20/08/2026
UMA MULHER QUE PREFERIU MORRER A NEGAR A SUA FÉ
Leia até o fim. Essa história é real e aconteceu em 2014.
O nome dela é *Meriam Yahia Ibrahim Ishag*. Médica. Esposa. Mãe.
Em 2011 Meriam se casou com Daniel Wani, um cristão. Ela foi criada por uma mãe cristã e sempre confessou Jesus como Senhor.
Mas no Sudão, pela lei da época, a religião vinha do pai. E como o pai dela era muçulmano, o tribunal a considerava "muçulmana".
Por causa disso, o casamento foi declarado inválido.
E por causa da fé dela, ela foi acusada de 2 crimes:
1. *Adultério* - por ser casada com um homem de outra religião.
2. *Apostasia* - por abandonar o Islã.
A pena? *100 chibatadas e morte por enforcamento.*
Quando foi presa, Meriam estava grávida de 5 meses e com o filho Martin, de apenas 20 meses.
Na cadeia, ela deu à luz a segunda filha, Maya, em maio de 2014. Dentro da Prisão de Omdurman. Acorrentada.
Antes da sentença, o juiz deu a ela 3 dias.
"Renuncie à sua fé cristã e você viverá."
Ela olhou e respondeu com firmeza: *"Eu sou cristã e continuarei sendo cristã."*
A notícia correu o mundo. Governos, ONU, Anistia Internacional e milhões de pessoas se levantaram.
Em 23 de junho de 2014 o tribunal anulou a sentença. Meriam foi liberta e depois conseguiu sair do país com o marido e os filhos.
Meriam não morreu. Mas ela escolheu a morte antes de negar Cristo.
E isso me lembra Davi em Salmos 30:
*_"A ti, Senhor, clamei, e ao Senhor supliquei.
Ouve, Senhor, e tem piedade de mim; Senhor, sê o meu auxílio."_*
Talvez hoje você não esteja numa prisão física.
Mas talvez esteja numa "cova" de medo, de dívida, de doença, de ansiedade.
A pergunta é a mesma: Em quem vamos clamar?
Que a nossa fé não seja negociável.
Que no dia da pressão a gente escolha dizer: "Senhor, eu continuo sendo Teu."
Se essa história tocou você, compartilhe. Alguém precisa lembrar hoje que Deus ainda ouve o clamor. 🙏