9,12,13).

Os cristãos identificam se com aqueles que invocam seu nome (1 Co 1.2). Outras expressões do AT são ‘suplicar’ ou ‘procurar o favor’ de Jeová (pi’el de hala, literalmente ‘tornar-se agradável à sua face’), ‘curvar-se em adoração’ (shaha), ’aproximar-se’ (nagash) , ‘ver’ ou ‘encontrar’ para suplicar (paga’) , ’implorar’ (za’aq) para reparar uma falta, ‘pedir’ (sho’al), ‘suplicar’ (‘athar) ou ‘comparecer perante a face do Senhor’. Além de proseuchomoai, os autores do NT usam os termos ‘implorar’ (deomai), ’solicitar’ (aiteo) ou simplesmente ‘pedir’ (erotao) quando se referem à oração. Ao contrário de proseuchomai, essas palavras não são caracteristicamente ‘religiosas’ e podem denotar pedidos dirigidos tanto aos homens quanto a Deus. Entre as palavras mais específicas para oração estão entygkano (interceder), proskyneo (adorar), e eucharisteo (dar graças)” (Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. p. 1419-20).

III – O RESULTADO DE UM DESPERTAMENTO PROVENIENTE DE DEUS

1.O rei Ciro foi despertado em seu espírito. “Despertou o Senhor o espírito do rei Ciro” (Ed 1.1). Talvez por meio de seu contato com Daniel é que Ciro veio a conhecer a Deus, e talvez até mesmo o adorasse. Ciro teve uma experiência pessoal com Deus no seu coração, e passou a compreender as realidades de Deus que ele antes ignorava.

a. Ciro passou a ver a Deus como o SENHOR DOS CÉUS (Ed 1.2).

O grande rei Nabucodonosor demorou a aprender esta lição (Dn 4.30-37). Cada despertamento verdadeiro faz com que o homem veja a majestade de Deus, sentindo a sua própria pequenez, o seu pecado e a sua baixeza. Saulo assolava, perseguia, fazia e desfazia, mas quando se encontrou Jesus, no caminho de Damasco, caiu por terra e apenas pôde perguntar: “Quem es Senhor?” (At 9.5). A Bíblia diz que ninguém pode dizer que Jesus é o Senhor se não for pelo Espírito Santo (1 Co 12.3).

b. Ciro teve uma experiência com Deus, que é Santo.

Os vasos sagrados haviam sido roubados do Templo de Jerusalém, por Nabucodonosor, e guardados no templo pagão da Babilônia (2 Cr 36.18). Ciro era, agora, o responsável por eles, e mesmo sendo esses vasos muito valiosos, ele queria voluntariamente devolvê-los (Ed 1.7-11)

Assim acontece sempre em cada despertamento verdadeiro. Quando Zaqueu teve seu encontro com Jesus, quis devolver o que havia ganho com usura (Lc 19.8).

2. O rei Ciro recebeu bênçãos espirituais. O profeta Isaías, 200 anos antes, profetizou acerca de Ciro chamando-o de “ungido do Senhor” (Is 45.1). Isso nos permite entender que o Espírito Santo deve ter-lhe proporcionado alguma bênção espiritual. Cada Despertamento traz bênçãos para o coração do crente.

SÍNTESE DO TÓPICO III

O rei Ciro veio a conhecer a soberania divina e ver Deus como o Senhor dos céus e por isso foi muito abençoado pelo Todo Poderoso.

SUBSÍDIO HISTÓRICO

“[…] Ciro, um general de inteligência estratégica admirável, passou parte de sua vida desferindo ataques-relâmpago contra vários adversários, tanto próximos quanto distantes. Com a experiência de guerra, Ciro cercou Babilônia, tornando-a praticamente sem resistência em 539.

O rei Nabonido tinha o hábito de ausentar-se da capital, e fazia-o até mesmo ou especialmente) nas comemorações de Ano Novo, quando como de costume participava dos rituais tradicionais. Suas ausências eram cada vez mais frequentes e demoradas, de forma que o real governo da cidade estava na mão de seu filho Belsazar. Foi este desafortunado vice-rei que presenciou o colapso da nação com a chegada de Gubaru, o comandante persa e governador de Gutium. Parece que Belsazar morreu durante ou pouco depois do conflito, enquanto seu pai Nabonido foi capturado e em seguida solto condicionalmente. Duas semanas depois, Ciro marchou triunfantemente pela cidade e celebrou com alegria a derrota de seu rival, tornando-se o senhor absoluto do oriente.

Ciro pôs em prática uma política beneficente, permitindo a todos os exilados o retorno para suas terras. Os judeus, é claro, também estavam incluídos, e viram neste decreto a bênção de Deus, como cumprimento da palavra profética, Para eles, esta libertação não era menos significativa que aquela do êxodo sob a liderança de Moisés. Na verdade, a linguagem dos profetas, por exemplo Isaías 40 – 66, está repleta de imagens do êxodo. É verdade que a maioria dos judeus da dispersão preferiu permanecer em suas casas, especialmente os que moravam em Babilônia, mas aqueles que tinham seus olhos voltados para o propósito eterno de Deus viram no cativeiro um instrumento de correção. E o retorno à pátria era o sinal de que ainda tinham um papel redentor a desempenhar” (MERRIL, Eugene H. História de Israel no Antigo Testamento: o reino de sacerdotes que Deus colocou entre as nações. 6ª Ed. Rio de Janeiro: CPAD 2007, pp. 503,04).

PARA REFLETIR

A respeito de “Daniel Ora por um Despertamento”, responda:

• Com quantos anos, aproximadamente, foi Daniel levado à Babilônia?

Daniel era ainda muito jovem, tinha cerca de 15 anos de idade.

• Que escritura profética levou Daniel a orar e jejuar?

A profecia de Jeremias (Jr 29.10).

• O que esta escritura dizia?

A escritura profética dizia estar chegando ao fim o cativeiro dos judeus.

• O que aconteceu no primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia?

O Senhor despertou o coração deste rei em favor do povo de Judá, favorecendo o retorno deste à Terra Prometida.

• Cite um exemplo bíblico de um despertamento verdadeiro.

Quando Zaqueu teve o seu encontro com Jesus.

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