27/10/2025
Desde os primeiros séculos, quando o Império Romano descartava bebês indesejados, os cristãos eram reconhecidos não porque “tinham bons cultos”, mas porque cuidavam dos mais vulneráveis.
É isso que faz hoje. Crianças e adolescentes em situação de risco não são apenas enviados para uma instituição, mas acolhidos temporariamente em lares reais, por famílias reais.
Quando uma família se oferece para acolher, ela está dizendo com o corpo o que a Bíblia declara com palavras: “Deus coloca o solitário em família” (Sl 68). Deus não criou crianças para crescerem em instituições, mas em casa, com afeto, rotina e segurança.
Importante: acolhimento NÃO é adoção. A missão não é “pegar pra si”, é ser luz num momento de escuridão. É segurar a mão de uma criança num dos piores dias da vida dela até que ela possa voltar pra família de origem ou, quando for o caso, seguir pra adoção — sempre com acompanhamento técnico, jurídico e emocional.
“Mas eu tenho medo de me apegar.”
Você vai se apegar. E isso não é problema. Isso faz parte da cura. O vínculo saudável faz parte da restauração.
Família acolhedora não é “casal perfeito de Instagram”. É gente comum, maior de 21 anos, com estabilidade mínima, disposta a abrir a casa e o coração. Você recebe preparo, acompanhamento e apoio.
E aqui vai minha oração pra nossa cidade: que olhem para o povo de Jesus e digam “eles protegem quem é fraco, eles colocam crianças em família, eles não fingem que não viram”.
Que a nossa luz não seja somente a luz de um palco. Que seja principalmente as luzes de lares acesos.
Se você quer saber mais e caminhar nisso com a gente, nos envie um direct. Entre em contato. CONHEÇA, SE DISPONHA e COMPARTILHE essa causa! Seja luz!