18/11/2016
JUNTOS PARA FAZER MAIS
“Assim, pois, há muitos membros, mas um corpo.E o olho não pode dizer à mão: Não tenho necessidade de ti; nem ainda a cabeça aos pés: Não tenho necessidade de vós. Antes, os membros do corpo que parecem ser os mais fracos são necessários; E os que reputamos serem menos honrosos no corpo, a esses honramos muito mais; e aos que em nós são menos decorosos damos muito mais honra.” (1 Coríntios 12:20-23)
Por mais surpreendente que seja, temos que admitir estamos bem perto da linha de chegada de mais um ano, que já vem acenando nos dando boas vindas! Daqui para frente, nos resta esperarmos com muita fé em Deus que 16 será melhor e mais produtivo, quer seja na área espiritual ou secular, para isto é necessário trabalharmos juntos.
Não podemos nos culpar pelo que não foi possível fazer e sim fazer tudo o que não é impossível fazer. Ou seja, se nos esforçamos para fazer e mesmo assim não conseguimos o feito que desejávamos, nisto não há imputação de erro algum. No entanto se nem ao menos tomamos iniciativa alguma em fazer, resta pensarmos o quanto poderíamos ter feito?
Muitas vezes passamos o tempo todo pensando o que poderíamos fazer não fosse a falta de condições disto ou daquilo, mas não paramos para pensar que na verdade não nos falta nada! Como assim? Repito não nos falta nada! Exceto a capacidade de reconhecermos as qualidades que não temos e que o outro as possui! Quem seria o outro então? As vezes está bem próximo de nós, mesmo assim não o vemos qualificado para nada, quando na verdade ele possui exatamente o que não possuímos em virtudes e valores. Se entendêssemos isto faríamos um grande trabalho para Deus neste tempo.
Li uma ilustração que aconteceu na África e que se encaixa muito bem nesta reflexão:
Um médico viajando na África, visitou uma aldeia onde moravam muitos leprosos. Dois destes o médico achou muito interessantes. Eram homens e amigos muito achegados. Um deles havia perdido as mãos, enquanto o outro já não tinha pés. Alguém disse ao visitante que estes dois leprosos eram fazendeiros. Isto parecia engraçado; pois, pensava o médico, "um homem sem pés não pode cultivar a terra". Mas compreendeu depois. Um dia viu aquele que tinha mãos, com uma cesta na qual levava ervilhas para plantar. E o amigo que não tinha mãos, mas sim pés, chegou-se a ele, e abaixando-se colocou-o sobre as costas, e dirigiram-se para o campo. Assim o que tinha pés, andou para cima e para baixo pelo campo, carregando o seu amigo; enquanto este segurando-se com uma das mãos, ocupava a outra espalhando a boa semente de ervilhas, no seu campo.
Com certeza há crentes que têm dons, uns de um modo, outros de outro, porém combinando-os entre si, podem ajudar-se mutuamente e fazer assim, em cooperação com o trabalho do Bom Mestre.
Bom fim de semana a todos
Pr. Eliel Goulart Marques
Pastor Auxiliar na Assembleia de Deus – Floresta - NH