31/03/2026
O véu se rasgou. Não falta acesso, falta fome.
Vivemos dias em que a fome parece ser por fazer, produzir, servir, aparecer, mas a fome pelo lugar secreto, pelo encontro real com Deus, muitos tem evitado.
Davi entendeu algo que muitos hoje esqueceram.
Ele não buscava apenas as mãos de Deus, ele desejava a presença.
“Uma coisa pedi…” não eram conquistas, era estar com Ele.
Enoque não viveu de momentos, ele andou com Deus.
E foi tão profundo, tão constante, que a intimidade se tornou o seu destino.
Hoje, muitos querem ser usados,
mas poucos querem andar.
Querem o altar, mas fogem do quarto.
Querem o público, mas evitam o secreto.
A cruz não abriu caminho para atividade, abriu caminho para intimidade.
Servir é importante, mas sem presença, vira performance.
Sem secreto, tudo se torna vazio.
No fim, não é sobre o quanto você faz, é sobre o quanto você permanece.
O acesso está aberto.
A presença está disponível.
A pergunta é: ainda existe fome?