Terreiro de Umbanda Mestres das Matas

Terreiro de Umbanda Mestres das Matas Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Terreiro de Umbanda Mestres das Matas, Organização religiosa, Rua Dália, 352, Osasco.

Esse carrossel nos mostra símbolos, mas no fundo ele fala mesmo é de escolhas. Há quem veja apenas quatro formas simples...
19/06/2026

Esse carrossel nos mostra símbolos, mas no fundo ele fala mesmo é de escolhas. Há quem veja apenas quatro formas simples, mas nós enxergamos um caminho que decidimos firmar aqui com vocês.

Os símbolos não foram criados apenas para decorar uma identidade visual. Eles nasceram para traduzir aquilo que buscamos cultivar dentro e fora do terreiro. Mais do que uma marca, eles representam uma forma de existir.

× Uma espiritualidade que respeita os processos, valoriza os vínculos, reconhece a importância do tempo e entende que o sagrado também está nas pequenas escolhas do cotidiano.

Cada símbolo é um convite. Não apenas para compreender um conceito, mas para vivê-lo.
Porque o axé não se sustenta apenas nos rituais.
O axé de verdade se sustenta na maneira como caminhamos, como cuidamos das pessoas, da natureza, da nossa comunidade e de nós mesmos.

Ser autista em um terreiro também é um caminho de desenvolvimento. É aprender a lidar com o som do atabaque, com os chei...
18/06/2026

Ser autista em um terreiro também é um caminho de desenvolvimento. É aprender a lidar com o som do atabaque, com os cheiros, com a quantidade de pessoas, com mudanças inesperadas na rotina, com interações sociais que nem sempre são simples e, ainda assim, encontrar na espiritualidade um lugar de pertencimento.

Há dias em que o maior desafio não é ser autista. É lidar com quem acredita conhecer você melhor do que a equipe que realizou sua avaliação, melhor do que as pessoas que convivem com você diariamente, melhor do que sua própria vivência e melhor do que anos de perguntas que finalmente encontraram uma resposta. Ninguém imagina o que é um diagnóstico tardio e onde ele mexe na vida da gente.

Ser umbandista autista faz ninguém menos médium e no meu caso, menos dirigente ou menos capaz de cuidar de uma comunidade. Apenas signif**a que meu corpo, minha mente e minha forma de estar no mundo são diferentes e merecem o mesmo respeito.

× Entender quem eu sou, do que eu gosto ou desgosto está me tornando uma pessoa melhor não só pra mim, mas pra quem eu cuido.

Orgulho autista não é dizer que o caminho é fácil. É olhar tudo isso e, apesar das dúvidas alheias, escolher não voltar a esconder quem se é para tornar a vida dos outros mais confortável.

Porque pertencer nunca deveria exigir que alguém deixasse de existir como é 🧩

A energia flui para onde o foco vai. Grave isso de uma vez por todas! É que todos os dias nós alimentamos alguma coisa.À...
17/06/2026

A energia flui para onde o foco vai. Grave isso de uma vez por todas!
É que todos os dias nós alimentamos alguma coisa.
Às vezes alimentamos nossos projetos, mas às vezes nossos medos. Às vezes nossas relações,mas às vezes ressentimentos e achismos que já deveriam ter encontrado descanso.

× O foco não é apenas aquilo em que pensamos, é aquilo para o qual entregamos tempo, atenção, palavras e energia.

Por isso vale a pergunta:
O que você tem cultivado, pequeno padawan?

Porque aquilo que recebe cuidado, cresce. O que recebe presença, se fortalece. E o que recebe energia, encontra caminho para se expandir.

Nem sempre podemos controlar tudo o que acontece ao nosso redor, mas podemos escolher, dia após dia, onde colocamos nossa atenção.
E essa escolha, silenciosa e constante, inevitavelmente também constrói destino.
Afinal, a energia flui para onde o foco vai.

Erê não é criança?Talvez uma pergunta mais interessante seja outra: por que a infância parece incomodar tanto?Vivemos em...
16/06/2026

Erê não é criança?
Talvez uma pergunta mais interessante seja outra: por que a infância parece incomodar tanto?
Vivemos em uma sociedade que costuma olhar para as crianças como pessoas que ainda não sabem, ainda não entendem, ainda não têm o que ensinar.

