O Farol Igreja

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25/01/2026

Retrospectiva e expectativas | OFAROL 2026.

Se você parar pra perceber, o mundo está acelerado por fora e esgotado por dentro.A tecnologia encurtou distâncias, mas ...
22/01/2026

Se você parar pra perceber, o mundo está acelerado por fora e esgotado por dentro.

A tecnologia encurtou distâncias, mas também apagou fronteiras: trabalho invade a casa, a mente não “desliga”, an alma f**a em alerta. E, no meio disso, a gente tenta sobreviver: com distrações, com consumo, com “mais um pouco”, com a próxima novidade… até perceber que continua vazio e cansado.

É aí que a fala de Jesus em Mateus 11.28-30 não soa como mais um “conselho religioso”. Ela soa como um resgate.

Jesus não começa exigindo; Ele começa convidando. Ele não chama os fortes, mas os cansados. Ele não chama os “resolvidos”, mas os sobrecarregados. E Ele promete algo que a nossa geração mais procura e menos encontra: descanso para a alma.

A gente vive numa sociedade do cansaço: excesso de demandas, comparação, performance, ansiedade e uma sensação constante...
20/01/2026

A gente vive numa sociedade do cansaço: excesso de demandas, comparação, performance, ansiedade e uma sensação constante de que “nunca é suficiente”.

Jesus entra nesse cenário com um convite simples e profundo: “Venham a mim… eu lhes darei descanso” (Mt 11:28–30).

O descanso que Ele oferece não é fuga da vida, mas restauração da alma e um novo jeito de viver: ir até Ele, receber dEle e aprender dEle — no ritmo do Senhor do Descanso.

Todo começo de ano tem essa tentação: acelerar. Fazer promessas, listar metas, pegar um planner novo e tentar “controlar...
13/01/2026

Todo começo de ano tem essa tentação: acelerar. Fazer promessas, listar metas, pegar um planner novo e tentar “controlar” o ano.

Mas Jesus não nos chama para controlar o futuro — Ele nos chama para andar com Ele no presente.

A proposta dessa série (“É Leve — a vida no ritmo de Jesus”) é simples. É enxergar 2026 como o ano da oportunidade — não só de fazer mais coisas, mas de perceber o que Deus já está fazendo ao nosso redor.

O mundo pode estar acelerado; mas ainda assim, é possível viver com uma alma leve.

No nascimento de Jesus, muita coisa acontece do lado de fora: luzes, anjos, pastores, a cidade agitada. Mas Lucas faz um...
18/12/2025

No nascimento de Jesus, muita coisa acontece do lado de fora: luzes, anjos, pastores, a cidade agitada. Mas Lucas faz um registro muito interessante:

“Maria, porém, guardava todas essas coisas e sobre elas meditava no coração.” (Lc 2:19)

Enquanto a noite se enchia de luz, Deus estava acendendo algo dentro dela.

A virada que Deus deseja pra nós não é só de calendário, é de coração. Não é apenas mudar rotina, corpo, metas ou saldo bancário. É deixar o evangelho transformar o que pensamos, desejamos e amamos.

Paulo escreve:

“Ofereçam o corpo de vocês em sacrifício vivo…” (Rm 12:1-2)

Ou seja: uma vida inteira no altar. Não é maquiagem espiritual, é entrega real. É deixar de se moldar pela lógica desse século e ser transformado pela renovação da mente.

E mais: o mesmo Deus que disse “Haja luz” lá no início agora faz…

“brilhar a sua luz em nosso coração” (2Co 4:6)
por meio de Jesus.

Que essa seja o nossa oração:

“Senhor, acende Tua luz em mim. Mostra a área que precisa ser transformada e o passo de obediência que eu preciso dar.”

Que tipo de cristão a nossa cidade enxerga quando olha para a nossa vida?Vivemos num mundo onde: • corrupção virou “norm...
20/11/2025

Que tipo de cristão a nossa cidade enxerga quando olha para a nossa vida?

