Egbe Oxumarê

Egbe Oxumarê Terreiro de Candomblé de Nação Ketu tradicional localizado em Nova Lima MG.

07/08/2026
O ilé àṣẹ Danlọwo - Egbé Oxumarê convida a toda a comunidade e simpatizantes para esse grande dia de aprendizado e conhe...
15/07/2026

O ilé àṣẹ Danlọwo - Egbé Oxumarê convida a toda a comunidade e simpatizantes para esse grande dia de aprendizado e conhecimento.

Entrada gratuita!!!

Reserve sua vaga!!!

14/06/2026
O Ilé àṣẹ Danlọwo, Egbé Oxumarê felicita a todas as mães no dia de hoje.  Que as Ayabas abençoe a vocês mulheres de àṣẹ,...
10/05/2026

O Ilé àṣẹ Danlọwo, Egbé Oxumarê felicita a todas as mães no dia de hoje. Que as Ayabas abençoe a vocês mulheres de àṣẹ, mães, avós, e a todas às mulheres que de alguma forma são mães!!!

"Salve Maria Padilha! As Marias do mundo" foi o tema da apresentação cultural afro-religiosa do grupo de Afoxé Filhos de...
18/02/2026

"Salve Maria Padilha!

As Marias do mundo" foi o tema da apresentação cultural afro-religiosa do grupo de Afoxé Filhos de Dan, formado por membros, amigos e convidados do terreiro Ilé Àṣẹ Danlowo, em Nova Lima-MG.
Aos atos de racismo e intolerância religiosa que assolam templos, práticas e crenças das tradições afro religiosas e indígenas há séculos, a Egbé (comunidade) Oxumarê responde, ciente dessa cultura de afrocídio (morte dos corpos, cultura e religiosidade negras) e epistemicídio (morte dos saberes/conhecimentos afro-ancestrais), com o que se ensina e aprende de conduta individual e coletiva em seu terreiro como território ancestral: o Rumbê, a Educação de axé. Diz-se que, para ser de terreiro, tem que ter Rumbê. A Educação de Axé vivida com responsabilidade demonstra a vitalidade da fé e espiritualidade de terreiro. Os Filhos de Dan levaram às ruas da cidade mineira, como espaço público, também deles/as, parte de seu Rumbê ancestral. Firmaram sua Gira cultural em praça pública, no sábado de Carnaval, dia 14 de fevereiro de 2026. As homenageadas foram as mulheres: "As Marias do mundo", sob os cuidados da entidade Maria Padilha. O Afoxé Filhos de Dan mostrou a vivacidade da sua fé, a resistência de suas práticas religiosas e a alegria do pertencimento a uma parte da espiritualidade afro-religiosa, de culto religioso às entidades da Quimbanda, ao Povo de Exú e Pombogiras, religião que sofre marginalização social dentro e fora do mundo religioso, por causa dos esteriótipos e das etiquetas oriundas da colonização, sobretudo, de uma catequese e pregação herdadas de igrejas excludentes, fechadas ao diálogo inter-religioso e intercultural, e ainda entendem evangelização em termos coloniais, como conversão em massa, desrespeitando o direito à liberdade religiosa. Ressalte-se que todo esteriótipo é uma tentativa de controle do que é livre, de não ver e acolher o outro diverso em seus próprios termos. Esse ato socioeducativo, político, religioso e cultural entregou educação de axé pelo viés de um valor caro ao terreiro: o respeito às mulheres, homenageando-as. Continua nos comentários...

As religiões afro-brasileiras e indígenas e seus membros (iniciados/as e suas lideranças, sacerdotes e sacerdotisas) têm...
21/01/2026

As religiões afro-brasileiras e indígenas e seus membros (iniciados/as e suas lideranças, sacerdotes e sacerdotisas) têm sofrido muitos ataques (verbais diretos e indiretos por redes sociais) às suas práticas e crenças religiosas. Vale lembrar que, para o cumprimento do Art. 5° que assegura a liberdade de crença e culto religioso, na Constituição Federal de 1988, foi instituído pela Lei n° 11.635/2007 o 21 de janeiro como o Dia Nacional de Combate à intolerância religiosa. Trata-se de um crime tipificado no Art. 208 do Código Penal como: escarnecer de pessoas em público, por causa de crença ou função religiosa; vetar ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar (ultrajar) publicamente atos ou objetos de culto religioso. O Art. 287 do Decreto-lei n° 2.848 do Código Penal de 7 de setembro de 1940, também, nos alerta para o crime de apologia de atos criminosos, para quem enaltece em público condutas criminosas em redes sociais, em nome da liberdade de expressão. Sabemos que o direito à liberdade de expressão é limitado, não permite ofensas à honra e dignidade alheia. O Art. 138 do CP tipifica o crime de calúnia, que é ofender à honra por meio de imputação de falso crime a alguém (ex. acusações falsas às lideranças religiosas). O Art. 139 do CP prevê pena para a difamação, que é imputar fato desonroso (um não crime) a uma pessoa. O Art. 140 do CP tipifica a injúria racial por preconceito racial, étnico, de cor, e de religião. A injúria é a ofensa à dignidade de uma pessoa, sem imputação de fato específico, afetando a honra subjetiva da vítima, qualificando os atos ofensivos como ofensas raciais.

As práticas religiosas afro-brasileiras, sobretudo do Candomblé Ketu, a nossa vertente, são bens culturais, segundo a Lei 14.532/2023 de combate à intolerância e ao racismo religisoso. Essa lei prevê nossa proteção, visando preservar nossa relevância histórica, cultural e espiritual, tanto material (nossos templos) quanto imaterial (nossas práticas). Nossa religiosidade, com nossos fundamentos materiais e imateriais, são patrimônio nacional. Continua nos comentários...

Endereço

Rua Abel Saturnino De Melo 491, Mingu
Nova Lima, MG
34000598

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