02/06/2026
A palavra de Domingo nos levou a refletir sobre a unção de Deus e o propósito que ela carrega sobre nossas vidas.
Quando Samuel foi à casa de Jessé, todos olhavam para aqueles que pareciam mais preparados, mas Deus tinha os olhos voltados para Davi. Enquanto os homens olhavam a aparência, o Senhor via o coração. Davi não estava no centro das atenções, estava cuidando das ovelhas, mas foi exatamente ali que Deus o encontrou. Isso nos ensina que a unção não depende de posição, status ou reconhecimento humano; ela depende da escolha e do propósito de Deus.
A unção que veio sobre Davi não serviu apenas para exaltá-lo, mas para capacitá-lo. Antes do trono vieram os desertos, as batalhas e os processos. A unção não nos livra das lutas, mas nos dá força para atravessá-las permanecendo firmes.
Uma frase marcou a mensagem: “Adão no paraíso tinha tudo e caiu. Jesus no deserto permaneceu.” O ambiente não define quem somos. O que nos sustenta é a presença de Deus. Davi permaneceu fiel quando ninguém o via, e foi essa fidelidade que o preparou para viver aquilo que Deus havia prometido.
Também fomos lembrados de que a unção recebida não é apenas para nós. Assim como Davi levou alívio à vida de Saul através daquilo que Deus havia colocado em suas mãos, nós também fomos chamados para abençoar, encorajar e fortalecer outras pessoas. A unção de Deus sobre nossa vida sempre alcança alguém além de nós mesmos.
E quando o desânimo tenta chegar, lembramos de Jeremias, que pensou em parar, mas descobriu que a Palavra de Deus ardia em seu coração como fogo. Há momentos em que nossas forças falham, mas a presença do Senhor continua nos sustentando.
Que possamos valorizar a unção que Deus derramou sobre nós, servir com excelência naquilo que Ele nos confiou e permanecer fiéis em cada processo, sabendo que Aquele que nos chamou também nos capacitará para cumprir o propósito que preparou para nossas vidas.