23/08/2026
Jesus era conhecido em Nazaré como carpinteiro. Era assim que muitos o identificavam: o filho de Maria, alguém que havia crescido entre eles e trabalhado com as próprias mãos.
“Não é este o carpinteiro?”
Marcos 6:3
Mas aquele homem conhecido pelo seu trabalho comum era o Filho de Deus e quando olhamos para o que Cristo fez durante seu ministério, encontramos pessoas chegando até Ele nas mais diferentes condições.
Doentes, pecadores, pessoas desprezadas, famílias em luto, gente que carregava anos de sofrimento.
Jesus não tratava todos da mesma maneira, nem prometia uma vida sem sofrimento e em cada encontro ficava evidente que Ele conhecia não apenas aquilo que essas pessoas enfrentavam, mas também a necessidade mais profunda de cada uma delas.
O paralítico precisava andar, mas antes de curá-lo Jesus declarou perdoados os seus pecados.
A mulher samaritana foi ao poço buscar água, mas Cristo lhe falou de uma sede que aquela água não poderia saciar.
Marta e Maria choravam a morte de Lázaro, e Jesus se apresentou a elas como “a ressurreição e a vida”.
Nós conhecemos um carpinteiro.
Não alguém que promete uma vida conforme os nossos desejos, mas Cristo, que veio para fazer por nós aquilo que não poderíamos fazer por nós mesmos: perdoar nossos pecados, reconciliar-nos com Deus e nos dar uma nova vida.
É por isso que a nossa esperança não está na promessa de que tudo nesta vida será consertado como gostaríamos, mas na certeza de que, em Cristo, fomos reconciliados com Deus e nenhuma restauração poderia ser maior do que essa.