Mas basta observar uma criança por alguns minutos para perceber outra coisa.
Ela para tudo para olhar uma formiga.
Faz perguntas que os adultos deixaram de fazer.
Percebe detalhes que ninguém mais percebe.
Transforma qualquer canto em brincadeira.
Se encanta com coisas que já aprendemos a ignorar.

Talvez a infância nunca tenha sido ausência de conhecimento, talvez seja apenas uma forma diferente de conhecer o mundo. Ou, sei lá, uma forma menos preocupada em controlar tudo, menos apressada e menos endurecida. E com certeza menos convencida de que já sabe todas as respostas.

Por isso, antes de nos perguntarmos o que as crianças precisam aprender com os adultos, talvez valha a pena perguntar: oque os adultos ainda podem aprender com elas?

Porque talvez o problema nunca tenha sido a infância e sim a forma como aprendemos a olhar para ela.

Uma das perguntas que mais ouvimos de quem visita ou quer visitar o terreiro pela primeira vez é: "onde eu retiro a senh...
15/06/2026

Uma das perguntas que mais ouvimos de quem visita ou quer visitar o terreiro pela primeira vez é: "onde eu retiro a senha?"

A resposta costuma surpreender: não utilizamos.

Em 2026, conseguimos fazer algo que sempre quisemos: durante a gira, as próprias entidades chamam as pessoas para atendimento.

Não trabalhamos mais com números ou fichas. E isso não signif**a que não exista organização. Signif**a que entendemos o atendimento espiritual como um encontro, e não como um serviço de balcão.

Às vezes, alguém que chegou depois será chamado antes. Às vezes, alguém aguardará mais tempo. E tudo bem! Confiamos na condução do trabalho espiritual que está acontecendo naquele momento.

Por isso, quando você chegar ao Terreiro Mestre das Matas, não procure uma senha.
Sente-se.
Observe.
Respire.
Em algum momento, quando for a sua vez, as entidades chamarão.

× Mas vale lembrar uma coisa: a ida a um terreiro não deveria se resumir a receber um atendimento, ser servido e voltar para casa.
Não!

Frequentar um terreiro também é participar da vida daquela comunidade. É se interessar pelas pessoas que constroem aquele espaço. É querer saber se está tudo bem. Se a casa precisa de algo. Se quem cuida também está sendo cuidado. Se existem dificuldades que precisam ser enfrentadas coletivamente para que aquele terreiro continue existindo.

Faça isso no lugar que você frequenta, umbandista.
Somos uma grande comunidade e talvez esteja na hora de começarmos a agir como tal.

Talvez isso pareça estranho à primeira vista, mas pense nas pessoas que realmente marcaram sua caminhada.Aquela que te o...
10/06/2026

Talvez isso pareça estranho à primeira vista, mas pense nas pessoas que realmente marcaram sua caminhada.
Aquela que te ouviu quando você precisava falar. A que dividiu a mesa. Aquela que esteve presente num momento difícil. Ou a que te ajudou a enxergar algo que você ainda não conseguia ver.

Isso não era caridade, era cuidado, vínculo e comunidade.

Por isso temos aqui o cuidado com a ideia de que alguém pode salvar outra pessoa.

- Guias não vieram para produzir dependência;
- Dirigentes não existem para decidir a vida dos outros;
- Comunidades não deveriam ser construídas com medo ou submissão.

O papel de uma comunidade espiritual é oferecer caminhos, compartilhar experiências, transmitir conhecimentos e construir responsabilidade coletiva.

Porque acolher não é controlar. (!!!)

E quando o cuidado vira dependência, alguma coisa se perdeu no caminho.
Quando o acolhimento exige obediência cega, alguma coisa se perdeu no caminho.
Quando alguém passa a acreditar que não consegue pensar, decidir ou caminhar sem autorização espiritual, alguma coisa se perdeu no caminho.

E geralmente quem se perdeu no caminho foi o "eu" de alguém. 

O que buscamos construir aqui no TUMM é outra coisa (e no nosso Instagram só falamos pelo nosso terreiro e não em nome de toda a Umbanda).
Aqui, buscamos um lugar onde seja possível pedir ajuda sem humilhação, aprender sem precisar se diminuir, ensinar sem um pingo de vaidade, errar sem ser descartado e crescer sem abrir mão da própria responsabilidade.

Não fazemos caridade, fazemos comunidade. Porque comunidade não é sobre salvar pessoas, é sobre construir vínculos capazes de sustentar a caminhada de todos nós.

