Ministério Profético Àguia - Vestes de Adoração

Ministério Profético Àguia -  Vestes de Adoração Ministério Àguia Dança Profética.

22/10/2024

Dança alegremente oh filha de SIÃO.!!

Festa dos TABERNÁCULOS. Célebre as Festas de Adonai.
16/10/2024

Festa dos TABERNÁCULOS.
Célebre as Festas de Adonai.

12/02/2022

Shabat shalom.

"Eu vos tomei sobre asas de águia e os trouxe para mim"
12/02/2022

"Eu vos tomei sobre asas de águia e os trouxe para mim"

31/10/2021

TSEDAKAH - ATOS DE JUSTIÇA.

Na Torah (pt. Bíblia) está escrito: “Se houver uma pessoa (...) você não endurecerá seu coração ou fechará sua mão para seu irmão destituído. Ao contrário, você repetidamente abrirá sua mão para ele” (Deuteronômio 15:7,8)".

A palavra hebraica Tsedaká é geralmente traduzida como “caridade”, mas a traducão correta seria "justiça". O conceito da caridade é diametralmente distinto do conceito Tsedaka!

Ele difere da caridade pois esta é definida como "um ato de generosidade ou de auxílio a um pobre" - enquanto a Tsedaká não se restringe tão somente à um pobre. Por exemplo: toda a vez que alguém proporciona o bem aos outros - mesmo aos ricos - com dinheiro, comida ou mesmo palavras reconfortantes está realzado um ato de Tsedaká!

Por outro lado, é imprescindivel afirmar que uma das esferas da Tsedaká é o auxílio aos probres. D-us permitiu que existissem pobres e ricos para que os seres humanos exercecem bondade e justiça uns com os outros transformando seu livre arbítrio em ações positivas.

Quando as pessoas dão tsedaká, podem sentir que estão fazendo sacrifício por doar parte de seu próprio dinheiro a outrem. Podem mesmo aborrecer-se com o receptor da tsedacá por tirar vantagens. A Torah nos diz que esta atitude é errada, advertindo: "Não dê de má vontade." A razão está no versículo de Provérbios que diz: "Não retenha o bem daquele a quem é devido, quando está em seu poder fazê-lo." Aquilo que damos aos necessitados rigorosamente pertence a eles, e a pessoa com meios é, na verdade, apenas o depositário da propriedade dos pobres.

Em Provérbios também encontramos: "Não roube dos pobres." Mas o que os pobres têm que possamos roubar deles? Este versículo refere-se à retenção da tsedaká, porque quando as pessoas o fazem, guardam para si mesmas o que por direito pertence aos pobres. Seria uma espécie de roubo.

Aqueles que recebem tsedaká não devem se sentir humilhados, e quem dá tsedacá não deve se sentir superior. É simplesmente um ato de justiça, de distribuir o quê, por direito, pertence a cada pessoa.

01/07/2021

Não há humildade em fingir que você não vale nada. A humildade não é uma obsessão pelo fracasso. A humildade é uma sensibilidade para o que está além.

Humildade é quando você reconhece que, sim, você tem talentos, tem algo com que contribuir para o mundo, tem certa estatura e autoridade - e ainda assim, tudo isso tem um contexto mais amplo.

Humildade significa reformular o significado de sua existência dentro desse todo maior.

Afinal, de onde vêm todos esses talentos e conquistas? Eles foram concedidos a você do Alto para que você possa cumprir a missão que lhe foi designada nesta vida.

“E então”, pergunta a pessoa humilde, “o que fiz com os dons que me foram concedidos? Outra pessoa, certamente, teria conseguido muito mais. ”

Orgulhe-se - mas não dos presentes colocados em suas mãos. Orgulhe-se do que você faz com ele.

Rabino Tzvi Freeman

Conhecimento da Torá

A simbologia dos vasos na Bíblia Sagrada"Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que este poder que a tud...
08/06/2021

A simbologia dos vasos na Bíblia Sagrada

"Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que este poder que a tudo excede provém de Deus e não de nós" - 2ª Corintios 4.7.

Confira: Lições Bíblicas 1º Trimestre de 2013; Elias e Eliseu; lição 9: Há um milagre em sua casa

No original do Novo Testamento a palavra vaso “skênòs”, é usada 22 vezes, umas literalmente, outras em sentido figurado.

Literalmente, no plural, pode referir-se a bens, propriedades, móveis. No singular, é um objeto: um receptáculo, um jarro, um prato, uma ferramenta, um equipamento. Vaso é também um navio.

Neste caso, há uma referência ao navio em que Paulo viajou para Roma, navio esse que veio a naufragar (Atos 27.17). Temos também o vaso que desceu do céu, na visão de Pedro em Jope: "... um vaso, como se fosse um grande lençol atado pelas quatro pontas..." - Atos 10.11.

De tudo isto lemos no Novo Testamento: de vasos de ouro, de prata, de pau, de barro, de madeira preciosíssima, de bronze, de ferro, de mármore e de marfim. Lemos de vasos jarrões, de vasos móveis, de vasos bens, de vasos navios, de vasos sacos.

Mas há também vasos vivos. Este é o sentido figurado da palavra.