Vivemos num mundo onde:
• corrupção virou “normal”;
• violência se tornou entretenimento;
• desigualdade é cenário de fundo;
• notícias de tragédia viraram rotina.

Quando tudo isso vai anestesiando o nosso coração, a fé corre dois riscos:
1. virar algo apenas privado – “eu e Deus, o resto não é problema meu”; ou
2. virar só ativismo social – “fazer o bem” sem falar de cruz, arrependimento e reconciliação com Deus.

O texto de Miquéias 6:8 nos chama a um caminho diferente: uma fé que adora a Deus e, ao mesmo tempo, encarna justiça e misericórdia na rua, no trabalho, na família e na cidade.

Perguntas para refletir:
1. Quando você pensa na palavra “justiça”, o que vem primeiro à sua mente: leis, política, causas sociais, atitudes pessoais…?
2. Se alguém observasse a sua semana, diria que a sua fé é mais “privada”, mais “ativista” ou consegue ver evangelho e justiça caminhando juntos?

Todo mundo tem um começo ou merece um recomeço. E por aqui, a gente chama esse momento de START.São nossos encontros de ...
11/11/2025

Todo mundo tem um começo ou merece um recomeço. E por aqui, a gente chama esse momento de START.

São nossos encontros de boas-vindas: leve, acolhedor, onde você conhece a nossa visão e missão, descobre como funcionamos, tira dúvidas e encontra caminhos práticos para se envolver — na comunidade, no serviço e cuidado.

Queremos iniciar o mês de novembro celebrando as pessoas que disseram “sim” a essa jornada. Esse “sim” é mais do que entrar num grupo: é escolher caminhar com Jesus e com gente de verdade e servir a cidade. É por isso que a gente comemora — porque cada novo começo/recomeço acende-se uma luz.

Sejam muito bem vindos! 👏🏻👏🏻👏🏻

Desde os primeiros séculos, quando o Império Romano descartava bebês indesejados, os cristãos eram reconhecidos não porq...
27/10/2025

Desde os primeiros séculos, quando o Império Romano descartava bebês indesejados, os cristãos eram reconhecidos não porque “tinham bons cultos”, mas porque cuidavam dos mais vulneráveis.

É isso que faz hoje. Crianças e adolescentes em situação de risco não são apenas enviados para uma instituição, mas acolhidos temporariamente em lares reais, por famílias reais.

Quando uma família se oferece para acolher, ela está dizendo com o corpo o que a Bíblia declara com palavras: “Deus coloca o solitário em família” (Sl 68). Deus não criou crianças para crescerem em instituições, mas em casa, com afeto, rotina e segurança.

Importante: acolhimento NÃO é adoção. A missão não é “pegar pra si”, é ser luz num momento de escuridão. É segurar a mão de uma criança num dos piores dias da vida dela até que ela possa voltar pra família de origem ou, quando for o caso, seguir pra adoção — sempre com acompanhamento técnico, jurídico e emocional.

“Mas eu tenho medo de me apegar.”
Você vai se apegar. E isso não é problema. Isso faz parte da cura. O vínculo saudável faz parte da restauração.

Família acolhedora não é “casal perfeito de Instagram”. É gente comum, maior de 21 anos, com estabilidade mínima, disposta a abrir a casa e o coração. Você recebe preparo, acompanhamento e apoio.

E aqui vai minha oração pra nossa cidade: que olhem para o povo de Jesus e digam “eles protegem quem é fraco, eles colocam crianças em família, eles não fingem que não viram”.

Que a nossa luz não seja somente a luz de um palco. Que seja principalmente as luzes de lares acesos.

Se você quer saber mais e caminhar nisso com a gente, nos envie um direct. Entre em contato. CONHEÇA, SE DISPONHA e COMPARTILHE essa causa! Seja luz!

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