Onde mora a saudade pro umbandista? Talvez ela não more apenas naquilo que passou... talvez more nas relações que contin...
09/06/2026

Onde mora a saudade pro umbandista? Talvez ela não more apenas naquilo que passou... talvez more nas relações que continuam vivas, mesmo quando já não podemos tocá-las da mesma forma.

Há presenças que mudam de lugar, mas não desaparecem.

Pessoas que atravessam a grande curva da existência e seguem habitando nossas lembranças, nossos gestos, nossos costumes e nossas histórias.

A saudade aparece quando um cheiro nos encontra.
Quando uma música abre uma porta.
Quando uma comida nos leva de volta para uma mesa que já não existe.
Quando um nome é dito e algo se movimenta dentro de nós.

× Nem sempre a saudade fala de perda, às vezes ela fala de continuidade, de vínculos que não foram rompidos e caminhos que seguem caminhando conosco.

Talvez por isso ela visite assim, sem pedir licença. Porque aquilo e quem que nos formou não f**a pra trás, permanece:
- Nos ensinamentos recebidos;
- Nas histórias contadas;
- Nas risadas nas lembranças;
- Nas marcas deixadas por quem veio antes;
- Naquilo que carregamos sem perceber.

Talvez a saudade more exatamente aí: na lembrança de que ninguém atravessa a vida sozinho e de que certas presenças continuam existindo, mesmo quando já não ocupam o mesmo lugar que antes.

Nem todo amor se sustenta apenas de sentimento. Existem momentos em que o afeto aparece no cuidado, na escuta, na presen...
08/06/2026

Nem todo amor se sustenta apenas de sentimento. Existem momentos em que o afeto aparece no cuidado, na escuta, na presença, na disposição de olhar para quem caminha ao nosso lado e perguntar: ~Como podemos seguir melhor juntos?

No último sábado realizamos nosso "Ritual dos Casais" e foi um encontro construído para lembrar que relacionamentos não florescem por acaso, eles precisam de tempo, diálogo, responsabilidade, acolhimento e coragem para atravessar os desafios que surgem pelo caminho.

× Entre ervas, água, partilha e reflexão, vivemos um momento de cuidado coletivo onde todos puderam olhar para suas histórias com mais atenção, respeito e presença. Porque amar não é apenas sentir, amar também é cuidar.

Que possamos construir relações onde o afeto seja prática cotidiana, e não apenas discurso bonito.

📸 O TUMM opta por preservar registros de alguns ritos e não torná-los públicos. O que pode ser compartilhado preferimos colocar apenas nos stories. Aqui no feed teremos algo simbólico nesses casos.

❤️

E f**a aqui o convite, o lembrete e o porquê de fazermos tudo que fazemos: atendermos nossa comunidade!⚓ Já cansamos de ...
03/06/2026

E f**a aqui o convite, o lembrete e o porquê de fazermos tudo que fazemos: atendermos nossa comunidade!

⚓ Já cansamos de questões que se repetem. Cansou aí também? Então está na hora dos Marinheiros levarem tudo que atrapalha a nossa caminhada lá pra calunga grande, pro fundo do mar!

Preparados?
Estou ciente e quero continuar 🤝🏻

× Para mais informações sobre giras e eventos, entre no grupo da nossa Comunidade no WhatsApp! Tem nos destaques e se não achar pode mandar DM para te direcionarmos!

Vivemos cercados por vozes:Opiniões de quem nunca caminhou nossos caminhos. Expectativas que não escolhemos.Medos que ap...
02/06/2026

Vivemos cercados por vozes:
Opiniões de quem nunca caminhou nossos caminhos. Expectativas que não escolhemos.
Medos que aprendemos a repetir.
Urgências que nem sempre são nossas.

Com o tempo, muita gente passa a acreditar que precisa encontrar respostas o tempo todo, mas nem toda resposta nasce do movimento. Algumas chegam quando a pressa desacelera, o ruído diminui e quando existe espaço para perceber aquilo que já estava dentro de nós há muito tempo.

× Na Umbanda, aprendemos que ouvir também é uma prática. E aprendemos a ouvir a ancestralidade, o corpo, a comunidade e os famigerados sinais da vida.
Ah, e o principal: ouvir a si mesmo.

Porque nem toda resposta chega falando alto, às vezes ela chega em silêncio e ainda assim transforma tudo!

- vem aí uma nova fase TUMM.

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