Vejamos:"Ora, numa grande casa não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e de barro, uns para honra, outros, porém, para desonra. De sorte que se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e idóneo para uso do Senhor e preparado para toda a boa obra" - 2ª Timóteo 2.20-21.

Sublinhei alguém será barro, pois aqui já não se trata de vasos como objetos, mas de pessoas que são vasos. Tratando-se duma metáfora, se a quisermos interpretar deveremos perguntar: para que serve? Para que serve um vaso?

Um vaso pode servir só como ornamento, só para ser visto. Mas em termos de utilidade prática, um vaso serve como recipiente, serve para conter algo, seja uma planta, um líquido ou uma jóia. Ora, o texto acabado de citar fala-nos de vasos diferentes, uns honrosos e outros desonrosos. A diferença entre os vasos reside naquilo que eles contêm. Não naquilo que aparentam.

Ao pé da cruz, no Calvário, havia um "…vaso cheio de vinagre…" (João 19.29). Esse vaso bem pode representar uma pessoa (vaso) ácida, cheia de amargura, ou seja, um "vaso de ir", em contraste com um "vaso de misericórdia" que se refere àquelas pessoas que têm dentro delas um tesouro. Esse tesouro é Jesus.

Diz Paulo: "...temos este tesouro em vasos de barro..." (2ª Coríntios 4.6-7.

Vasos de barro são pessoas frágeis, pobres, indignas. Mas pessoas essas que foram purificadas pela aspersão do sangue de Cristo (Hebreus 9.21-22), isto é, regeneradas, promovidas duma situação de vergonha e miséria a uma posição de honra e dignidade.

Estes vasos somos nós, a quem Jesus arrancou da lama, limpou e quer usar. Vasos talvez quebrados em pedaços, por uma vivência destrutiva, mas em que o Senhor reúne os fragmentos (cacos) e reconstitui o vaso, pela ação do Espírito Santo. Ele faz isso por nos amar e para nos usar.

O Senhor tem um propósito a respeito destes vasos que somos nós. Quer que sejamos Seus instrumentos "...para dar a conhecer as riquezas da Sua glória..". - Romanos 9.23-24.

Jesus foi ao encontro de Saulo e transformou a sua vida. Ao falar dele a Ananias, o mesmo Jesus disse: "Vai porque este é para mim um vaso escolhido para levar o meu nome aos gentios, e aos reis e aos filhos de Israel" - Atos 9.15,18. Para levar, não só para conter ou guardar. Um vaso que leva o Nome de Jesus a outros.

Quando Jesus expulsou os vendilhões do templo, não consentiu que alguém levasse algum vaso dele. Também Ele não quererá que os Seus vasos humanos, Seus servos, sejam roubados, sejam profanados, sejam desviados do fim para que os destinou.

Na parábola da candeia, Jesus disse: "E ninguém, acendendo uma candeia, a cobre com algum vaso..." - Lucas 8.16.

E que acontece aos vasos-pessoas que Ele chamou a Si, para a Sua obra? Servem para erguer bem alto a luz de Cristo, ou para a tapar? Manifestam-se ousadamente ao lado de Jesus e dos que Ele quer recuperar, quer erguer da miséria e da solidão?

Ou envergonham-se e demitem-se?

Somos vasos. Vasos vivos. Vazios ou ocupados? E se ocupados, o que há dentro de nós? Ódio, amargura, indiferença, acomodação, egoísmo? Somos vasos cheios de nós próprios, vasos de barro cheios de barro? Que, ao contrário, sejamos vasos possuídos e habitados por Jesus, por Ele purificados e usados para ir ao encontro dos cansados e oprimidos, de todo os que sofrem e têm uma existência vazia, levar-lhes a Boa Nova libertadora, o amor activo, como instrumentos de Deus.

31/01/2021
Mateus 51 Vendo as multidões, Jesus subiu ao monte e se assentou. Seus discípulos aproximaram-se dele,2 e ele começou a ...
31/01/2021

Mateus 5

1 Vendo as multidões, Jesus subiu ao monte e se assentou. Seus discípulos aproximaram-se dele,

2 e ele começou a ensiná-los, dizendo:

3 "Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos céus.

4 Bem-aventurados os que choram, pois serão consolados.

5 Bem-aventurados os humildes, pois eles receberão a terra por herança.

6 Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, pois serão satisfeitos.

7 Bem-aventurados os misericordiosos, pois obterão misericórdia.

8 Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus.

9 Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus.

10 Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, pois deles é o Reino dos céus.

11 "Bem-aventurados serão vocês quando, por minha causa os insultarem, perseguirem e levantarem todo tipo de calúnia contra vocês.

12 Alegrem-se e regozijem-se, porque grande é a recompensa de vocês nos céus, pois da mesma forma perseguiram os profetas que viveram antes de vocês". 13 "Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens.

14 "Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte.

15 E, também, ninguém acende uma candeia e a coloca debaixo de uma vasilha. Pelo contrário, coloca-a no lugar apropriado, e assim ilumina a todos os que estão na casa.

16 Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus". @ Horto Itaipu

Endereço

Niterói, RJ
24350-052

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