06/06/2022
“As palavras de Nossa Senhora são palavras de mãe (...), e os Padres da Igreja compreenderam bem isto e entenderam também que a maternidade de Maria não termina com ela; vai além”. Os Padres, completou o Papa, “afirmam sempre que Maria é mãe, a Igreja é mãe e a sua alma é mãe: há algo de feminino na Igreja, que é «maternal». Por conseguinte, explicou, “a Igreja é feminina porque é ‘igreja’, ‘esposa’: é feminina e é mãe, dá à luz”. Portanto, é “esposa e mãe”, mas “os Padres vão além e dizem: “Inclusive a sua alma é esposa de Cristo e mãe”. Na primeira segunda-feira após Pentecostes, a Igreja celebra a memória da Virgem Maria Mãe da Igreja, um título que tem raízes profundas, e que foi inserido no Calendário Litúrgico Romano em maio de 2018, por desejo do Papa Francisco. No Decreto Ecclesia Mater da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, f**a estabelecido que a festa seja celebrada na segunda-feira após Pentecostes. Dizia nosso Papa: “Gostaria de contemplar Maria como imagem e modelo da Igreja. E faço-o, retomando uma expressão do Concílio Vaticano II. Lê-se na Constituição Lumen Gentium: “A Mãe de Deus é o modelo e a figura da Igreja, na ordem da fé, da caridade e da perfeita união com Cristo, como já ensinava santo Ambrósio” (LG, 63). Em outro momento rezou o Papa Francisco: “Maria, mãe da Igreja, ajuda-nos a entregar-nos plenamente a Jesus, a crer no seu amor, sobretudo nos momentos de tribulação e de cruz, quando nossa fé é chamada a amadurecer”. Fonte: Vatican News