Pastoral Popular Luterana

Pastoral Popular Luterana A PPL reúne pessoas membro e simpatizantes da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) comprometidas com o Evangelho libertador. E você?

A Pastoral Popular Luterana (PPL) é vinculada à Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB). Nosso lema é "testemunho e ação": por meio de nossa fé em Jesus Cristo lutamos por uma sociedade justa e igualitária. Defendemos uma igreja plural, que celebre a diversidade e a solidariedade – “um encontro de jeitos sem jeito de encontros”. Somos uma pastoral popular. Isso quer dizer que que

remos ser ação da Igreja no mundo e buscamos fomentar e alimentar a ação missionária dos membros da IECLB no mundo, tanto de ministros como de leigos. Somos luteranos. O que nos obriga a uma reflexão permanente sobre como, por meio de nossa confessionalidade específica, devemos exercer a nossa vocação cristã. Nesse sentido, cremos em um Deus que nos amou primeiro, nos “dando seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3: 16)

Cremos que, por meio do Batismo e do permanente exercício da fé em Cristo Jesus como único e suficiente salvador, somos libertados e justificados para exercermos nosso discipulado, na busca da efetivação do Reino de Deus no mundo. Vivemos assim em uma tensão: por estarmos sob a Graça de Cristo, somos justos, e por estarmos no mundo, somos pecadores. O que nos faz reconhecermo-nos como seres falhos e, tal como nos mostra João, “se confessarmos nossos pecados a Deus, ele cumprirá sua promessa e fará o que é correto: ele perdoará nossos pecados e nos limpará de toda a maldade” (I João 1: 9). Nossa confessionalidade exige que nos esforcemos para sermos, em todo momento, humildes, coerentes, e que exerçamos o dom do discernimento para, mesmo com nossas falhas, vivermos e divulgarmos da melhor forma o reto Evangelho. E somos Igreja! Ser Igreja é agregar o povo de Deus em Comunidade, mesmo que estejamos distantes uns dos outros! “Pessoas de todas as raças, de todas as praças, encontrei aqui...”

Pastoral Popular Luterana, um espaço em permanente construção, composto por mulheres e homens engajados na luta por um mundo melhor. Onde nossa fé está em movimento... uma fé que se vincula a nossa prática cotidiana, ao nosso testemunho e ação. Quer fazer parte desta história?

Nos dias 5, 6 e 7 de setembro, a Pastoral Popular Luterana (PPL) se reúne para seu Encontro Nacional de 2026, em torno d...
07/08/2026

Nos dias 5, 6 e 7 de setembro, a Pastoral Popular Luterana (PPL) se reúne para seu Encontro Nacional de 2026, em torno do tema:

“Não em nome de Jesus... Resistência aos fundamentalismos”

Será um tempo de encontro, formação, reflexão, espiritualidade e fortalecimento da caminhada da PPL, reafirmando uma fé comprometida com o Evangelho, com a dignidade humana, com a justiça e com a vida.

Teremos como palestrante o Rev. Francisco Benedito Leite, pastor da IPU e presidente do Centro Evangélico Brasileiro e Ecumênico de Pastoral (CEBESP).

📅 05, 06 e 07 de setembro de 2026
📍 CEFAPP – Centro Evangélico de Formação e Assessoria à Pastoral Popular
🤝 Encontro Nacional da Pastoral Popular Luterana

Venha caminhar conosco, partilhar experiências e refletir sobre os desafios que os fundamentalismos apresentam à fé cristã e à sociedade.

Inscrições abertas! 💜🙏

https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2026/07/igreja-presbiteriana-unida-aprova-inclusao-de-pessoas-homoafetivas-como-...
23/07/2026

https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2026/07/igreja-presbiteriana-unida-aprova-inclusao-de-pessoas-homoafetivas-como-membros-e-pastores.shtml

A Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (IPU) reuniu-se em Salvador (BA), entre os dias 17 e 19 de julho, e deu um passo incomum entre denominações históricas ao tratar da presença de pessoas homoafetivas em suas comunidades. A decisão não fixa uma única posição doutrinária, mas reconhece que igrejas locais podem receber fiéis LGBTQIAPN+ como membros e, observados critérios vocacionais, também para funções pastorais.
Em 2023, a assembleia geral criou uma Comissão Especial para Assuntos de Gênero, com representantes de todos os presbitérios, equilíbrio de gênero, presença de pessoas LGBTQIAPN+ e de pastores que já celebravam casamentos homoafetivos. Ao longo de três anos, o grupo realizou reuniões internas, escutou representantes das comunidades locais, promoveu um seminário aberto e estudou os documentos oficiais da igreja.
Dessa escuta emergiu um diagnóstico: há uma diversidade real de opiniões sobre homoafetividade dentro da IPU, variando de leituras conservadoras a perspectivas inclusivas. Ao mesmo tempo, todas as vozes manifestaram preocupação em evitar que o tema se tornasse motivo de novas rupturas e cismas.
Para quem não está familiarizado com o mapa religioso brasileiro, vale dizer que a IPU é uma pequena denominação presbiteriana de tradição reformada, organizada em 1978 como federação de igrejas locais, com forte ênfase na autonomia comunitária e em compromissos sociais. Nasceu de expurgos feitos pela Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) de pastores engajados com pautas de justiça e democracia. O educador Rubem Alves esteve entre os fundadores da IPU.
A decisão dialoga diretamente com a agenda contemporânea de direitos humanos. O relatório cita o Pronunciamento Social da IPU, que repudia todas as formas de opressão e discriminação, e aplica esse compromisso à orientação afetivo‑sexual. Entre os “compromissos mínimos” exigidos de toda comunidade estão a proibição de discursos de ódio, de práticas discriminatórias e de qualquer violência simbólica ou espiritual contra pessoas homoafetivas.
Um ponto central é a condenação explícita das chamadas “terapias de reversão”, conhecidas como “cura gay”. O parecer determina que não haja, nas igrejas da IPU, abordagens que prometam modificar a orientação sexual de fiéis, aproximando a denominação de posições assumidas por conselhos profissionais da saúde e organismos de direitos humanos.
Com a decisão, a IPU optou por um modelo de “unidade com autonomia”. Comunidades locais que se sentem chamadas a práticas mais inclusivas podem fazê-lo, enquanto aquelas que mantêm reservas teológicas não são obrigadas a mudar sua compreensão bíblica, desde que se comprometam com o respeito, o acolhimento e o apoio pastoral às pessoas homoafetivas que estejam na igreja.
Esse modelo rompe com um padrão conhecido da história protestante: divergências profundas costumam levar à criação de novas denominações, como mostram sucessivos cismas entre ramos presbiterianos brasileiros ao longo do século 20. Em vez de responder à diferença com separação, a IPU experimenta conviver institucionalmente com posições divergentes, apostando que o mesmo corpo eclesial pode abrigar leituras distintas sobre moral sexual sem se desintegrar.
Até aqui, a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil era a única denominação do rol de igrejas históricas a reconhecer direitos plenos de pessoas homoafetivas. A decisão da IPU se soma a esse movimento e oferece uma alternativa à lógica do “tudo ou nada” que costuma marcar o debate público sobre religião e diversidade sexual.
Por isso, o texto da decisão insiste na fórmula bíblica “pareceu bem ao Espírito Santo e a nós” (Atos 15:28), como referência para decisões difíceis que não alcançam unanimidade. Em vez de um veredito definitivo sobre homoafetividade, o que a IPU oficializa é um processo: comunidades são convidadas a estudar, ouvir, deliberar e comunicar seus posicionamentos, sob a garantia de que a dignidade das pessoas será preservada em meio às divergências teológicas.

Decisão tomada em assembleia realizada em Salvador não fixa posição doutrinária única

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28/04/2026

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FALECIMENTO | O Sínodo Centro-Campanha Sul comunica o falecimento da Catequista Marilú Vedoya Grenzel, ocorrido no início da manhã de 28 de abril. Ela faleceu de causa natural em Porto Alegre, onde participava de um curso de Bibliolog.

Marilú Vedoya Grenzel nasceu a 23/12/1966, era casada com o Pastor Edu Grenzel e residia em Candelária/RS. Deixa no luto e na tristeza o esposo Edu, as filhas Mélani e Débora, os genros e a neta, bem como demais familiares e pessoas amigas.

A catequista Marilú atuou na Paróquia Evangélica de Confissão Luterana em Tangará da Serra/MT, no período de 1986 a 1991. De 1995 a 1998, serviu na Comunidade Evangélica de Confissão Luterana Martin Luther em Porto Alegre/RS.

Atualmente, Marilú colaborava voluntariamente em diversos espaços da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil – IECLB. Era assessora do Programa Comunidades Criativas, participava do Conselho Nacional de Educação Cristã Contínua (CONECC) e de cursos de Bibliolog.

Em nota, o Pastor Sinodal Décio Weber cita as palavras de Jesus: “Que o coração de vocês não fique angustiado; vocês creem em Deus, creiam também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se não fosse assim, eu já lhes teria dito. Pois vou preparar um lugar para vocês.” (João 14.1-2)

Ele também convida a colocar o Pastor Edu e toda a família em suas orações, confiando a Catequista Marilu aos braços amorosos de Deus, na esperança que nos é prometida em Cristo.

Assim que disponíveis, compartilharemos informações sobre o sepultamento.

Fonte luterano.org.br

24/04/2026

Você usa GPS? Então agradeça a Gladys West. Nascida em 1930 na Virgínia, foi a matemática que tornou possível a tecnologia GPS que usamos todos os dias. Superando as barreiras da segregação racial, ela se tornou uma figura central na base naval de Dahlgren a partir de 1956.

Com precisão incrível, West processou dados de satélites e criou modelos matemáticos complexos sobre o formato exato da Terra, conhecidos como geoides. Seu trabalho meticuloso transformou o sistema de posicionamento global em uma ferramenta prática e confiável para o mundo inteiro.

Por décadas, suas contribuições ficaram fora dos holofotes, enquanto o mundo navegava guiado por seus cálculos. Apenas nos últimos anos de sua vida ela recebeu o reconhecimento merecido, consolidando seu legado nas ciências exatas.

Gladys West faleceu em 17 de janeiro de 2026, deixando uma herança científica imensa, um exemplo eterno de inteligência, perseverança e inovação global.

Comunicamos o falecimento e nos solidarizamos com a familia enlutada de Verni Krause.Verni era um membro da PPL Rio-Para...
21/04/2026

Comunicamos o falecimento e nos solidarizamos com a familia enlutada de Verni Krause.
Verni era um membro da PPL Rio-Paraná, sempre muito ativo e participava dos encontros sinodais e do Nacionais.
Apocalipse 21.4:
"Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor."

04/03/2026

Um convite especial

Está cada vez mais proximo o dia.... Agendam, se inscrevam, formem suas caravanas e a gente se encontre em Venancio Aire...
24/02/2026

Está cada vez mais proximo o dia.... Agendam, se inscrevam, formem suas caravanas e a gente se encontre em Venancio Aires.

24/02/2026

Endereço

Rua Humaitá, 1030/Bairro Bortolanza
Palmitos, SC
89887-000

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